25/4 Antologia de Poemas de Abril
10,00 € c/ IVA
Nos 50 anos da revolução do 25 de Abril, a antologia para comemorar a liberdade reuniu 25 poetas e 4 ilustradores.
Uma primeira edição numerada de 254 exemplares.
Poemas: Alexandra Malheiro, António Musa, Artur Barosa, Carla Rua, Carlos Alberto Machado, Carlos Tê, Catarina Costa, Catarina Sottomayor, David Rodrigues, Ema Flores, J. A. Nunes Carneiro, João Pedro Mésseder, José Dias Egipto, José Fanha, José Manuel Teixeira, José Viale Moutinho, Luís Aguiar, Luís Severo, Margarida Neves, Maria Frazão, Maria Joana Almeida, Miguel Brandão, Noiserv/David Santos, Rui Miguel Rocha, Sérgio Almeida.
Ilustrações: Letícia Barreto, Marta Nunes, Nuno Lacerda Lopes e Rachel Caiano (capa).
25/4 Antologia de Poemas de Abril
10,00 € c/ IVA
Nos 50 anos da revolução do 25 de Abril, a antologia para comemorar a liberdade reuniu 25 poetas e 4 ilustradores.
Uma primeira edição numerada de 254 exemplares.
Poemas: Alexandra Malheiro, António Musa, Artur Barosa, Carla Rua, Carlos Alberto Machado, Carlos Tê, Catarina Costa, Catarina Sottomayor, David Rodrigues, Ema Flores, J. A. Nunes Carneiro, João Pedro Mésseder, José Dias Egipto, José Fanha, José Manuel Teixeira, José Viale Moutinho, Luís Aguiar, Luís Severo, Margarida Neves, Maria Frazão, Maria Joana Almeida, Miguel Brandão, Noiserv/David Santos, Rui Miguel Rocha, Sérgio Almeida.
Ilustrações: Letícia Barreto, Marta Nunes, Nuno Lacerda Lopes e Rachel Caiano (capa).
9,8,7,6,5,4,3,2,1______
15,00 € c/ IVA
O preço a pagar apaga-nos, sabe-se
que isso acontece: os açaimos, os cabides.
Os filhos sintéticos desta geração
(cujo devir deveria
federar dissídios e relapsos)
constroem o Museu do Sujo e do Hostil,
que é o reverso da medalha do trabalho,
a toalha de mesa das boas famílias.
Os açaimos, os varões tóxicos,
cujo devir deveria _________________
E a História move-se, como um verme
sobre lume, de situação em situação,
de espessura em espessura.
Co-edição Barco Bêbado _ viúva frenesi
tiragem única de 150 exemplares
9,8,7,6,5,4,3,2,1______
15,00 € c/ IVA
O preço a pagar apaga-nos, sabe-se
que isso acontece: os açaimos, os cabides.
Os filhos sintéticos desta geração
(cujo devir deveria
federar dissídios e relapsos)
constroem o Museu do Sujo e do Hostil,
que é o reverso da medalha do trabalho,
a toalha de mesa das boas famílias.
Os açaimos, os varões tóxicos,
cujo devir deveria _________________
E a História move-se, como um verme
sobre lume, de situação em situação,
de espessura em espessura.
Co-edição Barco Bêbado _ viúva frenesi
tiragem única de 150 exemplares
Alecrim Recém Cortado
13,00 € c/ IVA
Juan Carlos tem nome de virgem e escreveu Alecrim recém cortado, uma passagem para a fragilidade e a força de um ser e de seres que habitam as terras da Estremadura, onde o violento e o sujo se perdem entre o suor e o amor, onde a visão do mal não impede a visão de tudo o que é belo. A língua faz-se sua através dos séculos, inteiramente nova e velha ao mesmo tempo.
– Violeta Gil (do prefácio)
*
Juan Carlos Panduro nasceu em 1998, em Badajoz, e formou-se como artista de circo na École Supérieure des Arts du Cirque de Bruxelas. Interessado por trabalhos que pensem os limites do corpo, desde pequeno que lhe pedem para escrever um poema à virgem, o que continua a tentar. Alecrim Recém Cortado é o seu primeiro livro.
Alecrim Recém Cortado
13,00 € c/ IVA
Juan Carlos tem nome de virgem e escreveu Alecrim recém cortado, uma passagem para a fragilidade e a força de um ser e de seres que habitam as terras da Estremadura, onde o violento e o sujo se perdem entre o suor e o amor, onde a visão do mal não impede a visão de tudo o que é belo. A língua faz-se sua através dos séculos, inteiramente nova e velha ao mesmo tempo.
– Violeta Gil (do prefácio)
*
Juan Carlos Panduro nasceu em 1998, em Badajoz, e formou-se como artista de circo na École Supérieure des Arts du Cirque de Bruxelas. Interessado por trabalhos que pensem os limites do corpo, desde pequeno que lhe pedem para escrever um poema à virgem, o que continua a tentar. Alecrim Recém Cortado é o seu primeiro livro.
As Cigarras Vão Morrer, Antologia de Haikus
11,00 € c/ IVA
As cigarras vão morrer
mas no seu canto
nada o anuncia
Matsuo Bashô
As Cigarras Vão Morrer, Antologia de Haikus
11,00 € c/ IVA
As cigarras vão morrer
mas no seu canto
nada o anuncia
Matsuo Bashô
Canções de Declínio
12,00 € c/ IVA
Mário de Sá-Carneiro é um poeta fora do seu tempo e, portanto, contemporâneo porque só é contemporâneo quem não coincide com o próprio tempo e não se adapta às suas pretensões. Por isso, plenamente consciente de ser o único a chegar a tempo a uma festa cujo convite, porém, declinou, Sá-Carneiro faz-se ele próprio ofensa e irrisão dos lepidópteros de uma época que é a sua, mas que recusa porque é incapaz de correr à sua velocidade.
Talvez tenhamos de começar por aqui e admitir que não precisamos da vida de Mário de Sá-Carneiro — e muito menos da sua morte — para apreciar os seus versos e reconhecer-lhe a grandeza que, passado mais de um século, continua inalterada e inalcançável.
Canções de Declínio, com edição de Giorgio de Marchis e ilustrações de Kleber Sales, reúne todos os poemas da breve idade adulta de Mário de Sá-Carneiro e conta com prefácio de Adriana Calcanhotto.
Canções de Declínio
12,00 € c/ IVA
Mário de Sá-Carneiro é um poeta fora do seu tempo e, portanto, contemporâneo porque só é contemporâneo quem não coincide com o próprio tempo e não se adapta às suas pretensões. Por isso, plenamente consciente de ser o único a chegar a tempo a uma festa cujo convite, porém, declinou, Sá-Carneiro faz-se ele próprio ofensa e irrisão dos lepidópteros de uma época que é a sua, mas que recusa porque é incapaz de correr à sua velocidade.
Talvez tenhamos de começar por aqui e admitir que não precisamos da vida de Mário de Sá-Carneiro — e muito menos da sua morte — para apreciar os seus versos e reconhecer-lhe a grandeza que, passado mais de um século, continua inalterada e inalcançável.
Canções de Declínio, com edição de Giorgio de Marchis e ilustrações de Kleber Sales, reúne todos os poemas da breve idade adulta de Mário de Sá-Carneiro e conta com prefácio de Adriana Calcanhotto.






