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Op Oloop

16,00  c/ IVA
A biografia de Juan Filloy está carregada de dados mais ou menos extravagantes, nem todos verificáveis: filho de pais analfabetos; formou-se em Direito e participou, ainda estudante, na Reforma Universitária de 1918; conheceu a mulher por carta e namoraram três dias antes de se casarem; foi árbitro de boxe; fundou um dos principais emblemas do futebol argentino, o Club Atlético Talleres; criou um clube de golfe sem nunca ter praticado a modalidade; correspondeu-se com Freud, nos anos 30; fumou charutos com Hemingway em Cuba, nos anos 60; orgulhava- se de deter o recorde mundial da produção de palíndromos; coleccionava escrupulosamente todos os números da revista Playboy; e condenava o uso do automóvel. Atravessou três séculos: nasceu em Córdoba, em 1894, e aí morreu, em 2000, embora tenha vivido grande parte da vida numa cidade secundária, Río Cuarto. Diz-se que morreu enquanto dormia a sesta, a poucos dias de cumprir 106 anos. Escreveu mais de 50 livros, muitos deles em edições de autor, com pouquíssimos exemplares, que ele próprio desenhava, paginava, imprimia, encadernava e distribuía. No monumental Dicionário de Autores Latino-Americanos, César Aira destaca o seu descomplexado uso do humor e o «carácter pioneiro de uma obra solitária e anti-convencional». Com a edição de Op Oloop, a Colecção 30 de Fevereiro dá a ler, pela primeira vez em língua portuguesa, um dos autores mais heterodoxos da literatura argentina.
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Op Oloop

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A biografia de Juan Filloy está carregada de dados mais ou menos extravagantes, nem todos verificáveis: filho de pais analfabetos; formou-se em Direito e participou, ainda estudante, na Reforma Universitária de 1918; conheceu a mulher por carta e namoraram três dias antes de se casarem; foi árbitro de boxe; fundou um dos principais emblemas do futebol argentino, o Club Atlético Talleres; criou um clube de golfe sem nunca ter praticado a modalidade; correspondeu-se com Freud, nos anos 30; fumou charutos com Hemingway em Cuba, nos anos 60; orgulhava- se de deter o recorde mundial da produção de palíndromos; coleccionava escrupulosamente todos os números da revista Playboy; e condenava o uso do automóvel. Atravessou três séculos: nasceu em Córdoba, em 1894, e aí morreu, em 2000, embora tenha vivido grande parte da vida numa cidade secundária, Río Cuarto. Diz-se que morreu enquanto dormia a sesta, a poucos dias de cumprir 106 anos. Escreveu mais de 50 livros, muitos deles em edições de autor, com pouquíssimos exemplares, que ele próprio desenhava, paginava, imprimia, encadernava e distribuía. No monumental Dicionário de Autores Latino-Americanos, César Aira destaca o seu descomplexado uso do humor e o «carácter pioneiro de uma obra solitária e anti-convencional». Com a edição de Op Oloop, a Colecção 30 de Fevereiro dá a ler, pela primeira vez em língua portuguesa, um dos autores mais heterodoxos da literatura argentina.
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Os Amanhãs de Ontem

16,35  c/ IVA
Se no seu livro anterior, Comunismo: uma pequena história de como tudo poderá ser diferente(Tigre de Papel, 2020), Adamczak apresentava o comunismo como um conto de fadas com a hipótese de um final feliz, neste oferece-nos uma tragédia. Descreve a deportação de volta para a Alemanha nazi de antifascistas exilados — uma traição de comunistas contra comunistas; a incredulidade inicial dos comunistas europeus face à notícia do pacto Hitler-Estaline; o plano de terror de Estado de Estaline; o desaparecimento da classe e a emergência de cálculos táticos e económicos; o definhamento e a impossibilidade dos sucessos da revolução; e a promessa barata de que «da próxima vez será democrático».   O que pesa sobre a possibilidade do desejo comunista, escreve Adamczak, não é apenas o fim da história, mas, antes de mais, o fim da revolução. Não apenas 1989 mas também, e sobretudo, 1939, 1938 e, mais para trás, 1924 e 1917. Só compreendendo essa história poderemos trabalhar para um futuro melhor.
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Os Amanhãs de Ontem

16,35  c/ IVA
Se no seu livro anterior, Comunismo: uma pequena história de como tudo poderá ser diferente(Tigre de Papel, 2020), Adamczak apresentava o comunismo como um conto de fadas com a hipótese de um final feliz, neste oferece-nos uma tragédia. Descreve a deportação de volta para a Alemanha nazi de antifascistas exilados — uma traição de comunistas contra comunistas; a incredulidade inicial dos comunistas europeus face à notícia do pacto Hitler-Estaline; o plano de terror de Estado de Estaline; o desaparecimento da classe e a emergência de cálculos táticos e económicos; o definhamento e a impossibilidade dos sucessos da revolução; e a promessa barata de que «da próxima vez será democrático».   O que pesa sobre a possibilidade do desejo comunista, escreve Adamczak, não é apenas o fim da história, mas, antes de mais, o fim da revolução. Não apenas 1989 mas também, e sobretudo, 1939, 1938 e, mais para trás, 1924 e 1917. Só compreendendo essa história poderemos trabalhar para um futuro melhor.
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Os Conselhos da Noite

10,00  c/ IVA
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Os Dias Depois

10,00  c/ IVA
Os Dias Depois é o livro de estreia de Artur Barosa. No entanto, mostra já um autor maduro e com uma poesia marcante. para descobrir em cada palavra. Mais um novo autor que chega às mãos dos leitores.
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Os Dias Depois

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Os Dias Depois é o livro de estreia de Artur Barosa. No entanto, mostra já um autor maduro e com uma poesia marcante. para descobrir em cada palavra. Mais um novo autor que chega às mãos dos leitores.
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Os Invisíveis

22,00  c/ IVA
“gritos fortíssimos berros vejo muitos camaradas a correr para aquele lugar não consigo ver nada há fumo e confusão todos têm os olhos vermelhos e cobertos de lágrimas por causa do gás lacrimogéneo desço da grade de segurança e dirijo-me a correr para aquele lugar na companhia de outros damos de caras com outros que vêm na direcção oposta faces desesperadas olhos esbugalhados alguns baixam os lenços um põe as mãos nos cabelos não consigo ver o que aconteceu há um grupo de camaradas parados em semicírculo alguns choram não por causa do gás lacrimogéneo alguns soluçam uma rapariga grita alguma coisa que não compreendo depois mais à frente vejo o corpo ensanguentado no chão vejo o longo rasto de sangue escuro e mais à frente a massa avermelhada do cérebro que a roda do jipão lhe espremeu da cabeça esmagada”
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Os Invisíveis

22,00  c/ IVA
“gritos fortíssimos berros vejo muitos camaradas a correr para aquele lugar não consigo ver nada há fumo e confusão todos têm os olhos vermelhos e cobertos de lágrimas por causa do gás lacrimogéneo desço da grade de segurança e dirijo-me a correr para aquele lugar na companhia de outros damos de caras com outros que vêm na direcção oposta faces desesperadas olhos esbugalhados alguns baixam os lenços um põe as mãos nos cabelos não consigo ver o que aconteceu há um grupo de camaradas parados em semicírculo alguns choram não por causa do gás lacrimogéneo alguns soluçam uma rapariga grita alguma coisa que não compreendo depois mais à frente vejo o corpo ensanguentado no chão vejo o longo rasto de sangue escuro e mais à frente a massa avermelhada do cérebro que a roda do jipão lhe espremeu da cabeça esmagada”
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Os Limites da Paisagem

12,00  c/ IVA
Ficção-ensaio e ensaio-ficção sobre necro e farmacopolíticas, metacronismos e infranarrativas, o simbólico como real e o real como simbólico. Ultra-modernidade em diálogo com Ballard, Müller, Pynchon, Sloterdijk, Sontag, Vollmann, West e mais uns quantos.
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Os Limites da Paisagem

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Ficção-ensaio e ensaio-ficção sobre necro e farmacopolíticas, metacronismos e infranarrativas, o simbólico como real e o real como simbólico. Ultra-modernidade em diálogo com Ballard, Müller, Pynchon, Sloterdijk, Sontag, Vollmann, West e mais uns quantos.
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Os Meus Poemas não Mudarão o Mundo

O preço original era: 14,00 €.O preço atual é: 13,00 €. c/ IVA
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Os Meus Poemas não Mudarão o Mundo

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Os PalestinianosOs Palestinianos
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Os Palestinianos

14,00  c/ IVA
Este é o testemunho de Jean Genet após a sua estadia na Palestina. A urgência em dar a ver o horror da barbárie zionista sobre o povo palestiniano. O testemunho da nobreza e beleza do povo palestiniano expressa na sua resistência honrada.
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Este é o testemunho de Jean Genet após a sua estadia na Palestina. A urgência em dar a ver o horror da barbárie zionista sobre o povo palestiniano. O testemunho da nobreza e beleza do povo palestiniano expressa na sua resistência honrada.
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Os Sujeitos no Neoniberalismo

13,00  c/ IVA
Edição conjunta com os Livros Outro Modo/Le Monde diplomatique – edição portuguesa. Capa de Alejandro Lecavoc. Fernando Ampudia de Haro. Professor na Universidade Europeia. Doutorado em Sociologia pela Universidade Complutense de Madrid, é Investigador no IHC-NOVAFCSH. Tem publicado na área da sociologia histórica, económica e da governamentalidade. José Nuno Matos é investigador auxiliar em Sociologia no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Tem publicado na área da sociologia do trabalho e dos media.
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13,00  c/ IVA
Edição conjunta com os Livros Outro Modo/Le Monde diplomatique – edição portuguesa. Capa de Alejandro Lecavoc. Fernando Ampudia de Haro. Professor na Universidade Europeia. Doutorado em Sociologia pela Universidade Complutense de Madrid, é Investigador no IHC-NOVAFCSH. Tem publicado na área da sociologia histórica, económica e da governamentalidade. José Nuno Matos é investigador auxiliar em Sociologia no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Tem publicado na área da sociologia do trabalho e dos media.
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