A Inesperada/Prado
30,00 € c/ IVA
Inclui um ensaio visual, PRADO, de Catarina Lopes Vicente e Daniel Fernandes.
tradução de Teresa Noronha
texto-badana do poeta António Cabrita
A Inesperada/Prado
30,00 € c/ IVA
Inclui um ensaio visual, PRADO, de Catarina Lopes Vicente e Daniel Fernandes.
tradução de Teresa Noronha
texto-badana do poeta António Cabrita
Allow me to Dream a Body with You
12,00 € c/ IVA
Sabina Holzer works in the field of expanded choreography. Her performances, interventions and texts explore the ecologies of human and more-than-human bodies with particular attention to movement and matter. She engages in practices of collaboration, philosophy, ecology, science fiction and poetry.
Allow me to Dream a Body with You
12,00 € c/ IVA
Sabina Holzer works in the field of expanded choreography. Her performances, interventions and texts explore the ecologies of human and more-than-human bodies with particular attention to movement and matter. She engages in practices of collaboration, philosophy, ecology, science fiction and poetry.
Apontamentos Sobre a Poesia Pós-Conceptual
20,00 € c/ IVA
Com a Internet, tudo pode ser levado para dentro do poema, qualquer pessoa pode tornar-se uma estrela, e os ditames da moda (receber gostos) substituem a autoridade do crítico. E, no entanto, a crise de que todos os críticos (desde a mais velha estrela do rock até Hal Foster) parecem lamentar-se quando não conseguem perceber quem determina o talento na Internet é, na verdade, uma crise que, ao mesmo tempo, é a coisa mais maravilhosa de sempre para o crítico. Porque quanto maior a mise en abyme, mais importante é o papel do crítico na manutenção da ordem. E, por conseguinte, a maioria dos críticos que escreve em revistas ostentosas lamentando a mise en abyme da moda está propositadamente a negligenciar a moda de luxo que ganham com essa mise en abyme: a importância dos críticos e dos curadores é redobrada! E a maioria, claro, aproveita a oportunidade, ao lamentar esta mise en abyme, para enfatizar os poucos artistas que crêem livres desta acusação.
Apontamentos Sobre a Poesia Pós-Conceptual
20,00 € c/ IVA
Com a Internet, tudo pode ser levado para dentro do poema, qualquer pessoa pode tornar-se uma estrela, e os ditames da moda (receber gostos) substituem a autoridade do crítico. E, no entanto, a crise de que todos os críticos (desde a mais velha estrela do rock até Hal Foster) parecem lamentar-se quando não conseguem perceber quem determina o talento na Internet é, na verdade, uma crise que, ao mesmo tempo, é a coisa mais maravilhosa de sempre para o crítico. Porque quanto maior a mise en abyme, mais importante é o papel do crítico na manutenção da ordem. E, por conseguinte, a maioria dos críticos que escreve em revistas ostentosas lamentando a mise en abyme da moda está propositadamente a negligenciar a moda de luxo que ganham com essa mise en abyme: a importância dos críticos e dos curadores é redobrada! E a maioria, claro, aproveita a oportunidade, ao lamentar esta mise en abyme, para enfatizar os poucos artistas que crêem livres desta acusação.
Compromised by Magic
12,00 € c/ IVA
Augusto Corrieri is an artist and writer. In his work he deconstructs the apparatus of theatre, inviting spectators to reflect on questions of spectacle and ecology in the twenty-first century. He presents sleight-of-hand magic performances under the pseudonym Vincent Gambini.
Compromised by Magic
12,00 € c/ IVA
Augusto Corrieri is an artist and writer. In his work he deconstructs the apparatus of theatre, inviting spectators to reflect on questions of spectacle and ecology in the twenty-first century. He presents sleight-of-hand magic performances under the pseudonym Vincent Gambini.
Deusa Diário
10,00 € c/ IVA
Foi piscando a Rosa Ramalho ora um olho ora outro - e chamando-lhe, nos entretantos, deusa - que esta edição gráfica foi concebida, no ano de 2024, por Catarina Real. Contou com o apoio da CCDRNORTE e foi desta impressa uma tiragem de 100 cópias em risografia pelo estúdio Arco Ígnis, Guimarães.
Deusa Diário
10,00 € c/ IVA
Foi piscando a Rosa Ramalho ora um olho ora outro - e chamando-lhe, nos entretantos, deusa - que esta edição gráfica foi concebida, no ano de 2024, por Catarina Real. Contou com o apoio da CCDRNORTE e foi desta impressa uma tiragem de 100 cópias em risografia pelo estúdio Arco Ígnis, Guimarães.
Fantasias / Vagaries
15,00 € c/ IVA
Lesson on Gravity
10,00 € c/ IVA
Anne Juren is a choreographer, dancer and Feldenkrais practitioner. In 2021 she finished her PhD at Stockholm University of the Arts with the project Studies on Fantasmical Anatomies.
Lesson on Gravity
10,00 € c/ IVA
Anne Juren is a choreographer, dancer and Feldenkrais practitioner. In 2021 she finished her PhD at Stockholm University of the Arts with the project Studies on Fantasmical Anatomies.
Mensagem
19,00 € c/ IVA
Mensagem é um dos poemas maiores da poesia portuguesa. Foi também o único livro em português que Fernando Pessoa fez sair à estampa em vida. À data da publicação, em outubro de 1934 (pouco mais de um ano antes da sua morte), a Europa das Luzes e da Liberdade sucumbia perante o avanço das ditaduras modernas e a agudização dos nacionalismos expansionistas e do imperialismo de base material que, meia década mais tarde, desencadeariam a Segunda Guerra Mundial.
É neste quadro de decadência geral da Europa (e do seu país em particular) que Pessoa discorre em verso na Mensagem sobre os grandes acontecimentos e protagonistas ligados à génese de Portugal, ao período áureo das Descobertas marítimas e ao declínio posterior, desaguando na construção futura de um império novo e diferente: o Quinto Império, de matriz espiritual, messiânica e milenarista.
Introduzida e anotada por António Apolinário Lourenço, ilustrada por Fatinha Ramos e prefaciada por Amélia Muge, a presente edição da Mensagem oferece aos leitores um guião para a compreensão e interpretação do poema à luz da história de Portugal e das doutrinas do cristianismo esotérico e heterodoxo, que desempenharam um papel central na formação intelectual de Fernando Pessoa.
Mensagem
19,00 € c/ IVA
Mensagem é um dos poemas maiores da poesia portuguesa. Foi também o único livro em português que Fernando Pessoa fez sair à estampa em vida. À data da publicação, em outubro de 1934 (pouco mais de um ano antes da sua morte), a Europa das Luzes e da Liberdade sucumbia perante o avanço das ditaduras modernas e a agudização dos nacionalismos expansionistas e do imperialismo de base material que, meia década mais tarde, desencadeariam a Segunda Guerra Mundial.
É neste quadro de decadência geral da Europa (e do seu país em particular) que Pessoa discorre em verso na Mensagem sobre os grandes acontecimentos e protagonistas ligados à génese de Portugal, ao período áureo das Descobertas marítimas e ao declínio posterior, desaguando na construção futura de um império novo e diferente: o Quinto Império, de matriz espiritual, messiânica e milenarista.
Introduzida e anotada por António Apolinário Lourenço, ilustrada por Fatinha Ramos e prefaciada por Amélia Muge, a presente edição da Mensagem oferece aos leitores um guião para a compreensão e interpretação do poema à luz da história de Portugal e das doutrinas do cristianismo esotérico e heterodoxo, que desempenharam um papel central na formação intelectual de Fernando Pessoa.
Miríade e o Som das Melgas às 3 da Manhã
8,00 € c/ IVA
nada, nada, nada – escritos escolhidos
16,00 € c/ IVA
“Entre 1879 e 1953, Francis Picabia viveu muitas vidas. Foi pintor, poeta e prosador, ensaísta e crítico. Colaborou em diversas publicações e criou as suas próprias revistas. Escreveu para teatro e também para cinema. Alimentou polémicas e provocou escândalos. Organizou espectáculos, exposições e festas. Acompanhou o Cubismo e depois atacou-o com ironia. Levou o Dadaísmo para Paris, foi um dos seus mais vivos participantes e depois saiu com estrondo. Esteve com os surrealistas, mas numa relação morna.
Os textos que compõem este livro pertencem à fase mais explosiva e exuberante da obra escrita de Picabia. Para nós, a mais fascinante também. Esta fase coincide com o seu envolvimento activo no movimento dadaísta, ou seja, mais ou menos entre 1918 e 1921. Seguindo o espírito desta colecção, o livro inclui apenas textos em prosa, deixando de fora a sua igualmente vasta e magnífica produção poética.”*
*da Nota de Edição de Rui Manuel Amaral
nada, nada, nada – escritos escolhidos
16,00 € c/ IVA
“Entre 1879 e 1953, Francis Picabia viveu muitas vidas. Foi pintor, poeta e prosador, ensaísta e crítico. Colaborou em diversas publicações e criou as suas próprias revistas. Escreveu para teatro e também para cinema. Alimentou polémicas e provocou escândalos. Organizou espectáculos, exposições e festas. Acompanhou o Cubismo e depois atacou-o com ironia. Levou o Dadaísmo para Paris, foi um dos seus mais vivos participantes e depois saiu com estrondo. Esteve com os surrealistas, mas numa relação morna.
Os textos que compõem este livro pertencem à fase mais explosiva e exuberante da obra escrita de Picabia. Para nós, a mais fascinante também. Esta fase coincide com o seu envolvimento activo no movimento dadaísta, ou seja, mais ou menos entre 1918 e 1921. Seguindo o espírito desta colecção, o livro inclui apenas textos em prosa, deixando de fora a sua igualmente vasta e magnífica produção poética.”*
*da Nota de Edição de Rui Manuel Amaral
O Livro do Desassossego, Antologia Essencial
16,00 € c/ IVA
O Livro do Desassossego, inacabada e fragmentária obra em prosa de Fernando Pessoa, tornou-se ironicamente na mais célebre monografia de um dos maiores, mais traduzidos, publicados e lidos poetas do séc. XX. O Livro apresenta-se como uma epopeia do Negativo, através da lupa de um anti-herói, o semi-heterónimo Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros em Lisboa, que nas horas vagas deambula pela urbe e redige reflexões aparentemente desconexas, unidas, porém, pelas vivências na cidade decadente e por duas ideias-chave que as atravessam: a dissolução do universo burguês e a sublimação da irrealidade existencial através da realidade da escrita.
O Livro do Desassossego, Antologia Essencial
16,00 € c/ IVA
O Livro do Desassossego, inacabada e fragmentária obra em prosa de Fernando Pessoa, tornou-se ironicamente na mais célebre monografia de um dos maiores, mais traduzidos, publicados e lidos poetas do séc. XX. O Livro apresenta-se como uma epopeia do Negativo, através da lupa de um anti-herói, o semi-heterónimo Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros em Lisboa, que nas horas vagas deambula pela urbe e redige reflexões aparentemente desconexas, unidas, porém, pelas vivências na cidade decadente e por duas ideias-chave que as atravessam: a dissolução do universo burguês e a sublimação da irrealidade existencial através da realidade da escrita.
O Movimento das Coisas
15,00 € c/ IVA
Festivais e Mostras (cópia restaurada): Festival Lumière de Lyon, 2020; Porto/Post/Doc, 2020; Festival Internacional de Cinema de Manheim e Heidelberg, 2021, Punto de Vista – Festival Internacional de Cine Documental de Navarra, 2022.
Trailer:
https://youtu.be/XoN26_Da-mc?si=yhAShB9sfmFbmC15
O Movimento das Coisas
15,00 € c/ IVA
Festivais e Mostras (cópia restaurada): Festival Lumière de Lyon, 2020; Porto/Post/Doc, 2020; Festival Internacional de Cinema de Manheim e Heidelberg, 2021, Punto de Vista – Festival Internacional de Cine Documental de Navarra, 2022.
Trailer:
https://youtu.be/XoN26_Da-mc?si=yhAShB9sfmFbmC15
O Tempo e a Terra – Ensaios sobre O Movimento das Coisas de Manuela Serra
20,00 € c/ IVA
Organizado por Filipa Rosário e contando com a participação de investigadores e criadores de várias áreas, o livro interroga o lugar de O Movimento das Coisas no cruzamento entre práticas artísticas e debates contemporâneos sobre género, ruralidade e modernidade. O gesto colectivo que o compõe não só resgata a trajetória de uma realizadora cuja carreira foi marcada por exclusões e silêncios, como também contribui para uma reparação histórica, inscrevendo o filme na genealogia do ecofeminismo e do cinema de resistência.
O Tempo e a Terra – Ensaios sobre O Movimento das Coisas de Manuela Serra
20,00 € c/ IVA
Organizado por Filipa Rosário e contando com a participação de investigadores e criadores de várias áreas, o livro interroga o lugar de O Movimento das Coisas no cruzamento entre práticas artísticas e debates contemporâneos sobre género, ruralidade e modernidade. O gesto colectivo que o compõe não só resgata a trajetória de uma realizadora cuja carreira foi marcada por exclusões e silêncios, como também contribui para uma reparação histórica, inscrevendo o filme na genealogia do ecofeminismo e do cinema de resistência.
Os Amanhãs de Ontem
16,35 € c/ IVA
Se no seu livro anterior, Comunismo: uma pequena história de como tudo poderá ser diferente(Tigre de Papel, 2020), Adamczak apresentava o comunismo como um conto de fadas com a hipótese de um final feliz, neste oferece-nos uma tragédia. Descreve a deportação de volta para a Alemanha nazi de antifascistas exilados — uma traição de comunistas contra comunistas; a incredulidade inicial dos comunistas europeus face à notícia do pacto Hitler-Estaline; o plano de terror de Estado de Estaline; o desaparecimento da classe e a emergência de cálculos táticos e económicos; o definhamento e a impossibilidade dos sucessos da revolução; e a promessa barata de que «da próxima vez será democrático».
O que pesa sobre a possibilidade do desejo comunista, escreve Adamczak, não é apenas o fim da história, mas, antes de mais, o fim da revolução. Não apenas 1989 mas também, e sobretudo, 1939, 1938 e, mais para trás, 1924 e 1917. Só compreendendo essa história poderemos trabalhar para um futuro melhor.
Os Amanhãs de Ontem
16,35 € c/ IVA
Se no seu livro anterior, Comunismo: uma pequena história de como tudo poderá ser diferente(Tigre de Papel, 2020), Adamczak apresentava o comunismo como um conto de fadas com a hipótese de um final feliz, neste oferece-nos uma tragédia. Descreve a deportação de volta para a Alemanha nazi de antifascistas exilados — uma traição de comunistas contra comunistas; a incredulidade inicial dos comunistas europeus face à notícia do pacto Hitler-Estaline; o plano de terror de Estado de Estaline; o desaparecimento da classe e a emergência de cálculos táticos e económicos; o definhamento e a impossibilidade dos sucessos da revolução; e a promessa barata de que «da próxima vez será democrático».
O que pesa sobre a possibilidade do desejo comunista, escreve Adamczak, não é apenas o fim da história, mas, antes de mais, o fim da revolução. Não apenas 1989 mas também, e sobretudo, 1939, 1938 e, mais para trás, 1924 e 1917. Só compreendendo essa história poderemos trabalhar para um futuro melhor.












