Antígona - Editores Refractários
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Fundada em Junho de 1979, a Antígona iniciou a sua actividade com a publicação do livro «Declaração de Guerra às Forças Armadas e outros Aparelhos Repressivos do Estado». Esta obra emblemática anunciava já o programa editorial que se tem vindo a concretizar, sem desvios, nos últimos trinta e dois anos. Hoje, com mais de 200 títulos, a Antígona mantém a sua paixão inicial pelos textos subversivos, e vai continuar, ainda por muito tempo, a empurrar as palavras contra a ordem dominante do mundo.

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100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora seguido de 12 Maneiras de Escapar ao Natal100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora seguido de 12 Maneiras de Escapar ao Natal
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100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora seguido de 12 Maneiras de Escapar ao Natal

8,00  c/ IVA
Em 100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora – espécie de guia filosófico para uma morte auto-infligida em consciência –, Roland Topor fornece aos leitores material bastante para uma nota de suicídio bem fundamentada. Está pelos cabelos com a calvície? Perca literalmente a cabeça. Farto de previsões meteorológicas falhadas? Tem bom remédio. Seja de tédio ou pelo espectáculo, para fugir aos impostos ou porque Marx (o Groucho) lá nos espera, o que não falta são boas razões para querer fazer parte da (verdadeira) maioria silenciosa. Igualmente úteis são as desculpas para fazer gazeta à consoada, reunidas em 12 Maneiras de Escapar ao Natal: se não suporta a quadra natalícia, nada como tornar-se budista ou muçulmano. Em caso de aperto, pode tentar ficar preso no elevador. Neste breve dois-em-um, cínico e cáustico, transparece a qualidade essencial do humor toporiano: a empatia com o sofrimento e o absurdo do quotidiano.
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8,00  c/ IVA
Em 100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora – espécie de guia filosófico para uma morte auto-infligida em consciência –, Roland Topor fornece aos leitores material bastante para uma nota de suicídio bem fundamentada. Está pelos cabelos com a calvície? Perca literalmente a cabeça. Farto de previsões meteorológicas falhadas? Tem bom remédio. Seja de tédio ou pelo espectáculo, para fugir aos impostos ou porque Marx (o Groucho) lá nos espera, o que não falta são boas razões para querer fazer parte da (verdadeira) maioria silenciosa. Igualmente úteis são as desculpas para fazer gazeta à consoada, reunidas em 12 Maneiras de Escapar ao Natal: se não suporta a quadra natalícia, nada como tornar-se budista ou muçulmano. Em caso de aperto, pode tentar ficar preso no elevador. Neste breve dois-em-um, cínico e cáustico, transparece a qualidade essencial do humor toporiano: a empatia com o sofrimento e o absurdo do quotidiano.
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24/7

15,00  c/ IVA
Trabalhar e consumir 24 horas por dia, 7 dias por semana, parece ser a palavra de ordem da actualidade. Nesta engrenagem imparável, incompatível com o tempo morto e improdutivo do nosso sono, tornámo-nos sonâmbulos coniventes com a nossa própria exaustão. Em 24/7, Jonathan Crary explora as origens e consequências deste estado de eterna vigília, indo de Guy Debord a Gilles Deleuze, Hannah Arendt ou Sigmund Freud, e traça um panorama vertiginoso da contemporaneidade, em que o sono é a maior afronta ao capitalismo: um empecilho à produtividade, um reduto de humanidade, a única fronteira não conquistada pela lógica da mercadoria. Ensaio polémico e fascinante, conciso mas abrangente (da Revolução Industrial às redes sociais), 24/7 é a redescoberta de um lugar a salvo para a consciência e a construção da comunidade.
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Trabalhar e consumir 24 horas por dia, 7 dias por semana, parece ser a palavra de ordem da actualidade. Nesta engrenagem imparável, incompatível com o tempo morto e improdutivo do nosso sono, tornámo-nos sonâmbulos coniventes com a nossa própria exaustão. Em 24/7, Jonathan Crary explora as origens e consequências deste estado de eterna vigília, indo de Guy Debord a Gilles Deleuze, Hannah Arendt ou Sigmund Freud, e traça um panorama vertiginoso da contemporaneidade, em que o sono é a maior afronta ao capitalismo: um empecilho à produtividade, um reduto de humanidade, a única fronteira não conquistada pela lógica da mercadoria. Ensaio polémico e fascinante, conciso mas abrangente (da Revolução Industrial às redes sociais), 24/7 é a redescoberta de um lugar a salvo para a consciência e a construção da comunidade.
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A Liberdade é Uma Luta ConstanteA Liberdade é Uma Luta Constante
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A Liberdade é Uma Luta Constante

16,00  c/ IVA
Nesta selecção de ensaios, entrevistas e discursos, a célebre activista e académica Angela Davis lança uma nova luz sobre as lutas contra a violência de Estado e a opressão em vários pontos do mundo – da Palestina à África do Sul –, desmontando as estruturas do sistema capitalista (patriarcado, supremacia branca, políticas imperiais) que apenas sobrevivem perpetuando conflitos. Reflexão sobre os combates históricos do movimento negro nos Estados Unidos, o lugar central do feminismo na desconstrução das relações de poder e a abolição do sistema prisional industrial, A Liberdade é Uma Luta Constante(2015) obriga-nos a olhar para lá do nosso quintal, para os «reservatórios de esperança e optimismo» que encontramos nas colectividades resistentes. Quando dar tréguas à injustiça é multiplicar formas de submissão, Angela Davis desafia-nos a dar o exemplo, fazendo a nossa parte por um movimento global de libertação humana.
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A Liberdade é Uma Luta Constante

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Nesta selecção de ensaios, entrevistas e discursos, a célebre activista e académica Angela Davis lança uma nova luz sobre as lutas contra a violência de Estado e a opressão em vários pontos do mundo – da Palestina à África do Sul –, desmontando as estruturas do sistema capitalista (patriarcado, supremacia branca, políticas imperiais) que apenas sobrevivem perpetuando conflitos. Reflexão sobre os combates históricos do movimento negro nos Estados Unidos, o lugar central do feminismo na desconstrução das relações de poder e a abolição do sistema prisional industrial, A Liberdade é Uma Luta Constante(2015) obriga-nos a olhar para lá do nosso quintal, para os «reservatórios de esperança e optimismo» que encontramos nas colectividades resistentes. Quando dar tréguas à injustiça é multiplicar formas de submissão, Angela Davis desafia-nos a dar o exemplo, fazendo a nossa parte por um movimento global de libertação humana.
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A Violência e o EscárnioA Violência e o Escárnio
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A Violência e o Escárnio

16,00  c/ IVA
Numa grande cidade dirigida por um governador despótico e burlesco, um grupo de amigos, amantes do riso e de outros prazeres da vida, inventa uma nova forma de combate político: a farsa-que-não-parece-farsa. E, desenvolvendo uma actividade que profundamente os diverte (e neles aguça o sentido de humor), põem fora do poleiro o detestado líder. Irónica reflexão sobre o poder, A VIOLÊNCIA E O ESCÁRNIO (1964) são aqui duas faces discrepantes da oposição a sistemas políticos vigentes: a atitude heróica, em que o militante, levando a sério os políticos de Estado, se sacrifica pela causa, e o absoluto desprezo pelas instituições estatais e pelos seus dirigentes, títeres de um mundo grotesco e aviltante. Este romance exprime a paradoxal e salutar perspectiva de Albert Cossery, que às neuróticas gesticulações dos homens opõe o desprendimento e a contemplação — sempre assentes na rejeição do sacrifício.
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Numa grande cidade dirigida por um governador despótico e burlesco, um grupo de amigos, amantes do riso e de outros prazeres da vida, inventa uma nova forma de combate político: a farsa-que-não-parece-farsa. E, desenvolvendo uma actividade que profundamente os diverte (e neles aguça o sentido de humor), põem fora do poleiro o detestado líder. Irónica reflexão sobre o poder, A VIOLÊNCIA E O ESCÁRNIO (1964) são aqui duas faces discrepantes da oposição a sistemas políticos vigentes: a atitude heróica, em que o militante, levando a sério os políticos de Estado, se sacrifica pela causa, e o absoluto desprezo pelas instituições estatais e pelos seus dirigentes, títeres de um mundo grotesco e aviltante. Este romance exprime a paradoxal e salutar perspectiva de Albert Cossery, que às neuróticas gesticulações dos homens opõe o desprendimento e a contemplação — sempre assentes na rejeição do sacrifício.
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Betão – Arma de Construção Maciça do CapitalismoBetão – Arma de Construção Maciça do Capitalismo
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Betão – Arma de Construção Maciça do Capitalismo

15,00  c/ IVA
Partindo do episódio da queda da Ponte Morandi, em Génova, em 2018, como caso exemplar da obsolescência programada, Anselm Jappe desenvolve a premissa de que o betão — um dos materiais de construção mais utilizados no planeta, produzido em quantidades astronómicas e com irreversíveis consequências sanitárias e ambientais — encarna por excelência a lógica desmesurada, descartável e destrutiva do capitalismo. Ensaio que associa a crítica do valor à crítica da arquitectura e do urbanismo contem-porâneos, rememorando o historial problemático deste material — das intenções dos seus entusiastas às reservas dos seus detractores, da sua expansão durante a Revolução Industrial ao declínio de técnicas sustentáveis e ancestrais —, Betão (2020) é um protesto contra a uniformização económica, social e estética do mundo, uma recusa da habitação como activo rentável e um alerta para as insidiosas leis da mercadoria e do crescimento infinito.
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Betão – Arma de Construção Maciça do CapitalismoBetão – Arma de Construção Maciça do Capitalismo
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Betão – Arma de Construção Maciça do Capitalismo

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Partindo do episódio da queda da Ponte Morandi, em Génova, em 2018, como caso exemplar da obsolescência programada, Anselm Jappe desenvolve a premissa de que o betão — um dos materiais de construção mais utilizados no planeta, produzido em quantidades astronómicas e com irreversíveis consequências sanitárias e ambientais — encarna por excelência a lógica desmesurada, descartável e destrutiva do capitalismo. Ensaio que associa a crítica do valor à crítica da arquitectura e do urbanismo contem-porâneos, rememorando o historial problemático deste material — das intenções dos seus entusiastas às reservas dos seus detractores, da sua expansão durante a Revolução Industrial ao declínio de técnicas sustentáveis e ancestrais —, Betão (2020) é um protesto contra a uniformização económica, social e estética do mundo, uma recusa da habitação como activo rentável e um alerta para as insidiosas leis da mercadoria e do crescimento infinito.
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Capitalismo Canibal – Como enfrentar um sistema que devora a democracia, as condições de existência e o planeta

19,00  c/ IVA
O capitalismo separou brutalmente os seres humanos dos ritmos naturais e sazonais, recrutando-os para a laboração industrial, alimentada por combustíveis fósseis, e para a agricultura em vista do lucro, com recurso a fertilizantes químicos. Ao mesmo tempo, o neoliberalismo promete obliterar a fronteira natureza/humano, como é bem visível nas novas técnicas reprodutivas e na evolução contínua dos ciborgues. Longe de proporcionarem uma «reconciliação» com a natureza, esses desenvolvimentos intensificam a sua canibalização pelo capital. Omnívoro e alarve, o capital canibaliza todas as esferas da vida, sugando recursos naturais, explorando populações racializadas e minando a prática política. Se à actual urgência climática acrescem crises económicas sucessivas, o colapso da democracia e uma crescente hostilidade face a minorias, CAPITALISMO CANIBAL (2022) traça a linha que une todos os pontos – o apetite insaciável de um modelo económico e social arrasador – e propõe-nos que imaginemos novos sistemas para o substituir. Síntese do labor investigativo de Nancy Fraser, este é um livro urgente para compreendermos o capitalismo do século XXI e ousarmos formas de lhe resistir.
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Capitalismo Canibal – Como enfrentar um sistema que devora a democracia, as condições de existência e o planeta

19,00  c/ IVA
O capitalismo separou brutalmente os seres humanos dos ritmos naturais e sazonais, recrutando-os para a laboração industrial, alimentada por combustíveis fósseis, e para a agricultura em vista do lucro, com recurso a fertilizantes químicos. Ao mesmo tempo, o neoliberalismo promete obliterar a fronteira natureza/humano, como é bem visível nas novas técnicas reprodutivas e na evolução contínua dos ciborgues. Longe de proporcionarem uma «reconciliação» com a natureza, esses desenvolvimentos intensificam a sua canibalização pelo capital. Omnívoro e alarve, o capital canibaliza todas as esferas da vida, sugando recursos naturais, explorando populações racializadas e minando a prática política. Se à actual urgência climática acrescem crises económicas sucessivas, o colapso da democracia e uma crescente hostilidade face a minorias, CAPITALISMO CANIBAL (2022) traça a linha que une todos os pontos – o apetite insaciável de um modelo económico e social arrasador – e propõe-nos que imaginemos novos sistemas para o substituir. Síntese do labor investigativo de Nancy Fraser, este é um livro urgente para compreendermos o capitalismo do século XXI e ousarmos formas de lhe resistir.
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DesobedecerDesobedecer
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Desobedecer

16,50  c/ IVA
«A desobediência, face à absurdez, à irracionalidade do mundo como se acha, é uma evidência. Porquê desobedecer? Basta abrir os olhos.» Partindo desta premissa, Frédéric Gros procura nestas páginas dar resposta a uma outra pergunta: se é «tão fácil concordar-se acerca da desesperança da actual ordem do mundo», por que razão é «tão difícil desobedecer-lhe»? Numa minuciosa reflexão filosófica que vai de A Desobediência Civil de Thoreau ao Discurso sobre a Servidão Voluntária de La Boétie, passando pelo julgamento de Eichmann segundo Arendt ou por Jesus Cristo em Dostoievski, Desobedecer (2017) desenterra as raízes da obediência política e do respeito pela autoridade, pondo em causa certezas adquiridas, convicções morais e convenções sociais — e leva-nos a revalorizar a responsabilidade política. Quando o consentimento democrático não se distingue da submissão a injustiças, Desobedecer é um apelo à resistência ética, à força colectiva que nasce, antes de tudo, na consciência de cada um de nós.
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«A desobediência, face à absurdez, à irracionalidade do mundo como se acha, é uma evidência. Porquê desobedecer? Basta abrir os olhos.» Partindo desta premissa, Frédéric Gros procura nestas páginas dar resposta a uma outra pergunta: se é «tão fácil concordar-se acerca da desesperança da actual ordem do mundo», por que razão é «tão difícil desobedecer-lhe»? Numa minuciosa reflexão filosófica que vai de A Desobediência Civil de Thoreau ao Discurso sobre a Servidão Voluntária de La Boétie, passando pelo julgamento de Eichmann segundo Arendt ou por Jesus Cristo em Dostoievski, Desobedecer (2017) desenterra as raízes da obediência política e do respeito pela autoridade, pondo em causa certezas adquiridas, convicções morais e convenções sociais — e leva-nos a revalorizar a responsabilidade política. Quando o consentimento democrático não se distingue da submissão a injustiças, Desobedecer é um apelo à resistência ética, à força colectiva que nasce, antes de tudo, na consciência de cada um de nós.
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O Livro dos AbraçosO Livro dos Abraços
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O Livro dos Abraços

17,50  c/ IVA
Escrito no exílio e ilustrado pelo autor, O Livro dos Abraços reúne memórias e sonhos, fábulas que entrelaçam o real e o fantástico, crónicas indeléveis das trivialidades, das gentes e dos seus costumes, da política e dos seus mártires, do amor, da guerra e da paz. Fragmentos que celebram a diversidade, têm na memória do autor o seu fio condutor: «Recordar: do latim re-cordis, voltar a passar pelo coração.» Com uma extraordinária capacidade descritiva e um comovente pendor poético, escrevendo numa simplicidade desarmante, Eduardo Galeano dá voz aos amordaçados e estende um longo abraço aos resistentes – amaldiçoados pela economia, afugentados pela polícia, esquecidos pela cultura. O Livro dos Abraços é uma história alternativa da América Latina contada pelo mestre da narrativa breve, numa síntese inspirada do seu imaginário.
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O Livro dos Abraços

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Escrito no exílio e ilustrado pelo autor, O Livro dos Abraços reúne memórias e sonhos, fábulas que entrelaçam o real e o fantástico, crónicas indeléveis das trivialidades, das gentes e dos seus costumes, da política e dos seus mártires, do amor, da guerra e da paz. Fragmentos que celebram a diversidade, têm na memória do autor o seu fio condutor: «Recordar: do latim re-cordis, voltar a passar pelo coração.» Com uma extraordinária capacidade descritiva e um comovente pendor poético, escrevendo numa simplicidade desarmante, Eduardo Galeano dá voz aos amordaçados e estende um longo abraço aos resistentes – amaldiçoados pela economia, afugentados pela polícia, esquecidos pela cultura. O Livro dos Abraços é uma história alternativa da América Latina contada pelo mestre da narrativa breve, numa síntese inspirada do seu imaginário.
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Tea Rooms, Mulheres TrabalhadorasTea Rooms, Mulheres Trabalhadoras
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Tea Rooms, Mulheres Trabalhadoras

16,50  c/ IVA
Madrid, anos 30. Prenúncios de guerra civil ecoam na cidade e, num distinto salão de chá, cruzam-se senhoras chiques, boémios, velhos habitués. Entre o brilho dos lustres e vistosas bandejas de bolos, nada escapa ao olhar da jovem empregada Matilde: o trabalho árduo e sempre em risco, o autoritarismo dos da mó de cima, conversas frívolas, sonhos e dramas. Quando a agitação cresce nas ruas, Matilde dá voz às interrogações das colegas: devem juntar-se aos descontentes? Que preço teriam de pagar? E o que significa ser mulher neste mundo em convulsão? Romance coral, ardentemente político, TEA ROOMS (1934) é o despertar de uma consciência social e um retrato das mulheres trabalhadoras no início do século XX que se revela espantosa e tristemente actual.
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Madrid, anos 30. Prenúncios de guerra civil ecoam na cidade e, num distinto salão de chá, cruzam-se senhoras chiques, boémios, velhos habitués. Entre o brilho dos lustres e vistosas bandejas de bolos, nada escapa ao olhar da jovem empregada Matilde: o trabalho árduo e sempre em risco, o autoritarismo dos da mó de cima, conversas frívolas, sonhos e dramas. Quando a agitação cresce nas ruas, Matilde dá voz às interrogações das colegas: devem juntar-se aos descontentes? Que preço teriam de pagar? E o que significa ser mulher neste mundo em convulsão? Romance coral, ardentemente político, TEA ROOMS (1934) é o despertar de uma consciência social e um retrato das mulheres trabalhadoras no início do século XX que se revela espantosa e tristemente actual.
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