A Arte da Vida
17,00 € c/ IVA
A Potência do Pensamento
23,00 € c/ IVA
Acerca del Silencio – una antropología
24,81 € c/ IVA
David Le Breton (1953) es un sociólogo y antropólogo francés. Profesor en la Universidad de Estrasburgo, es uno de los intelectuales más leído, actualmente, en Latinoamérica. También es autor de, entre otros libros, Antropología del dolor o El silencio.
Prometeo Libros ha publicado, además, Sociología del riesgo (2021), Antropología del cuerpo y modernidad (2021).
El interaccionismo simbólico (2022), Las pasiones ordinarias (2023) y Ritos de virilidad en la adolescencia (2023) Los rostros. Ensayo de antropología (2024)
Acerca del Silencio – una antropología
24,81 € c/ IVA
David Le Breton (1953) es un sociólogo y antropólogo francés. Profesor en la Universidad de Estrasburgo, es uno de los intelectuales más leído, actualmente, en Latinoamérica. También es autor de, entre otros libros, Antropología del dolor o El silencio.
Prometeo Libros ha publicado, además, Sociología del riesgo (2021), Antropología del cuerpo y modernidad (2021).
El interaccionismo simbólico (2022), Las pasiones ordinarias (2023) y Ritos de virilidad en la adolescencia (2023) Los rostros. Ensayo de antropología (2024)
Agarra que é Ladrão! Anarquismo e Filosofia
25,00 € c/ IVA
Apontamentos Sobre a Poesia Pós-Conceptual
20,00 € c/ IVA
Com a Internet, tudo pode ser levado para dentro do poema, qualquer pessoa pode tornar-se uma estrela, e os ditames da moda (receber gostos) substituem a autoridade do crítico. E, no entanto, a crise de que todos os críticos (desde a mais velha estrela do rock até Hal Foster) parecem lamentar-se quando não conseguem perceber quem determina o talento na Internet é, na verdade, uma crise que, ao mesmo tempo, é a coisa mais maravilhosa de sempre para o crítico. Porque quanto maior a mise en abyme, mais importante é o papel do crítico na manutenção da ordem. E, por conseguinte, a maioria dos críticos que escreve em revistas ostentosas lamentando a mise en abyme da moda está propositadamente a negligenciar a moda de luxo que ganham com essa mise en abyme: a importância dos críticos e dos curadores é redobrada! E a maioria, claro, aproveita a oportunidade, ao lamentar esta mise en abyme, para enfatizar os poucos artistas que crêem livres desta acusação.
Apontamentos Sobre a Poesia Pós-Conceptual
20,00 € c/ IVA
Com a Internet, tudo pode ser levado para dentro do poema, qualquer pessoa pode tornar-se uma estrela, e os ditames da moda (receber gostos) substituem a autoridade do crítico. E, no entanto, a crise de que todos os críticos (desde a mais velha estrela do rock até Hal Foster) parecem lamentar-se quando não conseguem perceber quem determina o talento na Internet é, na verdade, uma crise que, ao mesmo tempo, é a coisa mais maravilhosa de sempre para o crítico. Porque quanto maior a mise en abyme, mais importante é o papel do crítico na manutenção da ordem. E, por conseguinte, a maioria dos críticos que escreve em revistas ostentosas lamentando a mise en abyme da moda está propositadamente a negligenciar a moda de luxo que ganham com essa mise en abyme: a importância dos críticos e dos curadores é redobrada! E a maioria, claro, aproveita a oportunidade, ao lamentar esta mise en abyme, para enfatizar os poucos artistas que crêem livres desta acusação.
Betão – Arma de Construção Maciça do Capitalismo
15,00 € c/ IVA
Partindo do episódio da queda da Ponte Morandi, em Génova, em 2018, como caso exemplar da obsolescência programada, Anselm Jappe desenvolve a premissa de que o betão — um dos materiais de construção mais utilizados no planeta, produzido em quantidades astronómicas e com irreversíveis consequências sanitárias e ambientais — encarna por excelência a lógica desmesurada, descartável e destrutiva do capitalismo. Ensaio que associa a crítica do valor à crítica da arquitectura e do urbanismo contem-porâneos, rememorando o historial problemático deste material — das intenções dos seus entusiastas às reservas dos seus detractores, da sua expansão durante a Revolução Industrial ao declínio de técnicas sustentáveis e ancestrais —, Betão (2020) é um protesto contra a uniformização económica, social e estética do mundo, uma recusa da habitação como activo rentável e um alerta para as insidiosas leis da mercadoria e do crescimento infinito.
Betão – Arma de Construção Maciça do Capitalismo
15,00 € c/ IVA
Partindo do episódio da queda da Ponte Morandi, em Génova, em 2018, como caso exemplar da obsolescência programada, Anselm Jappe desenvolve a premissa de que o betão — um dos materiais de construção mais utilizados no planeta, produzido em quantidades astronómicas e com irreversíveis consequências sanitárias e ambientais — encarna por excelência a lógica desmesurada, descartável e destrutiva do capitalismo. Ensaio que associa a crítica do valor à crítica da arquitectura e do urbanismo contem-porâneos, rememorando o historial problemático deste material — das intenções dos seus entusiastas às reservas dos seus detractores, da sua expansão durante a Revolução Industrial ao declínio de técnicas sustentáveis e ancestrais —, Betão (2020) é um protesto contra a uniformização económica, social e estética do mundo, uma recusa da habitação como activo rentável e um alerta para as insidiosas leis da mercadoria e do crescimento infinito.
Capitalismo Canibal – Como enfrentar um sistema que devora a democracia, as condições de existência e o planeta
19,00 € c/ IVA
O capitalismo separou brutalmente os seres humanos dos ritmos naturais e sazonais, recrutando-os para a laboração industrial, alimentada por combustíveis fósseis, e para a agricultura em vista do lucro, com recurso a fertilizantes químicos. Ao mesmo tempo, o neoliberalismo promete obliterar a fronteira natureza/humano, como é bem visível nas novas técnicas reprodutivas e na evolução contínua dos ciborgues. Longe de proporcionarem uma «reconciliação» com a natureza, esses desenvolvimentos intensificam a sua canibalização pelo capital.
Omnívoro e alarve, o capital canibaliza todas as esferas da vida, sugando recursos naturais, explorando populações racializadas e minando a prática política. Se à actual urgência climática acrescem crises económicas sucessivas, o colapso da democracia e uma crescente hostilidade face a minorias, CAPITALISMO CANIBAL (2022) traça a linha que une todos os pontos – o apetite insaciável de um modelo económico e social arrasador – e propõe-nos que imaginemos novos sistemas para o substituir. Síntese do labor investigativo de Nancy Fraser, este é um livro urgente para compreendermos o capitalismo do século XXI e ousarmos formas de lhe resistir.
Capitalismo Canibal – Como enfrentar um sistema que devora a democracia, as condições de existência e o planeta
19,00 € c/ IVA
O capitalismo separou brutalmente os seres humanos dos ritmos naturais e sazonais, recrutando-os para a laboração industrial, alimentada por combustíveis fósseis, e para a agricultura em vista do lucro, com recurso a fertilizantes químicos. Ao mesmo tempo, o neoliberalismo promete obliterar a fronteira natureza/humano, como é bem visível nas novas técnicas reprodutivas e na evolução contínua dos ciborgues. Longe de proporcionarem uma «reconciliação» com a natureza, esses desenvolvimentos intensificam a sua canibalização pelo capital.
Omnívoro e alarve, o capital canibaliza todas as esferas da vida, sugando recursos naturais, explorando populações racializadas e minando a prática política. Se à actual urgência climática acrescem crises económicas sucessivas, o colapso da democracia e uma crescente hostilidade face a minorias, CAPITALISMO CANIBAL (2022) traça a linha que une todos os pontos – o apetite insaciável de um modelo económico e social arrasador – e propõe-nos que imaginemos novos sistemas para o substituir. Síntese do labor investigativo de Nancy Fraser, este é um livro urgente para compreendermos o capitalismo do século XXI e ousarmos formas de lhe resistir.
Como Reconhecer o Fascismo & Da Diferença entre Migrações e Emigrações
14,00 € c/ IVA
Os dois textos de Umberto Eco que integram este livro fazem parte de Cinco Escritos Morais, publicado em 1997.
Mas quer “O Fascismo Eterno” quer “Migrações, Tolerância e Intolerável” se revelaram de uma enorme lucidez.
Daí a iniciativa de os reunir em separado e com os títulos explicitamente voltados para dois dos mais importantes problemas da Europa de hoje.
Como Reconhecer o Fascismo & Da Diferença entre Migrações e Emigrações
14,00 € c/ IVA
Os dois textos de Umberto Eco que integram este livro fazem parte de Cinco Escritos Morais, publicado em 1997.
Mas quer “O Fascismo Eterno” quer “Migrações, Tolerância e Intolerável” se revelaram de uma enorme lucidez.
Daí a iniciativa de os reunir em separado e com os títulos explicitamente voltados para dois dos mais importantes problemas da Europa de hoje.
Crise da Narração
17,50 € c/ IVA
Byung-Chul Han nasceu em Seul, em 1959, onde estudou Metalurgia. No final dos anos 80, deslocou-se para a Alemanha, apesar de desconhecer a língua do país. Estudou Filosofia na Universidade de Friburgo e Literatura Alemã e Teologia na Universidade de Munique. Em 1994, doutorou-se naquela universidade com uma tese sobre Martin Heidegger. Atualmente ensina Filosofia na Universidade das Artes de Berlim, depois de ter ensinado Filosofia e Teoria dos Meios de Comunicação na Escola Superior de Desenho de Karlsruhe, onde teve como colega Peter Sloterdijk, com quem manteve algumas polémicas.
Crise da Narração
17,50 € c/ IVA
Byung-Chul Han nasceu em Seul, em 1959, onde estudou Metalurgia. No final dos anos 80, deslocou-se para a Alemanha, apesar de desconhecer a língua do país. Estudou Filosofia na Universidade de Friburgo e Literatura Alemã e Teologia na Universidade de Munique. Em 1994, doutorou-se naquela universidade com uma tese sobre Martin Heidegger. Atualmente ensina Filosofia na Universidade das Artes de Berlim, depois de ter ensinado Filosofia e Teoria dos Meios de Comunicação na Escola Superior de Desenho de Karlsruhe, onde teve como colega Peter Sloterdijk, com quem manteve algumas polémicas.
-11%
Dissecar um Romance: Psiquiatria, Literatura e Mrs. Dalloway
O preço original era: 18,00 €.16,20 €O preço atual é: 16,20 €. c/ IVA
«O estudo de Ana Barbosa Gomes sobre o modo como o romance de Virginia Woolf representa algumas facetas de doenças mentais bem comuns constitui, doravante, uma obra de referência incontornável na prática clínica da Psiquiatria e um importante contributo para a interseção dos estudos literários e da Medicina»
-11%
Dissecar um Romance: Psiquiatria, Literatura e Mrs. Dalloway
O preço original era: 18,00 €.16,20 €O preço atual é: 16,20 €. c/ IVA
«O estudo de Ana Barbosa Gomes sobre o modo como o romance de Virginia Woolf representa algumas facetas de doenças mentais bem comuns constitui, doravante, uma obra de referência incontornável na prática clínica da Psiquiatria e um importante contributo para a interseção dos estudos literários e da Medicina»
Do Belo, do Justo e do Verdadeiro (e Do) Ódio À Civilização Moderna
14,00 € c/ IVA
No dia 24 de Março de 1834, na antiga vila de Walthamstow, nas cercanias de Londres, nascia William Morris, poeta, romancista, pintor, tipógrafo, designer, socialista revolucionário e a alma do movimento Arts and Crafts.
Com a sua rica cultura histórica – inspirado pelo romantismo tardo-medieval e filiado ao anti-tecnicismo pré-rafaelita –, e a sua proposta concreta contra a dominação social, influenciada pelo socialismo utópico e o anarco-comunismo, Morris tinha uma percepção espantosa das linhas de força da história e dos elementos de decadência da sua época, vaticinando a futura ruína da civilização contemporânea.
Se o Ocidente reconhece os processos catastróficos associados à Industrialização e à tecnologia do projecto mercantil no marco da II Guerra Mundial, pela mão de autores como Lewis Munford, Günther Anders, Jacques Ellul, André Gorz ou Ivan Illich, o artista inglês rebelou-se meio século antes contra um ideal de Modernidade que se impunha ao mundo mediante a profanação da natureza, a destruição dos laços humanos, a aniquilação da criatividade e o desprezo pelos mais simples prazeres da vida.
Embora Morris aceitasse quase na íntegra a análise económica e histórica de Marx, sempre confessou que o “motivo principal” para se ter tornado socialista revolucionário foi o seu “ódio à civilização moderna”: ‘A foleirice reina! Do estadista ao sapateiro, tudo é foleiro!’
Repudiou o sucesso como outros homens repudiam a calúnia. Mergulhou nas profundezas mais intrincadas do artesanato. Nutriu o seu ódio pela civilização moderna ao traduzir sagas islandesas. Sentou-se deliberadamente em cima da sua cartola. Lançou a sua grande campanha pela protecção de edifícios antigos. Fundou o seu jornal matutino, porque a sua resposta foi tornar-se em um agitador revolucionário.
Previu o fascismo. Previu (e execrou) o socialismo de Estado. Previu (e lastimou) o Estado de Bem-Estar Social. Diante do cenário de um “serviço público capitalista levado à perfeição”, bradou: “Não atravessaria a rua para alcançar semelhante ideal”.
Como disse o historiador E. P. Thompson, não tinha tempo para os bons selvagens, e menos ainda para a panaceia da burocracia estatal. Na sua visão, nenhuma intervenção mecânica vinda de cima poderia engendrar a ética da comunidade: “O homem individual não pode transferir os problemas da vida para os ombros de uma abstração chamada Estado”.
“É mais forte do que eu… As ideias que tomaram conta de mim não me vão deixar em sossego... Temos de nos virar para a esperança, e só a vislumbro numa direcção: no rumo da Revolução. O resto é história …”.
Do Belo, do Justo e do Verdadeiro (e Do) Ódio À Civilização Moderna
14,00 € c/ IVA
No dia 24 de Março de 1834, na antiga vila de Walthamstow, nas cercanias de Londres, nascia William Morris, poeta, romancista, pintor, tipógrafo, designer, socialista revolucionário e a alma do movimento Arts and Crafts.
Com a sua rica cultura histórica – inspirado pelo romantismo tardo-medieval e filiado ao anti-tecnicismo pré-rafaelita –, e a sua proposta concreta contra a dominação social, influenciada pelo socialismo utópico e o anarco-comunismo, Morris tinha uma percepção espantosa das linhas de força da história e dos elementos de decadência da sua época, vaticinando a futura ruína da civilização contemporânea.
Se o Ocidente reconhece os processos catastróficos associados à Industrialização e à tecnologia do projecto mercantil no marco da II Guerra Mundial, pela mão de autores como Lewis Munford, Günther Anders, Jacques Ellul, André Gorz ou Ivan Illich, o artista inglês rebelou-se meio século antes contra um ideal de Modernidade que se impunha ao mundo mediante a profanação da natureza, a destruição dos laços humanos, a aniquilação da criatividade e o desprezo pelos mais simples prazeres da vida.
Embora Morris aceitasse quase na íntegra a análise económica e histórica de Marx, sempre confessou que o “motivo principal” para se ter tornado socialista revolucionário foi o seu “ódio à civilização moderna”: ‘A foleirice reina! Do estadista ao sapateiro, tudo é foleiro!’
Repudiou o sucesso como outros homens repudiam a calúnia. Mergulhou nas profundezas mais intrincadas do artesanato. Nutriu o seu ódio pela civilização moderna ao traduzir sagas islandesas. Sentou-se deliberadamente em cima da sua cartola. Lançou a sua grande campanha pela protecção de edifícios antigos. Fundou o seu jornal matutino, porque a sua resposta foi tornar-se em um agitador revolucionário.
Previu o fascismo. Previu (e execrou) o socialismo de Estado. Previu (e lastimou) o Estado de Bem-Estar Social. Diante do cenário de um “serviço público capitalista levado à perfeição”, bradou: “Não atravessaria a rua para alcançar semelhante ideal”.
Como disse o historiador E. P. Thompson, não tinha tempo para os bons selvagens, e menos ainda para a panaceia da burocracia estatal. Na sua visão, nenhuma intervenção mecânica vinda de cima poderia engendrar a ética da comunidade: “O homem individual não pode transferir os problemas da vida para os ombros de uma abstração chamada Estado”.
“É mais forte do que eu… As ideias que tomaram conta de mim não me vão deixar em sossego... Temos de nos virar para a esperança, e só a vislumbro numa direcção: no rumo da Revolução. O resto é história …”.
Intuição do Instante
14,00 € c/ IVA
Bachelard faz uma cuidadosa exploração do tempo, da sua duração e da percepção que dele temos, a partir das ideias de Bergson, Roupnel e Einstein. Para o autor, o tempo não tem outra realidade senão a do instante. Aperfeiçoando o gesto, o instante renova-se.
Intuição do Instante
14,00 € c/ IVA
Bachelard faz uma cuidadosa exploração do tempo, da sua duração e da percepção que dele temos, a partir das ideias de Bergson, Roupnel e Einstein. Para o autor, o tempo não tem outra realidade senão a do instante. Aperfeiçoando o gesto, o instante renova-se.
La Inteligencia Artificial no Piensa (el cerebro tampoco)
16,15 € c/ IVA
Miguel Benasayag:
Nació en Buenos Aires, en 1953. Estudió medicina en la UBA, y tras ser detenido por la dictadura argentina, se exilió en Francia en 1978. Filósofo, epistemólogo, doctor en psicología, investigador interdisciplinario, es autor de cuarenta libros, traducidos a más de quince idiomas. Ex docente universitario, fundó y coordina el colectivo de estudios y militancia «Malgré Tout» en Francia y en Italia.
Ariel Pennisi:
Ensayista, docente e investigador (UNPAZ, UNA), integrante del Grupo de Estudios Sociales y Filosóficos (IIGG-UBA), codirector de Red Editorial, integrante del Instituto de Estudios y Formación de la CTA A y del Instituto de Pensamiento y Políticas Públicas. Publicó Nuevas instituciones (del común); El anarca (filosofía y política en Max Stirner), con Adrián Cangi; Si quieren venir que vengan. Malvinas: genealogía, guerra, izquierdas, con Ariel Petruccelli, Federico Mare y Andrea Belén Rodríguez; Papa Negra. Ensayos, relatos y recetas; Globalización. Sacralización del mercado: Como autor y compilador: Renta básica. Nuevos posibles del común y Linchamientos. La policía que llevamos dentro. Publicó numerosos ensayos y artículos en libros, revistas y portales nacionales y extranjeros. Colabora con el diario Tiempo Argentino.
La Inteligencia Artificial no Piensa (el cerebro tampoco)
16,15 € c/ IVA
Miguel Benasayag:
Nació en Buenos Aires, en 1953. Estudió medicina en la UBA, y tras ser detenido por la dictadura argentina, se exilió en Francia en 1978. Filósofo, epistemólogo, doctor en psicología, investigador interdisciplinario, es autor de cuarenta libros, traducidos a más de quince idiomas. Ex docente universitario, fundó y coordina el colectivo de estudios y militancia «Malgré Tout» en Francia y en Italia.
Ariel Pennisi:
Ensayista, docente e investigador (UNPAZ, UNA), integrante del Grupo de Estudios Sociales y Filosóficos (IIGG-UBA), codirector de Red Editorial, integrante del Instituto de Estudios y Formación de la CTA A y del Instituto de Pensamiento y Políticas Públicas. Publicó Nuevas instituciones (del común); El anarca (filosofía y política en Max Stirner), con Adrián Cangi; Si quieren venir que vengan. Malvinas: genealogía, guerra, izquierdas, con Ariel Petruccelli, Federico Mare y Andrea Belén Rodríguez; Papa Negra. Ensayos, relatos y recetas; Globalización. Sacralización del mercado: Como autor y compilador: Renta básica. Nuevos posibles del común y Linchamientos. La policía que llevamos dentro. Publicó numerosos ensayos y artículos en libros, revistas y portales nacionales y extranjeros. Colabora con el diario Tiempo Argentino.
Manifesto Abomunista // Segundo Abril // Será que a Mente Secreta Sussura?
17,00 € c/ IVA
A poesia Abomunista, a fim de ser completamente (norma britânica) compreendida, dever ser comida...excepto nos dias de jejum, nos dias em que não se faz nenhum, nas manhãs das execuções.
Manifesto Abomunista // Segundo Abril // Será que a Mente Secreta Sussura?
17,00 € c/ IVA
A poesia Abomunista, a fim de ser completamente (norma britânica) compreendida, dever ser comida...excepto nos dias de jejum, nos dias em que não se faz nenhum, nas manhãs das execuções.
O Aroma do Tempo
16,50 € c/ IVA
Tal como nas suas obras anteriores, de A Sociedade do Cansaço até A Agonia de Eros, aborda as causas dessa evolução e reflete sobre a possibilidade de a inverter. Para o filósofo, o final do tempo como duração narrativa não teria de implicar um vazio temporal. Existe, pelo contrário, agora a possibilidade de uma vida que prescinda da teologia e da teleologia e que apesar disso tenha um aroma próprio. Para isso seria necessário recuperar conceitos de Hannah Arendt, pois a crise temporal só poderá ser ultrapassada quando a vita activaacolher de novo a vita contemplativa.
O Aroma do Tempo
16,50 € c/ IVA
Tal como nas suas obras anteriores, de A Sociedade do Cansaço até A Agonia de Eros, aborda as causas dessa evolução e reflete sobre a possibilidade de a inverter. Para o filósofo, o final do tempo como duração narrativa não teria de implicar um vazio temporal. Existe, pelo contrário, agora a possibilidade de uma vida que prescinda da teologia e da teleologia e que apesar disso tenha um aroma próprio. Para isso seria necessário recuperar conceitos de Hannah Arendt, pois a crise temporal só poderá ser ultrapassada quando a vita activaacolher de novo a vita contemplativa.
-10%
O Cogumelo no Fim do Mundo. Viver nas Ruínas do Capitalismo
O preço original era: 22,00 €.19,80 €O preço atual é: 19,80 €. c/ IVA
Percorrendo a cadeia de abastecimento do cogumelo matsutake — desde que é colhido por veteranos de guerra e imigrantes nos EUA até ser oferecido e consumido como iguaria de luxo no Japão —, a antropóloga Anna Lowenhaupt Tsing descobre múltiplos modos de vida emaranhados de maneira tão profunda quanto contingente. Ao explorarmos histórias de guerra, mutualismos interespécies e mecanismos de tradução entre culturas, sistemas económicos ou regimes de produção de conhecimento científico, o que encontramos são lições de coabitação, de liberdade e da arte de prestar atenção.
Um livro verdadeiramente multidisciplinar que cruza o trabalho de campo etnográfico, a história económica, a genética e a silvicultura para revelar estratégias de subsistência nas margens do capitalismo, num contexto geral de precariedade e de destruição do mundo que nos rodeia.
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O Cogumelo no Fim do Mundo. Viver nas Ruínas do Capitalismo
O preço original era: 22,00 €.19,80 €O preço atual é: 19,80 €. c/ IVA
Percorrendo a cadeia de abastecimento do cogumelo matsutake — desde que é colhido por veteranos de guerra e imigrantes nos EUA até ser oferecido e consumido como iguaria de luxo no Japão —, a antropóloga Anna Lowenhaupt Tsing descobre múltiplos modos de vida emaranhados de maneira tão profunda quanto contingente. Ao explorarmos histórias de guerra, mutualismos interespécies e mecanismos de tradução entre culturas, sistemas económicos ou regimes de produção de conhecimento científico, o que encontramos são lições de coabitação, de liberdade e da arte de prestar atenção.
Um livro verdadeiramente multidisciplinar que cruza o trabalho de campo etnográfico, a história económica, a genética e a silvicultura para revelar estratégias de subsistência nas margens do capitalismo, num contexto geral de precariedade e de destruição do mundo que nos rodeia.
O Deserto que Vem – Ecologias de Kropotkin a Marte, Seguido de Cidades Ideais
9,50 € c/ IVA
O Deserto que vem – Ecologias de Kropotkin a Marte
Kropotkin acreditava que a dessecação era um processo geológico contínuo e que esta se podia observar em todo o Hemisfério Norte. Por esta razão, o geólogo e anarquista russo desafiou radicalmente a ortodoxia ao sustentar a continuidade da dinâmica climática global entre o fim da Era do Gelo e os tempos modernos: longe de ser estacionário, o clima vinha mudando continuamente numa direcção unidireccional e sem interferência humana ao longo da história.
Neste breve ensaio, Mike Davis explica que a tese de Kropotkin foi a primeira tentativa científica no campo da ecologia de apresentar uma argumentação abrangente a favor das alterações climáticas naturais como força motriz da história da civilização.
Cidades Ideais
O arquitecto e historiador Colin Ward (1924 Wanstead – 2010 Ipswich) foi uma das figuras-chave do anarquismo britânico do século XX. Escritor prolífico, assumiu durante duas décadas a edição do jornal Freedom, fundado em 1886 por Kropotkin na capital londrina. Em 1961, Ward fundou a revista mensal Anarchy, difundindo a sua visão do anarquismo não como uma teoria utópica, mas enquanto um conjunto de práticas sociais capazes de criar formas alternativas de organização informais, sem hierarquias e não submetidas às políticas estatais.
Cidades Ideais é um brevíssimo esquisso sobre diferentes visões de organização dos aglomerados humanos da Modernidade à era Contemporânea.
Ward escreveu sobre uma ampla variedade de tópicos, incluindo política contemporânea, ocupação ilegal, habitação, arquitectura, educação, planeamento urbano, práticas anarquistas e ajuda mútua. A sua versão do anarquismo quotidiano, que envolvia experimentação e intervenções práticas, atravessa as páginas de livros como Anarchy in Action (1973), Housing: An Anarchist Approach (1976), Welcome, Thinner City: Urban Survival in the 1990s (1989) e Sociable Cities: The Legacy of Ebenezer Howard (1998), volumes que dão visibilidade à realidade de experiências que já acontecem no contexto do capitalismo e que potenciam a liberdade, ampliam a autonomia local face às autoridades externas e promovem o bem-estar social.
O Deserto que Vem – Ecologias de Kropotkin a Marte, Seguido de Cidades Ideais
9,50 € c/ IVA
O Deserto que vem – Ecologias de Kropotkin a Marte
Kropotkin acreditava que a dessecação era um processo geológico contínuo e que esta se podia observar em todo o Hemisfério Norte. Por esta razão, o geólogo e anarquista russo desafiou radicalmente a ortodoxia ao sustentar a continuidade da dinâmica climática global entre o fim da Era do Gelo e os tempos modernos: longe de ser estacionário, o clima vinha mudando continuamente numa direcção unidireccional e sem interferência humana ao longo da história.
Neste breve ensaio, Mike Davis explica que a tese de Kropotkin foi a primeira tentativa científica no campo da ecologia de apresentar uma argumentação abrangente a favor das alterações climáticas naturais como força motriz da história da civilização.
Cidades Ideais
O arquitecto e historiador Colin Ward (1924 Wanstead – 2010 Ipswich) foi uma das figuras-chave do anarquismo britânico do século XX. Escritor prolífico, assumiu durante duas décadas a edição do jornal Freedom, fundado em 1886 por Kropotkin na capital londrina. Em 1961, Ward fundou a revista mensal Anarchy, difundindo a sua visão do anarquismo não como uma teoria utópica, mas enquanto um conjunto de práticas sociais capazes de criar formas alternativas de organização informais, sem hierarquias e não submetidas às políticas estatais.
Cidades Ideais é um brevíssimo esquisso sobre diferentes visões de organização dos aglomerados humanos da Modernidade à era Contemporânea.
Ward escreveu sobre uma ampla variedade de tópicos, incluindo política contemporânea, ocupação ilegal, habitação, arquitectura, educação, planeamento urbano, práticas anarquistas e ajuda mútua. A sua versão do anarquismo quotidiano, que envolvia experimentação e intervenções práticas, atravessa as páginas de livros como Anarchy in Action (1973), Housing: An Anarchist Approach (1976), Welcome, Thinner City: Urban Survival in the 1990s (1989) e Sociable Cities: The Legacy of Ebenezer Howard (1998), volumes que dão visibilidade à realidade de experiências que já acontecem no contexto do capitalismo e que potenciam a liberdade, ampliam a autonomia local face às autoridades externas e promovem o bem-estar social.
O Tempo e a Terra – Ensaios sobre O Movimento das Coisas de Manuela Serra
20,00 € c/ IVA
Organizado por Filipa Rosário e contando com a participação de investigadores e criadores de várias áreas, o livro interroga o lugar de O Movimento das Coisas no cruzamento entre práticas artísticas e debates contemporâneos sobre género, ruralidade e modernidade. O gesto colectivo que o compõe não só resgata a trajetória de uma realizadora cuja carreira foi marcada por exclusões e silêncios, como também contribui para uma reparação histórica, inscrevendo o filme na genealogia do ecofeminismo e do cinema de resistência.
O Tempo e a Terra – Ensaios sobre O Movimento das Coisas de Manuela Serra
20,00 € c/ IVA
Organizado por Filipa Rosário e contando com a participação de investigadores e criadores de várias áreas, o livro interroga o lugar de O Movimento das Coisas no cruzamento entre práticas artísticas e debates contemporâneos sobre género, ruralidade e modernidade. O gesto colectivo que o compõe não só resgata a trajetória de uma realizadora cuja carreira foi marcada por exclusões e silêncios, como também contribui para uma reparação histórica, inscrevendo o filme na genealogia do ecofeminismo e do cinema de resistência.
Os Limites da Paisagem
12,00 € c/ IVA
Ficção-ensaio e ensaio-ficção sobre necro e farmacopolíticas, metacronismos e infranarrativas, o simbólico como real e o real como simbólico. Ultra-modernidade em diálogo com Ballard, Müller, Pynchon, Sloterdijk, Sontag, Vollmann, West e mais uns quantos.
Os Limites da Paisagem
12,00 € c/ IVA
Ficção-ensaio e ensaio-ficção sobre necro e farmacopolíticas, metacronismos e infranarrativas, o simbólico como real e o real como simbólico. Ultra-modernidade em diálogo com Ballard, Müller, Pynchon, Sloterdijk, Sontag, Vollmann, West e mais uns quantos.
Pequena Poética da Insurreição
18,00 € c/ IVA
"que o objectivo seja o de fazer avançar uma crítica decidida às condições actuais, sem medo das consequências nem dos conflitos daí resultantes com aqueles que detêm o poder"
Pequena Poética da Insurreição
18,00 € c/ IVA
"que o objectivo seja o de fazer avançar uma crítica decidida às condições actuais, sem medo das consequências nem dos conflitos daí resultantes com aqueles que detêm o poder"
Poder Inhumano – inteligencia artificial y el futuro del capitalismo
20,96 € c/ IVA
Nick Dyer-Witheford es Profesor en la Facultad de Estudios de Información y Medios de la Universidad de Western Ontario. Es autor de Cyber-Marx (University of Illinois, 1999) y coautor de Digital Play (McGill-Queen's, 2003), Games of Empire (University of Minnesota Press, 2009) y Cyber-Proletariat (Pluto, 2015).
Atle Mikkola Kjøsen es Profesor Adjunto en la Facultad de Estudios de Información y Medios de la Universidad de Western Ontario. Investiga y ha publicado sobre la intersección entre la economía política marxista, la teoría de los medios, la logística, el comercio minorista, la inteligencia artificial y la tecnología inteligente.
James Steinhoff es Profesor Adjunto en la Escuela de Estudios de la Información y la Comunicación del UniversityCollegeDublin. Esautor de Automation and Autonomy: Labour, Capital and Machines in the Artificial Intelligence Industry (Palgrave Macmillan 2021).
Poder Inhumano – inteligencia artificial y el futuro del capitalismo
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Nick Dyer-Witheford es Profesor en la Facultad de Estudios de Información y Medios de la Universidad de Western Ontario. Es autor de Cyber-Marx (University of Illinois, 1999) y coautor de Digital Play (McGill-Queen's, 2003), Games of Empire (University of Minnesota Press, 2009) y Cyber-Proletariat (Pluto, 2015).
Atle Mikkola Kjøsen es Profesor Adjunto en la Facultad de Estudios de Información y Medios de la Universidad de Western Ontario. Investiga y ha publicado sobre la intersección entre la economía política marxista, la teoría de los medios, la logística, el comercio minorista, la inteligencia artificial y la tecnología inteligente.
James Steinhoff es Profesor Adjunto en la Escuela de Estudios de la Información y la Comunicación del UniversityCollegeDublin. Esautor de Automation and Autonomy: Labour, Capital and Machines in the Artificial Intelligence Industry (Palgrave Macmillan 2021).
Resignação Infinita
23,00 € c/ IVA
Tao Te King – Livro do Caminho e do Bom Caminhar
22,00 € c/ IVA
The Perfect Spectator
26,50 € c/ IVA
What happens between a spectator and a work of art at the moment of encounter? How do we experience ‘meaning’ (significance) in an art work? How can the process of interpretation be understood and articulated? To address these questions, the author explores the field of reception aesthetics, with its central premise that the contemplation of art is a matter of interaction between art work and observer. The research is focused on unravelling and problematizing the theoretical terminology of the interaction between work of art and spectator, deriving from reception aesthetics as well as from hermeneutics and phenomenology, with the aim of building a new theoretical foundation for this terminology. Additionally, different concepts of the spectator are discussed extensively. Wesseling proceeds from her own personal encounters with art objects, and her professional experience in studying and writing about art, in order to arrive at a new theoretical framework for the contemplation of art works.
Janneke Wesseling is an art critic and director of PhDArts, international doctorate programme in visual art and design, at Leiden University, where she was appointed Professor in the Practice and Theory of Research in the Visual Arts, Faculty of Humanities, Leiden University.
The Perfect Spectator
26,50 € c/ IVA
What happens between a spectator and a work of art at the moment of encounter? How do we experience ‘meaning’ (significance) in an art work? How can the process of interpretation be understood and articulated? To address these questions, the author explores the field of reception aesthetics, with its central premise that the contemplation of art is a matter of interaction between art work and observer. The research is focused on unravelling and problematizing the theoretical terminology of the interaction between work of art and spectator, deriving from reception aesthetics as well as from hermeneutics and phenomenology, with the aim of building a new theoretical foundation for this terminology. Additionally, different concepts of the spectator are discussed extensively. Wesseling proceeds from her own personal encounters with art objects, and her professional experience in studying and writing about art, in order to arrive at a new theoretical framework for the contemplation of art works.
Janneke Wesseling is an art critic and director of PhDArts, international doctorate programme in visual art and design, at Leiden University, where she was appointed Professor in the Practice and Theory of Research in the Visual Arts, Faculty of Humanities, Leiden University.
The Portuguese Carnation Revolution – Historical Essay
22,00 € c/ IVA
From the pen of Medeiros Ferreira—who, having returned from exile shortly after the Revolution, played an important role in opening up Portugal’s young democracy to Europe and the world, later establishing himself as one of the most brilliant contemporary history academics of his generation—his historical essay on the Carnation Revolution would be published in 1983, and is now being offered to English readers.
In this first pioneering and daring attempt to record a history of the Portuguese Revolution, recognising the risks of the proximity of the text to the object of study, as well as the proximity of the narrator to the historical action in which he was involved, the author made a redoubled effort of methodological rigour, through the selection, analysis and interpretation of the available sources, bequeathing a work that remains fundamental and intellectually challenging.
The Portuguese Carnation Revolution – Historical Essay
22,00 € c/ IVA
From the pen of Medeiros Ferreira—who, having returned from exile shortly after the Revolution, played an important role in opening up Portugal’s young democracy to Europe and the world, later establishing himself as one of the most brilliant contemporary history academics of his generation—his historical essay on the Carnation Revolution would be published in 1983, and is now being offered to English readers.
In this first pioneering and daring attempt to record a history of the Portuguese Revolution, recognising the risks of the proximity of the text to the object of study, as well as the proximity of the narrator to the historical action in which he was involved, the author made a redoubled effort of methodological rigour, through the selection, analysis and interpretation of the available sources, bequeathing a work that remains fundamental and intellectually challenging.












