Flâneur
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Animal de Bosque

14,00  c/ IVA
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Arte Breve

8,00  c/ IVA
Arte Breve é uma edição limitada, com pequena tiragem, da colecção Errar da editora Flâneur, impressa com costura à vista.
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Arte Breve

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Arte Breve é uma edição limitada, com pequena tiragem, da colecção Errar da editora Flâneur, impressa com costura à vista.
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Cem Frases para Leques

17,00  c/ IVA
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Criança e Rosa

12,00  c/ IVA
A presente antologia dá-nos a ler uma das vozes mais representativas do modernismo russo. Expectavelmente silenciada pela União Soviética pré-Perestroyka, a dicção de Gennady Aygi (1934-2006) foi, desde cedo, na verdade tão cedo quanto 1953, sintomaticamente o ano da morte de Estaline, influenciada pelo peso literário e humano do seu amigo Boris Pasternak, que aquele conhecera ao mudar-se para estudar literatura em Moscovo, quando admitido na colónia de escritores de Peredelkino. Originário da província soviética da Chuváchia, Aygi acabou, eventualmente, e por influência do próprio Pasternak, por abandonar a sua língua tradicional chuvache, de raiz turcomana, passando a escrever em russo, apesar de nunca ter perdido os laços afectivos com a sua região natal, chegando, pelo contrário, a traduzir vários autores para chuvache e a organizar uma antologia de poetas chuvaches.
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Criança e Rosa

12,00  c/ IVA
A presente antologia dá-nos a ler uma das vozes mais representativas do modernismo russo. Expectavelmente silenciada pela União Soviética pré-Perestroyka, a dicção de Gennady Aygi (1934-2006) foi, desde cedo, na verdade tão cedo quanto 1953, sintomaticamente o ano da morte de Estaline, influenciada pelo peso literário e humano do seu amigo Boris Pasternak, que aquele conhecera ao mudar-se para estudar literatura em Moscovo, quando admitido na colónia de escritores de Peredelkino. Originário da província soviética da Chuváchia, Aygi acabou, eventualmente, e por influência do próprio Pasternak, por abandonar a sua língua tradicional chuvache, de raiz turcomana, passando a escrever em russo, apesar de nunca ter perdido os laços afectivos com a sua região natal, chegando, pelo contrário, a traduzir vários autores para chuvache e a organizar uma antologia de poetas chuvaches.
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Em Nome do Mundo

10,00  c/ IVA
biografia luís paraty nasceu como músico nos anos sessenta do século passado, no porto de portugal. nos anos zero do presente século faleceu de doença longa, e passados três anos voltou a nascer como jardineiro de flores, no mesmo porto de portugal. nos anos vinte do século presente morre de novo, desta vez de doença curta fulminante, e passados três anos volta a nascer gloriosamente numa nova era, no mesmo porto de portugal, como escritor e amador de essências. mora na floresta, numa arca de água, com um ser-humano, um ser-pato e um ser-cão, rodeado de pássaros.   O livro contém um código QR com uma ligação para um áudio-livro, com a leitura integral dos poemas pelo autor.
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Em Nome do Mundo

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biografia luís paraty nasceu como músico nos anos sessenta do século passado, no porto de portugal. nos anos zero do presente século faleceu de doença longa, e passados três anos voltou a nascer como jardineiro de flores, no mesmo porto de portugal. nos anos vinte do século presente morre de novo, desta vez de doença curta fulminante, e passados três anos volta a nascer gloriosamente numa nova era, no mesmo porto de portugal, como escritor e amador de essências. mora na floresta, numa arca de água, com um ser-humano, um ser-pato e um ser-cão, rodeado de pássaros.   O livro contém um código QR com uma ligação para um áudio-livro, com a leitura integral dos poemas pelo autor.
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Jardim de Outono

16,00  c/ IVA
A presente antologia, que integra a quase totalidade de Poemas sin nombre (1953) e parte de Melancolía de otoño (1997), compila produção bastante para que da obra da poeta cubana Dulce María Loynaz se construa uma noção razoavelmente inteira, sobretudo por quanto de temporal a edição define. A baliza aqui colocada fixa duas súmulas produtivas fundamentais — a do princípio e a do fim do trajecto poético — que permitem, se não mais, intuir essa outra súmula maior que, não estando fisicamente presente, ganha corpo nos nexos e derivações que urdamos no caminho intermédio que cruza a ponte. Tal critério, não estando isento de disputa, parece servir melhor o propósito antológico, pois em Loynaz os textos iniciais e finais são, num certo sentido, mútuos. Numa perspectiva que tem tanto de amplo quanto de restrito, se à superfície dos segundos assoma uma febre sanguínea que a mão amansa, à dos primeiros aflora uma mão sanguínea que aspira ao entendimento da febre. E é nessa reciprocidade da temperatura e do sangue, calibrados pelos planos de maturação da voz poética, que radica a lógica a que a opção editorial aspira.” (Manuel Alberto Vieira no Prefácio à obra)
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Jardim de Outono

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A presente antologia, que integra a quase totalidade de Poemas sin nombre (1953) e parte de Melancolía de otoño (1997), compila produção bastante para que da obra da poeta cubana Dulce María Loynaz se construa uma noção razoavelmente inteira, sobretudo por quanto de temporal a edição define. A baliza aqui colocada fixa duas súmulas produtivas fundamentais — a do princípio e a do fim do trajecto poético — que permitem, se não mais, intuir essa outra súmula maior que, não estando fisicamente presente, ganha corpo nos nexos e derivações que urdamos no caminho intermédio que cruza a ponte. Tal critério, não estando isento de disputa, parece servir melhor o propósito antológico, pois em Loynaz os textos iniciais e finais são, num certo sentido, mútuos. Numa perspectiva que tem tanto de amplo quanto de restrito, se à superfície dos segundos assoma uma febre sanguínea que a mão amansa, à dos primeiros aflora uma mão sanguínea que aspira ao entendimento da febre. E é nessa reciprocidade da temperatura e do sangue, calibrados pelos planos de maturação da voz poética, que radica a lógica a que a opção editorial aspira.” (Manuel Alberto Vieira no Prefácio à obra)
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livro de haikus (poemas escolhidos)

8,00  c/ IVA
selecção e tradução de Catarina Nunes de Almeida   72 haikus, edição bilingue   Edição limitada de 100 exemplares
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Lua do Coração

12,00  c/ IVA
Considerado um dos maiores poetas japoneses, Saigyō viveu numa das épocas mais turbulentas e culturalmente brilhantes da história japonesa. Norikiyo nasceu num mundo privilegiado, pertencente a um sub-ramo do clã Fujiwara, a maior e mais poderosa família do país. Quando jovem, juntou-se à prestigiada Guarda de Hokumen, que servia no palácio do imperador reformado. No entanto, aos vinte e dois anos, Norikiyo escolhe “deixar o mundo” e tornar-se um tonseisha, aquele que faz votos budistas para, doravante, viver uma vida de simplicidade e austeridade e dedicar-se à prática dos ensinamentos de Buda.   Os versos do Saigyō reunidos neste livro remontam à antiga forma clássica de poesia japonesa que floresceu durante os períodos Heian e Kamakura, a poesia waka. A versão curta desta poesia, chamada tanka, tem uma estrutura fixa de 31 sílabas, organizadas em cinco versos e seguindo o padrão 5-7-5-7-7.
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Lua do Coração

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Considerado um dos maiores poetas japoneses, Saigyō viveu numa das épocas mais turbulentas e culturalmente brilhantes da história japonesa. Norikiyo nasceu num mundo privilegiado, pertencente a um sub-ramo do clã Fujiwara, a maior e mais poderosa família do país. Quando jovem, juntou-se à prestigiada Guarda de Hokumen, que servia no palácio do imperador reformado. No entanto, aos vinte e dois anos, Norikiyo escolhe “deixar o mundo” e tornar-se um tonseisha, aquele que faz votos budistas para, doravante, viver uma vida de simplicidade e austeridade e dedicar-se à prática dos ensinamentos de Buda.   Os versos do Saigyō reunidos neste livro remontam à antiga forma clássica de poesia japonesa que floresceu durante os períodos Heian e Kamakura, a poesia waka. A versão curta desta poesia, chamada tanka, tem uma estrutura fixa de 31 sílabas, organizadas em cinco versos e seguindo o padrão 5-7-5-7-7.
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