Lesson on Gravity
10,00 € c/ IVA
Anne Juren is a choreographer, dancer and Feldenkrais practitioner. In 2021 she finished her PhD at Stockholm University of the Arts with the project Studies on Fantasmical Anatomies.
Lesson on Gravity
10,00 € c/ IVA
Anne Juren is a choreographer, dancer and Feldenkrais practitioner. In 2021 she finished her PhD at Stockholm University of the Arts with the project Studies on Fantasmical Anatomies.
Mensagem
19,00 € c/ IVA
Mensagem é um dos poemas maiores da poesia portuguesa. Foi também o único livro em português que Fernando Pessoa fez sair à estampa em vida. À data da publicação, em outubro de 1934 (pouco mais de um ano antes da sua morte), a Europa das Luzes e da Liberdade sucumbia perante o avanço das ditaduras modernas e a agudização dos nacionalismos expansionistas e do imperialismo de base material que, meia década mais tarde, desencadeariam a Segunda Guerra Mundial.
É neste quadro de decadência geral da Europa (e do seu país em particular) que Pessoa discorre em verso na Mensagem sobre os grandes acontecimentos e protagonistas ligados à génese de Portugal, ao período áureo das Descobertas marítimas e ao declínio posterior, desaguando na construção futura de um império novo e diferente: o Quinto Império, de matriz espiritual, messiânica e milenarista.
Introduzida e anotada por António Apolinário Lourenço, ilustrada por Fatinha Ramos e prefaciada por Amélia Muge, a presente edição da Mensagem oferece aos leitores um guião para a compreensão e interpretação do poema à luz da história de Portugal e das doutrinas do cristianismo esotérico e heterodoxo, que desempenharam um papel central na formação intelectual de Fernando Pessoa.
Mensagem
19,00 € c/ IVA
Mensagem é um dos poemas maiores da poesia portuguesa. Foi também o único livro em português que Fernando Pessoa fez sair à estampa em vida. À data da publicação, em outubro de 1934 (pouco mais de um ano antes da sua morte), a Europa das Luzes e da Liberdade sucumbia perante o avanço das ditaduras modernas e a agudização dos nacionalismos expansionistas e do imperialismo de base material que, meia década mais tarde, desencadeariam a Segunda Guerra Mundial.
É neste quadro de decadência geral da Europa (e do seu país em particular) que Pessoa discorre em verso na Mensagem sobre os grandes acontecimentos e protagonistas ligados à génese de Portugal, ao período áureo das Descobertas marítimas e ao declínio posterior, desaguando na construção futura de um império novo e diferente: o Quinto Império, de matriz espiritual, messiânica e milenarista.
Introduzida e anotada por António Apolinário Lourenço, ilustrada por Fatinha Ramos e prefaciada por Amélia Muge, a presente edição da Mensagem oferece aos leitores um guião para a compreensão e interpretação do poema à luz da história de Portugal e das doutrinas do cristianismo esotérico e heterodoxo, que desempenharam um papel central na formação intelectual de Fernando Pessoa.
Miríade e o Som das Melgas às 3 da Manhã
8,00 € c/ IVA
nada, nada, nada – escritos escolhidos
16,00 € c/ IVA
“Entre 1879 e 1953, Francis Picabia viveu muitas vidas. Foi pintor, poeta e prosador, ensaísta e crítico. Colaborou em diversas publicações e criou as suas próprias revistas. Escreveu para teatro e também para cinema. Alimentou polémicas e provocou escândalos. Organizou espectáculos, exposições e festas. Acompanhou o Cubismo e depois atacou-o com ironia. Levou o Dadaísmo para Paris, foi um dos seus mais vivos participantes e depois saiu com estrondo. Esteve com os surrealistas, mas numa relação morna.
Os textos que compõem este livro pertencem à fase mais explosiva e exuberante da obra escrita de Picabia. Para nós, a mais fascinante também. Esta fase coincide com o seu envolvimento activo no movimento dadaísta, ou seja, mais ou menos entre 1918 e 1921. Seguindo o espírito desta colecção, o livro inclui apenas textos em prosa, deixando de fora a sua igualmente vasta e magnífica produção poética.”*
*da Nota de Edição de Rui Manuel Amaral
nada, nada, nada – escritos escolhidos
16,00 € c/ IVA
“Entre 1879 e 1953, Francis Picabia viveu muitas vidas. Foi pintor, poeta e prosador, ensaísta e crítico. Colaborou em diversas publicações e criou as suas próprias revistas. Escreveu para teatro e também para cinema. Alimentou polémicas e provocou escândalos. Organizou espectáculos, exposições e festas. Acompanhou o Cubismo e depois atacou-o com ironia. Levou o Dadaísmo para Paris, foi um dos seus mais vivos participantes e depois saiu com estrondo. Esteve com os surrealistas, mas numa relação morna.
Os textos que compõem este livro pertencem à fase mais explosiva e exuberante da obra escrita de Picabia. Para nós, a mais fascinante também. Esta fase coincide com o seu envolvimento activo no movimento dadaísta, ou seja, mais ou menos entre 1918 e 1921. Seguindo o espírito desta colecção, o livro inclui apenas textos em prosa, deixando de fora a sua igualmente vasta e magnífica produção poética.”*
*da Nota de Edição de Rui Manuel Amaral
O Livro do Desassossego, Antologia Essencial
16,00 € c/ IVA
O Livro do Desassossego, inacabada e fragmentária obra em prosa de Fernando Pessoa, tornou-se ironicamente na mais célebre monografia de um dos maiores, mais traduzidos, publicados e lidos poetas do séc. XX. O Livro apresenta-se como uma epopeia do Negativo, através da lupa de um anti-herói, o semi-heterónimo Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros em Lisboa, que nas horas vagas deambula pela urbe e redige reflexões aparentemente desconexas, unidas, porém, pelas vivências na cidade decadente e por duas ideias-chave que as atravessam: a dissolução do universo burguês e a sublimação da irrealidade existencial através da realidade da escrita.
O Livro do Desassossego, Antologia Essencial
16,00 € c/ IVA
O Livro do Desassossego, inacabada e fragmentária obra em prosa de Fernando Pessoa, tornou-se ironicamente na mais célebre monografia de um dos maiores, mais traduzidos, publicados e lidos poetas do séc. XX. O Livro apresenta-se como uma epopeia do Negativo, através da lupa de um anti-herói, o semi-heterónimo Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros em Lisboa, que nas horas vagas deambula pela urbe e redige reflexões aparentemente desconexas, unidas, porém, pelas vivências na cidade decadente e por duas ideias-chave que as atravessam: a dissolução do universo burguês e a sublimação da irrealidade existencial através da realidade da escrita.
O Movimento das Coisas
15,00 € c/ IVA
Festivais e Mostras (cópia restaurada): Festival Lumière de Lyon, 2020; Porto/Post/Doc, 2020; Festival Internacional de Cinema de Manheim e Heidelberg, 2021, Punto de Vista – Festival Internacional de Cine Documental de Navarra, 2022.
Trailer:
https://youtu.be/XoN26_Da-mc?si=yhAShB9sfmFbmC15
O Movimento das Coisas
15,00 € c/ IVA
Festivais e Mostras (cópia restaurada): Festival Lumière de Lyon, 2020; Porto/Post/Doc, 2020; Festival Internacional de Cinema de Manheim e Heidelberg, 2021, Punto de Vista – Festival Internacional de Cine Documental de Navarra, 2022.
Trailer:
https://youtu.be/XoN26_Da-mc?si=yhAShB9sfmFbmC15
O Tempo e a Terra – Ensaios sobre O Movimento das Coisas de Manuela Serra
20,00 € c/ IVA
Organizado por Filipa Rosário e contando com a participação de investigadores e criadores de várias áreas, o livro interroga o lugar de O Movimento das Coisas no cruzamento entre práticas artísticas e debates contemporâneos sobre género, ruralidade e modernidade. O gesto colectivo que o compõe não só resgata a trajetória de uma realizadora cuja carreira foi marcada por exclusões e silêncios, como também contribui para uma reparação histórica, inscrevendo o filme na genealogia do ecofeminismo e do cinema de resistência.
O Tempo e a Terra – Ensaios sobre O Movimento das Coisas de Manuela Serra
20,00 € c/ IVA
Organizado por Filipa Rosário e contando com a participação de investigadores e criadores de várias áreas, o livro interroga o lugar de O Movimento das Coisas no cruzamento entre práticas artísticas e debates contemporâneos sobre género, ruralidade e modernidade. O gesto colectivo que o compõe não só resgata a trajetória de uma realizadora cuja carreira foi marcada por exclusões e silêncios, como também contribui para uma reparação histórica, inscrevendo o filme na genealogia do ecofeminismo e do cinema de resistência.
Os Amanhãs de Ontem
16,35 € c/ IVA
Se no seu livro anterior, Comunismo: uma pequena história de como tudo poderá ser diferente(Tigre de Papel, 2020), Adamczak apresentava o comunismo como um conto de fadas com a hipótese de um final feliz, neste oferece-nos uma tragédia. Descreve a deportação de volta para a Alemanha nazi de antifascistas exilados — uma traição de comunistas contra comunistas; a incredulidade inicial dos comunistas europeus face à notícia do pacto Hitler-Estaline; o plano de terror de Estado de Estaline; o desaparecimento da classe e a emergência de cálculos táticos e económicos; o definhamento e a impossibilidade dos sucessos da revolução; e a promessa barata de que «da próxima vez será democrático».
O que pesa sobre a possibilidade do desejo comunista, escreve Adamczak, não é apenas o fim da história, mas, antes de mais, o fim da revolução. Não apenas 1989 mas também, e sobretudo, 1939, 1938 e, mais para trás, 1924 e 1917. Só compreendendo essa história poderemos trabalhar para um futuro melhor.
Os Amanhãs de Ontem
16,35 € c/ IVA
Se no seu livro anterior, Comunismo: uma pequena história de como tudo poderá ser diferente(Tigre de Papel, 2020), Adamczak apresentava o comunismo como um conto de fadas com a hipótese de um final feliz, neste oferece-nos uma tragédia. Descreve a deportação de volta para a Alemanha nazi de antifascistas exilados — uma traição de comunistas contra comunistas; a incredulidade inicial dos comunistas europeus face à notícia do pacto Hitler-Estaline; o plano de terror de Estado de Estaline; o desaparecimento da classe e a emergência de cálculos táticos e económicos; o definhamento e a impossibilidade dos sucessos da revolução; e a promessa barata de que «da próxima vez será democrático».
O que pesa sobre a possibilidade do desejo comunista, escreve Adamczak, não é apenas o fim da história, mas, antes de mais, o fim da revolução. Não apenas 1989 mas também, e sobretudo, 1939, 1938 e, mais para trás, 1924 e 1917. Só compreendendo essa história poderemos trabalhar para um futuro melhor.





