A Língua nos Dentes
Editora de línguas livres, emancipadas de corpos tolhidos pela era da informação, da utilidade, do consumismo e da asfixia capitalista. Estufa de linguagens informes, a brotar da ponta dos dedos, lápis e pincéis, dançando por entre cores, traços, recortes e flores secas, ao som de um imaginário mutante, metafórico e transbordante. Na ponta da língua, a ideia antes da ideia aquece o querer, e do desejo as mãos deitam-se à obra. Na Língua nos Dentes, as janelas estão abertas como mãos, às más-línguas entortadas à nascença e às línguas afiadas pelo ridículo.
