Casulo para Criar Asas
15,00 € c/ IVA
𝒄𝒂𝒔𝒖𝒍𝒐 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒄𝒓𝒊𝒂𝒓 𝒂𝒔𝒂𝒔 é o lugar onde pacientemente verti alguns poemas, tecidos ao longo de infindáveis transformações. o primeiro livro de poesia – e com ele toda a beleza do inacabado que se começa, inicia frágil, ténue casca, porém substância
nuclear.
seguir
sendo.
querer tudo, o que se vê e o que se esconde, o que afaga e o que fere. a rua que me viu crescer ou o mundo. mas antes, o silêncio, onde o casulo se tece, onde a transformação acontece com vagar. aceitar a dor e o deleite, a sombra e a luz, o grão-terra e o areal pra se nascer inteiramente pra sempre.
este livro é sobre infindáveis transformações silenciosas, o ínfimo e o infinito.
Casulo para Criar Asas
15,00 € c/ IVA
𝒄𝒂𝒔𝒖𝒍𝒐 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒄𝒓𝒊𝒂𝒓 𝒂𝒔𝒂𝒔 é o lugar onde pacientemente verti alguns poemas, tecidos ao longo de infindáveis transformações. o primeiro livro de poesia – e com ele toda a beleza do inacabado que se começa, inicia frágil, ténue casca, porém substância
nuclear.
seguir
sendo.
querer tudo, o que se vê e o que se esconde, o que afaga e o que fere. a rua que me viu crescer ou o mundo. mas antes, o silêncio, onde o casulo se tece, onde a transformação acontece com vagar. aceitar a dor e o deleite, a sombra e a luz, o grão-terra e o areal pra se nascer inteiramente pra sempre.
este livro é sobre infindáveis transformações silenciosas, o ínfimo e o infinito.
Malmequer
3,00 € c/ IVA
Print 20x25
Uma imagem cheia de sons. Música aqui: https://tiagonoia.bandcamp.com/track/malmequer
Malmequer
3,00 € c/ IVA
Print 20x25
Uma imagem cheia de sons. Música aqui: https://tiagonoia.bandcamp.com/track/malmequer
Miríade e o Som das Melgas às 3 da Manhã
8,00 € c/ IVA
Para Amolar a Pedra Mansa
10,00 € c/ IVA
Edição artesanal do autor, com encadernação manual pelo próprio e capa a partir de fotografia de Sara Cabral.
92/100
Para Amolar a Pedra Mansa
10,00 € c/ IVA
Edição artesanal do autor, com encadernação manual pelo próprio e capa a partir de fotografia de Sara Cabral.
92/100
Ponto Cego
7,00 € c/ IVA
Edição artesanal do autor, encadernação manual pelo próprio e capa a partir de fotografia de Sara Cabral. 60/100
Ponto Cego
7,00 € c/ IVA
Edição artesanal do autor, encadernação manual pelo próprio e capa a partir de fotografia de Sara Cabral. 60/100
Vermes e Outros Contos
10,00 € c/ IVA
A maioria dos contos desta coletânea foi escrita entre 2017 e 2021. Os textos que abrem e fecham este volume, Bichos-da-seda e Lagartos, são mais recentes (2023). Há também dois contos que sobreviveram a um período anterior de escrita, 2009 a 2010: Organização e Vermes. É este último que dá o título ao volume, não porque seja o mais destacado, mas porque, na sua qualidade de primogénito, usurpou desde logo este lugar. Não me seria possível imaginar um outro nome para este primeiro volume de contos. Quase todos eles foram publicados nas redes sociais, tendo sido escolhidos e revistos para esta edição.
Impõe-se também um esclarecimento acerca da imagem usada na capa. Bem sei que os lagartos não fazem parte do conjunto de animais designados por vermes. Para mim, do ponto de vista simbólico, representam o seu exato oposto. Enquanto associo os vermes à ideia de corrupção, putrefação, parasitismo e, de um modo mais lato, à ideia de morte; os lagartos são, para mim, uma espécie de talismãs travessos, símbolos da transformação e regeneração.
Tal como me foi impossível alterar o nome (que me acompanhava há mais de treze anos), depois de desenhar a primeira capa com o lagarto, foi impossível escolher qualquer outra alternativa, que me parecia sempre pior; mesmo que tenha obrigado a escrever uma nota explicativa (sempre mau sinal).
Nota do Autor, Pedro Rondulha Gomes
Vermes e Outros Contos
10,00 € c/ IVA
A maioria dos contos desta coletânea foi escrita entre 2017 e 2021. Os textos que abrem e fecham este volume, Bichos-da-seda e Lagartos, são mais recentes (2023). Há também dois contos que sobreviveram a um período anterior de escrita, 2009 a 2010: Organização e Vermes. É este último que dá o título ao volume, não porque seja o mais destacado, mas porque, na sua qualidade de primogénito, usurpou desde logo este lugar. Não me seria possível imaginar um outro nome para este primeiro volume de contos. Quase todos eles foram publicados nas redes sociais, tendo sido escolhidos e revistos para esta edição.
Impõe-se também um esclarecimento acerca da imagem usada na capa. Bem sei que os lagartos não fazem parte do conjunto de animais designados por vermes. Para mim, do ponto de vista simbólico, representam o seu exato oposto. Enquanto associo os vermes à ideia de corrupção, putrefação, parasitismo e, de um modo mais lato, à ideia de morte; os lagartos são, para mim, uma espécie de talismãs travessos, símbolos da transformação e regeneração.
Tal como me foi impossível alterar o nome (que me acompanhava há mais de treze anos), depois de desenhar a primeira capa com o lagarto, foi impossível escolher qualquer outra alternativa, que me parecia sempre pior; mesmo que tenha obrigado a escrever uma nota explicativa (sempre mau sinal).
Nota do Autor, Pedro Rondulha Gomes






