Desertemos
22,88 € c/ IVA
Franco “Bifo” Berardi es escritor, filósofo y activista. Nació en Bolonia, en 1949, y se graduó en Estética en la Universidad de Bolonia, donde participó de los acontecimientos de mayo del ’68. Entre 1975 y 1981, fundó la histórica revista A/traverso, fanzine y fue promotor de la mítica “Radio Alice”, la primera radio pirata italiana. Vivió en París, donde conoció a Félix Guattari, y en Nueva York. En 2002, fundó TV Orfeo, el primer canal de televisión comunitario italiano.
Escribió numerosos libros y ensayos, que fueron traducidos a distintos idiomas, sobre las transformaciones del trabajo y los procesos de comunicación en el capitalismo postindustial.
Desertemos
22,88 € c/ IVA
Franco “Bifo” Berardi es escritor, filósofo y activista. Nació en Bolonia, en 1949, y se graduó en Estética en la Universidad de Bolonia, donde participó de los acontecimientos de mayo del ’68. Entre 1975 y 1981, fundó la histórica revista A/traverso, fanzine y fue promotor de la mítica “Radio Alice”, la primera radio pirata italiana. Vivió en París, donde conoció a Félix Guattari, y en Nueva York. En 2002, fundó TV Orfeo, el primer canal de televisión comunitario italiano.
Escribió numerosos libros y ensayos, que fueron traducidos a distintos idiomas, sobre las transformaciones del trabajo y los procesos de comunicación en el capitalismo postindustial.
Desobedecer
16,50 € c/ IVA
«A desobediência, face à absurdez, à irracionalidade do mundo como se acha, é uma evidência. Porquê desobedecer? Basta abrir os olhos.» Partindo desta premissa, Frédéric Gros procura nestas páginas dar resposta a uma outra pergunta: se é «tão fácil concordar-se acerca da desesperança da actual ordem do mundo», por que razão é «tão difícil desobedecer-lhe»? Numa minuciosa reflexão filosófica que vai de A Desobediência Civil de Thoreau ao Discurso sobre a Servidão Voluntária de La Boétie, passando pelo julgamento de Eichmann segundo Arendt ou por Jesus Cristo em Dostoievski, Desobedecer (2017) desenterra as raízes da obediência política e do respeito pela autoridade, pondo em causa certezas adquiridas, convicções morais e convenções sociais — e leva-nos a revalorizar a responsabilidade política. Quando o consentimento democrático não se distingue da submissão a injustiças, Desobedecer é um apelo à resistência ética, à força colectiva que nasce, antes de tudo, na consciência de cada um de nós.
Desobedecer
16,50 € c/ IVA
«A desobediência, face à absurdez, à irracionalidade do mundo como se acha, é uma evidência. Porquê desobedecer? Basta abrir os olhos.» Partindo desta premissa, Frédéric Gros procura nestas páginas dar resposta a uma outra pergunta: se é «tão fácil concordar-se acerca da desesperança da actual ordem do mundo», por que razão é «tão difícil desobedecer-lhe»? Numa minuciosa reflexão filosófica que vai de A Desobediência Civil de Thoreau ao Discurso sobre a Servidão Voluntária de La Boétie, passando pelo julgamento de Eichmann segundo Arendt ou por Jesus Cristo em Dostoievski, Desobedecer (2017) desenterra as raízes da obediência política e do respeito pela autoridade, pondo em causa certezas adquiridas, convicções morais e convenções sociais — e leva-nos a revalorizar a responsabilidade política. Quando o consentimento democrático não se distingue da submissão a injustiças, Desobedecer é um apelo à resistência ética, à força colectiva que nasce, antes de tudo, na consciência de cada um de nós.
Do Belo, do Justo e do Verdadeiro (e Do) Ódio À Civilização Moderna
14,00 € c/ IVA
No dia 24 de Março de 1834, na antiga vila de Walthamstow, nas cercanias de Londres, nascia William Morris, poeta, romancista, pintor, tipógrafo, designer, socialista revolucionário e a alma do movimento Arts and Crafts.
Com a sua rica cultura histórica – inspirado pelo romantismo tardo-medieval e filiado ao anti-tecnicismo pré-rafaelita –, e a sua proposta concreta contra a dominação social, influenciada pelo socialismo utópico e o anarco-comunismo, Morris tinha uma percepção espantosa das linhas de força da história e dos elementos de decadência da sua época, vaticinando a futura ruína da civilização contemporânea.
Se o Ocidente reconhece os processos catastróficos associados à Industrialização e à tecnologia do projecto mercantil no marco da II Guerra Mundial, pela mão de autores como Lewis Munford, Günther Anders, Jacques Ellul, André Gorz ou Ivan Illich, o artista inglês rebelou-se meio século antes contra um ideal de Modernidade que se impunha ao mundo mediante a profanação da natureza, a destruição dos laços humanos, a aniquilação da criatividade e o desprezo pelos mais simples prazeres da vida.
Embora Morris aceitasse quase na íntegra a análise económica e histórica de Marx, sempre confessou que o “motivo principal” para se ter tornado socialista revolucionário foi o seu “ódio à civilização moderna”: ‘A foleirice reina! Do estadista ao sapateiro, tudo é foleiro!’
Repudiou o sucesso como outros homens repudiam a calúnia. Mergulhou nas profundezas mais intrincadas do artesanato. Nutriu o seu ódio pela civilização moderna ao traduzir sagas islandesas. Sentou-se deliberadamente em cima da sua cartola. Lançou a sua grande campanha pela protecção de edifícios antigos. Fundou o seu jornal matutino, porque a sua resposta foi tornar-se em um agitador revolucionário.
Previu o fascismo. Previu (e execrou) o socialismo de Estado. Previu (e lastimou) o Estado de Bem-Estar Social. Diante do cenário de um “serviço público capitalista levado à perfeição”, bradou: “Não atravessaria a rua para alcançar semelhante ideal”.
Como disse o historiador E. P. Thompson, não tinha tempo para os bons selvagens, e menos ainda para a panaceia da burocracia estatal. Na sua visão, nenhuma intervenção mecânica vinda de cima poderia engendrar a ética da comunidade: “O homem individual não pode transferir os problemas da vida para os ombros de uma abstração chamada Estado”.
“É mais forte do que eu… As ideias que tomaram conta de mim não me vão deixar em sossego... Temos de nos virar para a esperança, e só a vislumbro numa direcção: no rumo da Revolução. O resto é história …”.
Do Belo, do Justo e do Verdadeiro (e Do) Ódio À Civilização Moderna
14,00 € c/ IVA
No dia 24 de Março de 1834, na antiga vila de Walthamstow, nas cercanias de Londres, nascia William Morris, poeta, romancista, pintor, tipógrafo, designer, socialista revolucionário e a alma do movimento Arts and Crafts.
Com a sua rica cultura histórica – inspirado pelo romantismo tardo-medieval e filiado ao anti-tecnicismo pré-rafaelita –, e a sua proposta concreta contra a dominação social, influenciada pelo socialismo utópico e o anarco-comunismo, Morris tinha uma percepção espantosa das linhas de força da história e dos elementos de decadência da sua época, vaticinando a futura ruína da civilização contemporânea.
Se o Ocidente reconhece os processos catastróficos associados à Industrialização e à tecnologia do projecto mercantil no marco da II Guerra Mundial, pela mão de autores como Lewis Munford, Günther Anders, Jacques Ellul, André Gorz ou Ivan Illich, o artista inglês rebelou-se meio século antes contra um ideal de Modernidade que se impunha ao mundo mediante a profanação da natureza, a destruição dos laços humanos, a aniquilação da criatividade e o desprezo pelos mais simples prazeres da vida.
Embora Morris aceitasse quase na íntegra a análise económica e histórica de Marx, sempre confessou que o “motivo principal” para se ter tornado socialista revolucionário foi o seu “ódio à civilização moderna”: ‘A foleirice reina! Do estadista ao sapateiro, tudo é foleiro!’
Repudiou o sucesso como outros homens repudiam a calúnia. Mergulhou nas profundezas mais intrincadas do artesanato. Nutriu o seu ódio pela civilização moderna ao traduzir sagas islandesas. Sentou-se deliberadamente em cima da sua cartola. Lançou a sua grande campanha pela protecção de edifícios antigos. Fundou o seu jornal matutino, porque a sua resposta foi tornar-se em um agitador revolucionário.
Previu o fascismo. Previu (e execrou) o socialismo de Estado. Previu (e lastimou) o Estado de Bem-Estar Social. Diante do cenário de um “serviço público capitalista levado à perfeição”, bradou: “Não atravessaria a rua para alcançar semelhante ideal”.
Como disse o historiador E. P. Thompson, não tinha tempo para os bons selvagens, e menos ainda para a panaceia da burocracia estatal. Na sua visão, nenhuma intervenção mecânica vinda de cima poderia engendrar a ética da comunidade: “O homem individual não pode transferir os problemas da vida para os ombros de uma abstração chamada Estado”.
“É mais forte do que eu… As ideias que tomaram conta de mim não me vão deixar em sossego... Temos de nos virar para a esperança, e só a vislumbro numa direcção: no rumo da Revolução. O resto é história …”.
Flores Secas
15,00 € c/ IVA
Flores Secas é uma coletânea de poemas e textos político-poéticos escritos por lokas cruz entre 2018 de 2024. Um livro sobre “as histórias das minhas avós e da terra, as missões nos campos de refugiados em lesbos, na grécia, e no mar mediterrâneo, as ruas do porto cheias de luta e raiva, a palestina, as mãos dadas e punhos erguidos, o luto de tudo, o amor e a revolução.” O livro conta ainda com ilustrações de Inês Matos.
Flores Secas
15,00 € c/ IVA
Flores Secas é uma coletânea de poemas e textos político-poéticos escritos por lokas cruz entre 2018 de 2024. Um livro sobre “as histórias das minhas avós e da terra, as missões nos campos de refugiados em lesbos, na grécia, e no mar mediterrâneo, as ruas do porto cheias de luta e raiva, a palestina, as mãos dadas e punhos erguidos, o luto de tudo, o amor e a revolução.” O livro conta ainda com ilustrações de Inês Matos.
Habitação Para Além da “Crise”
13,00 € c/ IVA
Kuaraci – em fala e fogo: Seleção de textos escritos por mulheres indígenas
16,00 € c/ IVA
Ellen Lima Wassu é pirá, poeta, bicho, rio, árvore, vento, mata atlântica, água, raiz, espírito e semente. Ela também é gente humana, poeta, professora, investigadora que atualmente faz doutorado em Portugal e vive com corpo e espírito circulando pelo Atlântico cheia de amores e saudades. Publicou em 2021 Ixé ygara voltando pra ’y’kûá (Urutau) e integra, entre revistas literárias e outras coletâneas, a obra Volta para tua terra (Urutau, 2021), uma antologia de poetas antifascistas e antirracistas em Portugal. Sua prática relaciona arte, poesia, crítica, escritas ensaísticas, bons encontros, banho de rio e conversa com flores.
Kuaraci – em fala e fogo: Seleção de textos escritos por mulheres indígenas
16,00 € c/ IVA
Ellen Lima Wassu é pirá, poeta, bicho, rio, árvore, vento, mata atlântica, água, raiz, espírito e semente. Ela também é gente humana, poeta, professora, investigadora que atualmente faz doutorado em Portugal e vive com corpo e espírito circulando pelo Atlântico cheia de amores e saudades. Publicou em 2021 Ixé ygara voltando pra ’y’kûá (Urutau) e integra, entre revistas literárias e outras coletâneas, a obra Volta para tua terra (Urutau, 2021), uma antologia de poetas antifascistas e antirracistas em Portugal. Sua prática relaciona arte, poesia, crítica, escritas ensaísticas, bons encontros, banho de rio e conversa com flores.
Manifesto Abomunista // Segundo Abril // Será que a Mente Secreta Sussura?
17,00 € c/ IVA
A poesia Abomunista, a fim de ser completamente (norma britânica) compreendida, dever ser comida...excepto nos dias de jejum, nos dias em que não se faz nenhum, nas manhãs das execuções.
Manifesto Abomunista // Segundo Abril // Será que a Mente Secreta Sussura?
17,00 € c/ IVA
A poesia Abomunista, a fim de ser completamente (norma britânica) compreendida, dever ser comida...excepto nos dias de jejum, nos dias em que não se faz nenhum, nas manhãs das execuções.
nada, nada, nada – escritos escolhidos
16,00 € c/ IVA
“Entre 1879 e 1953, Francis Picabia viveu muitas vidas. Foi pintor, poeta e prosador, ensaísta e crítico. Colaborou em diversas publicações e criou as suas próprias revistas. Escreveu para teatro e também para cinema. Alimentou polémicas e provocou escândalos. Organizou espectáculos, exposições e festas. Acompanhou o Cubismo e depois atacou-o com ironia. Levou o Dadaísmo para Paris, foi um dos seus mais vivos participantes e depois saiu com estrondo. Esteve com os surrealistas, mas numa relação morna.
Os textos que compõem este livro pertencem à fase mais explosiva e exuberante da obra escrita de Picabia. Para nós, a mais fascinante também. Esta fase coincide com o seu envolvimento activo no movimento dadaísta, ou seja, mais ou menos entre 1918 e 1921. Seguindo o espírito desta colecção, o livro inclui apenas textos em prosa, deixando de fora a sua igualmente vasta e magnífica produção poética.”*
*da Nota de Edição de Rui Manuel Amaral
nada, nada, nada – escritos escolhidos
16,00 € c/ IVA
“Entre 1879 e 1953, Francis Picabia viveu muitas vidas. Foi pintor, poeta e prosador, ensaísta e crítico. Colaborou em diversas publicações e criou as suas próprias revistas. Escreveu para teatro e também para cinema. Alimentou polémicas e provocou escândalos. Organizou espectáculos, exposições e festas. Acompanhou o Cubismo e depois atacou-o com ironia. Levou o Dadaísmo para Paris, foi um dos seus mais vivos participantes e depois saiu com estrondo. Esteve com os surrealistas, mas numa relação morna.
Os textos que compõem este livro pertencem à fase mais explosiva e exuberante da obra escrita de Picabia. Para nós, a mais fascinante também. Esta fase coincide com o seu envolvimento activo no movimento dadaísta, ou seja, mais ou menos entre 1918 e 1921. Seguindo o espírito desta colecção, o livro inclui apenas textos em prosa, deixando de fora a sua igualmente vasta e magnífica produção poética.”*
*da Nota de Edição de Rui Manuel Amaral
-10%
O Cogumelo no Fim do Mundo. Viver nas Ruínas do Capitalismo
O preço original era: 22,00 €.19,80 €O preço atual é: 19,80 €. c/ IVA
Percorrendo a cadeia de abastecimento do cogumelo matsutake — desde que é colhido por veteranos de guerra e imigrantes nos EUA até ser oferecido e consumido como iguaria de luxo no Japão —, a antropóloga Anna Lowenhaupt Tsing descobre múltiplos modos de vida emaranhados de maneira tão profunda quanto contingente. Ao explorarmos histórias de guerra, mutualismos interespécies e mecanismos de tradução entre culturas, sistemas económicos ou regimes de produção de conhecimento científico, o que encontramos são lições de coabitação, de liberdade e da arte de prestar atenção.
Um livro verdadeiramente multidisciplinar que cruza o trabalho de campo etnográfico, a história económica, a genética e a silvicultura para revelar estratégias de subsistência nas margens do capitalismo, num contexto geral de precariedade e de destruição do mundo que nos rodeia.
-10%
O Cogumelo no Fim do Mundo. Viver nas Ruínas do Capitalismo
O preço original era: 22,00 €.19,80 €O preço atual é: 19,80 €. c/ IVA
Percorrendo a cadeia de abastecimento do cogumelo matsutake — desde que é colhido por veteranos de guerra e imigrantes nos EUA até ser oferecido e consumido como iguaria de luxo no Japão —, a antropóloga Anna Lowenhaupt Tsing descobre múltiplos modos de vida emaranhados de maneira tão profunda quanto contingente. Ao explorarmos histórias de guerra, mutualismos interespécies e mecanismos de tradução entre culturas, sistemas económicos ou regimes de produção de conhecimento científico, o que encontramos são lições de coabitação, de liberdade e da arte de prestar atenção.
Um livro verdadeiramente multidisciplinar que cruza o trabalho de campo etnográfico, a história económica, a genética e a silvicultura para revelar estratégias de subsistência nas margens do capitalismo, num contexto geral de precariedade e de destruição do mundo que nos rodeia.
O Deserto que Vem – Ecologias de Kropotkin a Marte, Seguido de Cidades Ideais
9,50 € c/ IVA
O Deserto que vem – Ecologias de Kropotkin a Marte
Kropotkin acreditava que a dessecação era um processo geológico contínuo e que esta se podia observar em todo o Hemisfério Norte. Por esta razão, o geólogo e anarquista russo desafiou radicalmente a ortodoxia ao sustentar a continuidade da dinâmica climática global entre o fim da Era do Gelo e os tempos modernos: longe de ser estacionário, o clima vinha mudando continuamente numa direcção unidireccional e sem interferência humana ao longo da história.
Neste breve ensaio, Mike Davis explica que a tese de Kropotkin foi a primeira tentativa científica no campo da ecologia de apresentar uma argumentação abrangente a favor das alterações climáticas naturais como força motriz da história da civilização.
Cidades Ideais
O arquitecto e historiador Colin Ward (1924 Wanstead – 2010 Ipswich) foi uma das figuras-chave do anarquismo britânico do século XX. Escritor prolífico, assumiu durante duas décadas a edição do jornal Freedom, fundado em 1886 por Kropotkin na capital londrina. Em 1961, Ward fundou a revista mensal Anarchy, difundindo a sua visão do anarquismo não como uma teoria utópica, mas enquanto um conjunto de práticas sociais capazes de criar formas alternativas de organização informais, sem hierarquias e não submetidas às políticas estatais.
Cidades Ideais é um brevíssimo esquisso sobre diferentes visões de organização dos aglomerados humanos da Modernidade à era Contemporânea.
Ward escreveu sobre uma ampla variedade de tópicos, incluindo política contemporânea, ocupação ilegal, habitação, arquitectura, educação, planeamento urbano, práticas anarquistas e ajuda mútua. A sua versão do anarquismo quotidiano, que envolvia experimentação e intervenções práticas, atravessa as páginas de livros como Anarchy in Action (1973), Housing: An Anarchist Approach (1976), Welcome, Thinner City: Urban Survival in the 1990s (1989) e Sociable Cities: The Legacy of Ebenezer Howard (1998), volumes que dão visibilidade à realidade de experiências que já acontecem no contexto do capitalismo e que potenciam a liberdade, ampliam a autonomia local face às autoridades externas e promovem o bem-estar social.
O Deserto que Vem – Ecologias de Kropotkin a Marte, Seguido de Cidades Ideais
9,50 € c/ IVA
O Deserto que vem – Ecologias de Kropotkin a Marte
Kropotkin acreditava que a dessecação era um processo geológico contínuo e que esta se podia observar em todo o Hemisfério Norte. Por esta razão, o geólogo e anarquista russo desafiou radicalmente a ortodoxia ao sustentar a continuidade da dinâmica climática global entre o fim da Era do Gelo e os tempos modernos: longe de ser estacionário, o clima vinha mudando continuamente numa direcção unidireccional e sem interferência humana ao longo da história.
Neste breve ensaio, Mike Davis explica que a tese de Kropotkin foi a primeira tentativa científica no campo da ecologia de apresentar uma argumentação abrangente a favor das alterações climáticas naturais como força motriz da história da civilização.
Cidades Ideais
O arquitecto e historiador Colin Ward (1924 Wanstead – 2010 Ipswich) foi uma das figuras-chave do anarquismo britânico do século XX. Escritor prolífico, assumiu durante duas décadas a edição do jornal Freedom, fundado em 1886 por Kropotkin na capital londrina. Em 1961, Ward fundou a revista mensal Anarchy, difundindo a sua visão do anarquismo não como uma teoria utópica, mas enquanto um conjunto de práticas sociais capazes de criar formas alternativas de organização informais, sem hierarquias e não submetidas às políticas estatais.
Cidades Ideais é um brevíssimo esquisso sobre diferentes visões de organização dos aglomerados humanos da Modernidade à era Contemporânea.
Ward escreveu sobre uma ampla variedade de tópicos, incluindo política contemporânea, ocupação ilegal, habitação, arquitectura, educação, planeamento urbano, práticas anarquistas e ajuda mútua. A sua versão do anarquismo quotidiano, que envolvia experimentação e intervenções práticas, atravessa as páginas de livros como Anarchy in Action (1973), Housing: An Anarchist Approach (1976), Welcome, Thinner City: Urban Survival in the 1990s (1989) e Sociable Cities: The Legacy of Ebenezer Howard (1998), volumes que dão visibilidade à realidade de experiências que já acontecem no contexto do capitalismo e que potenciam a liberdade, ampliam a autonomia local face às autoridades externas e promovem o bem-estar social.
O Livro dos Abraços
17,50 € c/ IVA
Escrito no exílio e ilustrado pelo autor, O Livro dos Abraços reúne memórias e sonhos, fábulas que entrelaçam o real e o fantástico, crónicas indeléveis das trivialidades, das gentes e dos seus costumes, da política e dos seus mártires, do amor, da guerra e da paz. Fragmentos que celebram a diversidade, têm na memória do autor o seu fio condutor: «Recordar: do latim re-cordis, voltar a passar pelo coração.»
Com uma extraordinária capacidade descritiva e um comovente pendor poético, escrevendo numa simplicidade desarmante, Eduardo Galeano dá voz aos amordaçados e estende um longo abraço aos resistentes – amaldiçoados pela economia, afugentados pela polícia, esquecidos pela cultura. O Livro dos Abraços é uma história alternativa da América Latina contada pelo mestre da narrativa breve, numa síntese inspirada do seu imaginário.
O Livro dos Abraços
17,50 € c/ IVA
Escrito no exílio e ilustrado pelo autor, O Livro dos Abraços reúne memórias e sonhos, fábulas que entrelaçam o real e o fantástico, crónicas indeléveis das trivialidades, das gentes e dos seus costumes, da política e dos seus mártires, do amor, da guerra e da paz. Fragmentos que celebram a diversidade, têm na memória do autor o seu fio condutor: «Recordar: do latim re-cordis, voltar a passar pelo coração.»
Com uma extraordinária capacidade descritiva e um comovente pendor poético, escrevendo numa simplicidade desarmante, Eduardo Galeano dá voz aos amordaçados e estende um longo abraço aos resistentes – amaldiçoados pela economia, afugentados pela polícia, esquecidos pela cultura. O Livro dos Abraços é uma história alternativa da América Latina contada pelo mestre da narrativa breve, numa síntese inspirada do seu imaginário.
Os Amanhãs de Ontem
16,35 € c/ IVA
Se no seu livro anterior, Comunismo: uma pequena história de como tudo poderá ser diferente(Tigre de Papel, 2020), Adamczak apresentava o comunismo como um conto de fadas com a hipótese de um final feliz, neste oferece-nos uma tragédia. Descreve a deportação de volta para a Alemanha nazi de antifascistas exilados — uma traição de comunistas contra comunistas; a incredulidade inicial dos comunistas europeus face à notícia do pacto Hitler-Estaline; o plano de terror de Estado de Estaline; o desaparecimento da classe e a emergência de cálculos táticos e económicos; o definhamento e a impossibilidade dos sucessos da revolução; e a promessa barata de que «da próxima vez será democrático».
O que pesa sobre a possibilidade do desejo comunista, escreve Adamczak, não é apenas o fim da história, mas, antes de mais, o fim da revolução. Não apenas 1989 mas também, e sobretudo, 1939, 1938 e, mais para trás, 1924 e 1917. Só compreendendo essa história poderemos trabalhar para um futuro melhor.
Os Amanhãs de Ontem
16,35 € c/ IVA
Se no seu livro anterior, Comunismo: uma pequena história de como tudo poderá ser diferente(Tigre de Papel, 2020), Adamczak apresentava o comunismo como um conto de fadas com a hipótese de um final feliz, neste oferece-nos uma tragédia. Descreve a deportação de volta para a Alemanha nazi de antifascistas exilados — uma traição de comunistas contra comunistas; a incredulidade inicial dos comunistas europeus face à notícia do pacto Hitler-Estaline; o plano de terror de Estado de Estaline; o desaparecimento da classe e a emergência de cálculos táticos e económicos; o definhamento e a impossibilidade dos sucessos da revolução; e a promessa barata de que «da próxima vez será democrático».
O que pesa sobre a possibilidade do desejo comunista, escreve Adamczak, não é apenas o fim da história, mas, antes de mais, o fim da revolução. Não apenas 1989 mas também, e sobretudo, 1939, 1938 e, mais para trás, 1924 e 1917. Só compreendendo essa história poderemos trabalhar para um futuro melhor.





