-10%
A Cor da Tua Sombra
O preço original era: 16,40 €.14,76 €O preço atual é: 14,76 €. c/ IVA
Unidos por uma dor comum, ambos se veem confrontados com aquilo que julgavam enterrado: o regresso do pai de Anchia — o mesmo homem que, outrora, tentou vendê-la para um ritual de sacrifício. Entre trauma e resistência, culpa e sobrevivência, o romance convoca o leitor a atravessar sombras profundas da condição humana.
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A Cor da Tua Sombra
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Unidos por uma dor comum, ambos se veem confrontados com aquilo que julgavam enterrado: o regresso do pai de Anchia — o mesmo homem que, outrora, tentou vendê-la para um ritual de sacrifício. Entre trauma e resistência, culpa e sobrevivência, o romance convoca o leitor a atravessar sombras profundas da condição humana.
A Violência e o Escárnio
16,00 € c/ IVA
Numa grande cidade dirigida por um governador despótico e burlesco, um grupo de amigos, amantes do riso e de outros prazeres da vida, inventa uma nova forma de combate político: a farsa-que-não-parece-farsa. E, desenvolvendo uma actividade que profundamente os diverte (e neles aguça o sentido de humor), põem fora do poleiro o detestado líder. Irónica reflexão sobre o poder, A VIOLÊNCIA E O ESCÁRNIO (1964) são aqui duas faces discrepantes da oposição a sistemas políticos vigentes: a atitude heróica, em que o militante, levando a sério os políticos de Estado, se sacrifica pela causa, e o absoluto desprezo pelas instituições estatais e pelos seus dirigentes, títeres de um mundo grotesco e aviltante. Este romance exprime a paradoxal e salutar perspectiva de Albert Cossery, que às neuróticas gesticulações dos homens opõe o desprendimento e a contemplação — sempre assentes na rejeição do sacrifício.
A Violência e o Escárnio
16,00 € c/ IVA
Numa grande cidade dirigida por um governador despótico e burlesco, um grupo de amigos, amantes do riso e de outros prazeres da vida, inventa uma nova forma de combate político: a farsa-que-não-parece-farsa. E, desenvolvendo uma actividade que profundamente os diverte (e neles aguça o sentido de humor), põem fora do poleiro o detestado líder. Irónica reflexão sobre o poder, A VIOLÊNCIA E O ESCÁRNIO (1964) são aqui duas faces discrepantes da oposição a sistemas políticos vigentes: a atitude heróica, em que o militante, levando a sério os políticos de Estado, se sacrifica pela causa, e o absoluto desprezo pelas instituições estatais e pelos seus dirigentes, títeres de um mundo grotesco e aviltante. Este romance exprime a paradoxal e salutar perspectiva de Albert Cossery, que às neuróticas gesticulações dos homens opõe o desprendimento e a contemplação — sempre assentes na rejeição do sacrifício.
-11%
Pérolas e Malaguetas
O preço original era: 13,00 €.11,70 €O preço atual é: 11,70 €. c/ IVA
Não há elefantes na sala, há grãos de areia. A engrenagem para, o olho lacrimeja. Parece tolo, inocente, inócuo, mas basta para gerar incómodo. PÉROLAS E MALAGUETAS é um jogo de palavras, um conjunto de poemas curtos e aforismos, que evocam a brevidade da linguagem. É a recusa do enorme, agigantando o minúsculo. Poemas não-poemas, não-sistema, não-restritos, não-específicos, o léxico brincando às escondidas, esconde-esconde, a efemeridade. Um lugar de possibilidades acessíveis, uma ponte para a marginalidade das reflexões sobre a vida, o tempo e as emoções. O livro captura o pestanejar, o estalar de dedos, o voo dos pássaros numa gaiola com a porta aberta. Os seus não-textos não se constroem no excesso, antes se excedem na fricção do gesto. A brevidade não é economia formal, é uma posição ética que valoriza o que passa depressa, mas deixa marca suficiente para o regresso. Desperta a delicadeza e a ardência, o brilho e a ferida, o que alimenta e o que provoca. A linguagem aproxima-se da oralidade, mas não se acomoda — brinca, desloca-se, incomoda. Pérolas ornamentam, malaguetas inflamam. Não existe uma linha reta nem promessa de futuro, aceita-se o instável como o equilíbrio possível,
uma leveza que não ignora o peso do perigo do que é exposto. Irónico, repetitivo, conflituoso: o atrito como abrigo para a desconstrução do que é imposto. Não há progenitores, nem prole. Há linguajares, linguarudos, dando à língua, recusando normas fixas e sentidos únicos. PÉROLAS E MALAGUETAS não oferece respostas estáveis nem estáticas, mas um desconforto fértil à construção contínua de quem o lê. A palavra é molde e matéria.
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Pérolas e Malaguetas
O preço original era: 13,00 €.11,70 €O preço atual é: 11,70 €. c/ IVA
Não há elefantes na sala, há grãos de areia. A engrenagem para, o olho lacrimeja. Parece tolo, inocente, inócuo, mas basta para gerar incómodo. PÉROLAS E MALAGUETAS é um jogo de palavras, um conjunto de poemas curtos e aforismos, que evocam a brevidade da linguagem. É a recusa do enorme, agigantando o minúsculo. Poemas não-poemas, não-sistema, não-restritos, não-específicos, o léxico brincando às escondidas, esconde-esconde, a efemeridade. Um lugar de possibilidades acessíveis, uma ponte para a marginalidade das reflexões sobre a vida, o tempo e as emoções. O livro captura o pestanejar, o estalar de dedos, o voo dos pássaros numa gaiola com a porta aberta. Os seus não-textos não se constroem no excesso, antes se excedem na fricção do gesto. A brevidade não é economia formal, é uma posição ética que valoriza o que passa depressa, mas deixa marca suficiente para o regresso. Desperta a delicadeza e a ardência, o brilho e a ferida, o que alimenta e o que provoca. A linguagem aproxima-se da oralidade, mas não se acomoda — brinca, desloca-se, incomoda. Pérolas ornamentam, malaguetas inflamam. Não existe uma linha reta nem promessa de futuro, aceita-se o instável como o equilíbrio possível,
uma leveza que não ignora o peso do perigo do que é exposto. Irónico, repetitivo, conflituoso: o atrito como abrigo para a desconstrução do que é imposto. Não há progenitores, nem prole. Há linguajares, linguarudos, dando à língua, recusando normas fixas e sentidos únicos. PÉROLAS E MALAGUETAS não oferece respostas estáveis nem estáticas, mas um desconforto fértil à construção contínua de quem o lê. A palavra é molde e matéria.

