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Acerca del Silencio – una antropologíaAcerca del Silencio – una antropología
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Acerca del Silencio – una antropología

24,81  c/ IVA
David Le Breton (1953) es un sociólogo y antropólogo francés. Profesor en la Universidad de Estrasburgo, es uno de los intelectuales más leído, actualmente, en Latinoamérica. También es autor de, entre otros libros, Antropología del dolor o El silencio. Prometeo Libros ha publicado, además, Sociología del riesgo (2021), Antropología del cuerpo y modernidad (2021). El interaccionismo simbólico (2022), Las pasiones ordinarias (2023) y Ritos de virilidad en la adolescencia (2023) Los rostros. Ensayo de antropología (2024)
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Acerca del Silencio – una antropología

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David Le Breton (1953) es un sociólogo y antropólogo francés. Profesor en la Universidad de Estrasburgo, es uno de los intelectuales más leído, actualmente, en Latinoamérica. También es autor de, entre otros libros, Antropología del dolor o El silencio. Prometeo Libros ha publicado, además, Sociología del riesgo (2021), Antropología del cuerpo y modernidad (2021). El interaccionismo simbólico (2022), Las pasiones ordinarias (2023) y Ritos de virilidad en la adolescencia (2023) Los rostros. Ensayo de antropología (2024)
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Anarquia, Estado e Utopia

31,90  c/ IVA

ROBERT NOZICK

ROBERT NOZICK (1938-2002) foi um importante filósofo norte-americano, com especial proeminência nas décadas de 70 e 80 do século passado. Concluiu os seus estudos superiores nas universidades de Columbia, Princeton e Oxford. Embora seja mais conhecido pela sua obra Anarquia, Estado e Utopia, publicou também textos sobre teoria da decisão e epistemologia. Foi professor de Filosofia na Universidade de Harvard.
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Anarquia, Estado e Utopia

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ROBERT NOZICK

ROBERT NOZICK (1938-2002) foi um importante filósofo norte-americano, com especial proeminência nas décadas de 70 e 80 do século passado. Concluiu os seus estudos superiores nas universidades de Columbia, Princeton e Oxford. Embora seja mais conhecido pela sua obra Anarquia, Estado e Utopia, publicou também textos sobre teoria da decisão e epistemologia. Foi professor de Filosofia na Universidade de Harvard.
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Como Reconhecer o Fascismo & Da Diferença entre Migrações e Emigrações

14,00  c/ IVA
Os dois textos de Umberto Eco que integram este livro fazem parte de Cinco Escritos Morais, publicado em 1997. Mas quer “O Fascismo Eterno” quer “Migrações, Tolerância e Intolerável” se revelaram de uma enorme lucidez. Daí a iniciativa de os reunir em separado e com os títulos explicitamente voltados para dois dos mais importantes problemas da Europa de hoje.
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Como Reconhecer o Fascismo & Da Diferença entre Migrações e Emigrações

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Os dois textos de Umberto Eco que integram este livro fazem parte de Cinco Escritos Morais, publicado em 1997. Mas quer “O Fascismo Eterno” quer “Migrações, Tolerância e Intolerável” se revelaram de uma enorme lucidez. Daí a iniciativa de os reunir em separado e com os títulos explicitamente voltados para dois dos mais importantes problemas da Europa de hoje.
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Crise da Narração

17,50  c/ IVA
Byung-Chul Han nasceu em Seul, em 1959, onde estudou Metalurgia. No final dos anos 80, deslocou-se para a Alemanha, apesar de desconhecer a língua do país. Estudou Filosofia na Universidade de Friburgo e Literatura Alemã e Teologia na Universidade de Munique. Em 1994, doutorou-se naquela universidade com uma tese sobre Martin Heidegger. Atualmente ensina Filosofia na Universidade das Artes de Berlim, depois de ter ensinado Filosofia e Teoria dos Meios de Comunicação na Escola Superior de Desenho de Karlsruhe, onde teve como colega Peter Sloterdijk, com quem manteve algumas polémicas.
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Byung-Chul Han nasceu em Seul, em 1959, onde estudou Metalurgia. No final dos anos 80, deslocou-se para a Alemanha, apesar de desconhecer a língua do país. Estudou Filosofia na Universidade de Friburgo e Literatura Alemã e Teologia na Universidade de Munique. Em 1994, doutorou-se naquela universidade com uma tese sobre Martin Heidegger. Atualmente ensina Filosofia na Universidade das Artes de Berlim, depois de ter ensinado Filosofia e Teoria dos Meios de Comunicação na Escola Superior de Desenho de Karlsruhe, onde teve como colega Peter Sloterdijk, com quem manteve algumas polémicas.
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22,88  c/ IVA
Franco “Bifo” Berardi es escritor, filósofo y activista. Nació en Bolonia, en 1949, y se graduó en Estética en la Universidad de Bolonia, donde participó de los acontecimientos de mayo del ’68. Entre 1975 y 1981, fundó la histórica revista A/traverso, fanzine y fue promotor de la mítica “Radio Alice”, la primera radio pirata italiana. Vivió en París, donde conoció a Félix Guattari, y en Nueva York. En 2002, fundó TV Orfeo, el primer canal de televisión comunitario italiano. Escribió numerosos libros y ensayos, que fueron traducidos a distintos idiomas, sobre las transformaciones del trabajo y los procesos de comunicación en el capitalismo postindustial.
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Franco “Bifo” Berardi es escritor, filósofo y activista. Nació en Bolonia, en 1949, y se graduó en Estética en la Universidad de Bolonia, donde participó de los acontecimientos de mayo del ’68. Entre 1975 y 1981, fundó la histórica revista A/traverso, fanzine y fue promotor de la mítica “Radio Alice”, la primera radio pirata italiana. Vivió en París, donde conoció a Félix Guattari, y en Nueva York. En 2002, fundó TV Orfeo, el primer canal de televisión comunitario italiano. Escribió numerosos libros y ensayos, que fueron traducidos a distintos idiomas, sobre las transformaciones del trabajo y los procesos de comunicación en el capitalismo postindustial.
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Do Belo, do Justo e do Verdadeiro (e Do) Ódio À Civilização Moderna

14,00  c/ IVA
No dia 24 de Março de 1834, na antiga vila de Walthamstow, nas cercanias de Londres, nascia William Morris, poeta, romancista, pintor, tipógrafo, designer, socialista revolucionário e a alma do movimento Arts and Crafts. Com a sua rica cultura histórica – inspirado pelo romantismo tardo-medieval e filiado ao anti-tecnicismo pré-rafaelita –, e a sua proposta concreta contra a dominação social, influenciada pelo socialismo utópico e o anarco-comunismo, Morris tinha uma percepção espantosa das linhas de força da história e dos elementos de decadência da sua época, vaticinando a futura ruína da civilização contemporânea. Se o Ocidente reconhece os processos catastróficos associados à Industrialização e à tecnologia do projecto mercantil no marco da II Guerra Mundial, pela mão de autores como Lewis Munford, Günther Anders, Jacques Ellul, André Gorz ou Ivan Illich, o artista inglês rebelou-se meio século antes contra um ideal de Modernidade que se impunha ao mundo mediante a profanação da natureza, a destruição dos laços humanos, a aniquilação da criatividade e o desprezo pelos mais simples prazeres da vida. Embora Morris aceitasse quase na íntegra a análise económica e histórica de Marx, sempre confessou que o “motivo principal” para se ter tornado socialista revolucionário foi o seu “ódio à civilização moderna”: ‘A foleirice reina! Do estadista ao sapateiro, tudo é foleiro!’ Repudiou o sucesso como outros homens repudiam a calúnia. Mergulhou nas profundezas mais intrincadas do artesanato. Nutriu o seu ódio pela civilização moderna ao traduzir sagas islandesas. Sentou-se deliberadamente em cima da sua cartola. Lançou a sua grande campanha pela protecção de edifícios antigos. Fundou o seu jornal matutino, porque a sua resposta foi tornar-se em um agitador revolucionário. Previu o fascismo. Previu (e execrou) o socialismo de Estado. Previu (e lastimou) o Estado de Bem-Estar Social. Diante do cenário de um “serviço público capitalista levado à perfeição”, bradou: “Não atravessaria a rua para alcançar semelhante ideal”. Como disse o historiador E. P. Thompson, não tinha tempo para os bons selvagens, e menos ainda para a panaceia da burocracia estatal. Na sua visão, nenhuma intervenção mecânica vinda de cima poderia engendrar a ética da comunidade: “O homem individual não pode transferir os problemas da vida para os ombros de uma abstração chamada Estado”. “É mais forte do que eu… As ideias que tomaram conta de mim não me vão deixar em sossego... Temos de nos virar para a esperança, e só a vislumbro numa direcção: no rumo da Revolução. O resto é história …”.
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Do Belo, do Justo e do Verdadeiro (e Do) Ódio À Civilização Moderna

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No dia 24 de Março de 1834, na antiga vila de Walthamstow, nas cercanias de Londres, nascia William Morris, poeta, romancista, pintor, tipógrafo, designer, socialista revolucionário e a alma do movimento Arts and Crafts. Com a sua rica cultura histórica – inspirado pelo romantismo tardo-medieval e filiado ao anti-tecnicismo pré-rafaelita –, e a sua proposta concreta contra a dominação social, influenciada pelo socialismo utópico e o anarco-comunismo, Morris tinha uma percepção espantosa das linhas de força da história e dos elementos de decadência da sua época, vaticinando a futura ruína da civilização contemporânea. Se o Ocidente reconhece os processos catastróficos associados à Industrialização e à tecnologia do projecto mercantil no marco da II Guerra Mundial, pela mão de autores como Lewis Munford, Günther Anders, Jacques Ellul, André Gorz ou Ivan Illich, o artista inglês rebelou-se meio século antes contra um ideal de Modernidade que se impunha ao mundo mediante a profanação da natureza, a destruição dos laços humanos, a aniquilação da criatividade e o desprezo pelos mais simples prazeres da vida. Embora Morris aceitasse quase na íntegra a análise económica e histórica de Marx, sempre confessou que o “motivo principal” para se ter tornado socialista revolucionário foi o seu “ódio à civilização moderna”: ‘A foleirice reina! Do estadista ao sapateiro, tudo é foleiro!’ Repudiou o sucesso como outros homens repudiam a calúnia. Mergulhou nas profundezas mais intrincadas do artesanato. Nutriu o seu ódio pela civilização moderna ao traduzir sagas islandesas. Sentou-se deliberadamente em cima da sua cartola. Lançou a sua grande campanha pela protecção de edifícios antigos. Fundou o seu jornal matutino, porque a sua resposta foi tornar-se em um agitador revolucionário. Previu o fascismo. Previu (e execrou) o socialismo de Estado. Previu (e lastimou) o Estado de Bem-Estar Social. Diante do cenário de um “serviço público capitalista levado à perfeição”, bradou: “Não atravessaria a rua para alcançar semelhante ideal”. Como disse o historiador E. P. Thompson, não tinha tempo para os bons selvagens, e menos ainda para a panaceia da burocracia estatal. Na sua visão, nenhuma intervenção mecânica vinda de cima poderia engendrar a ética da comunidade: “O homem individual não pode transferir os problemas da vida para os ombros de uma abstração chamada Estado”. “É mais forte do que eu… As ideias que tomaram conta de mim não me vão deixar em sossego... Temos de nos virar para a esperança, e só a vislumbro numa direcção: no rumo da Revolução. O resto é história …”.
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Intuição do InstanteIntuição do Instante
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Intuição do Instante

14,00  c/ IVA
Bachelard faz uma cuidadosa exploração do tempo, da sua duração e da percepção que dele temos, a partir das ideias de Bergson, Roupnel e Einstein. Para o autor, o tempo não tem outra realidade senão a do instante. Aperfeiçoando o gesto, o instante renova-se.
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Bachelard faz uma cuidadosa exploração do tempo, da sua duração e da percepção que dele temos, a partir das ideias de Bergson, Roupnel e Einstein. Para o autor, o tempo não tem outra realidade senão a do instante. Aperfeiçoando o gesto, o instante renova-se.
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La Inteligencia Artificial no Piensa (el cerebro tampoco)La Inteligencia Artificial no Piensa (el cerebro tampoco)
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La Inteligencia Artificial no Piensa (el cerebro tampoco)

16,15  c/ IVA
Miguel Benasayag:  Nació en Buenos Aires, en 1953. Estudió medicina en la UBA, y tras ser detenido por la dictadura argentina, se exilió en Francia en 1978. Filósofo, epistemólogo, doctor en psicología, investigador interdisciplinario, es autor de cuarenta libros, traducidos a más de quince idiomas. Ex docente universitario, fundó y coordina el colectivo de estudios y militancia «Malgré Tout» en Francia y en Italia. Ariel Pennisi:  Ensayista, docente e investigador (UNPAZ, UNA), integrante del Grupo de Estudios Sociales y Filosóficos (IIGG-UBA), codirector de Red Editorial, integrante del Instituto de Estudios y Formación de la CTA A y del Instituto de Pensamiento y Políticas Públicas. Publicó Nuevas instituciones (del común); El anarca (filosofía y política en Max Stirner), con Adrián Cangi; Si quieren venir que vengan. Malvinas: genealogía, guerra, izquierdas, con Ariel Petruccelli, Federico Mare y Andrea Belén Rodríguez; Papa Negra. Ensayos, relatos y recetas; Globalización. Sacralización del mercado: Como autor y compilador: Renta básica. Nuevos posibles del común y Linchamientos. La policía que llevamos dentro. Publicó numerosos ensayos y artículos en libros, revistas y portales nacionales y extranjeros. Colabora con el diario Tiempo Argentino.
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La Inteligencia Artificial no Piensa (el cerebro tampoco)

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Miguel Benasayag:  Nació en Buenos Aires, en 1953. Estudió medicina en la UBA, y tras ser detenido por la dictadura argentina, se exilió en Francia en 1978. Filósofo, epistemólogo, doctor en psicología, investigador interdisciplinario, es autor de cuarenta libros, traducidos a más de quince idiomas. Ex docente universitario, fundó y coordina el colectivo de estudios y militancia «Malgré Tout» en Francia y en Italia. Ariel Pennisi:  Ensayista, docente e investigador (UNPAZ, UNA), integrante del Grupo de Estudios Sociales y Filosóficos (IIGG-UBA), codirector de Red Editorial, integrante del Instituto de Estudios y Formación de la CTA A y del Instituto de Pensamiento y Políticas Públicas. Publicó Nuevas instituciones (del común); El anarca (filosofía y política en Max Stirner), con Adrián Cangi; Si quieren venir que vengan. Malvinas: genealogía, guerra, izquierdas, con Ariel Petruccelli, Federico Mare y Andrea Belén Rodríguez; Papa Negra. Ensayos, relatos y recetas; Globalización. Sacralización del mercado: Como autor y compilador: Renta básica. Nuevos posibles del común y Linchamientos. La policía que llevamos dentro. Publicó numerosos ensayos y artículos en libros, revistas y portales nacionales y extranjeros. Colabora con el diario Tiempo Argentino.
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