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100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora seguido de 12 Maneiras de Escapar ao Natal100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora seguido de 12 Maneiras de Escapar ao Natal
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100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora seguido de 12 Maneiras de Escapar ao Natal

8,00  c/ IVA
Em 100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora – espécie de guia filosófico para uma morte auto-infligida em consciência –, Roland Topor fornece aos leitores material bastante para uma nota de suicídio bem fundamentada. Está pelos cabelos com a calvície? Perca literalmente a cabeça. Farto de previsões meteorológicas falhadas? Tem bom remédio. Seja de tédio ou pelo espectáculo, para fugir aos impostos ou porque Marx (o Groucho) lá nos espera, o que não falta são boas razões para querer fazer parte da (verdadeira) maioria silenciosa. Igualmente úteis são as desculpas para fazer gazeta à consoada, reunidas em 12 Maneiras de Escapar ao Natal: se não suporta a quadra natalícia, nada como tornar-se budista ou muçulmano. Em caso de aperto, pode tentar ficar preso no elevador. Neste breve dois-em-um, cínico e cáustico, transparece a qualidade essencial do humor toporiano: a empatia com o sofrimento e o absurdo do quotidiano.
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100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora seguido de 12 Maneiras de Escapar ao Natal

8,00  c/ IVA
Em 100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora – espécie de guia filosófico para uma morte auto-infligida em consciência –, Roland Topor fornece aos leitores material bastante para uma nota de suicídio bem fundamentada. Está pelos cabelos com a calvície? Perca literalmente a cabeça. Farto de previsões meteorológicas falhadas? Tem bom remédio. Seja de tédio ou pelo espectáculo, para fugir aos impostos ou porque Marx (o Groucho) lá nos espera, o que não falta são boas razões para querer fazer parte da (verdadeira) maioria silenciosa. Igualmente úteis são as desculpas para fazer gazeta à consoada, reunidas em 12 Maneiras de Escapar ao Natal: se não suporta a quadra natalícia, nada como tornar-se budista ou muçulmano. Em caso de aperto, pode tentar ficar preso no elevador. Neste breve dois-em-um, cínico e cáustico, transparece a qualidade essencial do humor toporiano: a empatia com o sofrimento e o absurdo do quotidiano.
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2020

8,00  c/ IVA
Impressão digital em Munken 300g. (original - grafite sobre papel pólen)
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2020

8,00  c/ IVA
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24 Cartas Comerciais

9,00  c/ IVA
inclui trabalhos realizados entre 1989 e 1991. algumas destas cartas foram publicadas pela primeira vez na revista bolletario, 1991 e depois num livro publicado por edições mortas, 1998
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24 Cartas Comerciais

9,00  c/ IVA
inclui trabalhos realizados entre 1989 e 1991. algumas destas cartas foram publicadas pela primeira vez na revista bolletario, 1991 e depois num livro publicado por edições mortas, 1998
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24/7

15,00  c/ IVA
Trabalhar e consumir 24 horas por dia, 7 dias por semana, parece ser a palavra de ordem da actualidade. Nesta engrenagem imparável, incompatível com o tempo morto e improdutivo do nosso sono, tornámo-nos sonâmbulos coniventes com a nossa própria exaustão. Em 24/7, Jonathan Crary explora as origens e consequências deste estado de eterna vigília, indo de Guy Debord a Gilles Deleuze, Hannah Arendt ou Sigmund Freud, e traça um panorama vertiginoso da contemporaneidade, em que o sono é a maior afronta ao capitalismo: um empecilho à produtividade, um reduto de humanidade, a única fronteira não conquistada pela lógica da mercadoria. Ensaio polémico e fascinante, conciso mas abrangente (da Revolução Industrial às redes sociais), 24/7 é a redescoberta de um lugar a salvo para a consciência e a construção da comunidade.
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24/7

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Trabalhar e consumir 24 horas por dia, 7 dias por semana, parece ser a palavra de ordem da actualidade. Nesta engrenagem imparável, incompatível com o tempo morto e improdutivo do nosso sono, tornámo-nos sonâmbulos coniventes com a nossa própria exaustão. Em 24/7, Jonathan Crary explora as origens e consequências deste estado de eterna vigília, indo de Guy Debord a Gilles Deleuze, Hannah Arendt ou Sigmund Freud, e traça um panorama vertiginoso da contemporaneidade, em que o sono é a maior afronta ao capitalismo: um empecilho à produtividade, um reduto de humanidade, a única fronteira não conquistada pela lógica da mercadoria. Ensaio polémico e fascinante, conciso mas abrangente (da Revolução Industrial às redes sociais), 24/7 é a redescoberta de um lugar a salvo para a consciência e a construção da comunidade.
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25/4 Antologia de Poemas de Abril

10,00  c/ IVA
Nos 50 anos da revolução do 25 de Abril, a antologia para comemorar a liberdade reuniu 25 poetas e 4 ilustradores. Uma primeira edição numerada de 254 exemplares. Poemas: Alexandra Malheiro, António Musa, Artur Barosa, Carla Rua, Carlos Alberto Machado, Carlos Tê, Catarina Costa, Catarina Sottomayor, David Rodrigues, Ema Flores, J. A. Nunes Carneiro, João Pedro Mésseder, José Dias Egipto, José Fanha, José Manuel Teixeira, José Viale Moutinho, Luís Aguiar, Luís Severo, Margarida Neves, Maria Frazão, Maria Joana Almeida, Miguel Brandão, Noiserv/David Santos, Rui Miguel Rocha, Sérgio Almeida. Ilustrações: Letícia Barreto, Marta Nunes, Nuno Lacerda Lopes e Rachel Caiano (capa).
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25/4 Antologia de Poemas de Abril

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Nos 50 anos da revolução do 25 de Abril, a antologia para comemorar a liberdade reuniu 25 poetas e 4 ilustradores. Uma primeira edição numerada de 254 exemplares. Poemas: Alexandra Malheiro, António Musa, Artur Barosa, Carla Rua, Carlos Alberto Machado, Carlos Tê, Catarina Costa, Catarina Sottomayor, David Rodrigues, Ema Flores, J. A. Nunes Carneiro, João Pedro Mésseder, José Dias Egipto, José Fanha, José Manuel Teixeira, José Viale Moutinho, Luís Aguiar, Luís Severo, Margarida Neves, Maria Frazão, Maria Joana Almeida, Miguel Brandão, Noiserv/David Santos, Rui Miguel Rocha, Sérgio Almeida. Ilustrações: Letícia Barreto, Marta Nunes, Nuno Lacerda Lopes e Rachel Caiano (capa).
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15,00  c/ IVA
O preço a pagar apaga-nos, sabe-se
que isso acontece: os açaimos, os cabides.
Os filhos sintéticos desta geração
(cujo devir deveria
federar dissídios e relapsos)
constroem o Museu do Sujo e do Hostil,
que é o reverso da medalha do trabalho,
a toalha de mesa das boas famílias.
Os açaimos, os varões tóxicos,
cujo devir deveria _________________
E a História move-se, como um verme
sobre lume, de situação em situação,
de espessura em espessura.
Co-edição Barco Bêbado _ viúva frenesi
tiragem única de 150 exemplares
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9,8,7,6,5,4,3,2,1______9,8,7,6,5,4,3,2,1______
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15,00  c/ IVA
O preço a pagar apaga-nos, sabe-se
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Os filhos sintéticos desta geração
(cujo devir deveria
federar dissídios e relapsos)
constroem o Museu do Sujo e do Hostil,
que é o reverso da medalha do trabalho,
a toalha de mesa das boas famílias.
Os açaimos, os varões tóxicos,
cujo devir deveria _________________
E a História move-se, como um verme
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A Bola VermelhaA Bola Vermelha
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A Bola Vermelha

13,00  c/ IVA
É vermelha e tem forma de bola. Salta à vista no meio do campo. Será animal ou vegetal? Alguém a perdeu, ou terá caído de uma árvore? Uma bola vermelha pode ser muitas coisas! Entre certezas e dúvidas, de AH! a OH!, vamos com ela nesta aventura. IÉÉ! Um álbum simples e belo como um dia de praia, que nos desafia a ver além das aparências e a estar em sintonia com a natureza.
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A Bola VermelhaA Bola Vermelha
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A Bola Vermelha

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É vermelha e tem forma de bola. Salta à vista no meio do campo. Será animal ou vegetal? Alguém a perdeu, ou terá caído de uma árvore? Uma bola vermelha pode ser muitas coisas! Entre certezas e dúvidas, de AH! a OH!, vamos com ela nesta aventura. IÉÉ! Um álbum simples e belo como um dia de praia, que nos desafia a ver além das aparências e a estar em sintonia com a natureza.
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A Casa Suspensa nas ÁrvoresA Casa Suspensa nas Árvores
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A Casa Suspensa nas Árvores

14,50  c/ IVA
Quando nova, era uma casa no meio de um relvado acabado de plantar. Lá, viviam duas crianças com o seu pai. Enquanto as crianças brincavam entre as árvores dos vizinhos, o pai, incansável, cuidava da relva. Gostava de a ver perfeita. Mas as árvores nunca desistem, e verão após verão enviavam-lhe pequenas sementes aladas cheias de esperança.  Uma história terna e inspiradora sobre a capacidade de a natureza acolher a vida e resgatar a beleza.
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A Casa Suspensa nas Árvores

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Quando nova, era uma casa no meio de um relvado acabado de plantar. Lá, viviam duas crianças com o seu pai. Enquanto as crianças brincavam entre as árvores dos vizinhos, o pai, incansável, cuidava da relva. Gostava de a ver perfeita. Mas as árvores nunca desistem, e verão após verão enviavam-lhe pequenas sementes aladas cheias de esperança.  Uma história terna e inspiradora sobre a capacidade de a natureza acolher a vida e resgatar a beleza.
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A Cor da Tua Sombra

O preço original era: 16,40 €.O preço atual é: 14,76 €. c/ IVA
Unidos por uma dor comum, ambos se veem confrontados com aquilo que julgavam enterrado: o regresso do pai de Anchia — o mesmo homem que, outrora, tentou vendê-la para um ritual de sacrifício. Entre trauma e resistência, culpa e sobrevivência, o romance convoca o leitor a atravessar sombras profundas da condição humana.
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A Cor da Tua Sombra

O preço original era: 16,40 €.O preço atual é: 14,76 €. c/ IVA
Unidos por uma dor comum, ambos se veem confrontados com aquilo que julgavam enterrado: o regresso do pai de Anchia — o mesmo homem que, outrora, tentou vendê-la para um ritual de sacrifício. Entre trauma e resistência, culpa e sobrevivência, o romance convoca o leitor a atravessar sombras profundas da condição humana.
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A Inesperada/PradoA Inesperada/Prado
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A Inesperada/Prado

30,00  c/ IVA
Inclui um ensaio visual, PRADO, de Catarina Lopes Vicente e Daniel Fernandes. tradução de Teresa Noronha texto-badana do poeta António Cabrita
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A Inesperada/Prado

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Inclui um ensaio visual, PRADO, de Catarina Lopes Vicente e Daniel Fernandes. tradução de Teresa Noronha texto-badana do poeta António Cabrita
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A Lágrima tem um Menino

10,00  c/ IVA
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A Liberdade é Uma Luta ConstanteA Liberdade é Uma Luta Constante
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A Liberdade é Uma Luta Constante

16,00  c/ IVA
Nesta selecção de ensaios, entrevistas e discursos, a célebre activista e académica Angela Davis lança uma nova luz sobre as lutas contra a violência de Estado e a opressão em vários pontos do mundo – da Palestina à África do Sul –, desmontando as estruturas do sistema capitalista (patriarcado, supremacia branca, políticas imperiais) que apenas sobrevivem perpetuando conflitos. Reflexão sobre os combates históricos do movimento negro nos Estados Unidos, o lugar central do feminismo na desconstrução das relações de poder e a abolição do sistema prisional industrial, A Liberdade é Uma Luta Constante(2015) obriga-nos a olhar para lá do nosso quintal, para os «reservatórios de esperança e optimismo» que encontramos nas colectividades resistentes. Quando dar tréguas à injustiça é multiplicar formas de submissão, Angela Davis desafia-nos a dar o exemplo, fazendo a nossa parte por um movimento global de libertação humana.
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A Liberdade é Uma Luta Constante

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Nesta selecção de ensaios, entrevistas e discursos, a célebre activista e académica Angela Davis lança uma nova luz sobre as lutas contra a violência de Estado e a opressão em vários pontos do mundo – da Palestina à África do Sul –, desmontando as estruturas do sistema capitalista (patriarcado, supremacia branca, políticas imperiais) que apenas sobrevivem perpetuando conflitos. Reflexão sobre os combates históricos do movimento negro nos Estados Unidos, o lugar central do feminismo na desconstrução das relações de poder e a abolição do sistema prisional industrial, A Liberdade é Uma Luta Constante(2015) obriga-nos a olhar para lá do nosso quintal, para os «reservatórios de esperança e optimismo» que encontramos nas colectividades resistentes. Quando dar tréguas à injustiça é multiplicar formas de submissão, Angela Davis desafia-nos a dar o exemplo, fazendo a nossa parte por um movimento global de libertação humana.
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A Maçã de FerroA Maçã de Ferro
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A Maçã de Ferro

10,00  c/ IVA
Agrafado, dobrado e cortado à mão.
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A Maçã de Ferro

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Agrafado, dobrado e cortado à mão.
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À Noite, na FlorestaÀ Noite, na Floresta
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À Noite, na Floresta

18,90  c/ IVA
Certo dia, ao cair da noite, entrei na floresta. E vi um esquilo a esgueirar-se. Uma raposa a caçar. Até que, de repente, apareceu um javali. Parou. Olhou para mim. Fiz-lhe festinhas, e contei-lhe o meu desejo secreto. Vencedor do Prémio Sorcières 2024 na categoria Ficção, este é um álbum inovador e invulgar, inteiramente em tons de preto, castanho e cinzento, e desenhado a carvão obtido a partir de diferentes árvores e arbustos. Sarah Cheveau recria de forma exímia uma experiência contemplativa de observação do mundo natural, e termina com um estudo de cor e um herbário que desvendam as técnicas utilizadas na ilustração deste livro.
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À Noite, na Floresta

18,90  c/ IVA
Certo dia, ao cair da noite, entrei na floresta. E vi um esquilo a esgueirar-se. Uma raposa a caçar. Até que, de repente, apareceu um javali. Parou. Olhou para mim. Fiz-lhe festinhas, e contei-lhe o meu desejo secreto. Vencedor do Prémio Sorcières 2024 na categoria Ficção, este é um álbum inovador e invulgar, inteiramente em tons de preto, castanho e cinzento, e desenhado a carvão obtido a partir de diferentes árvores e arbustos. Sarah Cheveau recria de forma exímia uma experiência contemplativa de observação do mundo natural, e termina com um estudo de cor e um herbário que desvendam as técnicas utilizadas na ilustração deste livro.
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A Violência e o EscárnioA Violência e o Escárnio
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A Violência e o Escárnio

16,00  c/ IVA
Numa grande cidade dirigida por um governador despótico e burlesco, um grupo de amigos, amantes do riso e de outros prazeres da vida, inventa uma nova forma de combate político: a farsa-que-não-parece-farsa. E, desenvolvendo uma actividade que profundamente os diverte (e neles aguça o sentido de humor), põem fora do poleiro o detestado líder. Irónica reflexão sobre o poder, A VIOLÊNCIA E O ESCÁRNIO (1964) são aqui duas faces discrepantes da oposição a sistemas políticos vigentes: a atitude heróica, em que o militante, levando a sério os políticos de Estado, se sacrifica pela causa, e o absoluto desprezo pelas instituições estatais e pelos seus dirigentes, títeres de um mundo grotesco e aviltante. Este romance exprime a paradoxal e salutar perspectiva de Albert Cossery, que às neuróticas gesticulações dos homens opõe o desprendimento e a contemplação — sempre assentes na rejeição do sacrifício.
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A Violência e o Escárnio

16,00  c/ IVA
Numa grande cidade dirigida por um governador despótico e burlesco, um grupo de amigos, amantes do riso e de outros prazeres da vida, inventa uma nova forma de combate político: a farsa-que-não-parece-farsa. E, desenvolvendo uma actividade que profundamente os diverte (e neles aguça o sentido de humor), põem fora do poleiro o detestado líder. Irónica reflexão sobre o poder, A VIOLÊNCIA E O ESCÁRNIO (1964) são aqui duas faces discrepantes da oposição a sistemas políticos vigentes: a atitude heróica, em que o militante, levando a sério os políticos de Estado, se sacrifica pela causa, e o absoluto desprezo pelas instituições estatais e pelos seus dirigentes, títeres de um mundo grotesco e aviltante. Este romance exprime a paradoxal e salutar perspectiva de Albert Cossery, que às neuróticas gesticulações dos homens opõe o desprendimento e a contemplação — sempre assentes na rejeição do sacrifício.
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Acerca del Silencio – una antropologíaAcerca del Silencio – una antropología
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Acerca del Silencio – una antropología

24,81  c/ IVA
David Le Breton (1953) es un sociólogo y antropólogo francés. Profesor en la Universidad de Estrasburgo, es uno de los intelectuales más leído, actualmente, en Latinoamérica. También es autor de, entre otros libros, Antropología del dolor o El silencio. Prometeo Libros ha publicado, además, Sociología del riesgo (2021), Antropología del cuerpo y modernidad (2021). El interaccionismo simbólico (2022), Las pasiones ordinarias (2023) y Ritos de virilidad en la adolescencia (2023) Los rostros. Ensayo de antropología (2024)
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Acerca del Silencio – una antropología

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David Le Breton (1953) es un sociólogo y antropólogo francés. Profesor en la Universidad de Estrasburgo, es uno de los intelectuales más leído, actualmente, en Latinoamérica. También es autor de, entre otros libros, Antropología del dolor o El silencio. Prometeo Libros ha publicado, además, Sociología del riesgo (2021), Antropología del cuerpo y modernidad (2021). El interaccionismo simbólico (2022), Las pasiones ordinarias (2023) y Ritos de virilidad en la adolescencia (2023) Los rostros. Ensayo de antropología (2024)
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Against Morality

18,40  c/ IVA
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Alecrim Recém Cortado

13,00  c/ IVA
Juan Carlos tem nome de virgem e escreveu Alecrim recém cortado, uma passagem para a fragilidade e a força de um ser e de seres que habitam as terras da Estremadura, onde o violento e o sujo se perdem entre o suor e o amor, onde a visão do mal não impede a visão de tudo o que é belo. A língua faz-se sua através dos séculos, inteiramente nova e velha ao mesmo tempo. – Violeta Gil (do prefácio) * Juan Carlos Panduro nasceu em 1998, em Badajoz, e formou-se como artista de circo na École Supérieure des Arts du Cirque de Bruxelas. Interessado por trabalhos que pensem os limites do corpo, desde pequeno que lhe pedem para escrever um poema à virgem, o que continua a tentar. Alecrim Recém Cortado é o seu primeiro livro.
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Alecrim Recém Cortado

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Juan Carlos tem nome de virgem e escreveu Alecrim recém cortado, uma passagem para a fragilidade e a força de um ser e de seres que habitam as terras da Estremadura, onde o violento e o sujo se perdem entre o suor e o amor, onde a visão do mal não impede a visão de tudo o que é belo. A língua faz-se sua através dos séculos, inteiramente nova e velha ao mesmo tempo. – Violeta Gil (do prefácio) * Juan Carlos Panduro nasceu em 1998, em Badajoz, e formou-se como artista de circo na École Supérieure des Arts du Cirque de Bruxelas. Interessado por trabalhos que pensem os limites do corpo, desde pequeno que lhe pedem para escrever um poema à virgem, o que continua a tentar. Alecrim Recém Cortado é o seu primeiro livro.
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Allow me to Dream a Body with YouAllow me to Dream a Body with You
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Allow me to Dream a Body with You

12,00  c/ IVA
Sabina Holzer works in the field of expanded choreography. Her performances, interventions and texts explore the ecologies of human and more-than-human bodies with particular attention to movement and matter. She engages in practices of collaboration, philosophy, ecology, science fiction and poetry.
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Allow me to Dream a Body with You

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Sabina Holzer works in the field of expanded choreography. Her performances, interventions and texts explore the ecologies of human and more-than-human bodies with particular attention to movement and matter. She engages in practices of collaboration, philosophy, ecology, science fiction and poetry.
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Amor e Desconcerto do MundoAmor e Desconcerto do Mundo
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Amor e Desconcerto do MundoAmor e Desconcerto do Mundo
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Amor e Desconcerto do Mundo

17,00  c/ IVA
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Anarquia, Estado e Utopia

31,90  c/ IVA

ROBERT NOZICK

ROBERT NOZICK (1938-2002) foi um importante filósofo norte-americano, com especial proeminência nas décadas de 70 e 80 do século passado. Concluiu os seus estudos superiores nas universidades de Columbia, Princeton e Oxford. Embora seja mais conhecido pela sua obra Anarquia, Estado e Utopia, publicou também textos sobre teoria da decisão e epistemologia. Foi professor de Filosofia na Universidade de Harvard.
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Anarquia, Estado e Utopia

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ROBERT NOZICK

ROBERT NOZICK (1938-2002) foi um importante filósofo norte-americano, com especial proeminência nas décadas de 70 e 80 do século passado. Concluiu os seus estudos superiores nas universidades de Columbia, Princeton e Oxford. Embora seja mais conhecido pela sua obra Anarquia, Estado e Utopia, publicou também textos sobre teoria da decisão e epistemologia. Foi professor de Filosofia na Universidade de Harvard.
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Anguesângue

15,00  c/ IVA
Anguesângue é uma adaptação em três capítulos dos contos Unhapiness e On Parables de Franz Kafka (1883-1924). O que une a banda Faint Spirit, um quarto alugado no 3º andar, um solilóquio para um público invisível, um oculto inquiridor, uma visita no entardecer de Novembro e um vizinho que está lá para espiar quando saímos: EUGÉNIO, um hóspede que não encontra consolo no facto de não acreditar em fantasmas. 
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Anguesângue

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Anguesângue é uma adaptação em três capítulos dos contos Unhapiness e On Parables de Franz Kafka (1883-1924). O que une a banda Faint Spirit, um quarto alugado no 3º andar, um solilóquio para um público invisível, um oculto inquiridor, uma visita no entardecer de Novembro e um vizinho que está lá para espiar quando saímos: EUGÉNIO, um hóspede que não encontra consolo no facto de não acreditar em fantasmas. 
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Animal de Bosque

14,00  c/ IVA
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Another Lover, The Circle is Broken

20,00  c/ IVA
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Antología PrimeraAntología Primera
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Antología PrimeraAntología Primera
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Antología Primera

25,00  c/ IVA
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Apontamentos Sobre a Poesia Pós-Conceptual

20,00  c/ IVA
Com a Internet, tudo pode ser levado para dentro do poema, qualquer pessoa pode tornar-se uma estrela, e os ditames da moda (receber gostos) substituem a autoridade do crítico. E, no entanto, a crise de que todos os críticos (desde a mais velha estrela do rock até Hal Foster) parecem lamentar-se quando não conseguem perceber quem determina o talento na Internet é, na verdade, uma crise que, ao mesmo tempo, é a coisa mais maravilhosa de sempre para o crítico. Porque quanto maior a mise en abyme, mais importante é o papel do crítico na manutenção da ordem. E, por conseguinte, a maioria dos críticos que escreve em revistas ostentosas lamentando a mise en abyme da moda está propositadamente a negligenciar a moda de luxo que ganham com essa mise en abyme: a importância dos críticos e dos curadores é redobrada! E a maioria, claro, aproveita a oportunidade, ao lamentar esta mise en abyme, para enfatizar os poucos artistas que crêem livres desta acusação.
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Apontamentos Sobre a Poesia Pós-Conceptual

20,00  c/ IVA
Com a Internet, tudo pode ser levado para dentro do poema, qualquer pessoa pode tornar-se uma estrela, e os ditames da moda (receber gostos) substituem a autoridade do crítico. E, no entanto, a crise de que todos os críticos (desde a mais velha estrela do rock até Hal Foster) parecem lamentar-se quando não conseguem perceber quem determina o talento na Internet é, na verdade, uma crise que, ao mesmo tempo, é a coisa mais maravilhosa de sempre para o crítico. Porque quanto maior a mise en abyme, mais importante é o papel do crítico na manutenção da ordem. E, por conseguinte, a maioria dos críticos que escreve em revistas ostentosas lamentando a mise en abyme da moda está propositadamente a negligenciar a moda de luxo que ganham com essa mise en abyme: a importância dos críticos e dos curadores é redobrada! E a maioria, claro, aproveita a oportunidade, ao lamentar esta mise en abyme, para enfatizar os poucos artistas que crêem livres desta acusação.
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Arte Breve

8,00  c/ IVA
Arte Breve é uma edição limitada, com pequena tiragem, da colecção Errar da editora Flâneur, impressa com costura à vista.
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Arte Breve

8,00  c/ IVA
Arte Breve é uma edição limitada, com pequena tiragem, da colecção Errar da editora Flâneur, impressa com costura à vista.
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As Cigarras Vão Morrer, Antologia de HaikusAs Cigarras Vão Morrer, Antologia de Haikus
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As Cigarras Vão Morrer, Antologia de Haikus

11,00  c/ IVA

As cigarras vão morrer

mas no seu canto

nada o anuncia

 

Matsuo Bashô

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As Cigarras Vão Morrer, Antologia de Haikus

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Matsuo Bashô

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Babas – LetrasBabas – Letras
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Babas – Letras

10,00  c/ IVA
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Betão – Arma de Construção Maciça do CapitalismoBetão – Arma de Construção Maciça do Capitalismo
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Betão – Arma de Construção Maciça do Capitalismo

15,00  c/ IVA
Partindo do episódio da queda da Ponte Morandi, em Génova, em 2018, como caso exemplar da obsolescência programada, Anselm Jappe desenvolve a premissa de que o betão — um dos materiais de construção mais utilizados no planeta, produzido em quantidades astronómicas e com irreversíveis consequências sanitárias e ambientais — encarna por excelência a lógica desmesurada, descartável e destrutiva do capitalismo. Ensaio que associa a crítica do valor à crítica da arquitectura e do urbanismo contem-porâneos, rememorando o historial problemático deste material — das intenções dos seus entusiastas às reservas dos seus detractores, da sua expansão durante a Revolução Industrial ao declínio de técnicas sustentáveis e ancestrais —, Betão (2020) é um protesto contra a uniformização económica, social e estética do mundo, uma recusa da habitação como activo rentável e um alerta para as insidiosas leis da mercadoria e do crescimento infinito.
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Betão – Arma de Construção Maciça do Capitalismo

15,00  c/ IVA
Partindo do episódio da queda da Ponte Morandi, em Génova, em 2018, como caso exemplar da obsolescência programada, Anselm Jappe desenvolve a premissa de que o betão — um dos materiais de construção mais utilizados no planeta, produzido em quantidades astronómicas e com irreversíveis consequências sanitárias e ambientais — encarna por excelência a lógica desmesurada, descartável e destrutiva do capitalismo. Ensaio que associa a crítica do valor à crítica da arquitectura e do urbanismo contem-porâneos, rememorando o historial problemático deste material — das intenções dos seus entusiastas às reservas dos seus detractores, da sua expansão durante a Revolução Industrial ao declínio de técnicas sustentáveis e ancestrais —, Betão (2020) é um protesto contra a uniformização económica, social e estética do mundo, uma recusa da habitação como activo rentável e um alerta para as insidiosas leis da mercadoria e do crescimento infinito.
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Broken Machine

10,00  c/ IVA
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Broken Machine

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Cadelas Vadias

18,00  c/ IVA
Dahlia de la Cerda é o braço armado das mulheres que escrevem, o esperado apóstolo das mulheres que ajudam outras mulheres. Contra-escrita de bairro, misoprostol com marijuana, tweets de narcocorridos, violência a rodos, os seus livros são tudo ou nada, literatura de luxo proletário, carnal e radical para tempos tontos e cobardes.
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Cadelas Vadias

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Dahlia de la Cerda é o braço armado das mulheres que escrevem, o esperado apóstolo das mulheres que ajudam outras mulheres. Contra-escrita de bairro, misoprostol com marijuana, tweets de narcocorridos, violência a rodos, os seus livros são tudo ou nada, literatura de luxo proletário, carnal e radical para tempos tontos e cobardes.
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Caderno de Talamanca

10,00  c/ IVA
«Não consigo concentrar-me em nada, tudo me aborrece, tudo me convida à dispersão. Em contrapartida, interesso-me por uma data de coisas, mas por nenhuma até ao fim, salvo talvez o aborrecimento. Sou um obsessivo dissipado, que esbanja e pulveriza as obsessões. Podia ter sido um grande curioso do incurável.» (p.34)
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Caderno de Talamanca

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«Não consigo concentrar-me em nada, tudo me aborrece, tudo me convida à dispersão. Em contrapartida, interesso-me por uma data de coisas, mas por nenhuma até ao fim, salvo talvez o aborrecimento. Sou um obsessivo dissipado, que esbanja e pulveriza as obsessões. Podia ter sido um grande curioso do incurável.» (p.34)
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Cadernos de Bernfried Jarvi

14,00  c/ IVA
Este é a primeira “longa metragem” de Rui Manuel Amaral. Rui Manuel Amaral é autor de Caravana (Angelus Novus, 2008), Doutor Avalanche (Angelus Novus, 2010) e Polaróide (Língua Morta, 2015). Traduziu Oliverio Girondo, Francisco Tario, Virgilio Piñera e Ruben Darío. Editou Konstantinos Kaváfis, Antonin Artaud, Daniil Kharms, Felix Fénéon, Charles Cros, Alphonse Allais, entre outros.
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Cadernos de Bernfried Jarvi

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Este é a primeira “longa metragem” de Rui Manuel Amaral. Rui Manuel Amaral é autor de Caravana (Angelus Novus, 2008), Doutor Avalanche (Angelus Novus, 2010) e Polaróide (Língua Morta, 2015). Traduziu Oliverio Girondo, Francisco Tario, Virgilio Piñera e Ruben Darío. Editou Konstantinos Kaváfis, Antonin Artaud, Daniil Kharms, Felix Fénéon, Charles Cros, Alphonse Allais, entre outros.
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Canções de Declínio

12,00  c/ IVA
Mário de Sá-Carneiro é um poeta fora do seu tempo e, portanto, contemporâneo porque só é contemporâneo quem não coincide com o próprio tempo e não se adapta às suas pretensões. Por isso, plenamente consciente de ser o único a chegar a tempo a uma festa cujo convite, porém, declinou, Sá-Carneiro faz-se ele próprio ofensa e irrisão dos lepidópteros de uma época que é a sua, mas que recusa porque é incapaz de correr à sua velocidade. Talvez tenhamos de começar por aqui e admitir que não precisamos da vida de Mário de Sá-Carneiro — e muito menos da sua morte — para apreciar os seus versos e reconhecer-lhe a grandeza que, passado mais de um século, continua inalterada e inalcançável. Canções de Declínio, com edição de Giorgio de Marchis e ilustrações de Kleber Sales, reúne todos os poemas da breve idade adulta de Mário de Sá-Carneiro e conta com prefácio de Adriana Calcanhotto.
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Canções de Declínio

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Mário de Sá-Carneiro é um poeta fora do seu tempo e, portanto, contemporâneo porque só é contemporâneo quem não coincide com o próprio tempo e não se adapta às suas pretensões. Por isso, plenamente consciente de ser o único a chegar a tempo a uma festa cujo convite, porém, declinou, Sá-Carneiro faz-se ele próprio ofensa e irrisão dos lepidópteros de uma época que é a sua, mas que recusa porque é incapaz de correr à sua velocidade. Talvez tenhamos de começar por aqui e admitir que não precisamos da vida de Mário de Sá-Carneiro — e muito menos da sua morte — para apreciar os seus versos e reconhecer-lhe a grandeza que, passado mais de um século, continua inalterada e inalcançável. Canções de Declínio, com edição de Giorgio de Marchis e ilustrações de Kleber Sales, reúne todos os poemas da breve idade adulta de Mário de Sá-Carneiro e conta com prefácio de Adriana Calcanhotto.
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Capitalismo Canibal – Como enfrentar um sistema que devora a democracia, as condições de existência e o planeta

19,00  c/ IVA
O capitalismo separou brutalmente os seres humanos dos ritmos naturais e sazonais, recrutando-os para a laboração industrial, alimentada por combustíveis fósseis, e para a agricultura em vista do lucro, com recurso a fertilizantes químicos. Ao mesmo tempo, o neoliberalismo promete obliterar a fronteira natureza/humano, como é bem visível nas novas técnicas reprodutivas e na evolução contínua dos ciborgues. Longe de proporcionarem uma «reconciliação» com a natureza, esses desenvolvimentos intensificam a sua canibalização pelo capital. Omnívoro e alarve, o capital canibaliza todas as esferas da vida, sugando recursos naturais, explorando populações racializadas e minando a prática política. Se à actual urgência climática acrescem crises económicas sucessivas, o colapso da democracia e uma crescente hostilidade face a minorias, CAPITALISMO CANIBAL (2022) traça a linha que une todos os pontos – o apetite insaciável de um modelo económico e social arrasador – e propõe-nos que imaginemos novos sistemas para o substituir. Síntese do labor investigativo de Nancy Fraser, este é um livro urgente para compreendermos o capitalismo do século XXI e ousarmos formas de lhe resistir.
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Capitalismo Canibal – Como enfrentar um sistema que devora a democracia, as condições de existência e o planeta

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O capitalismo separou brutalmente os seres humanos dos ritmos naturais e sazonais, recrutando-os para a laboração industrial, alimentada por combustíveis fósseis, e para a agricultura em vista do lucro, com recurso a fertilizantes químicos. Ao mesmo tempo, o neoliberalismo promete obliterar a fronteira natureza/humano, como é bem visível nas novas técnicas reprodutivas e na evolução contínua dos ciborgues. Longe de proporcionarem uma «reconciliação» com a natureza, esses desenvolvimentos intensificam a sua canibalização pelo capital. Omnívoro e alarve, o capital canibaliza todas as esferas da vida, sugando recursos naturais, explorando populações racializadas e minando a prática política. Se à actual urgência climática acrescem crises económicas sucessivas, o colapso da democracia e uma crescente hostilidade face a minorias, CAPITALISMO CANIBAL (2022) traça a linha que une todos os pontos – o apetite insaciável de um modelo económico e social arrasador – e propõe-nos que imaginemos novos sistemas para o substituir. Síntese do labor investigativo de Nancy Fraser, este é um livro urgente para compreendermos o capitalismo do século XXI e ousarmos formas de lhe resistir.
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Casa

16,00  c/ IVA
Para uns, casa é no campo. Para outros, é um apartamento na cidade. Existem casas altas e casas baixas, casas minimalistas e casas eclécticas. As abelhas vivem em colmeias. Já o guaxinim gosta de árvores ocas. Neste livro há casas aquáticas, casas com rodas e até casas na Lua! Acreditam? Uma viagem pelo mundo, entre a realidade e a fantasia, em busca das muitas formas de nos sentirmos em casa, pela premiada ilustradora Carson Ellis.
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Casa

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Para uns, casa é no campo. Para outros, é um apartamento na cidade. Existem casas altas e casas baixas, casas minimalistas e casas eclécticas. As abelhas vivem em colmeias. Já o guaxinim gosta de árvores ocas. Neste livro há casas aquáticas, casas com rodas e até casas na Lua! Acreditam? Uma viagem pelo mundo, entre a realidade e a fantasia, em busca das muitas formas de nos sentirmos em casa, pela premiada ilustradora Carson Ellis.
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Castas

10,00  c/ IVA
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Casulo para Criar AsasCasulo para Criar Asas
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Casulo para Criar Asas

15,00  c/ IVA
𝒄𝒂𝒔𝒖𝒍𝒐 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒄𝒓𝒊𝒂𝒓 𝒂𝒔𝒂𝒔 é o lugar onde pacientemente verti alguns poemas, tecidos ao longo de infindáveis transformações. o primeiro livro de poesia – e com ele toda a beleza do inacabado que se começa, inicia frágil, ténue casca, porém substância nuclear. seguir sendo.
querer tudo, o que se vê e o que se esconde, o que afaga e o que fere. a rua que me viu crescer ou o mundo. mas antes, o silêncio, onde o casulo se tece, onde a transformação acontece com vagar. aceitar a dor e o deleite, a sombra e a luz, o grão-terra e o areal pra se nascer inteiramente pra sempre. este livro é sobre infindáveis transformações silenciosas, o ínfimo e o infinito.
Casulo para Criar AsasCasulo para Criar Asas
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Casulo para Criar Asas

15,00  c/ IVA
𝒄𝒂𝒔𝒖𝒍𝒐 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒄𝒓𝒊𝒂𝒓 𝒂𝒔𝒂𝒔 é o lugar onde pacientemente verti alguns poemas, tecidos ao longo de infindáveis transformações. o primeiro livro de poesia – e com ele toda a beleza do inacabado que se começa, inicia frágil, ténue casca, porém substância nuclear. seguir sendo.
querer tudo, o que se vê e o que se esconde, o que afaga e o que fere. a rua que me viu crescer ou o mundo. mas antes, o silêncio, onde o casulo se tece, onde a transformação acontece com vagar. aceitar a dor e o deleite, a sombra e a luz, o grão-terra e o areal pra se nascer inteiramente pra sempre. este livro é sobre infindáveis transformações silenciosas, o ínfimo e o infinito.
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Cem Frases para Leques

17,00  c/ IVA
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Clepsydra, A Poesia de Camilo Pessanha

12,00  c/ IVA
Camilo Pessanha, geralmente identificado (e bem) com o simbolismo, pelas imagens que usa e pelos símbolos que propõe na sua leitura metafórica do mundo e das suas sensações, pode, sob outro prisma, ser apartado daquele movimento literário. É que à vista do leitor vai-se revelando uma narrativa alegórica que, ao conceber a existência humana como um processo de despersonalização, acaba por conduzir a sua poesia para o território do modernismo. São, aliás, absolutamente centrais na literatura portuguesa as ligações entre Pessanha e poetas modernistas como Mário de Sá-Carneiro (1890–1916) e Fernando Pessoa (1888–1935), com a poesia de Pessanha a iluminar uma boa parte das obras destes autores. A presente edição da obra poética de Camilo Pessanha, da responsabilidade de Paulo Franchetti, conta com uma introdução de Helena Carvalhão Buescu e ilustrações de André Carrilho.
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Clepsydra, A Poesia de Camilo Pessanha

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Camilo Pessanha, geralmente identificado (e bem) com o simbolismo, pelas imagens que usa e pelos símbolos que propõe na sua leitura metafórica do mundo e das suas sensações, pode, sob outro prisma, ser apartado daquele movimento literário. É que à vista do leitor vai-se revelando uma narrativa alegórica que, ao conceber a existência humana como um processo de despersonalização, acaba por conduzir a sua poesia para o território do modernismo. São, aliás, absolutamente centrais na literatura portuguesa as ligações entre Pessanha e poetas modernistas como Mário de Sá-Carneiro (1890–1916) e Fernando Pessoa (1888–1935), com a poesia de Pessanha a iluminar uma boa parte das obras destes autores. A presente edição da obra poética de Camilo Pessanha, da responsabilidade de Paulo Franchetti, conta com uma introdução de Helena Carvalhão Buescu e ilustrações de André Carrilho.
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Comité Invisível

17,75  c/ IVA
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Como É Que o Pai Natal Desce pela Chaminé?Como É Que o Pai Natal Desce pela Chaminé?
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Como É Que o Pai Natal Desce pela Chaminé?

14,50  c/ IVA
Como é que ele faz, como é que funciona? Será que aperta mais o cinto ou fica pequenino como um rato? Será que se estica como plasticina? Entra de cabeça ou com os pés? E se a casa não tiver chaminé... o que é que acontece? Com muito humor e uma boa dose de absurdo, este álbum tenta resolver um dos grandes mistérios do mundo!
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Como É Que o Pai Natal Desce pela Chaminé?

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Como é que ele faz, como é que funciona? Será que aperta mais o cinto ou fica pequenino como um rato? Será que se estica como plasticina? Entra de cabeça ou com os pés? E se a casa não tiver chaminé... o que é que acontece? Com muito humor e uma boa dose de absurdo, este álbum tenta resolver um dos grandes mistérios do mundo!
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Como Nascem as ÁrvoresComo Nascem as Árvores
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Como Nascem as Árvores

16,00  c/ IVA
«Mãe, as árvores casam entre elas? E depois têm árvores bebés que crescem?» Assim começa um passeio de mãe e filho pela floresta. Juntos, observam a natureza que os rodeia, e começam uma divertida conversa sobre como nascem e crescem as árvores. Pelo caminho, procuram o lugar perfeito para plantar uma árvore em memória de quem já partiu. Vencedor do Prémio Bologna Ragazzi 2024 na categoria Comics, Como Nascem as Árvores é um livro didáctico e arrebatador que explora os temas da sustentabilidade e da memória.
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Como Nascem as ÁrvoresComo Nascem as Árvores
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Como Nascem as Árvores

16,00  c/ IVA
«Mãe, as árvores casam entre elas? E depois têm árvores bebés que crescem?» Assim começa um passeio de mãe e filho pela floresta. Juntos, observam a natureza que os rodeia, e começam uma divertida conversa sobre como nascem e crescem as árvores. Pelo caminho, procuram o lugar perfeito para plantar uma árvore em memória de quem já partiu. Vencedor do Prémio Bologna Ragazzi 2024 na categoria Comics, Como Nascem as Árvores é um livro didáctico e arrebatador que explora os temas da sustentabilidade e da memória.
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Como Rebentar um Oleoduto

O preço original era: 15,50 €.O preço atual é: 13,95 €. c/ IVA
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Como Rebentar um Oleoduto

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Como Reconhecer o Fascismo & Da Diferença entre Migrações e Emigrações

14,00  c/ IVA
Os dois textos de Umberto Eco que integram este livro fazem parte de Cinco Escritos Morais, publicado em 1997. Mas quer “O Fascismo Eterno” quer “Migrações, Tolerância e Intolerável” se revelaram de uma enorme lucidez. Daí a iniciativa de os reunir em separado e com os títulos explicitamente voltados para dois dos mais importantes problemas da Europa de hoje.
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Como Reconhecer o Fascismo & Da Diferença entre Migrações e Emigrações

14,00  c/ IVA
Os dois textos de Umberto Eco que integram este livro fazem parte de Cinco Escritos Morais, publicado em 1997. Mas quer “O Fascismo Eterno” quer “Migrações, Tolerância e Intolerável” se revelaram de uma enorme lucidez. Daí a iniciativa de os reunir em separado e com os títulos explicitamente voltados para dois dos mais importantes problemas da Europa de hoje.
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Compromised by Magic

12,00  c/ IVA
Augusto Corrieri is an artist and writer. In his work he deconstructs the apparatus of theatre, inviting spectators to reflect on questions of spectacle and ecology in the twenty-first century. He presents sleight-of-hand magic performances under the pseudonym Vincent Gambini.
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Compromised by Magic

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Augusto Corrieri is an artist and writer. In his work he deconstructs the apparatus of theatre, inviting spectators to reflect on questions of spectacle and ecology in the twenty-first century. He presents sleight-of-hand magic performances under the pseudonym Vincent Gambini.
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Cores

10,00  c/ IVA
Quem não sabe é como quem não vê é um livro de ilustração de expressões portuguesas. Estas palavras fazem parte da minha vida desde que me lembro e pensar que há pessoas com quem falo que não as conhecem ou percebem, fez-me querer fazer este livro.
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Cores

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Quem não sabe é como quem não vê é um livro de ilustração de expressões portuguesas. Estas palavras fazem parte da minha vida desde que me lembro e pensar que há pessoas com quem falo que não as conhecem ou percebem, fez-me querer fazer este livro.
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Criança e Rosa

12,00  c/ IVA
A presente antologia dá-nos a ler uma das vozes mais representativas do modernismo russo. Expectavelmente silenciada pela União Soviética pré-Perestroyka, a dicção de Gennady Aygi (1934-2006) foi, desde cedo, na verdade tão cedo quanto 1953, sintomaticamente o ano da morte de Estaline, influenciada pelo peso literário e humano do seu amigo Boris Pasternak, que aquele conhecera ao mudar-se para estudar literatura em Moscovo, quando admitido na colónia de escritores de Peredelkino. Originário da província soviética da Chuváchia, Aygi acabou, eventualmente, e por influência do próprio Pasternak, por abandonar a sua língua tradicional chuvache, de raiz turcomana, passando a escrever em russo, apesar de nunca ter perdido os laços afectivos com a sua região natal, chegando, pelo contrário, a traduzir vários autores para chuvache e a organizar uma antologia de poetas chuvaches.
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Criança e Rosa

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A presente antologia dá-nos a ler uma das vozes mais representativas do modernismo russo. Expectavelmente silenciada pela União Soviética pré-Perestroyka, a dicção de Gennady Aygi (1934-2006) foi, desde cedo, na verdade tão cedo quanto 1953, sintomaticamente o ano da morte de Estaline, influenciada pelo peso literário e humano do seu amigo Boris Pasternak, que aquele conhecera ao mudar-se para estudar literatura em Moscovo, quando admitido na colónia de escritores de Peredelkino. Originário da província soviética da Chuváchia, Aygi acabou, eventualmente, e por influência do próprio Pasternak, por abandonar a sua língua tradicional chuvache, de raiz turcomana, passando a escrever em russo, apesar de nunca ter perdido os laços afectivos com a sua região natal, chegando, pelo contrário, a traduzir vários autores para chuvache e a organizar uma antologia de poetas chuvaches.
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Crise da Narração

17,50  c/ IVA
Byung-Chul Han nasceu em Seul, em 1959, onde estudou Metalurgia. No final dos anos 80, deslocou-se para a Alemanha, apesar de desconhecer a língua do país. Estudou Filosofia na Universidade de Friburgo e Literatura Alemã e Teologia na Universidade de Munique. Em 1994, doutorou-se naquela universidade com uma tese sobre Martin Heidegger. Atualmente ensina Filosofia na Universidade das Artes de Berlim, depois de ter ensinado Filosofia e Teoria dos Meios de Comunicação na Escola Superior de Desenho de Karlsruhe, onde teve como colega Peter Sloterdijk, com quem manteve algumas polémicas.
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Crise da Narração

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Byung-Chul Han nasceu em Seul, em 1959, onde estudou Metalurgia. No final dos anos 80, deslocou-se para a Alemanha, apesar de desconhecer a língua do país. Estudou Filosofia na Universidade de Friburgo e Literatura Alemã e Teologia na Universidade de Munique. Em 1994, doutorou-se naquela universidade com uma tese sobre Martin Heidegger. Atualmente ensina Filosofia na Universidade das Artes de Berlim, depois de ter ensinado Filosofia e Teoria dos Meios de Comunicação na Escola Superior de Desenho de Karlsruhe, onde teve como colega Peter Sloterdijk, com quem manteve algumas polémicas.
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Crush

15,00  c/ IVA
Richard Siken nasceu em 1967, em Nova Iorque (EUA), e é autor de três livros de poesia, sendo Crush (2005) o seu primeiro livro, seguido de War of the Foxes (2015) e I Do Know Some Things (2025). Crush foi considerado pela Atlantic um dos melhores livros de poesia americana do século XXI. Com o seu mais recente livro, foi finalista do National Book Critics Award 2025 e considerado um dos melhores livros de poesia de 2025 pelo The New York Times. Além de poeta, é também pintor, e atualmente vive em Tucson, no Arizona. * “A imensa influência que Crush tem na poesia americana do século XXI não pode ser subestimada. Siken não centra apenas o desejo queer, ele preenche os poemas com os detritos de vida.” - Ocean Vuong   “Um livro ao qual sempre regresso é Crush, de Richard Siken… Os poemas são vivos, intensos, repletos de obsessões e surpresas… Não são reconfortantes, mas são revigorantes.” - Elizabeth A. Harris, The New York Times Book Review   “Um dos melhores livros de poesia contemporânea.” - Victoria Chang, Huffington Post
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Crush

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Richard Siken nasceu em 1967, em Nova Iorque (EUA), e é autor de três livros de poesia, sendo Crush (2005) o seu primeiro livro, seguido de War of the Foxes (2015) e I Do Know Some Things (2025). Crush foi considerado pela Atlantic um dos melhores livros de poesia americana do século XXI. Com o seu mais recente livro, foi finalista do National Book Critics Award 2025 e considerado um dos melhores livros de poesia de 2025 pelo The New York Times. Além de poeta, é também pintor, e atualmente vive em Tucson, no Arizona. * “A imensa influência que Crush tem na poesia americana do século XXI não pode ser subestimada. Siken não centra apenas o desejo queer, ele preenche os poemas com os detritos de vida.” - Ocean Vuong   “Um livro ao qual sempre regresso é Crush, de Richard Siken… Os poemas são vivos, intensos, repletos de obsessões e surpresas… Não são reconfortantes, mas são revigorantes.” - Elizabeth A. Harris, The New York Times Book Review   “Um dos melhores livros de poesia contemporânea.” - Victoria Chang, Huffington Post
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Dedo Nu

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Dedo Nu

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Depois de Marte

15,00  c/ IVA
Maria João Carvalho nasceu a 24 de junho de 1961 e foi repórter de guerra em Angola, na Croácia e na Bósnia, primeiro para a RTP, RDP, Diário de Notícias e Tal & Qual e, depois para a SIC, Renascença e Diário de Notícias. Foi jornalista na Lusa, EuroNews, no Macau Hoje, RGT-Rádio Gest e correspondente do jornal Expresso das Ilhas de Cabo Verde; colaborou com a revista Homem Magazine, com a revista do Instituto do Emprego e Formação Profissional e com jornais regionais de todo o país. É fundadora da Associação Portuguesa de Jovens Jornalistas. Expôs fotografias de guerra em Macau, em Portugal continental e nos Açores e pinta a acrílico. Publicou o livro Da guerra e outros poemas (GRESFOZ, 1997) e os contos A Cobra e UMA na Coletânea Gabravo (Artdomus, 2002). Maria João Carvalho também assina como Janine de Medeiros. Publicamos agora diários e poemas que correspondem a geografias e coordenadas diferentes mas fica a sensação de que pode ser sempre o mesmo lugar: Sarajevo, Palestina, Ucrânia, Angola… Os lugares onde Maria João Carvalho esteve e onde não esteve misturam-se na ideia de que a iminência da guerra é mais voraz que o receio ou o descaso que podemos ter em relação àquelas que aconteceram, às que acontecem agora ou às que acontecerão com ou sem avisos prévios. A paz é preciosa e é preciso ser cuidada: como o amor ou a temperatura de um chá ou a partilha de um qualquer biscoito.
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Depois de Marte

15,00  c/ IVA
Maria João Carvalho nasceu a 24 de junho de 1961 e foi repórter de guerra em Angola, na Croácia e na Bósnia, primeiro para a RTP, RDP, Diário de Notícias e Tal & Qual e, depois para a SIC, Renascença e Diário de Notícias. Foi jornalista na Lusa, EuroNews, no Macau Hoje, RGT-Rádio Gest e correspondente do jornal Expresso das Ilhas de Cabo Verde; colaborou com a revista Homem Magazine, com a revista do Instituto do Emprego e Formação Profissional e com jornais regionais de todo o país. É fundadora da Associação Portuguesa de Jovens Jornalistas. Expôs fotografias de guerra em Macau, em Portugal continental e nos Açores e pinta a acrílico. Publicou o livro Da guerra e outros poemas (GRESFOZ, 1997) e os contos A Cobra e UMA na Coletânea Gabravo (Artdomus, 2002). Maria João Carvalho também assina como Janine de Medeiros. Publicamos agora diários e poemas que correspondem a geografias e coordenadas diferentes mas fica a sensação de que pode ser sempre o mesmo lugar: Sarajevo, Palestina, Ucrânia, Angola… Os lugares onde Maria João Carvalho esteve e onde não esteve misturam-se na ideia de que a iminência da guerra é mais voraz que o receio ou o descaso que podemos ter em relação àquelas que aconteceram, às que acontecem agora ou às que acontecerão com ou sem avisos prévios. A paz é preciosa e é preciso ser cuidada: como o amor ou a temperatura de um chá ou a partilha de um qualquer biscoito.
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Desenrolo

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22,88  c/ IVA
Franco “Bifo” Berardi es escritor, filósofo y activista. Nació en Bolonia, en 1949, y se graduó en Estética en la Universidad de Bolonia, donde participó de los acontecimientos de mayo del ’68. Entre 1975 y 1981, fundó la histórica revista A/traverso, fanzine y fue promotor de la mítica “Radio Alice”, la primera radio pirata italiana. Vivió en París, donde conoció a Félix Guattari, y en Nueva York. En 2002, fundó TV Orfeo, el primer canal de televisión comunitario italiano. Escribió numerosos libros y ensayos, que fueron traducidos a distintos idiomas, sobre las transformaciones del trabajo y los procesos de comunicación en el capitalismo postindustial.
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Franco “Bifo” Berardi es escritor, filósofo y activista. Nació en Bolonia, en 1949, y se graduó en Estética en la Universidad de Bolonia, donde participó de los acontecimientos de mayo del ’68. Entre 1975 y 1981, fundó la histórica revista A/traverso, fanzine y fue promotor de la mítica “Radio Alice”, la primera radio pirata italiana. Vivió en París, donde conoció a Félix Guattari, y en Nueva York. En 2002, fundó TV Orfeo, el primer canal de televisión comunitario italiano. Escribió numerosos libros y ensayos, que fueron traducidos a distintos idiomas, sobre las transformaciones del trabajo y los procesos de comunicación en el capitalismo postindustial.
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Desobedecer

16,50  c/ IVA
«A desobediência, face à absurdez, à irracionalidade do mundo como se acha, é uma evidência. Porquê desobedecer? Basta abrir os olhos.» Partindo desta premissa, Frédéric Gros procura nestas páginas dar resposta a uma outra pergunta: se é «tão fácil concordar-se acerca da desesperança da actual ordem do mundo», por que razão é «tão difícil desobedecer-lhe»? Numa minuciosa reflexão filosófica que vai de A Desobediência Civil de Thoreau ao Discurso sobre a Servidão Voluntária de La Boétie, passando pelo julgamento de Eichmann segundo Arendt ou por Jesus Cristo em Dostoievski, Desobedecer (2017) desenterra as raízes da obediência política e do respeito pela autoridade, pondo em causa certezas adquiridas, convicções morais e convenções sociais — e leva-nos a revalorizar a responsabilidade política. Quando o consentimento democrático não se distingue da submissão a injustiças, Desobedecer é um apelo à resistência ética, à força colectiva que nasce, antes de tudo, na consciência de cada um de nós.
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«A desobediência, face à absurdez, à irracionalidade do mundo como se acha, é uma evidência. Porquê desobedecer? Basta abrir os olhos.» Partindo desta premissa, Frédéric Gros procura nestas páginas dar resposta a uma outra pergunta: se é «tão fácil concordar-se acerca da desesperança da actual ordem do mundo», por que razão é «tão difícil desobedecer-lhe»? Numa minuciosa reflexão filosófica que vai de A Desobediência Civil de Thoreau ao Discurso sobre a Servidão Voluntária de La Boétie, passando pelo julgamento de Eichmann segundo Arendt ou por Jesus Cristo em Dostoievski, Desobedecer (2017) desenterra as raízes da obediência política e do respeito pela autoridade, pondo em causa certezas adquiridas, convicções morais e convenções sociais — e leva-nos a revalorizar a responsabilidade política. Quando o consentimento democrático não se distingue da submissão a injustiças, Desobedecer é um apelo à resistência ética, à força colectiva que nasce, antes de tudo, na consciência de cada um de nós.
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Desolação da Quimera

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Deusa Diário

10,00  c/ IVA
Foi piscando a Rosa Ramalho ora um olho ora outro - e chamando-lhe, nos entretantos, deusa - que esta edição gráfica foi concebida, no ano de 2024, por Catarina Real. Contou com o apoio da CCDRNORTE e foi desta impressa uma tiragem de 100 cópias em risografia pelo estúdio Arco Ígnis, Guimarães.
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Dissecar um Romance: Psiquiatria, Literatura e Mrs. Dalloway

O preço original era: 18,00 €.O preço atual é: 16,20 €. c/ IVA
«O estudo de Ana Barbosa Gomes sobre o modo como o romance de Virginia Woolf representa algumas facetas de doenças mentais bem comuns constitui, doravante, uma obra de referência incontornável na prática clínica da Psiquiatria e um importante contributo para a interseção dos estudos literários e da Medicina»
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Dissecar um Romance: Psiquiatria, Literatura e Mrs. Dalloway

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«O estudo de Ana Barbosa Gomes sobre o modo como o romance de Virginia Woolf representa algumas facetas de doenças mentais bem comuns constitui, doravante, uma obra de referência incontornável na prática clínica da Psiquiatria e um importante contributo para a interseção dos estudos literários e da Medicina»
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Do Belo, do Justo e do Verdadeiro (e Do) Ódio À Civilização Moderna

14,00  c/ IVA
No dia 24 de Março de 1834, na antiga vila de Walthamstow, nas cercanias de Londres, nascia William Morris, poeta, romancista, pintor, tipógrafo, designer, socialista revolucionário e a alma do movimento Arts and Crafts. Com a sua rica cultura histórica – inspirado pelo romantismo tardo-medieval e filiado ao anti-tecnicismo pré-rafaelita –, e a sua proposta concreta contra a dominação social, influenciada pelo socialismo utópico e o anarco-comunismo, Morris tinha uma percepção espantosa das linhas de força da história e dos elementos de decadência da sua época, vaticinando a futura ruína da civilização contemporânea. Se o Ocidente reconhece os processos catastróficos associados à Industrialização e à tecnologia do projecto mercantil no marco da II Guerra Mundial, pela mão de autores como Lewis Munford, Günther Anders, Jacques Ellul, André Gorz ou Ivan Illich, o artista inglês rebelou-se meio século antes contra um ideal de Modernidade que se impunha ao mundo mediante a profanação da natureza, a destruição dos laços humanos, a aniquilação da criatividade e o desprezo pelos mais simples prazeres da vida. Embora Morris aceitasse quase na íntegra a análise económica e histórica de Marx, sempre confessou que o “motivo principal” para se ter tornado socialista revolucionário foi o seu “ódio à civilização moderna”: ‘A foleirice reina! Do estadista ao sapateiro, tudo é foleiro!’ Repudiou o sucesso como outros homens repudiam a calúnia. Mergulhou nas profundezas mais intrincadas do artesanato. Nutriu o seu ódio pela civilização moderna ao traduzir sagas islandesas. Sentou-se deliberadamente em cima da sua cartola. Lançou a sua grande campanha pela protecção de edifícios antigos. Fundou o seu jornal matutino, porque a sua resposta foi tornar-se em um agitador revolucionário. Previu o fascismo. Previu (e execrou) o socialismo de Estado. Previu (e lastimou) o Estado de Bem-Estar Social. Diante do cenário de um “serviço público capitalista levado à perfeição”, bradou: “Não atravessaria a rua para alcançar semelhante ideal”. Como disse o historiador E. P. Thompson, não tinha tempo para os bons selvagens, e menos ainda para a panaceia da burocracia estatal. Na sua visão, nenhuma intervenção mecânica vinda de cima poderia engendrar a ética da comunidade: “O homem individual não pode transferir os problemas da vida para os ombros de uma abstração chamada Estado”. “É mais forte do que eu… As ideias que tomaram conta de mim não me vão deixar em sossego... Temos de nos virar para a esperança, e só a vislumbro numa direcção: no rumo da Revolução. O resto é história …”.
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Do Belo, do Justo e do Verdadeiro (e Do) Ódio À Civilização Moderna

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No dia 24 de Março de 1834, na antiga vila de Walthamstow, nas cercanias de Londres, nascia William Morris, poeta, romancista, pintor, tipógrafo, designer, socialista revolucionário e a alma do movimento Arts and Crafts. Com a sua rica cultura histórica – inspirado pelo romantismo tardo-medieval e filiado ao anti-tecnicismo pré-rafaelita –, e a sua proposta concreta contra a dominação social, influenciada pelo socialismo utópico e o anarco-comunismo, Morris tinha uma percepção espantosa das linhas de força da história e dos elementos de decadência da sua época, vaticinando a futura ruína da civilização contemporânea. Se o Ocidente reconhece os processos catastróficos associados à Industrialização e à tecnologia do projecto mercantil no marco da II Guerra Mundial, pela mão de autores como Lewis Munford, Günther Anders, Jacques Ellul, André Gorz ou Ivan Illich, o artista inglês rebelou-se meio século antes contra um ideal de Modernidade que se impunha ao mundo mediante a profanação da natureza, a destruição dos laços humanos, a aniquilação da criatividade e o desprezo pelos mais simples prazeres da vida. Embora Morris aceitasse quase na íntegra a análise económica e histórica de Marx, sempre confessou que o “motivo principal” para se ter tornado socialista revolucionário foi o seu “ódio à civilização moderna”: ‘A foleirice reina! Do estadista ao sapateiro, tudo é foleiro!’ Repudiou o sucesso como outros homens repudiam a calúnia. Mergulhou nas profundezas mais intrincadas do artesanato. Nutriu o seu ódio pela civilização moderna ao traduzir sagas islandesas. Sentou-se deliberadamente em cima da sua cartola. Lançou a sua grande campanha pela protecção de edifícios antigos. Fundou o seu jornal matutino, porque a sua resposta foi tornar-se em um agitador revolucionário. Previu o fascismo. Previu (e execrou) o socialismo de Estado. Previu (e lastimou) o Estado de Bem-Estar Social. Diante do cenário de um “serviço público capitalista levado à perfeição”, bradou: “Não atravessaria a rua para alcançar semelhante ideal”. Como disse o historiador E. P. Thompson, não tinha tempo para os bons selvagens, e menos ainda para a panaceia da burocracia estatal. Na sua visão, nenhuma intervenção mecânica vinda de cima poderia engendrar a ética da comunidade: “O homem individual não pode transferir os problemas da vida para os ombros de uma abstração chamada Estado”. “É mais forte do que eu… As ideias que tomaram conta de mim não me vão deixar em sossego... Temos de nos virar para a esperança, e só a vislumbro numa direcção: no rumo da Revolução. O resto é história …”.
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Down Down The Rabbit Hole

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Em Nome do Mundo

10,00  c/ IVA
biografia luís paraty nasceu como músico nos anos sessenta do século passado, no porto de portugal. nos anos zero do presente século faleceu de doença longa, e passados três anos voltou a nascer como jardineiro de flores, no mesmo porto de portugal. nos anos vinte do século presente morre de novo, desta vez de doença curta fulminante, e passados três anos volta a nascer gloriosamente numa nova era, no mesmo porto de portugal, como escritor e amador de essências. mora na floresta, numa arca de água, com um ser-humano, um ser-pato e um ser-cão, rodeado de pássaros.   O livro contém um código QR com uma ligação para um áudio-livro, com a leitura integral dos poemas pelo autor.
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Em Nome do Mundo

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biografia luís paraty nasceu como músico nos anos sessenta do século passado, no porto de portugal. nos anos zero do presente século faleceu de doença longa, e passados três anos voltou a nascer como jardineiro de flores, no mesmo porto de portugal. nos anos vinte do século presente morre de novo, desta vez de doença curta fulminante, e passados três anos volta a nascer gloriosamente numa nova era, no mesmo porto de portugal, como escritor e amador de essências. mora na floresta, numa arca de água, com um ser-humano, um ser-pato e um ser-cão, rodeado de pássaros.   O livro contém um código QR com uma ligação para um áudio-livro, com a leitura integral dos poemas pelo autor.
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Encontros Cinematográficos

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Ensaio de Crítica Indirecta

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Nova Edição!
Espremer tão Perto de Exprimir tão LongeEspremer tão Perto de Exprimir tão Longe
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Espremer tão Perto de Exprimir tão Longe

10,00  c/ IVA
Uma fanzine feita com cascas de limão, palavras soltas, terra, pedrinhas, desenhos, recortes, fotografias e amor, sobre a palavra e o seu lugar entre mundos.
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Espremer tão Perto de Exprimir tão Longe

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Fear and MoneyFear and Money
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Feijão e a AvóFeijão e a Avó
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Feijão e a Avó

14,50  c/ IVA
Feijão e a Avó foram os dois passear num dia cinza e sombrio, junto ao mar. Fizeram corridas e novos amigos. Venceram as dunas e outros perigos. Guardaram as conchas de outra maré vaza... e de corações cheios voltaram para casa. Um poema ilustrado, com as melhores memórias de infância, e tempo para as saborearmos.
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Feijão e a Avó

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Feijão e a Avó foram os dois passear num dia cinza e sombrio, junto ao mar. Fizeram corridas e novos amigos. Venceram as dunas e outros perigos. Guardaram as conchas de outra maré vaza... e de corações cheios voltaram para casa. Um poema ilustrado, com as melhores memórias de infância, e tempo para as saborearmos.
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Flash Point

15,00  c/ IVA

Num dia quente de Verão, uma jovem japonesa deixa de ir à escola. Como uma piada inofensiva, ela e o marido desempregado da sua irmã começam a fazer vídeos parvos no Instagram, gerando milhões de visualizações. Quando ela aparece nas fotografias num comício do Shinzo Abe, a diversão toma um rumo completamente surreal e assustador. Como se sabe, a 8 de Julho de 2022, o ex-primeiro ministro é morto a tiro... . Na era da pós-verdade ela é logo envolvida em teorias da conspiração e como símbolo da extrema-direita.

Flash Point de Imai Arata atreve-se a tratar um assunto tabu, evitado por todos menos o mais corajoso dos artistas japoneses.

Na verdade, este livro é sintomático do problema da Banda Desenhada em tratar dos dias que correm, sempre preferiu escrever sobre o passado ou desenhar o futuro, fazendo impressionantes reconstituições históricas (Bourgeon, Tardi ou Nunsky) ou projecções (quase sempre) distópicas (Moebius, Geof Darrow ou Katsuhiro Otomo). O presente é que é um problema, especialmente com as bulhas ideológicas que o mundo está a viver. Se calhar sempre foi assim mas agora parecem bater-nos mesmo à nossa porta diariamente, graças às redes sociais. Também é verdade que em cada época da História há temas que são tabu ou que sejam mal acolhidos - basta lembrar as lutas ecológicas dos anos 60 e 70, em que o grande público não simpatizava e que agora, que o planeta prepara-se para dar o grande peido, toda a gente é "ecologista".
É de salientar a enorme coragem de Arata de comentar temas que são tabu no Japão, um país que até tem um sistema político democrático mas com uma lista infinita de assuntos que não se tratam... No aclamado mangá F criou uma realidade paralela pós-Fukushima com um imaginário envolta do horroroso Daesh. O livro só teve edição profissional no EUA. Pelo Japão foram apenas impressos 300 exemplares, distribuídos de forma "underground", isto é, num circuito progressista do mundo das artes - a BD estava associada a uma exposição com o colectivo Chaos*Lounge - e pouco mais. Numa entrevista Arata diz que talvez umas pessoas de Fukushima também tenham tido acesso, tornando a publicação "mítica", uma vez que no Japão nenhuma editora teria coragem de publicá-la.
Neste livro Arata decidiu pegar em vários temas actuais como o fascínio tóxico das redes sociais, a grande renúncia (The Great Resignation em inglês), as invasões populares aos locais de poder (que entretanto o Trump "legalizou"!), as tentativas e (poucas) concretizações de assassinatos de políticos - diziam os Stealing Orchestra que De um Tiro à Socapa nem o Papa escapa mas só Abe Shinzo é que bateu as botas até agora...; já para não falar das Teorias da Conspiração (a maior de todas é que não revelaram a maior delas todas: porque raios tem sido eleitos como presidentes os burgessos com os piores penteados de sempre, WTF!?), a pós-verdade e a subida da extrema-direita à escala global.
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Flash Point

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Num dia quente de Verão, uma jovem japonesa deixa de ir à escola. Como uma piada inofensiva, ela e o marido desempregado da sua irmã começam a fazer vídeos parvos no Instagram, gerando milhões de visualizações. Quando ela aparece nas fotografias num comício do Shinzo Abe, a diversão toma um rumo completamente surreal e assustador. Como se sabe, a 8 de Julho de 2022, o ex-primeiro ministro é morto a tiro... . Na era da pós-verdade ela é logo envolvida em teorias da conspiração e como símbolo da extrema-direita.

Flash Point de Imai Arata atreve-se a tratar um assunto tabu, evitado por todos menos o mais corajoso dos artistas japoneses.

Na verdade, este livro é sintomático do problema da Banda Desenhada em tratar dos dias que correm, sempre preferiu escrever sobre o passado ou desenhar o futuro, fazendo impressionantes reconstituições históricas (Bourgeon, Tardi ou Nunsky) ou projecções (quase sempre) distópicas (Moebius, Geof Darrow ou Katsuhiro Otomo). O presente é que é um problema, especialmente com as bulhas ideológicas que o mundo está a viver. Se calhar sempre foi assim mas agora parecem bater-nos mesmo à nossa porta diariamente, graças às redes sociais. Também é verdade que em cada época da História há temas que são tabu ou que sejam mal acolhidos - basta lembrar as lutas ecológicas dos anos 60 e 70, em que o grande público não simpatizava e que agora, que o planeta prepara-se para dar o grande peido, toda a gente é "ecologista".
É de salientar a enorme coragem de Arata de comentar temas que são tabu no Japão, um país que até tem um sistema político democrático mas com uma lista infinita de assuntos que não se tratam... No aclamado mangá F criou uma realidade paralela pós-Fukushima com um imaginário envolta do horroroso Daesh. O livro só teve edição profissional no EUA. Pelo Japão foram apenas impressos 300 exemplares, distribuídos de forma "underground", isto é, num circuito progressista do mundo das artes - a BD estava associada a uma exposição com o colectivo Chaos*Lounge - e pouco mais. Numa entrevista Arata diz que talvez umas pessoas de Fukushima também tenham tido acesso, tornando a publicação "mítica", uma vez que no Japão nenhuma editora teria coragem de publicá-la.
Neste livro Arata decidiu pegar em vários temas actuais como o fascínio tóxico das redes sociais, a grande renúncia (The Great Resignation em inglês), as invasões populares aos locais de poder (que entretanto o Trump "legalizou"!), as tentativas e (poucas) concretizações de assassinatos de políticos - diziam os Stealing Orchestra que De um Tiro à Socapa nem o Papa escapa mas só Abe Shinzo é que bateu as botas até agora...; já para não falar das Teorias da Conspiração (a maior de todas é que não revelaram a maior delas todas: porque raios tem sido eleitos como presidentes os burgessos com os piores penteados de sempre, WTF!?), a pós-verdade e a subida da extrema-direita à escala global.
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Flores Secas

15,00  c/ IVA
Flores Secas é uma coletânea de poemas e textos político-poéticos escritos por lokas cruz entre 2018 de 2024. Um livro sobre “as histórias das minhas avós e da terra, as missões nos campos de refugiados em lesbos, na grécia, e no mar mediterrâneo, as ruas do porto cheias de luta e raiva, a palestina, as mãos dadas e punhos erguidos, o luto de tudo, o amor e a revolução.” O livro conta ainda com ilustrações de Inês Matos.
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Flores Secas

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Flores Secas é uma coletânea de poemas e textos político-poéticos escritos por lokas cruz entre 2018 de 2024. Um livro sobre “as histórias das minhas avós e da terra, as missões nos campos de refugiados em lesbos, na grécia, e no mar mediterrâneo, as ruas do porto cheias de luta e raiva, a palestina, as mãos dadas e punhos erguidos, o luto de tudo, o amor e a revolução.” O livro conta ainda com ilustrações de Inês Matos.
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Forgetful Secretary

20,00  c/ IVA
After diagnosis, the fact was that Austin Gross lived in his home country. He sat on the porch squinting like a potato and it was a comforting thing to imagine: rock-climbing with a blindfold. 'Can swim, eyes open,' he jotted and covered his eyes again. Sun, centrifuge, prognosis, bird-listening. The collision shaped genres like tectonic ripples. Windows open, a story while forgetting. 'I am a memory eater.' Aras was furloughed from prison that summer. Five years before, she'd missed their movie plan, and the fact was that since then, she lived in her home country. Furlough, Aras wrote, was 'no-time.' They investigated the situation together.
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Forgetful Secretary

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After diagnosis, the fact was that Austin Gross lived in his home country. He sat on the porch squinting like a potato and it was a comforting thing to imagine: rock-climbing with a blindfold. 'Can swim, eyes open,' he jotted and covered his eyes again. Sun, centrifuge, prognosis, bird-listening. The collision shaped genres like tectonic ripples. Windows open, a story while forgetting. 'I am a memory eater.' Aras was furloughed from prison that summer. Five years before, she'd missed their movie plan, and the fact was that since then, she lived in her home country. Furlough, Aras wrote, was 'no-time.' They investigated the situation together.
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GásGás
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Gás

15,00  c/ IVA
GÁS é uma história com 7 versões, contadas pelas escritoras e escritor Luciana Morais, Inez Pegado, Camila R. Duarte, Raquel Nunes, Beatriz Ryder, Chico Guazzelli e Andréa Zamorano. É um livro de contos que se mescla com o género novelesco, escrito em conjunto ao longo de vários meses, em Coimbra.
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Girafa

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Guarda-LivrosGuarda-Livros
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Guarda-Livros

15,00  c/ IVA
”Guarda-livros” é o primeiro livro de Teresa Arega publicado pelas Edições da Ruína, no que se espera ser uma longa relação editorial. Este livro, uma novela gráfica que faz uso do formato de banda desenhada, é um íntimo relato familiar que, de forma onírica atravessa questionamentos, dúvidas e ambições através de uma relação horizontal entre imagens e texto.” Catarina Real
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Guarda-Livros

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”Guarda-livros” é o primeiro livro de Teresa Arega publicado pelas Edições da Ruína, no que se espera ser uma longa relação editorial. Este livro, uma novela gráfica que faz uso do formato de banda desenhada, é um íntimo relato familiar que, de forma onírica atravessa questionamentos, dúvidas e ambições através de uma relação horizontal entre imagens e texto.” Catarina Real
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Guerra

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Guerra

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Há dias assim

10,00  c/ IVA
O primeiro livro de poesia de Nuno Lacerda Lopes. O arquitecto já tem uma vasta obra publicada na área da arquitectura, da cenografia, do design de mobiliário e no desenho. Agora abre o seu caderno de apontamentos e percorre dezenas de dias em que cada dia é um poema. Mais uma faceta deste autor a descobrir enquanto esperamos pela continuação desta viagem.
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Há dias assim

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O primeiro livro de poesia de Nuno Lacerda Lopes. O arquitecto já tem uma vasta obra publicada na área da arquitectura, da cenografia, do design de mobiliário e no desenho. Agora abre o seu caderno de apontamentos e percorre dezenas de dias em que cada dia é um poema. Mais uma faceta deste autor a descobrir enquanto esperamos pela continuação desta viagem.
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Há um Fantasma Nesta CasaHá um Fantasma Nesta Casa
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Há um Fantasma Nesta Casa

22,00  c/ IVA
Sabem... ouvi dizer que há um FANTASMA nesta casa. Mas é muito difícil vê-lo. Já fui ao sótão e à cave, procurei debaixo da cama e entrei nos quartos vazios. DUAS VEZES! Dizem que os fantasmas são brancos e têm buracos no lugar dos olhos. Mas não sei... Será que me podem ajudar?  Um divertido jogo de escondidas que vai expulsar medos e entreter os pequenos (e grandes) caça-fantasmas lá de casa!
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Há um Fantasma Nesta CasaHá um Fantasma Nesta Casa
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Há um Fantasma Nesta Casa

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Sabem... ouvi dizer que há um FANTASMA nesta casa. Mas é muito difícil vê-lo. Já fui ao sótão e à cave, procurei debaixo da cama e entrei nos quartos vazios. DUAS VEZES! Dizem que os fantasmas são brancos e têm buracos no lugar dos olhos. Mas não sei... Será que me podem ajudar?  Um divertido jogo de escondidas que vai expulsar medos e entreter os pequenos (e grandes) caça-fantasmas lá de casa!
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Habitar o Tempo: Júlio Alves na Maison Cinéma de Pedro CostaHabitar o Tempo: Júlio Alves na Maison Cinéma de Pedro Costa
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Haiku de Judas

12,00  c/ IVA
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Histórias de Amor

10,00  c/ IVA
“As Histórias de Amor surgem quase que naturalmente como um segundo capítulo depois do livro muito pessoal e catártico. Estamos todos em fila de espera para a morte. Representa um diálogo mais externo marcado por momentos suspensos. Este livro segue a mesma linha, prosa poética, uma forma para mim, mais confortável de expressão. Como diz uma grande amiga minha é um tipo de escrita que se assemelha a uma autoestrada direta para o coração. Representa também uma parte de um lado da vida que tem tanto de construtivo como destrutivo dependendo das relações que se estabelecem, mas que não deixa de ser o nosso grande íman à vida." (Maria Joana Almeida)
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Histórias de Amor

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“As Histórias de Amor surgem quase que naturalmente como um segundo capítulo depois do livro muito pessoal e catártico. Estamos todos em fila de espera para a morte. Representa um diálogo mais externo marcado por momentos suspensos. Este livro segue a mesma linha, prosa poética, uma forma para mim, mais confortável de expressão. Como diz uma grande amiga minha é um tipo de escrita que se assemelha a uma autoestrada direta para o coração. Representa também uma parte de um lado da vida que tem tanto de construtivo como destrutivo dependendo das relações que se estabelecem, mas que não deixa de ser o nosso grande íman à vida." (Maria Joana Almeida)
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Homem Casa

15,00  c/ IVA
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Homem Casa

15,00  c/ IVA
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Hospital – Memória de um internamento no quarto 514

8,00  c/ IVA
Memória de um internamento no quarto 514. Das quase três semanas passadas no hospital no combate a um problema grave, restou uma nova fase na vida. As palavras e as ideias estiveram dentro da cabeça desde meio do internamento mas só ganharam forma de poema umas semanas depois da alta. E o livro escreveu-se quase por si só: foi só tomar nota num caderno.
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Hospital – Memória de um internamento no quarto 514

8,00  c/ IVA
Memória de um internamento no quarto 514. Das quase três semanas passadas no hospital no combate a um problema grave, restou uma nova fase na vida. As palavras e as ideias estiveram dentro da cabeça desde meio do internamento mas só ganharam forma de poema umas semanas depois da alta. E o livro escreveu-se quase por si só: foi só tomar nota num caderno.
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Integral Kinuyo Tanaka

40,00  c/ IVA
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Intuição do InstanteIntuição do Instante
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Intuição do Instante

14,00  c/ IVA
Bachelard faz uma cuidadosa exploração do tempo, da sua duração e da percepção que dele temos, a partir das ideias de Bergson, Roupnel e Einstein. Para o autor, o tempo não tem outra realidade senão a do instante. Aperfeiçoando o gesto, o instante renova-se.
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Intuição do InstanteIntuição do Instante
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Intuição do Instante

14,00  c/ IVA
Bachelard faz uma cuidadosa exploração do tempo, da sua duração e da percepção que dele temos, a partir das ideias de Bergson, Roupnel e Einstein. Para o autor, o tempo não tem outra realidade senão a do instante. Aperfeiçoando o gesto, o instante renova-se.
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Irrar

13,00  c/ IVA
A língua inventada por Salette Tavares em Irrar abunda em efeitos de oralidade, a par com referências sábias. Sendo um texto experimental, Irrar promove um humanismo feito de encontros, de atenção aos outros, de cuidados, é dizer de amor.» (Do prefácio de Catherine Dumas.)
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Irrar

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A língua inventada por Salette Tavares em Irrar abunda em efeitos de oralidade, a par com referências sábias. Sendo um texto experimental, Irrar promove um humanismo feito de encontros, de atenção aos outros, de cuidados, é dizer de amor.» (Do prefácio de Catherine Dumas.)
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Jardim de Outono

16,00  c/ IVA
A presente antologia, que integra a quase totalidade de Poemas sin nombre (1953) e parte de Melancolía de otoño (1997), compila produção bastante para que da obra da poeta cubana Dulce María Loynaz se construa uma noção razoavelmente inteira, sobretudo por quanto de temporal a edição define. A baliza aqui colocada fixa duas súmulas produtivas fundamentais — a do princípio e a do fim do trajecto poético — que permitem, se não mais, intuir essa outra súmula maior que, não estando fisicamente presente, ganha corpo nos nexos e derivações que urdamos no caminho intermédio que cruza a ponte. Tal critério, não estando isento de disputa, parece servir melhor o propósito antológico, pois em Loynaz os textos iniciais e finais são, num certo sentido, mútuos. Numa perspectiva que tem tanto de amplo quanto de restrito, se à superfície dos segundos assoma uma febre sanguínea que a mão amansa, à dos primeiros aflora uma mão sanguínea que aspira ao entendimento da febre. E é nessa reciprocidade da temperatura e do sangue, calibrados pelos planos de maturação da voz poética, que radica a lógica a que a opção editorial aspira.” (Manuel Alberto Vieira no Prefácio à obra)
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Jardim de Outono

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A presente antologia, que integra a quase totalidade de Poemas sin nombre (1953) e parte de Melancolía de otoño (1997), compila produção bastante para que da obra da poeta cubana Dulce María Loynaz se construa uma noção razoavelmente inteira, sobretudo por quanto de temporal a edição define. A baliza aqui colocada fixa duas súmulas produtivas fundamentais — a do princípio e a do fim do trajecto poético — que permitem, se não mais, intuir essa outra súmula maior que, não estando fisicamente presente, ganha corpo nos nexos e derivações que urdamos no caminho intermédio que cruza a ponte. Tal critério, não estando isento de disputa, parece servir melhor o propósito antológico, pois em Loynaz os textos iniciais e finais são, num certo sentido, mútuos. Numa perspectiva que tem tanto de amplo quanto de restrito, se à superfície dos segundos assoma uma febre sanguínea que a mão amansa, à dos primeiros aflora uma mão sanguínea que aspira ao entendimento da febre. E é nessa reciprocidade da temperatura e do sangue, calibrados pelos planos de maturação da voz poética, que radica a lógica a que a opção editorial aspira.” (Manuel Alberto Vieira no Prefácio à obra)
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Kuaraci – em fala e fogo: Seleção de textos escritos por mulheres indígenas

16,00  c/ IVA
Ellen Lima Wassu é pirá, poeta, bicho, rio, árvore, vento, mata atlântica, água, raiz, espírito e semente. Ela também é gente humana, poeta, professora, investigadora que atualmente faz doutorado em Portugal e vive com corpo e espírito circulando pelo Atlântico cheia de amores e saudades. Publicou em 2021 Ixé ygara voltando pra ’y’kûá (Urutau) e integra, entre revistas literárias e outras coletâneas, a obra Volta para tua terra (Urutau, 2021), uma antologia de poetas antifascistas e antirracistas em Portugal. Sua prática relaciona arte, poesia, crítica, escritas ensaísticas, bons encontros, banho de rio e conversa com flores.
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Kuaraci – em fala e fogo: Seleção de textos escritos por mulheres indígenas

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Ellen Lima Wassu é pirá, poeta, bicho, rio, árvore, vento, mata atlântica, água, raiz, espírito e semente. Ela também é gente humana, poeta, professora, investigadora que atualmente faz doutorado em Portugal e vive com corpo e espírito circulando pelo Atlântico cheia de amores e saudades. Publicou em 2021 Ixé ygara voltando pra ’y’kûá (Urutau) e integra, entre revistas literárias e outras coletâneas, a obra Volta para tua terra (Urutau, 2021), uma antologia de poetas antifascistas e antirracistas em Portugal. Sua prática relaciona arte, poesia, crítica, escritas ensaísticas, bons encontros, banho de rio e conversa com flores.
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La Inteligencia Artificial no Piensa (el cerebro tampoco)La Inteligencia Artificial no Piensa (el cerebro tampoco)
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La Inteligencia Artificial no Piensa (el cerebro tampoco)

16,15  c/ IVA
Miguel Benasayag:  Nació en Buenos Aires, en 1953. Estudió medicina en la UBA, y tras ser detenido por la dictadura argentina, se exilió en Francia en 1978. Filósofo, epistemólogo, doctor en psicología, investigador interdisciplinario, es autor de cuarenta libros, traducidos a más de quince idiomas. Ex docente universitario, fundó y coordina el colectivo de estudios y militancia «Malgré Tout» en Francia y en Italia. Ariel Pennisi:  Ensayista, docente e investigador (UNPAZ, UNA), integrante del Grupo de Estudios Sociales y Filosóficos (IIGG-UBA), codirector de Red Editorial, integrante del Instituto de Estudios y Formación de la CTA A y del Instituto de Pensamiento y Políticas Públicas. Publicó Nuevas instituciones (del común); El anarca (filosofía y política en Max Stirner), con Adrián Cangi; Si quieren venir que vengan. Malvinas: genealogía, guerra, izquierdas, con Ariel Petruccelli, Federico Mare y Andrea Belén Rodríguez; Papa Negra. Ensayos, relatos y recetas; Globalización. Sacralización del mercado: Como autor y compilador: Renta básica. Nuevos posibles del común y Linchamientos. La policía que llevamos dentro. Publicó numerosos ensayos y artículos en libros, revistas y portales nacionales y extranjeros. Colabora con el diario Tiempo Argentino.
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La Inteligencia Artificial no Piensa (el cerebro tampoco)

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Miguel Benasayag:  Nació en Buenos Aires, en 1953. Estudió medicina en la UBA, y tras ser detenido por la dictadura argentina, se exilió en Francia en 1978. Filósofo, epistemólogo, doctor en psicología, investigador interdisciplinario, es autor de cuarenta libros, traducidos a más de quince idiomas. Ex docente universitario, fundó y coordina el colectivo de estudios y militancia «Malgré Tout» en Francia y en Italia. Ariel Pennisi:  Ensayista, docente e investigador (UNPAZ, UNA), integrante del Grupo de Estudios Sociales y Filosóficos (IIGG-UBA), codirector de Red Editorial, integrante del Instituto de Estudios y Formación de la CTA A y del Instituto de Pensamiento y Políticas Públicas. Publicó Nuevas instituciones (del común); El anarca (filosofía y política en Max Stirner), con Adrián Cangi; Si quieren venir que vengan. Malvinas: genealogía, guerra, izquierdas, con Ariel Petruccelli, Federico Mare y Andrea Belén Rodríguez; Papa Negra. Ensayos, relatos y recetas; Globalización. Sacralización del mercado: Como autor y compilador: Renta básica. Nuevos posibles del común y Linchamientos. La policía que llevamos dentro. Publicó numerosos ensayos y artículos en libros, revistas y portales nacionales y extranjeros. Colabora con el diario Tiempo Argentino.
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Laranja Macaco Macaco Laranja

15,00  c/ IVA
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Lesson on GravityLesson on Gravity
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Lesson on Gravity

10,00  c/ IVA
Anne Juren is a choreographer, dancer and Feldenkrais practitioner. In 2021 she finished her PhD at Stockholm University of the Arts with the project Studies on Fantasmical Anatomies.
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Anne Juren is a choreographer, dancer and Feldenkrais practitioner. In 2021 she finished her PhD at Stockholm University of the Arts with the project Studies on Fantasmical Anatomies.
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Letras para Dance MusicLetras para Dance Music
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Letras para Dance Music

10,00  c/ IVA
paginação de sal nunkachov para paper view novembro 2024 primeira edição - douda correria maio de 2014 a par desta edição é editada uma cassete com leitura do autor acompanhado por jorge nunes integrada na primeira letra - mostra de poesia concreta e sonora
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Letras para Dance Music

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paginação de sal nunkachov para paper view novembro 2024 primeira edição - douda correria maio de 2014 a par desta edição é editada uma cassete com leitura do autor acompanhado por jorge nunes integrada na primeira letra - mostra de poesia concreta e sonora
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Lex Icon

14,95  c/ IVA
A capa reproduz um guache de Paula Rego que ilustra um dos poemas deste livro, «O Louceiro». No contexto da obra de Salette Tavares, Lex Icon é um ponto alto de um processo, iniciado com a publicação de Espelho Cego, em 1957, de produção de uma linguagem poética híbrida, que esbate fronteiras entre texto, sons, imagens e objectos, ao mesmo tempo que se constitui como uma profunda reflexão teórica sobre o modo do fazer poético, intimamente identificado com o trabalho de «fabricação» do artesão, num exercício minucioso de permanente valorização de significantes e desconstrução de significados.
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14,95  c/ IVA
A capa reproduz um guache de Paula Rego que ilustra um dos poemas deste livro, «O Louceiro». No contexto da obra de Salette Tavares, Lex Icon é um ponto alto de um processo, iniciado com a publicação de Espelho Cego, em 1957, de produção de uma linguagem poética híbrida, que esbate fronteiras entre texto, sons, imagens e objectos, ao mesmo tempo que se constitui como uma profunda reflexão teórica sobre o modo do fazer poético, intimamente identificado com o trabalho de «fabricação» do artesão, num exercício minucioso de permanente valorização de significantes e desconstrução de significados.
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Liberne

14,00  c/ IVA
Livros Flauta de Luz | distribuição Antígona Liberne é um conjunto de contos situados nos montes baldios do Gerês, no Alto Minho. Resgatam memórias vividas de um mundo que foi comunitário e que constitui as nossas raízes do futuro. Quando Liberne escava no húmus dessa cosmovisão e traz à superfície o impacto da sua herança ao longo da história, suscita questionamentos próprios da nossa época, percepções que agudizam as contradições culturais e psicológicas de um passado recente e da nossa contemporaneidade. Por isso mesmo, os contos que formam este livro revelam um carácter mais universalista do que regionalista.
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Liberne

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Livros Flauta de Luz | distribuição Antígona Liberne é um conjunto de contos situados nos montes baldios do Gerês, no Alto Minho. Resgatam memórias vividas de um mundo que foi comunitário e que constitui as nossas raízes do futuro. Quando Liberne escava no húmus dessa cosmovisão e traz à superfície o impacto da sua herança ao longo da história, suscita questionamentos próprios da nossa época, percepções que agudizam as contradições culturais e psicológicas de um passado recente e da nossa contemporaneidade. Por isso mesmo, os contos que formam este livro revelam um carácter mais universalista do que regionalista.
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Litogramas

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livro de haikus (poemas escolhidos)

8,00  c/ IVA
selecção e tradução de Catarina Nunes de Almeida   72 haikus, edição bilingue   Edição limitada de 100 exemplares
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livro de haikus (poemas escolhidos)

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Livro dos MendigosLivro dos Mendigos
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Livro dos Mendigos

12,00  c/ IVA
Edição Bilingue.
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Livro dos Mendigos

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Lolita

10,00  c/ IVA
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Lolita

10,00  c/ IVA
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Lua do Coração

12,00  c/ IVA
Considerado um dos maiores poetas japoneses, Saigyō viveu numa das épocas mais turbulentas e culturalmente brilhantes da história japonesa. Norikiyo nasceu num mundo privilegiado, pertencente a um sub-ramo do clã Fujiwara, a maior e mais poderosa família do país. Quando jovem, juntou-se à prestigiada Guarda de Hokumen, que servia no palácio do imperador reformado. No entanto, aos vinte e dois anos, Norikiyo escolhe “deixar o mundo” e tornar-se um tonseisha, aquele que faz votos budistas para, doravante, viver uma vida de simplicidade e austeridade e dedicar-se à prática dos ensinamentos de Buda.   Os versos do Saigyō reunidos neste livro remontam à antiga forma clássica de poesia japonesa que floresceu durante os períodos Heian e Kamakura, a poesia waka. A versão curta desta poesia, chamada tanka, tem uma estrutura fixa de 31 sílabas, organizadas em cinco versos e seguindo o padrão 5-7-5-7-7.
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Lua do Coração

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Considerado um dos maiores poetas japoneses, Saigyō viveu numa das épocas mais turbulentas e culturalmente brilhantes da história japonesa. Norikiyo nasceu num mundo privilegiado, pertencente a um sub-ramo do clã Fujiwara, a maior e mais poderosa família do país. Quando jovem, juntou-se à prestigiada Guarda de Hokumen, que servia no palácio do imperador reformado. No entanto, aos vinte e dois anos, Norikiyo escolhe “deixar o mundo” e tornar-se um tonseisha, aquele que faz votos budistas para, doravante, viver uma vida de simplicidade e austeridade e dedicar-se à prática dos ensinamentos de Buda.   Os versos do Saigyō reunidos neste livro remontam à antiga forma clássica de poesia japonesa que floresceu durante os períodos Heian e Kamakura, a poesia waka. A versão curta desta poesia, chamada tanka, tem uma estrutura fixa de 31 sílabas, organizadas em cinco versos e seguindo o padrão 5-7-5-7-7.
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Malmequer

3,00  c/ IVA
Print 20x25 Uma imagem cheia de sons. Música aqui: https://tiagonoia.bandcamp.com/track/malmequer
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Malmequer

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Manifesto Abomunista // Segundo Abril // Será que a Mente Secreta Sussura?

17,00  c/ IVA
A poesia Abomunista, a fim de ser completamente (norma britânica) compreendida, dever ser comida...excepto nos dias de jejum, nos dias em que não se faz nenhum, nas manhãs das execuções.
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Manifesto Abomunista // Segundo Abril // Será que a Mente Secreta Sussura?

17,00  c/ IVA
A poesia Abomunista, a fim de ser completamente (norma britânica) compreendida, dever ser comida...excepto nos dias de jejum, nos dias em que não se faz nenhum, nas manhãs das execuções.
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MensagemMensagem
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Mensagem

19,00  c/ IVA
Mensagem é um dos poemas maiores da poesia portuguesa. Foi também o único livro em português que Fernando Pessoa fez sair à estampa em vida. À data da publicação, em outubro de 1934 (pouco mais de um ano antes da sua morte), a Europa das Luzes e da Liberdade sucumbia perante o avanço das ditaduras modernas e a agudização dos nacionalismos expansionistas e do imperialismo de base material que, meia década mais tarde, desencadeariam a Segunda Guerra Mundial. É neste quadro de decadência geral da Europa (e do seu país em particular) que Pessoa discorre em verso na Mensagem sobre os grandes acontecimentos e protagonistas ligados à génese de Portugal, ao período áureo das Descobertas marítimas e ao declínio posterior, desaguando na construção futura de um império novo e diferente: o Quinto Império, de matriz espiritual, messiânica e milenarista. Introduzida e anotada por António Apolinário Lourenço, ilustrada por Fatinha Ramos e prefaciada por Amélia Muge, a presente edição da Mensagem oferece aos leitores um guião para a compreensão e interpretação do poema à luz da história de Portugal e das doutrinas do cristianismo esotérico e heterodoxo, que desempenharam um papel central na formação intelectual de Fernando Pessoa.
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Mensagem

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Mensagem é um dos poemas maiores da poesia portuguesa. Foi também o único livro em português que Fernando Pessoa fez sair à estampa em vida. À data da publicação, em outubro de 1934 (pouco mais de um ano antes da sua morte), a Europa das Luzes e da Liberdade sucumbia perante o avanço das ditaduras modernas e a agudização dos nacionalismos expansionistas e do imperialismo de base material que, meia década mais tarde, desencadeariam a Segunda Guerra Mundial. É neste quadro de decadência geral da Europa (e do seu país em particular) que Pessoa discorre em verso na Mensagem sobre os grandes acontecimentos e protagonistas ligados à génese de Portugal, ao período áureo das Descobertas marítimas e ao declínio posterior, desaguando na construção futura de um império novo e diferente: o Quinto Império, de matriz espiritual, messiânica e milenarista. Introduzida e anotada por António Apolinário Lourenço, ilustrada por Fatinha Ramos e prefaciada por Amélia Muge, a presente edição da Mensagem oferece aos leitores um guião para a compreensão e interpretação do poema à luz da história de Portugal e das doutrinas do cristianismo esotérico e heterodoxo, que desempenharam um papel central na formação intelectual de Fernando Pessoa.
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Mulher Flor

10,00  c/ IVA
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Mulher Flor

10,00  c/ IVA
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Música para Antropomorfos

15,00  c/ IVA

A improvável gênese do artefacto musical/ visual que você tem em mãos é esta: uma banda de rock suja e malvada de garotos goianos (capitaneada por um fã ardoroso de Jack Kirby) criou a fagulha sonora, primitiva e ominosa para que Zimbres, o mais cortês dos quadrinistas experimentais, criasse seu grande épico. É um pequeno milagre das circunstâncias e uma grande história de origem, e quanto mais você pensa a respeito, mais faz sentido: quem possivelmente inventaria um treco desses? 

Essas pequenas instâncias de reconhecimento se repetem no decorrer das cerca de 200 páginas de leitura. Por trás de sua fachada desconjuntada, de capítulos desenhados em estilos drasticamente flutuantes, MPA tem uma narrativa sólida, com direito inclusive a toda aquela lenga-lenga de introdução, complicação e desenlace.  É como um recontar cubista e ultracondensado da história do Ocidente, com pitadas de profecia bíblica, mitologia grega e farsa borgiana. - Diego Gerlach 

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Música para Antropomorfos

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A improvável gênese do artefacto musical/ visual que você tem em mãos é esta: uma banda de rock suja e malvada de garotos goianos (capitaneada por um fã ardoroso de Jack Kirby) criou a fagulha sonora, primitiva e ominosa para que Zimbres, o mais cortês dos quadrinistas experimentais, criasse seu grande épico. É um pequeno milagre das circunstâncias e uma grande história de origem, e quanto mais você pensa a respeito, mais faz sentido: quem possivelmente inventaria um treco desses? 

Essas pequenas instâncias de reconhecimento se repetem no decorrer das cerca de 200 páginas de leitura. Por trás de sua fachada desconjuntada, de capítulos desenhados em estilos drasticamente flutuantes, MPA tem uma narrativa sólida, com direito inclusive a toda aquela lenga-lenga de introdução, complicação e desenlace.  É como um recontar cubista e ultracondensado da história do Ocidente, com pitadas de profecia bíblica, mitologia grega e farsa borgiana. - Diego Gerlach 

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nada, nada, nada – escritos escolhidos

16,00  c/ IVA
“Entre 1879 e 1953, Francis Picabia viveu muitas vidas. Foi pintor, poeta e prosador, ensaísta e crítico. Colaborou em diversas publicações e criou as suas próprias revistas. Escreveu para teatro e também para cinema. Alimentou polémicas e provocou escândalos. Organizou espectáculos, exposições e festas. Acompanhou o Cubismo e depois atacou-o com ironia. Levou o Dadaísmo para Paris, foi um dos seus mais vivos participantes e depois saiu com estrondo. Esteve com os surrealistas, mas numa relação morna.  Os textos que compõem este livro pertencem à fase mais explosiva e exuberante da obra escrita de Picabia. Para nós, a mais fascinante também. Esta fase coincide com o seu envolvimento activo no movimento dadaísta, ou seja, mais ou menos entre 1918 e 1921. Seguindo o espírito desta colecção, o livro inclui apenas textos em prosa, deixando de fora a sua igualmente vasta e magnífica produção poética.”* *da Nota de Edição de Rui Manuel Amaral
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nada, nada, nada – escritos escolhidos

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“Entre 1879 e 1953, Francis Picabia viveu muitas vidas. Foi pintor, poeta e prosador, ensaísta e crítico. Colaborou em diversas publicações e criou as suas próprias revistas. Escreveu para teatro e também para cinema. Alimentou polémicas e provocou escândalos. Organizou espectáculos, exposições e festas. Acompanhou o Cubismo e depois atacou-o com ironia. Levou o Dadaísmo para Paris, foi um dos seus mais vivos participantes e depois saiu com estrondo. Esteve com os surrealistas, mas numa relação morna.  Os textos que compõem este livro pertencem à fase mais explosiva e exuberante da obra escrita de Picabia. Para nós, a mais fascinante também. Esta fase coincide com o seu envolvimento activo no movimento dadaísta, ou seja, mais ou menos entre 1918 e 1921. Seguindo o espírito desta colecção, o livro inclui apenas textos em prosa, deixando de fora a sua igualmente vasta e magnífica produção poética.”* *da Nota de Edição de Rui Manuel Amaral
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Não Importa

14,00  c/ IVA
Agota Kristof reuniu em Não Importa vinte e cinco contos que escreveu desde que se exilou da sua Hungria natal e se refugiou na Suíça, onde teve de aprender a falar, ler e escrever numa língua que não era a sua, como explica no seu relato autobiográfico La analfabeta (publicado em 2004, apenas um ano antes destes contos). Assim, estes são os seus primeiros textos escritos em francês, que ela manteve em repouso durante décadas, ainda insegura do seu vocabulário e do seu estilo, mas pressionada pela necessidade imperiosa de escrever. São contos muito curtos, banhados por uma atmosfera estranha e perturbadora, como pesadelos reveladores, que corroboram a visão de Kristof do mundo como um lugar inseguro, hostil, onde a desgraça pode se manifestar a qualquer momento.   Esta descrição minuciosa e clínica da maldade percorre praticamente toda a sua produção literária, e aqui é-nos apresentada sem intermediação, com os factos a nu. Conflitos familiares, traumas infantis, surtos de loucura, decisões letais... Não importa, nada importa, a vida é assim tão impiedosa e ninguém pode mudá-la. Embora talvez, afinal, reste algum espaço para a compaixão e a ternura.
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Não Importa

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Agota Kristof reuniu em Não Importa vinte e cinco contos que escreveu desde que se exilou da sua Hungria natal e se refugiou na Suíça, onde teve de aprender a falar, ler e escrever numa língua que não era a sua, como explica no seu relato autobiográfico La analfabeta (publicado em 2004, apenas um ano antes destes contos). Assim, estes são os seus primeiros textos escritos em francês, que ela manteve em repouso durante décadas, ainda insegura do seu vocabulário e do seu estilo, mas pressionada pela necessidade imperiosa de escrever. São contos muito curtos, banhados por uma atmosfera estranha e perturbadora, como pesadelos reveladores, que corroboram a visão de Kristof do mundo como um lugar inseguro, hostil, onde a desgraça pode se manifestar a qualquer momento.   Esta descrição minuciosa e clínica da maldade percorre praticamente toda a sua produção literária, e aqui é-nos apresentada sem intermediação, com os factos a nu. Conflitos familiares, traumas infantis, surtos de loucura, decisões letais... Não importa, nada importa, a vida é assim tão impiedosa e ninguém pode mudá-la. Embora talvez, afinal, reste algum espaço para a compaixão e a ternura.
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Napalm no Coração

O preço original era: 17,00 €.O preço atual é: 15,30 €. c/ IVA
Pol Guasch nasceu em 1997, em Tarragona (Catalunha, Espanha), e é autor de dois livros de poesia e dois romances. Mestre em Literatura Contemporânea, Cultura e Teoria pela King’s College, em Londres, lecionou literatura e crítica cultural na Universidade de Barcelona. Napalm no coração é o seu primeiro romance, vencedor do Prémio Anagrama de Romance em 2021.
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Napalm no Coração

O preço original era: 17,00 €.O preço atual é: 15,30 €. c/ IVA
Pol Guasch nasceu em 1997, em Tarragona (Catalunha, Espanha), e é autor de dois livros de poesia e dois romances. Mestre em Literatura Contemporânea, Cultura e Teoria pela King’s College, em Londres, lecionou literatura e crítica cultural na Universidade de Barcelona. Napalm no coração é o seu primeiro romance, vencedor do Prémio Anagrama de Romance em 2021.
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Night Thoughts Are Not Like BatsNight Thoughts Are Not Like Bats
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Night Thoughts Are Not Like BatsNight Thoughts Are Not Like Bats
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Night Thoughts Are Not Like Bats

9,00  c/ IVA
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noturnos

15,00  c/ IVA
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noturnos

15,00  c/ IVA
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Ó – OlharesÓ – Olhares
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Ó – OlharesÓ – Olhares
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Ó – Olhares

7,00  c/ IVA
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O Aroma do Tempo

16,50  c/ IVA
Tal como nas suas obras anteriores, de A Sociedade do Cansaço até A Agonia de Eros, aborda as causas dessa evolução e reflete sobre a possibilidade de a inverter. Para o filósofo, o final do tempo como duração narrativa não teria de implicar um vazio temporal. Existe, pelo contrário, agora a possibilidade de uma vida que prescinda da teologia e da teleologia e que apesar disso tenha um aroma próprio. Para isso seria necessário recuperar conceitos de Hannah Arendt, pois a crise temporal só poderá ser ultrapassada quando a vita activaacolher de novo a vita contemplativa.
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O Aroma do Tempo

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Tal como nas suas obras anteriores, de A Sociedade do Cansaço até A Agonia de Eros, aborda as causas dessa evolução e reflete sobre a possibilidade de a inverter. Para o filósofo, o final do tempo como duração narrativa não teria de implicar um vazio temporal. Existe, pelo contrário, agora a possibilidade de uma vida que prescinda da teologia e da teleologia e que apesar disso tenha um aroma próprio. Para isso seria necessário recuperar conceitos de Hannah Arendt, pois a crise temporal só poderá ser ultrapassada quando a vita activaacolher de novo a vita contemplativa.
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O Círculo do AmorO Círculo do Amor
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O Círculo do Amor

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O Círculo do Amor

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O Cogumelo no Fim do Mundo. Viver nas Ruínas do CapitalismoO Cogumelo no Fim do Mundo. Viver nas Ruínas do Capitalismo
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O Cogumelo no Fim do Mundo. Viver nas Ruínas do Capitalismo

O preço original era: 22,00 €.O preço atual é: 19,80 €. c/ IVA
Percorrendo a cadeia de abastecimento do cogumelo matsutake — desde que é colhido por veteranos de guerra e imigrantes nos EUA até ser oferecido e consumido como iguaria de luxo no Japão —, a antropóloga Anna Lowenhaupt Tsing descobre múltiplos modos de vida emaranhados de maneira tão profunda quanto contingente. Ao explorarmos histórias de guerra, mutualismos interespécies e mecanismos de tradução entre culturas, sistemas económicos ou regimes de produção de conhecimento científico, o que encontramos são lições de coabitação, de liberdade e da arte de prestar atenção. Um livro verdadeiramente multidisciplinar que cruza o trabalho de campo etnográfico, a história económica, a genética e a silvicultura para revelar estratégias de subsistência nas margens do capitalismo, num contexto geral de precariedade e de destruição do mundo que nos rodeia.
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O Cogumelo no Fim do Mundo. Viver nas Ruínas do CapitalismoO Cogumelo no Fim do Mundo. Viver nas Ruínas do Capitalismo
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O Cogumelo no Fim do Mundo. Viver nas Ruínas do Capitalismo

O preço original era: 22,00 €.O preço atual é: 19,80 €. c/ IVA
Percorrendo a cadeia de abastecimento do cogumelo matsutake — desde que é colhido por veteranos de guerra e imigrantes nos EUA até ser oferecido e consumido como iguaria de luxo no Japão —, a antropóloga Anna Lowenhaupt Tsing descobre múltiplos modos de vida emaranhados de maneira tão profunda quanto contingente. Ao explorarmos histórias de guerra, mutualismos interespécies e mecanismos de tradução entre culturas, sistemas económicos ou regimes de produção de conhecimento científico, o que encontramos são lições de coabitação, de liberdade e da arte de prestar atenção. Um livro verdadeiramente multidisciplinar que cruza o trabalho de campo etnográfico, a história económica, a genética e a silvicultura para revelar estratégias de subsistência nas margens do capitalismo, num contexto geral de precariedade e de destruição do mundo que nos rodeia.
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O Colecionador de Tijolos

10,00  c/ IVA
(...) Trata-se de um conto, no qual se acompanham personagens, conflitos e peripécias numa só narrativa. Se a cidade, alterada pelos efeitos da crise financeira e da mercantilização (o desemprego, a gentrificação, a especulação imobiliária), é o lugar e o pano de fundo em que o conto se desenrola, a arquitectura, como metonímia da construção e da criação, permanece na origem da banda desenhada de Pedro Burgos.
Valério, homem que já ultrapassou a meia-idade, fica sem emprego após o fecho do ateliê de arquitectura onde trabalhava. Decide, então, reabilitar a casa herdada dos avós para descobrir, incrédulo e revoltado, que foi ocupada por homens e mulheres sem-abrigo. Reagirá com violência, antes de perder os sentidos. Começa aí a sua derrocada existencial e espiritual: acordará, salvo pelos médicos, mas para se afastar do mundo (a cidade, cujo nome Pedro Burgos só revelará no fim), tornando-se no coleccionador de tijolos que os vizinhos e família observarão com piedade, receio e incompreensão. (...)
José Marmeleira in Público
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O Colecionador de Tijolos

10,00  c/ IVA
(...) Trata-se de um conto, no qual se acompanham personagens, conflitos e peripécias numa só narrativa. Se a cidade, alterada pelos efeitos da crise financeira e da mercantilização (o desemprego, a gentrificação, a especulação imobiliária), é o lugar e o pano de fundo em que o conto se desenrola, a arquitectura, como metonímia da construção e da criação, permanece na origem da banda desenhada de Pedro Burgos.
Valério, homem que já ultrapassou a meia-idade, fica sem emprego após o fecho do ateliê de arquitectura onde trabalhava. Decide, então, reabilitar a casa herdada dos avós para descobrir, incrédulo e revoltado, que foi ocupada por homens e mulheres sem-abrigo. Reagirá com violência, antes de perder os sentidos. Começa aí a sua derrocada existencial e espiritual: acordará, salvo pelos médicos, mas para se afastar do mundo (a cidade, cujo nome Pedro Burgos só revelará no fim), tornando-se no coleccionador de tijolos que os vizinhos e família observarão com piedade, receio e incompreensão. (...)
José Marmeleira in Público
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O Deserto que Vem – Ecologias de Kropotkin a Marte, Seguido de Cidades IdeaisO Deserto que Vem – Ecologias de Kropotkin a Marte, Seguido de Cidades Ideais
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O Deserto que Vem – Ecologias de Kropotkin a Marte, Seguido de Cidades Ideais

9,50  c/ IVA
O Deserto que vem – Ecologias de Kropotkin a Marte Kropotkin acreditava que a dessecação era um processo geológico contínuo e que esta se podia observar em todo o Hemisfério Norte. Por esta razão, o geólogo e anarquista russo desafiou radicalmente a ortodoxia ao sustentar a continuidade da dinâmica climática global entre o fim da Era do Gelo e os tempos modernos: longe de ser estacionário, o clima vinha mudando continuamente numa direcção unidireccional e sem interferência humana ao longo da história. Neste breve ensaio, Mike Davis explica que a tese de Kropotkin foi a primeira tentativa científica no campo da ecologia de apresentar uma argumentação abrangente a favor das alterações climáticas naturais como força motriz da história da civilização.   Cidades Ideais O arquitecto e historiador Colin Ward (1924 Wanstead – 2010 Ipswich) foi uma das figuras-chave do anarquismo britânico do século XX. Escritor prolífico, assumiu durante duas décadas a edição do jornal Freedom, fundado em 1886 por Kropotkin na capital londrina. Em 1961, Ward fundou a revista mensal Anarchy, difundindo a sua visão do anarquismo não como uma teoria utópica, mas enquanto um conjunto de práticas sociais capazes de criar formas alternativas de organização informais, sem hierarquias e não submetidas às políticas estatais. Cidades Ideais é um brevíssimo esquisso sobre diferentes visões de organização dos aglomerados humanos da Modernidade à era Contemporânea. Ward escreveu sobre uma ampla variedade de tópicos, incluindo política contemporânea, ocupação ilegal, habitação, arquitectura, educação, planeamento urbano, práticas anarquistas e ajuda mútua. A sua versão do anarquismo quotidiano, que envolvia experimentação e intervenções práticas, atravessa as páginas de livros como Anarchy in Action (1973), Housing: An Anarchist Approach (1976), Welcome, Thinner City: Urban Survival in the 1990s (1989) e Sociable Cities: The Legacy of Ebenezer Howard (1998), volumes que dão visibilidade à realidade de experiências que já acontecem no contexto do capitalismo e que potenciam a liberdade, ampliam a autonomia local face às autoridades externas e promovem o bem-estar social.
O Deserto que Vem – Ecologias de Kropotkin a Marte, Seguido de Cidades IdeaisO Deserto que Vem – Ecologias de Kropotkin a Marte, Seguido de Cidades Ideais
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O Deserto que Vem – Ecologias de Kropotkin a Marte, Seguido de Cidades Ideais

9,50  c/ IVA
O Deserto que vem – Ecologias de Kropotkin a Marte Kropotkin acreditava que a dessecação era um processo geológico contínuo e que esta se podia observar em todo o Hemisfério Norte. Por esta razão, o geólogo e anarquista russo desafiou radicalmente a ortodoxia ao sustentar a continuidade da dinâmica climática global entre o fim da Era do Gelo e os tempos modernos: longe de ser estacionário, o clima vinha mudando continuamente numa direcção unidireccional e sem interferência humana ao longo da história. Neste breve ensaio, Mike Davis explica que a tese de Kropotkin foi a primeira tentativa científica no campo da ecologia de apresentar uma argumentação abrangente a favor das alterações climáticas naturais como força motriz da história da civilização.   Cidades Ideais O arquitecto e historiador Colin Ward (1924 Wanstead – 2010 Ipswich) foi uma das figuras-chave do anarquismo britânico do século XX. Escritor prolífico, assumiu durante duas décadas a edição do jornal Freedom, fundado em 1886 por Kropotkin na capital londrina. Em 1961, Ward fundou a revista mensal Anarchy, difundindo a sua visão do anarquismo não como uma teoria utópica, mas enquanto um conjunto de práticas sociais capazes de criar formas alternativas de organização informais, sem hierarquias e não submetidas às políticas estatais. Cidades Ideais é um brevíssimo esquisso sobre diferentes visões de organização dos aglomerados humanos da Modernidade à era Contemporânea. Ward escreveu sobre uma ampla variedade de tópicos, incluindo política contemporânea, ocupação ilegal, habitação, arquitectura, educação, planeamento urbano, práticas anarquistas e ajuda mútua. A sua versão do anarquismo quotidiano, que envolvia experimentação e intervenções práticas, atravessa as páginas de livros como Anarchy in Action (1973), Housing: An Anarchist Approach (1976), Welcome, Thinner City: Urban Survival in the 1990s (1989) e Sociable Cities: The Legacy of Ebenezer Howard (1998), volumes que dão visibilidade à realidade de experiências que já acontecem no contexto do capitalismo e que potenciam a liberdade, ampliam a autonomia local face às autoridades externas e promovem o bem-estar social.
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O Dia do Gafanhoto

15,00  c/ IVA
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O Fiorde/ Sebregondi Recua / Escrever Como Qualquer Coisa

20,00  c/ IVA
(inclui o texto de Leopoldo Fernández, que serviu de posfácio à edição primitiva de El Fiord) tradução e nota introdutória: Mariano Alejandro Ribeiro pinturas (capa e miolo):Theodore Ushev
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O Fiorde/ Sebregondi Recua / Escrever Como Qualquer Coisa

20,00  c/ IVA
(inclui o texto de Leopoldo Fernández, que serviu de posfácio à edição primitiva de El Fiord) tradução e nota introdutória: Mariano Alejandro Ribeiro pinturas (capa e miolo):Theodore Ushev
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O Grande GRRRRRO Grande GRRRRR
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O Grande GRRRRR

15,00  c/ IVA
Apresentamos o Grrrrr, estafeta veloz, profissional e encantador. Esta manhã vai entregar um pacotinho, embrulhado com lacinho. Toca à campainha com delicadeza, mas não o ouviram de certeza. Insiste com educação. Quantas vezes? Ninguém responde. E o grande Grrrrr à espera, à chuva e a perder a paciência... Um álbum divertido e inesperado, que fala de grandes sentimentos, comunicação e empatia.
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O Grande GRRRRRO Grande GRRRRR
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O Grande GRRRRR

15,00  c/ IVA
Apresentamos o Grrrrr, estafeta veloz, profissional e encantador. Esta manhã vai entregar um pacotinho, embrulhado com lacinho. Toca à campainha com delicadeza, mas não o ouviram de certeza. Insiste com educação. Quantas vezes? Ninguém responde. E o grande Grrrrr à espera, à chuva e a perder a paciência... Um álbum divertido e inesperado, que fala de grandes sentimentos, comunicação e empatia.
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O Homem-Alegria

14,00  c/ IVA
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O Kágado

Como afirma Manuel Portela, no prefácio ao livro, estes três textos «mostram a imaginação intermedial da autora, isto é, a sua capacidade para explorar a transfiguração da escrita na relação com outros códigos e linguagens artísticas (teatro, cinema, ópera) e na relação desses códigos com dispositivos mediais como o telefone ou a câmara de filmar ou a máquina de projetar ou o rádio portátil. A experimentação com a linguagem verbal e com os processos de mediação técnica evidencia a sua familiaridade com a arte modernista – surrealismo e cinema abstrato, por exemplo –, e com as correntes e práticas artísticas da época, como o teatro do absurdo e a música concreta. Mais significativa do que a mera sintonia com as neovanguardas das décadas de 1950 e 1960, é a vivacidade bem-humorada do uso da paronomásia, da associação de ideias e da justaposição de imagens e ações para abrir brechas na lógica uniformizadora da língua e instaurar perspetivas improváveis e libertadoras. É este compromisso radical da artista com os atos de dizer o não-dito, mostrar o não-mostrado e ver o não-visto, ao mesmo tempo político e lúdico, que os três divertimentos nos proporcionam.»
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O Kágado

Como afirma Manuel Portela, no prefácio ao livro, estes três textos «mostram a imaginação intermedial da autora, isto é, a sua capacidade para explorar a transfiguração da escrita na relação com outros códigos e linguagens artísticas (teatro, cinema, ópera) e na relação desses códigos com dispositivos mediais como o telefone ou a câmara de filmar ou a máquina de projetar ou o rádio portátil. A experimentação com a linguagem verbal e com os processos de mediação técnica evidencia a sua familiaridade com a arte modernista – surrealismo e cinema abstrato, por exemplo –, e com as correntes e práticas artísticas da época, como o teatro do absurdo e a música concreta. Mais significativa do que a mera sintonia com as neovanguardas das décadas de 1950 e 1960, é a vivacidade bem-humorada do uso da paronomásia, da associação de ideias e da justaposição de imagens e ações para abrir brechas na lógica uniformizadora da língua e instaurar perspetivas improváveis e libertadoras. É este compromisso radical da artista com os atos de dizer o não-dito, mostrar o não-mostrado e ver o não-visto, ao mesmo tempo político e lúdico, que os três divertimentos nos proporcionam.»
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O Livro do Desassossego, Antologia EssencialO Livro do Desassossego, Antologia Essencial
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O Livro do Desassossego, Antologia Essencial

16,00  c/ IVA
O Livro do Desassossego, inacabada e fragmentária obra em prosa de Fernando Pessoa, tornou-se ironicamente na mais célebre monografia de um dos maiores, mais traduzidos, publicados e lidos poetas do séc. XX. O Livro apresenta-se como uma epopeia do Negativo, através da lupa de um anti-herói, o semi-heterónimo Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros em Lisboa, que nas horas vagas deambula pela urbe e redige reflexões aparentemente desconexas, unidas, porém, pelas vivências na cidade decadente e por duas ideias-chave que as atravessam: a dissolução do universo burguês e a sublimação da irrealidade existencial através da realidade da escrita.
O Livro do Desassossego, Antologia EssencialO Livro do Desassossego, Antologia Essencial
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O Livro do Desassossego, Antologia Essencial

16,00  c/ IVA
O Livro do Desassossego, inacabada e fragmentária obra em prosa de Fernando Pessoa, tornou-se ironicamente na mais célebre monografia de um dos maiores, mais traduzidos, publicados e lidos poetas do séc. XX. O Livro apresenta-se como uma epopeia do Negativo, através da lupa de um anti-herói, o semi-heterónimo Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros em Lisboa, que nas horas vagas deambula pela urbe e redige reflexões aparentemente desconexas, unidas, porém, pelas vivências na cidade decadente e por duas ideias-chave que as atravessam: a dissolução do universo burguês e a sublimação da irrealidade existencial através da realidade da escrita.
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O Livro dos AbraçosO Livro dos Abraços
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O Livro dos Abraços

17,50  c/ IVA
Escrito no exílio e ilustrado pelo autor, O Livro dos Abraços reúne memórias e sonhos, fábulas que entrelaçam o real e o fantástico, crónicas indeléveis das trivialidades, das gentes e dos seus costumes, da política e dos seus mártires, do amor, da guerra e da paz. Fragmentos que celebram a diversidade, têm na memória do autor o seu fio condutor: «Recordar: do latim re-cordis, voltar a passar pelo coração.» Com uma extraordinária capacidade descritiva e um comovente pendor poético, escrevendo numa simplicidade desarmante, Eduardo Galeano dá voz aos amordaçados e estende um longo abraço aos resistentes – amaldiçoados pela economia, afugentados pela polícia, esquecidos pela cultura. O Livro dos Abraços é uma história alternativa da América Latina contada pelo mestre da narrativa breve, numa síntese inspirada do seu imaginário.
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O Livro dos AbraçosO Livro dos Abraços
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O Livro dos Abraços

17,50  c/ IVA
Escrito no exílio e ilustrado pelo autor, O Livro dos Abraços reúne memórias e sonhos, fábulas que entrelaçam o real e o fantástico, crónicas indeléveis das trivialidades, das gentes e dos seus costumes, da política e dos seus mártires, do amor, da guerra e da paz. Fragmentos que celebram a diversidade, têm na memória do autor o seu fio condutor: «Recordar: do latim re-cordis, voltar a passar pelo coração.» Com uma extraordinária capacidade descritiva e um comovente pendor poético, escrevendo numa simplicidade desarmante, Eduardo Galeano dá voz aos amordaçados e estende um longo abraço aos resistentes – amaldiçoados pela economia, afugentados pela polícia, esquecidos pela cultura. O Livro dos Abraços é uma história alternativa da América Latina contada pelo mestre da narrativa breve, numa síntese inspirada do seu imaginário.
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O Movimento das CoisasO Movimento das Coisas
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O Movimento das Coisas

15,00  c/ IVA
Festivais e Mostras (cópia restaurada): Festival Lumière de Lyon, 2020; Porto/Post/Doc, 2020; Festival Internacional de Cinema de Manheim e Heidelberg, 2021, Punto de Vista – Festival Internacional de Cine Documental de Navarra, 2022.   Trailer: https://youtu.be/XoN26_Da-mc?si=yhAShB9sfmFbmC15
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O Movimento das CoisasO Movimento das Coisas
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O Movimento das Coisas

15,00  c/ IVA
Festivais e Mostras (cópia restaurada): Festival Lumière de Lyon, 2020; Porto/Post/Doc, 2020; Festival Internacional de Cinema de Manheim e Heidelberg, 2021, Punto de Vista – Festival Internacional de Cine Documental de Navarra, 2022.   Trailer: https://youtu.be/XoN26_Da-mc?si=yhAShB9sfmFbmC15
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O Murmúrio

20,00  c/ IVA
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O Sábio ÁrabeO Sábio Árabe
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O Sábio Árabe

17,00  c/ IVA
Pessoa é reconhecido como o mais universal dos escritores em língua portuguesa. A sua característica mais singular, que o torna um fenómeno literário raro e de excecional relevo em todo o mundo, reside no facto de ter escrito grande parte da sua obra, em verso e em prosa, através dos «heterónimos», personalidades fictícias que escreviam e pensavam de forma diferente entre si, como se fossem verdadeiros autores, distintos de Fernando Pessoa ele mesmo.
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O Sábio Árabe

17,00  c/ IVA
Pessoa é reconhecido como o mais universal dos escritores em língua portuguesa. A sua característica mais singular, que o torna um fenómeno literário raro e de excecional relevo em todo o mundo, reside no facto de ter escrito grande parte da sua obra, em verso e em prosa, através dos «heterónimos», personalidades fictícias que escreviam e pensavam de forma diferente entre si, como se fossem verdadeiros autores, distintos de Fernando Pessoa ele mesmo.
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O Som do Rugido da Onça

16,00  c/ IVA
Em 1817, Spix e Martius desembarcaram no Brasil com a missão de registar as suas impressões sobre a fauna e flora do país. Três anos e dez mil quilómetros depois, os exploradores voltaram a Munique trazendo consigo não apenas um extenso relato da viagem, mas também um menino e uma menina indígenas, que morreriam pouco tempo depois de chegarem a solo europeu. Neste romance corajoso e repleto de lirismo, Micheliny Verunschk pensa o colonialismo e a memória a partir da história dessas duas crianças raptadas no século XIX, entrelaçando-a com a de Josefa, uma jovem no Brasil contemporâneo, que enfrenta as lacunas da sua própria história ao vislumbrar a imagem da menina numa exposição. Micheliny Verunschk nasceu em 1972, em Pernambuco, e é uma das escritoras brasileiras mais celebradas e premiadas da atualidade. Foi vencedora, entre outros, do Prémio Jabuti em 2022, na categoria de Romance Literário com O som do rugido da onça e do Prémio Oceanos de Literatura em Língua Portuguesa em 2024, na categoria de Prosa, com Caminhando com os mortos. É autora de contos, poesia e romances, além de historiadora.
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O Som do Rugido da Onça

16,00  c/ IVA
Em 1817, Spix e Martius desembarcaram no Brasil com a missão de registar as suas impressões sobre a fauna e flora do país. Três anos e dez mil quilómetros depois, os exploradores voltaram a Munique trazendo consigo não apenas um extenso relato da viagem, mas também um menino e uma menina indígenas, que morreriam pouco tempo depois de chegarem a solo europeu. Neste romance corajoso e repleto de lirismo, Micheliny Verunschk pensa o colonialismo e a memória a partir da história dessas duas crianças raptadas no século XIX, entrelaçando-a com a de Josefa, uma jovem no Brasil contemporâneo, que enfrenta as lacunas da sua própria história ao vislumbrar a imagem da menina numa exposição. Micheliny Verunschk nasceu em 1972, em Pernambuco, e é uma das escritoras brasileiras mais celebradas e premiadas da atualidade. Foi vencedora, entre outros, do Prémio Jabuti em 2022, na categoria de Romance Literário com O som do rugido da onça e do Prémio Oceanos de Literatura em Língua Portuguesa em 2024, na categoria de Prosa, com Caminhando com os mortos. É autora de contos, poesia e romances, além de historiadora.
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O Tempo e a Terra – Ensaios sobre O Movimento das Coisas de Manuela Serra

20,00  c/ IVA
Organizado por Filipa Rosário e contando com a participação de investigadores e criadores de várias áreas, o livro interroga o lugar de O Movimento das Coisas no cruzamento entre práticas artísticas e debates contemporâneos sobre género, ruralidade e modernidade. O gesto colectivo que o compõe não só resgata a trajetória de uma realizadora cuja carreira foi marcada por exclusões e silêncios, como também contribui para uma reparação histórica, inscrevendo o filme na genealogia do ecofeminismo e do cinema de resistência.
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O Tempo e a Terra – Ensaios sobre O Movimento das Coisas de Manuela Serra

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Organizado por Filipa Rosário e contando com a participação de investigadores e criadores de várias áreas, o livro interroga o lugar de O Movimento das Coisas no cruzamento entre práticas artísticas e debates contemporâneos sobre género, ruralidade e modernidade. O gesto colectivo que o compõe não só resgata a trajetória de uma realizadora cuja carreira foi marcada por exclusões e silêncios, como também contribui para uma reparação histórica, inscrevendo o filme na genealogia do ecofeminismo e do cinema de resistência.
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Oh, So Pretty

15,00  c/ IVA
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Oh, So Pretty

15,00  c/ IVA
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Olho na Ferida

10,00  c/ IVA
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Olho na Ferida

10,00  c/ IVA
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Op Oloop

16,00  c/ IVA
A biografia de Juan Filloy está carregada de dados mais ou menos extravagantes, nem todos verificáveis: filho de pais analfabetos; formou-se em Direito e participou, ainda estudante, na Reforma Universitária de 1918; conheceu a mulher por carta e namoraram três dias antes de se casarem; foi árbitro de boxe; fundou um dos principais emblemas do futebol argentino, o Club Atlético Talleres; criou um clube de golfe sem nunca ter praticado a modalidade; correspondeu-se com Freud, nos anos 30; fumou charutos com Hemingway em Cuba, nos anos 60; orgulhava- se de deter o recorde mundial da produção de palíndromos; coleccionava escrupulosamente todos os números da revista Playboy; e condenava o uso do automóvel. Atravessou três séculos: nasceu em Córdoba, em 1894, e aí morreu, em 2000, embora tenha vivido grande parte da vida numa cidade secundária, Río Cuarto. Diz-se que morreu enquanto dormia a sesta, a poucos dias de cumprir 106 anos. Escreveu mais de 50 livros, muitos deles em edições de autor, com pouquíssimos exemplares, que ele próprio desenhava, paginava, imprimia, encadernava e distribuía. No monumental Dicionário de Autores Latino-Americanos, César Aira destaca o seu descomplexado uso do humor e o «carácter pioneiro de uma obra solitária e anti-convencional». Com a edição de Op Oloop, a Colecção 30 de Fevereiro dá a ler, pela primeira vez em língua portuguesa, um dos autores mais heterodoxos da literatura argentina.
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Op Oloop

16,00  c/ IVA
A biografia de Juan Filloy está carregada de dados mais ou menos extravagantes, nem todos verificáveis: filho de pais analfabetos; formou-se em Direito e participou, ainda estudante, na Reforma Universitária de 1918; conheceu a mulher por carta e namoraram três dias antes de se casarem; foi árbitro de boxe; fundou um dos principais emblemas do futebol argentino, o Club Atlético Talleres; criou um clube de golfe sem nunca ter praticado a modalidade; correspondeu-se com Freud, nos anos 30; fumou charutos com Hemingway em Cuba, nos anos 60; orgulhava- se de deter o recorde mundial da produção de palíndromos; coleccionava escrupulosamente todos os números da revista Playboy; e condenava o uso do automóvel. Atravessou três séculos: nasceu em Córdoba, em 1894, e aí morreu, em 2000, embora tenha vivido grande parte da vida numa cidade secundária, Río Cuarto. Diz-se que morreu enquanto dormia a sesta, a poucos dias de cumprir 106 anos. Escreveu mais de 50 livros, muitos deles em edições de autor, com pouquíssimos exemplares, que ele próprio desenhava, paginava, imprimia, encadernava e distribuía. No monumental Dicionário de Autores Latino-Americanos, César Aira destaca o seu descomplexado uso do humor e o «carácter pioneiro de uma obra solitária e anti-convencional». Com a edição de Op Oloop, a Colecção 30 de Fevereiro dá a ler, pela primeira vez em língua portuguesa, um dos autores mais heterodoxos da literatura argentina.
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Os Amanhãs de Ontem

16,35  c/ IVA
Se no seu livro anterior, Comunismo: uma pequena história de como tudo poderá ser diferente(Tigre de Papel, 2020), Adamczak apresentava o comunismo como um conto de fadas com a hipótese de um final feliz, neste oferece-nos uma tragédia. Descreve a deportação de volta para a Alemanha nazi de antifascistas exilados — uma traição de comunistas contra comunistas; a incredulidade inicial dos comunistas europeus face à notícia do pacto Hitler-Estaline; o plano de terror de Estado de Estaline; o desaparecimento da classe e a emergência de cálculos táticos e económicos; o definhamento e a impossibilidade dos sucessos da revolução; e a promessa barata de que «da próxima vez será democrático».   O que pesa sobre a possibilidade do desejo comunista, escreve Adamczak, não é apenas o fim da história, mas, antes de mais, o fim da revolução. Não apenas 1989 mas também, e sobretudo, 1939, 1938 e, mais para trás, 1924 e 1917. Só compreendendo essa história poderemos trabalhar para um futuro melhor.
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Os Amanhãs de Ontem

16,35  c/ IVA
Se no seu livro anterior, Comunismo: uma pequena história de como tudo poderá ser diferente(Tigre de Papel, 2020), Adamczak apresentava o comunismo como um conto de fadas com a hipótese de um final feliz, neste oferece-nos uma tragédia. Descreve a deportação de volta para a Alemanha nazi de antifascistas exilados — uma traição de comunistas contra comunistas; a incredulidade inicial dos comunistas europeus face à notícia do pacto Hitler-Estaline; o plano de terror de Estado de Estaline; o desaparecimento da classe e a emergência de cálculos táticos e económicos; o definhamento e a impossibilidade dos sucessos da revolução; e a promessa barata de que «da próxima vez será democrático».   O que pesa sobre a possibilidade do desejo comunista, escreve Adamczak, não é apenas o fim da história, mas, antes de mais, o fim da revolução. Não apenas 1989 mas também, e sobretudo, 1939, 1938 e, mais para trás, 1924 e 1917. Só compreendendo essa história poderemos trabalhar para um futuro melhor.
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Os Conselhos da Noite

10,00  c/ IVA
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Os Dias Depois

10,00  c/ IVA
Os Dias Depois é o livro de estreia de Artur Barosa. No entanto, mostra já um autor maduro e com uma poesia marcante. para descobrir em cada palavra. Mais um novo autor que chega às mãos dos leitores.
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Os Dias Depois

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Os Dias Depois é o livro de estreia de Artur Barosa. No entanto, mostra já um autor maduro e com uma poesia marcante. para descobrir em cada palavra. Mais um novo autor que chega às mãos dos leitores.
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Os Invisíveis

22,00  c/ IVA
“gritos fortíssimos berros vejo muitos camaradas a correr para aquele lugar não consigo ver nada há fumo e confusão todos têm os olhos vermelhos e cobertos de lágrimas por causa do gás lacrimogéneo desço da grade de segurança e dirijo-me a correr para aquele lugar na companhia de outros damos de caras com outros que vêm na direcção oposta faces desesperadas olhos esbugalhados alguns baixam os lenços um põe as mãos nos cabelos não consigo ver o que aconteceu há um grupo de camaradas parados em semicírculo alguns choram não por causa do gás lacrimogéneo alguns soluçam uma rapariga grita alguma coisa que não compreendo depois mais à frente vejo o corpo ensanguentado no chão vejo o longo rasto de sangue escuro e mais à frente a massa avermelhada do cérebro que a roda do jipão lhe espremeu da cabeça esmagada”
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Os Invisíveis

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“gritos fortíssimos berros vejo muitos camaradas a correr para aquele lugar não consigo ver nada há fumo e confusão todos têm os olhos vermelhos e cobertos de lágrimas por causa do gás lacrimogéneo desço da grade de segurança e dirijo-me a correr para aquele lugar na companhia de outros damos de caras com outros que vêm na direcção oposta faces desesperadas olhos esbugalhados alguns baixam os lenços um põe as mãos nos cabelos não consigo ver o que aconteceu há um grupo de camaradas parados em semicírculo alguns choram não por causa do gás lacrimogéneo alguns soluçam uma rapariga grita alguma coisa que não compreendo depois mais à frente vejo o corpo ensanguentado no chão vejo o longo rasto de sangue escuro e mais à frente a massa avermelhada do cérebro que a roda do jipão lhe espremeu da cabeça esmagada”
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Os Limites da Paisagem

12,00  c/ IVA
Ficção-ensaio e ensaio-ficção sobre necro e farmacopolíticas, metacronismos e infranarrativas, o simbólico como real e o real como simbólico. Ultra-modernidade em diálogo com Ballard, Müller, Pynchon, Sloterdijk, Sontag, Vollmann, West e mais uns quantos.
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Os Limites da Paisagem

12,00  c/ IVA
Ficção-ensaio e ensaio-ficção sobre necro e farmacopolíticas, metacronismos e infranarrativas, o simbólico como real e o real como simbólico. Ultra-modernidade em diálogo com Ballard, Müller, Pynchon, Sloterdijk, Sontag, Vollmann, West e mais uns quantos.
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Os Meus Poemas não Mudarão o Mundo

O preço original era: 14,00 €.O preço atual é: 13,00 €. c/ IVA
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Os Meus Poemas não Mudarão o Mundo

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Os PalestinianosOs Palestinianos
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Os Palestinianos

14,00  c/ IVA
Este é o testemunho de Jean Genet após a sua estadia na Palestina. A urgência em dar a ver o horror da barbárie zionista sobre o povo palestiniano. O testemunho da nobreza e beleza do povo palestiniano expressa na sua resistência honrada.
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Os PalestinianosOs Palestinianos
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Os Palestinianos

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Este é o testemunho de Jean Genet após a sua estadia na Palestina. A urgência em dar a ver o horror da barbárie zionista sobre o povo palestiniano. O testemunho da nobreza e beleza do povo palestiniano expressa na sua resistência honrada.
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Os Sujeitos no Neoniberalismo

13,00  c/ IVA
Edição conjunta com os Livros Outro Modo/Le Monde diplomatique – edição portuguesa. Capa de Alejandro Lecavoc. Fernando Ampudia de Haro. Professor na Universidade Europeia. Doutorado em Sociologia pela Universidade Complutense de Madrid, é Investigador no IHC-NOVAFCSH. Tem publicado na área da sociologia histórica, económica e da governamentalidade. José Nuno Matos é investigador auxiliar em Sociologia no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Tem publicado na área da sociologia do trabalho e dos media.
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Os Sujeitos no Neoniberalismo

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Para Amolar a Pedra MansaPara Amolar a Pedra Mansa
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Para Amolar a Pedra Mansa

10,00  c/ IVA
Edição artesanal do autor, com encadernação manual pelo próprio e capa a partir de fotografia de Sara Cabral. 92/100
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Para Amolar a Pedra Mansa

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Passarinho Limão

15,00  c/ IVA
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Pássaros & CogumelosPássaros & Cogumelos
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Pássaros & Cogumelos

18,00  c/ IVA
“Tudo está em tudo”, disse o filósofo grego Anaxágoras. Por isso, falar em árvores é falar em pessoas, e falar em pessoas, é falar em árvores. As árvores, seres aparentemente silenciosos e imóveis, estabelecem muitas relações, sem as quais não viveriam e sem as quais nós não poderíamos viver. Também ajudam os pássaros e os cogumelos e, através deles, expandem-se por quilómetros e quilómetros, de uma forma difícil de imaginar. A propósito deste trio – árvores, pássaros e cogumelos -, podemos falar sobre muita coisa… Já agora: se tudo está em tudo, onde é que entra o toy piano? Assim começa o espectáculo “Pássaros & Cogumelos”, escrito e interpretado pela pianista Joana Gama, que deu origem a este livro. Ilustrado pelo Estúdio Lavandaria, nele também cabem várias músicas para toy piano do compositor João Godinho, disponíveis através de código QR.
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Pássaros & Cogumelos

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“Tudo está em tudo”, disse o filósofo grego Anaxágoras. Por isso, falar em árvores é falar em pessoas, e falar em pessoas, é falar em árvores. As árvores, seres aparentemente silenciosos e imóveis, estabelecem muitas relações, sem as quais não viveriam e sem as quais nós não poderíamos viver. Também ajudam os pássaros e os cogumelos e, através deles, expandem-se por quilómetros e quilómetros, de uma forma difícil de imaginar. A propósito deste trio – árvores, pássaros e cogumelos -, podemos falar sobre muita coisa… Já agora: se tudo está em tudo, onde é que entra o toy piano? Assim começa o espectáculo “Pássaros & Cogumelos”, escrito e interpretado pela pianista Joana Gama, que deu origem a este livro. Ilustrado pelo Estúdio Lavandaria, nele também cabem várias músicas para toy piano do compositor João Godinho, disponíveis através de código QR.
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Patético

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Penhasco

9,00  c/ IVA
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Pequena Poética da Insurreição

18,00  c/ IVA
"que o objectivo seja o de fazer avançar uma crítica decidida às condições actuais, sem medo das consequências nem dos conflitos daí resultantes com aqueles que detêm o poder"
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Pequena Poética da Insurreição

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"que o objectivo seja o de fazer avançar uma crítica decidida às condições actuais, sem medo das consequências nem dos conflitos daí resultantes com aqueles que detêm o poder"
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Pérolas e Malaguetas

O preço original era: 13,00 €.O preço atual é: 11,70 €. c/ IVA
Não há elefantes na sala, há grãos de areia. A engrenagem para, o olho lacrimeja. Parece tolo, inocente, inócuo, mas basta para gerar incómodo. PÉROLAS E MALAGUETAS é um jogo de palavras, um conjunto de poemas curtos e aforismos, que evocam a brevidade da linguagem. É a recusa do enorme, agigantando o minúsculo. Poemas não-poemas, não-sistema, não-restritos, não-específicos, o léxico brincando às escondidas, esconde-esconde, a efemeridade. Um lugar de possibilidades acessíveis, uma ponte para a marginalidade das reflexões sobre a vida, o tempo e as emoções. O livro captura o pestanejar, o estalar de dedos, o voo dos pássaros numa gaiola com a porta aberta. Os seus não-textos não se constroem no excesso, antes se excedem na fricção do gesto. A brevidade não é economia formal, é uma posição ética que valoriza o que passa depressa, mas deixa marca suficiente para o regresso. Desperta a delicadeza e a ardência, o brilho e a ferida, o que alimenta e o que provoca. A linguagem aproxima-se da oralidade, mas não se acomoda — brinca, desloca-se, incomoda. Pérolas ornamentam, malaguetas inflamam. Não existe uma linha reta nem promessa de futuro, aceita-se o instável como o equilíbrio possível, uma leveza que não ignora o peso do perigo do que é exposto. Irónico, repetitivo, conflituoso: o atrito como abrigo para a desconstrução do que é imposto. Não há progenitores, nem prole. Há linguajares, linguarudos, dando à língua, recusando normas fixas e sentidos únicos. PÉROLAS E MALAGUETAS não oferece respostas estáveis nem estáticas, mas um desconforto fértil à construção contínua de quem o lê. A palavra é molde e matéria.
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Pérolas e Malaguetas

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Não há elefantes na sala, há grãos de areia. A engrenagem para, o olho lacrimeja. Parece tolo, inocente, inócuo, mas basta para gerar incómodo. PÉROLAS E MALAGUETAS é um jogo de palavras, um conjunto de poemas curtos e aforismos, que evocam a brevidade da linguagem. É a recusa do enorme, agigantando o minúsculo. Poemas não-poemas, não-sistema, não-restritos, não-específicos, o léxico brincando às escondidas, esconde-esconde, a efemeridade. Um lugar de possibilidades acessíveis, uma ponte para a marginalidade das reflexões sobre a vida, o tempo e as emoções. O livro captura o pestanejar, o estalar de dedos, o voo dos pássaros numa gaiola com a porta aberta. Os seus não-textos não se constroem no excesso, antes se excedem na fricção do gesto. A brevidade não é economia formal, é uma posição ética que valoriza o que passa depressa, mas deixa marca suficiente para o regresso. Desperta a delicadeza e a ardência, o brilho e a ferida, o que alimenta e o que provoca. A linguagem aproxima-se da oralidade, mas não se acomoda — brinca, desloca-se, incomoda. Pérolas ornamentam, malaguetas inflamam. Não existe uma linha reta nem promessa de futuro, aceita-se o instável como o equilíbrio possível, uma leveza que não ignora o peso do perigo do que é exposto. Irónico, repetitivo, conflituoso: o atrito como abrigo para a desconstrução do que é imposto. Não há progenitores, nem prole. Há linguajares, linguarudos, dando à língua, recusando normas fixas e sentidos únicos. PÉROLAS E MALAGUETAS não oferece respostas estáveis nem estáticas, mas um desconforto fértil à construção contínua de quem o lê. A palavra é molde e matéria.
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Planta-Amor

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Poder Inhumano – inteligencia artificial y el futuro del capitalismoPoder Inhumano – inteligencia artificial y el futuro del capitalismo
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Poder Inhumano – inteligencia artificial y el futuro del capitalismo

20,96  c/ IVA
Nick Dyer-Witheford es Profesor en la Facultad de Estudios de Información y Medios de la Universidad de Western Ontario. Es autor de Cyber-Marx (University of Illinois, 1999) y coautor de Digital Play (McGill-Queen's, 2003), Games of Empire (University of Minnesota Press, 2009) y Cyber-Proletariat (Pluto, 2015).
Atle Mikkola Kjøsen es Profesor Adjunto en la Facultad de Estudios de Información y Medios de la Universidad de Western Ontario. Investiga y ha publicado sobre la intersección entre la economía política marxista, la teoría de los medios, la logística, el comercio minorista, la inteligencia artificial y la tecnología inteligente. James Steinhoff es Profesor Adjunto en la Escuela de Estudios de la Información y la Comunicación del UniversityCollegeDublin. Esautor de Automation and Autonomy: Labour, Capital and Machines in the Artificial Intelligence Industry (Palgrave Macmillan 2021).
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Poder Inhumano – inteligencia artificial y el futuro del capitalismo

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Nick Dyer-Witheford es Profesor en la Facultad de Estudios de Información y Medios de la Universidad de Western Ontario. Es autor de Cyber-Marx (University of Illinois, 1999) y coautor de Digital Play (McGill-Queen's, 2003), Games of Empire (University of Minnesota Press, 2009) y Cyber-Proletariat (Pluto, 2015).
Atle Mikkola Kjøsen es Profesor Adjunto en la Facultad de Estudios de Información y Medios de la Universidad de Western Ontario. Investiga y ha publicado sobre la intersección entre la economía política marxista, la teoría de los medios, la logística, el comercio minorista, la inteligencia artificial y la tecnología inteligente. James Steinhoff es Profesor Adjunto en la Escuela de Estudios de la Información y la Comunicación del UniversityCollegeDublin. Esautor de Automation and Autonomy: Labour, Capital and Machines in the Artificial Intelligence Industry (Palgrave Macmillan 2021).
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Poemas

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Poesia de café #32

4,00  c/ IVA
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Poesia. Primeira Antologia

20,00  c/ IVA
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Ponto Cego

7,00  c/ IVA
Edição artesanal do autor, encadernação manual pelo próprio e capa a partir de fotografia de Sara Cabral. 60/100
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Ponto Cego

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Pouco a PoucoPouco a Pouco
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Pouco a Pouco

14,50  c/ IVA
Uma criança vê que à porta da sua casa se acumula lixo e objectos descartados. Os vizinhos dizem-lhe que não há nada que possa fazer: o problema é grande demais. Mas a criança sabe que há pequenos gestos que fazem toda a diferença. Então, arregaça as mangas e pouco a pouco, sem desistir, algo nasce: um jardim, uma comunidade e um futuro novo. Um álbum poético com uma mensagem de esperança poderosa. Porque as grandes mudanças começam em cada pessoa e nos gestos mais simples.
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Uma criança vê que à porta da sua casa se acumula lixo e objectos descartados. Os vizinhos dizem-lhe que não há nada que possa fazer: o problema é grande demais. Mas a criança sabe que há pequenos gestos que fazem toda a diferença. Então, arregaça as mangas e pouco a pouco, sem desistir, algo nasce: um jardim, uma comunidade e um futuro novo. Um álbum poético com uma mensagem de esperança poderosa. Porque as grandes mudanças começam em cada pessoa e nos gestos mais simples.
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Preserverança

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Preserverança

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Primeiro Amor e Outros PoemasPrimeiro Amor e Outros Poemas
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Primeiro Amor e Outros PoemasPrimeiro Amor e Outros Poemas
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Primeiro Amor e Outros Poemas

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Quando me perguntaram a religião respondi a geometria

10,00  c/ IVA
Ema Flores e o seu primeiro livro de poesia. Uma voz fresca e inovadora. Uma autora que vale a pena descobrir.
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Quando me perguntaram a religião respondi a geometria

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Ema Flores e o seu primeiro livro de poesia. Uma voz fresca e inovadora. Uma autora que vale a pena descobrir.
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Quebranto

15,00  c/ IVA
Impresso em risografia.
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Rãs Flor

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Rãs Flor

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Retornos

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Retornos

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Sacuário

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Sacuário

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Sala de Sujos

25,00  c/ IVA
“Um sofrimento ambulante, e depois diz que é poeta”, diz por sua vez Hermengarda, gloriosamente de regresso, agora em formato apocalíptico, quase a fechar este novo livro de contos de JMFJ. Mas até lá temos muito que andar entre Marvão e Mykonos, entre Haarlem e a Ponta do Albarnaz, entre praias, entre portos, entre corpos, de uma ponta à outra da Sala de Sujos.
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Sala de Sujos

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“Um sofrimento ambulante, e depois diz que é poeta”, diz por sua vez Hermengarda, gloriosamente de regresso, agora em formato apocalíptico, quase a fechar este novo livro de contos de JMFJ. Mas até lá temos muito que andar entre Marvão e Mykonos, entre Haarlem e a Ponta do Albarnaz, entre praias, entre portos, entre corpos, de uma ponta à outra da Sala de Sujos.
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Segredos d’EstadoSegredos d’Estado
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Segredos d’Estado

45,00  c/ IVA
de Rui Baião, fotografias: Anders Petersen grafismo: Paulo da Costa Domingos 250 exemplares
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Silêncio, Louvor

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Silêncio, Louvor

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SKIN

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Slow Technology ReaderSlow Technology Reader
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Slow Technology Reader

30,30  c/ IVA
This new volume in the Slow Reader series gestures toward a fuller spectrum of what technology is and can be, moving beyond the limited perspectives and legacy structures that dominate technological development today. It includes the rich insights and intelligences of feminist, queer, Indigenous, activist, and ecological practices—offering them as vibrant data points for shaping more just and generative futures. At a time when the digital reaches into nearly every facet of planetary existence, this book aims to disrupt and recalibrate how we think about and relate/live with technology, illuminating more expansive pathways forward.
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30,30  c/ IVA
This new volume in the Slow Reader series gestures toward a fuller spectrum of what technology is and can be, moving beyond the limited perspectives and legacy structures that dominate technological development today. It includes the rich insights and intelligences of feminist, queer, Indigenous, activist, and ecological practices—offering them as vibrant data points for shaping more just and generative futures. At a time when the digital reaches into nearly every facet of planetary existence, this book aims to disrupt and recalibrate how we think about and relate/live with technology, illuminating more expansive pathways forward.
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Tea Rooms, Mulheres TrabalhadorasTea Rooms, Mulheres Trabalhadoras
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Tea Rooms, Mulheres Trabalhadoras

16,50  c/ IVA
Madrid, anos 30. Prenúncios de guerra civil ecoam na cidade e, num distinto salão de chá, cruzam-se senhoras chiques, boémios, velhos habitués. Entre o brilho dos lustres e vistosas bandejas de bolos, nada escapa ao olhar da jovem empregada Matilde: o trabalho árduo e sempre em risco, o autoritarismo dos da mó de cima, conversas frívolas, sonhos e dramas. Quando a agitação cresce nas ruas, Matilde dá voz às interrogações das colegas: devem juntar-se aos descontentes? Que preço teriam de pagar? E o que significa ser mulher neste mundo em convulsão? Romance coral, ardentemente político, TEA ROOMS (1934) é o despertar de uma consciência social e um retrato das mulheres trabalhadoras no início do século XX que se revela espantosa e tristemente actual.
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Tea Rooms, Mulheres TrabalhadorasTea Rooms, Mulheres Trabalhadoras
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Tea Rooms, Mulheres Trabalhadoras

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Madrid, anos 30. Prenúncios de guerra civil ecoam na cidade e, num distinto salão de chá, cruzam-se senhoras chiques, boémios, velhos habitués. Entre o brilho dos lustres e vistosas bandejas de bolos, nada escapa ao olhar da jovem empregada Matilde: o trabalho árduo e sempre em risco, o autoritarismo dos da mó de cima, conversas frívolas, sonhos e dramas. Quando a agitação cresce nas ruas, Matilde dá voz às interrogações das colegas: devem juntar-se aos descontentes? Que preço teriam de pagar? E o que significa ser mulher neste mundo em convulsão? Romance coral, ardentemente político, TEA ROOMS (1934) é o despertar de uma consciência social e um retrato das mulheres trabalhadoras no início do século XX que se revela espantosa e tristemente actual.
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Tecnofeudalismo: ou o Fim do CapitalismoTecnofeudalismo: ou o Fim do Capitalismo
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Tecnofeudalismo: ou o Fim do Capitalismo

17,85  c/ IVA
«Um livro para qualquer pessoa que queira perceber o imbróglio em que estamos — e já que estamos todos neste imbróglio, é um livro para toda a gente.» Slavoj Žižek «Urdindo história, memória intelectual e história da Economia e da Tecnologia, Varoufakis cria um ambiente de proximidade cuja leitura é um prazer, por mais sombria que seja a mensagem.» The Washington Post «Uma viragem histórica, que se dá uma vez por milénio… Não é apenas nova tecnologia. É o mundo a tentar lidar com um sistema económico e, por conseguinte, um poder político inteiramente novos.» Observer «Que obra extraordinária, esta. Inovadora, dá que pensar, e muitíssimo acessível. Toda a gente deveria lê-la. É o canto sombrio, assustador e empolgante da nossa era.» Irvine Welsh
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Tecnofeudalismo: ou o Fim do Capitalismo

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«Um livro para qualquer pessoa que queira perceber o imbróglio em que estamos — e já que estamos todos neste imbróglio, é um livro para toda a gente.» Slavoj Žižek «Urdindo história, memória intelectual e história da Economia e da Tecnologia, Varoufakis cria um ambiente de proximidade cuja leitura é um prazer, por mais sombria que seja a mensagem.» The Washington Post «Uma viragem histórica, que se dá uma vez por milénio… Não é apenas nova tecnologia. É o mundo a tentar lidar com um sistema económico e, por conseguinte, um poder político inteiramente novos.» Observer «Que obra extraordinária, esta. Inovadora, dá que pensar, e muitíssimo acessível. Toda a gente deveria lê-la. É o canto sombrio, assustador e empolgante da nossa era.» Irvine Welsh
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Teoria do Bloom

18,00  c/ IVA
Quando tudo oprime, há muito poucas saídas. Estendemos o braço, mas não encontramos nada. ELES colocaram o mundo fora do nosso alcance, longe dos nossos horizontes. São poucos os Blooms que conseguem resistir a esta pressão extrema.
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Teoria do Bloom

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The Perfect SpectatorThe Perfect Spectator
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The Perfect Spectator

26,50  c/ IVA
What happens between a spectator and a work of art at the moment of encounter? How do we experience ‘meaning’ (significance) in an art work? How can the process of interpretation be understood and articulated? To address these questions, the author explores the field of reception aesthetics, with its central premise that the contemplation of art is a matter of interaction between art work and observer. The research is focused on unravelling and problematizing the theoretical terminology of the interaction between work of art and spectator, deriving from reception aesthetics as well as from hermeneutics and phenomenology, with the aim of building a new theoretical foundation for this terminology. Additionally, different concepts of the spectator are discussed extensively. Wesseling proceeds from her own personal encounters with art objects, and her professional experience in studying and writing about art, in order to arrive at a new theoretical framework for the contemplation of art works. Janneke Wesseling is an art critic and director of PhDArts, international doctorate programme in visual art and design, at Leiden University, where she was appointed Professor in the Practice and Theory of Research in the Visual Arts, Faculty of Humanities, Leiden University.
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What happens between a spectator and a work of art at the moment of encounter? How do we experience ‘meaning’ (significance) in an art work? How can the process of interpretation be understood and articulated? To address these questions, the author explores the field of reception aesthetics, with its central premise that the contemplation of art is a matter of interaction between art work and observer. The research is focused on unravelling and problematizing the theoretical terminology of the interaction between work of art and spectator, deriving from reception aesthetics as well as from hermeneutics and phenomenology, with the aim of building a new theoretical foundation for this terminology. Additionally, different concepts of the spectator are discussed extensively. Wesseling proceeds from her own personal encounters with art objects, and her professional experience in studying and writing about art, in order to arrive at a new theoretical framework for the contemplation of art works. Janneke Wesseling is an art critic and director of PhDArts, international doctorate programme in visual art and design, at Leiden University, where she was appointed Professor in the Practice and Theory of Research in the Visual Arts, Faculty of Humanities, Leiden University.
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The Poetics of ActionThe Poetics of Action
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The Poetics of Action

O preço original era: 25,00 €.O preço atual é: 22,50 €. c/ IVA
Fernando Aguiar desenvolve, levando ao seu extremo, a tentativa de transversalidade que instaura a poesia visual. Este artista procura articular as diversas disciplinas artísticas, que ele utiliza, de modo a construir uma obra de referencialidade e relacionamentos variáveis. Há nessa estratégia uma intenção de iluminar e de iluminar-se, quer dizer, por um lado existe a pesquisa própria da disciplina plástica que envolve factores formais e de conteúdos relacionados directamente com as questões da técnica, da produção, dos materiais, dos instrumentos e das consequências desses elementos quando colocados num canal de comunicação. Noutras palavras, com as problemáticas que têm a ver com o saber disciplinar e o poder que esse saber implica. Augusto Carvacho
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Fernando Aguiar desenvolve, levando ao seu extremo, a tentativa de transversalidade que instaura a poesia visual. Este artista procura articular as diversas disciplinas artísticas, que ele utiliza, de modo a construir uma obra de referencialidade e relacionamentos variáveis. Há nessa estratégia uma intenção de iluminar e de iluminar-se, quer dizer, por um lado existe a pesquisa própria da disciplina plástica que envolve factores formais e de conteúdos relacionados directamente com as questões da técnica, da produção, dos materiais, dos instrumentos e das consequências desses elementos quando colocados num canal de comunicação. Noutras palavras, com as problemáticas que têm a ver com o saber disciplinar e o poder que esse saber implica. Augusto Carvacho
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The Portuguese Carnation Revolution – Historical EssayThe Portuguese Carnation Revolution – Historical Essay
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The Portuguese Carnation Revolution – Historical Essay

22,00  c/ IVA
From the pen of Medeiros Ferreira—who, having returned from exile shortly after the Revolution, played an important role in opening up Portugal’s young democracy to Europe and the world, later establishing himself as one of the most brilliant contemporary history academics of his generation—his historical essay on the Carnation Revolution would be published in 1983, and is now being offered to English readers. In this first pioneering and daring attempt to record a history of the Portuguese Revolution, recognising the risks of the proximity of the text to the object of study, as well as the proximity of the narrator to the historical action in which he was involved, the author made a redoubled effort of methodological rigour, through the selection, analysis and interpretation of the available sources, bequeathing a work that remains fundamental and intellectually challenging.
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The Portuguese Carnation Revolution – Historical Essay

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From the pen of Medeiros Ferreira—who, having returned from exile shortly after the Revolution, played an important role in opening up Portugal’s young democracy to Europe and the world, later establishing himself as one of the most brilliant contemporary history academics of his generation—his historical essay on the Carnation Revolution would be published in 1983, and is now being offered to English readers. In this first pioneering and daring attempt to record a history of the Portuguese Revolution, recognising the risks of the proximity of the text to the object of study, as well as the proximity of the narrator to the historical action in which he was involved, the author made a redoubled effort of methodological rigour, through the selection, analysis and interpretation of the available sources, bequeathing a work that remains fundamental and intellectually challenging.
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Tiro e Queda – Mortes que Mudaram a História

O preço original era: 16,00 €.O preço atual é: 12,00 €. c/ IVA
Desde a Antiguidade Clássica até aos nossos dias, o exercício do poder esteve sempre sujeito à possibilidade de contestação – popular, política ou ideológica. entre outras formas. Em Portugal, mortes como as de Miguel de Vasconcelos, do rei D. Carlos ou do presidente Sidónio Pais alteraram definitivamente os destinos do nosso país: no estrangeiro, os assassinatos de Júlio César, do imperador Francisco Fernando ou do revolucionário Emiliano Zapata mudaram, de forma profunda e decisiva, o rumo da História. Movidas pelo ódio, pela inveja, pela ambição ou pela sede de poder, e interpretadas pela insatisfação popular, por adversários políticos e ideológicos ou por familiares sedentos de glória, muitas foram as causas que motivaram alguns dos assassinatos mais cruéis que a Humanidade presenciou. Guia das grandes mudanças nos destinos das nações e dos impérios, Tiro e Queda – Mortes que Mudaram a História é uma obra fundamental para a compreensão da História da Humanidade, dos tempos mais remotos até à nossa contemporaneidade.
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Tiro e Queda – Mortes que Mudaram a História

O preço original era: 16,00 €.O preço atual é: 12,00 €. c/ IVA
Desde a Antiguidade Clássica até aos nossos dias, o exercício do poder esteve sempre sujeito à possibilidade de contestação – popular, política ou ideológica. entre outras formas. Em Portugal, mortes como as de Miguel de Vasconcelos, do rei D. Carlos ou do presidente Sidónio Pais alteraram definitivamente os destinos do nosso país: no estrangeiro, os assassinatos de Júlio César, do imperador Francisco Fernando ou do revolucionário Emiliano Zapata mudaram, de forma profunda e decisiva, o rumo da História. Movidas pelo ódio, pela inveja, pela ambição ou pela sede de poder, e interpretadas pela insatisfação popular, por adversários políticos e ideológicos ou por familiares sedentos de glória, muitas foram as causas que motivaram alguns dos assassinatos mais cruéis que a Humanidade presenciou. Guia das grandes mudanças nos destinos das nações e dos impérios, Tiro e Queda – Mortes que Mudaram a História é uma obra fundamental para a compreensão da História da Humanidade, dos tempos mais remotos até à nossa contemporaneidade.
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Tóquio Zombie

15,00  c/ IVA
Publicar um livro de zombies depois da primeira década deste milénio pode parecer um acto anacrónico mas eis que "Tóquio Zombie", de Yusaku Hanakuma, é muito mais do que uma cómica história de terror, pois vive da grande tradição das narrativas de Zombies em que se critica o status quo.
Esta obra foi produzida entre 1998 e 1999 para a revista AX, insere-se no estilo "heta-uma" (mau, mas bom) e apesar do seu grafismo destabilizador, teve uma adaptação para cinema em 2005, pelo realizador Sakichi Sato, com participações dos actores Tadanobu Asano (Ichi, o Assassino) e Show Aikawa (Dead or Alive).
A presente edição é uma tiragem limitada de 200 exemplares com uma capa e sobrecapa diferentes da edição pela Sendai Editora [sendaieditora.com]
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Esta obra foi produzida entre 1998 e 1999 para a revista AX, insere-se no estilo "heta-uma" (mau, mas bom) e apesar do seu grafismo destabilizador, teve uma adaptação para cinema em 2005, pelo realizador Sakichi Sato, com participações dos actores Tadanobu Asano (Ichi, o Assassino) e Show Aikawa (Dead or Alive).
A presente edição é uma tiragem limitada de 200 exemplares com uma capa e sobrecapa diferentes da edição pela Sendai Editora [sendaieditora.com]
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Trust – Building on The Cultural CommonsTrust – Building on The Cultural Commons
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Trust – Building on The Cultural Commons

21,40  c/ IVA
Pascal Gielen is a writer and full professor of sociology of culture and politics at the Antwerp Research Institute for the Arts (ARIA) where he leads the Culture Commons Quest Office. Karina Beumer is a visual artist. Her work starts from drawing, and often leads to other forms of art, such as music, video, sculptures, writing. How can we break through a culture of mistrust? Suspicion regarding our fellow beings, the authorities and enterprises is growing, blamed on passing the buck and feelings of impotence. We seek remedies in regulations, contracts and procedures, assurances, audits and consultancy. As well as in good governance and transparency. But do they actually make for real trust? Is trust not always somewhat blind? Trust: Building on the Cultural Commons highlights the crucial role played by cultural commons, shared ‘common’ life and its customs, practices, knowledge and values. After all, trust is a matter of culture, emotion and even aesthetics. Wide-ranging trust starts with the sharing of vulnerabilities, and it is Pascal Gielen’s belief that the ‘common’ provides the necessary scope. Breathing space and scope for experiment. How might a society and a policy build on this? This book is an English and international version of Vertrouwen: Bouwen op het cultureel 'gemeen', written by Pascal Gielen and published by Valiz in November 2023. For this new English language publication, Gielen has broadened the scope of the former book, and has included several international case studies of cultural commons.
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Trust – Building on The Cultural Commons

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Pascal Gielen is a writer and full professor of sociology of culture and politics at the Antwerp Research Institute for the Arts (ARIA) where he leads the Culture Commons Quest Office. Karina Beumer is a visual artist. Her work starts from drawing, and often leads to other forms of art, such as music, video, sculptures, writing. How can we break through a culture of mistrust? Suspicion regarding our fellow beings, the authorities and enterprises is growing, blamed on passing the buck and feelings of impotence. We seek remedies in regulations, contracts and procedures, assurances, audits and consultancy. As well as in good governance and transparency. But do they actually make for real trust? Is trust not always somewhat blind? Trust: Building on the Cultural Commons highlights the crucial role played by cultural commons, shared ‘common’ life and its customs, practices, knowledge and values. After all, trust is a matter of culture, emotion and even aesthetics. Wide-ranging trust starts with the sharing of vulnerabilities, and it is Pascal Gielen’s belief that the ‘common’ provides the necessary scope. Breathing space and scope for experiment. How might a society and a policy build on this? This book is an English and international version of Vertrouwen: Bouwen op het cultureel 'gemeen', written by Pascal Gielen and published by Valiz in November 2023. For this new English language publication, Gielen has broadened the scope of the former book, and has included several international case studies of cultural commons.
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Um Rio Morre de Sede

17,00  c/ IVA
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Uma Só Carne com a Noite

22,00  c/ IVA
Antologia de traduções e versões de poesia por Vasco Gato.
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Uma Só Carne com a Noite

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Antologia de traduções e versões de poesia por Vasco Gato.
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Uno como o CaosUno como o Caos
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Uno como o Caos

13,00  c/ IVA
Número 8 da colecção Imagem e Semelhança.
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Uno como o CaosUno como o Caos
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Uno como o Caos

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Número 8 da colecção Imagem e Semelhança.
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Vazio LegalVazio Legal
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Vazio Legal

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Vermes e Outros Contos

10,00  c/ IVA
A maioria dos contos desta coletânea foi escrita entre 2017 e 2021. Os textos que abrem e fecham este volume, Bichos-da-seda e Lagartos, são mais recentes (2023). Há também dois contos que sobreviveram a um período anterior de escrita, 2009 a 2010: Organização e Vermes. É este último que dá o título ao volume, não porque seja o mais destacado, mas porque, na sua qualidade de primogénito, usurpou desde logo este lugar. Não me seria possível imaginar um outro nome para este primeiro volume de contos. Quase todos eles foram publicados nas redes sociais, tendo sido escolhidos e revistos para esta edição. Impõe-se também um esclarecimento acerca da imagem usada na capa. Bem sei que os lagartos não fazem parte do conjunto de animais designados por vermes. Para mim, do ponto de vista simbólico, representam o seu exato oposto. Enquanto associo os vermes à ideia de corrupção, putrefação, parasitismo e, de um modo mais lato, à ideia de morte; os lagartos são, para mim, uma espécie de talismãs travessos, símbolos da transformação e regeneração. Tal como me foi impossível alterar o nome (que me acompanhava há mais de treze anos), depois de desenhar a primeira capa com o lagarto, foi impossível escolher qualquer outra alternativa, que me parecia sempre pior; mesmo que tenha obrigado a escrever uma nota explicativa (sempre mau sinal). Nota do Autor, Pedro Rondulha Gomes
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Vermes e Outros Contos

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A maioria dos contos desta coletânea foi escrita entre 2017 e 2021. Os textos que abrem e fecham este volume, Bichos-da-seda e Lagartos, são mais recentes (2023). Há também dois contos que sobreviveram a um período anterior de escrita, 2009 a 2010: Organização e Vermes. É este último que dá o título ao volume, não porque seja o mais destacado, mas porque, na sua qualidade de primogénito, usurpou desde logo este lugar. Não me seria possível imaginar um outro nome para este primeiro volume de contos. Quase todos eles foram publicados nas redes sociais, tendo sido escolhidos e revistos para esta edição. Impõe-se também um esclarecimento acerca da imagem usada na capa. Bem sei que os lagartos não fazem parte do conjunto de animais designados por vermes. Para mim, do ponto de vista simbólico, representam o seu exato oposto. Enquanto associo os vermes à ideia de corrupção, putrefação, parasitismo e, de um modo mais lato, à ideia de morte; os lagartos são, para mim, uma espécie de talismãs travessos, símbolos da transformação e regeneração. Tal como me foi impossível alterar o nome (que me acompanhava há mais de treze anos), depois de desenhar a primeira capa com o lagarto, foi impossível escolher qualquer outra alternativa, que me parecia sempre pior; mesmo que tenha obrigado a escrever uma nota explicativa (sempre mau sinal). Nota do Autor, Pedro Rondulha Gomes
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Versos de OrgulhoVersos de Orgulho
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Versos de Orgulho

20,00  c/ IVA
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VestígiosVestígios
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Vestígios

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Viajante TranquiloViajante Tranquilo
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Viajante Tranquilo

23,00  c/ IVA
A partir de imagens ressignificadas, modificadas e coloridas, extraídas de uma colecção de livros de medicina chinesa e qigong, este livro foi editado por Gonçalo Duarte e Catarina Real e publicado pelas Edições da Ruína.
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A partir de imagens ressignificadas, modificadas e coloridas, extraídas de uma colecção de livros de medicina chinesa e qigong, este livro foi editado por Gonçalo Duarte e Catarina Real e publicado pelas Edições da Ruína.
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Vidas de Lázaro

16,00  c/ IVA
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vinte e dois poemas de guerra para Clementinavinte e dois poemas de guerra para Clementina
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vinte e dois poemas de guerra para Clementinavinte e dois poemas de guerra para Clementina
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Vozes de LetrasVozes de Letras
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Vozes de Letras

20,00  c/ IVA
Dar voz às letras transmite de imediato um sentido de democracia, lembrando a importância da voz de cada pessoa, nesse enorme colectivo que somos todos nós. No texto escrito por João Pedro Mésseder, cada letra do alfabeto fala na primeira pessoa enfatizando e explorando o seu próprio aspecto gráfico, associando-o a características pessoais e aproximando-o do “mundo real”. O livro Vozes de Letras foi composto e impresso em caracteres móveis pelo mestre tipógrafo Rui Damasceno, e é também a casa de ilustrações tipográficas criadas a partir de tipos de madeira e de chumbo, zincogravuras e outro material gráfico existente na Tipografia Damasceno, em Coimbra. O produto final, em que palavra e imagem dialogam, e uma à outra se completam, evoca também, intencionalmente, a poesia visual e o experimentalismo poético.
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Dar voz às letras transmite de imediato um sentido de democracia, lembrando a importância da voz de cada pessoa, nesse enorme colectivo que somos todos nós. No texto escrito por João Pedro Mésseder, cada letra do alfabeto fala na primeira pessoa enfatizando e explorando o seu próprio aspecto gráfico, associando-o a características pessoais e aproximando-o do “mundo real”. O livro Vozes de Letras foi composto e impresso em caracteres móveis pelo mestre tipógrafo Rui Damasceno, e é também a casa de ilustrações tipográficas criadas a partir de tipos de madeira e de chumbo, zincogravuras e outro material gráfico existente na Tipografia Damasceno, em Coimbra. O produto final, em que palavra e imagem dialogam, e uma à outra se completam, evoca também, intencionalmente, a poesia visual e o experimentalismo poético.
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Wendell Berry – Poemas Escolhidos

15,00  c/ IVA
Poemas Escolhidos de Wendell Berry tem selecção e tradução de Catarina Nunes de Almeida.
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Wendell Berry – Poemas Escolhidos

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Poemas Escolhidos de Wendell Berry tem selecção e tradução de Catarina Nunes de Almeida.
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Wrap, History and SyncopeWrap, History and Syncope
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Wrap, History and SyncopeWrap, History and Syncope
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Xeique Phda

20,00  c/ IVA
Eis um caos existencial que nos aqui é relatado, sendo que o Xeique PHDA (Perturbação de Hiperactividade com Défice de Atenção)  é uma personagem real, romanceada pelo autor finlandês Marko Turunen.
O trabalho de Turunen baseia-se na realidade, muitas vezes a mais monótona delas todas, apimentada com uma estética Hiper-Pop em que temos a sensação de estarmos imersos num universo Meta. Assim no horizonte do quotidiano, co-habitam "mulheres-com-excesso-de-mangá", homens "funny animals" ou super-heróis 3D, entre outras criaturas mutantes da cultura popular da Aldeia Global.
Embora o autor já tenha estado presente com uma exposição individual no Salão Lisboa de Banda Desenhada e Ilustração, em 2005, esta é a sua estreia portuguesa em livro. Curiosamente a autora Tea Tauriainen que participa num episódio deste volume já tinha sido publicada cá no Mesinha de Cabeceira.
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Xeique Phda

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Eis um caos existencial que nos aqui é relatado, sendo que o Xeique PHDA (Perturbação de Hiperactividade com Défice de Atenção)  é uma personagem real, romanceada pelo autor finlandês Marko Turunen.
O trabalho de Turunen baseia-se na realidade, muitas vezes a mais monótona delas todas, apimentada com uma estética Hiper-Pop em que temos a sensação de estarmos imersos num universo Meta. Assim no horizonte do quotidiano, co-habitam "mulheres-com-excesso-de-mangá", homens "funny animals" ou super-heróis 3D, entre outras criaturas mutantes da cultura popular da Aldeia Global.
Embora o autor já tenha estado presente com uma exposição individual no Salão Lisboa de Banda Desenhada e Ilustração, em 2005, esta é a sua estreia portuguesa em livro. Curiosamente a autora Tea Tauriainen que participa num episódio deste volume já tinha sido publicada cá no Mesinha de Cabeceira.
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ZOV

14,00  c/ IVA
Depois de Cadernos de Bernfried Jarvi chega o novo livro de Rui Manuel Amaral, ZOV. Um livro que nos leva numa viagem sem mapa, caótica e subversiva, com qualquer coisa que parece assemelhar-se a um palco em pano de fundo e algumas personagens em cena. Mas não se iludam com esta descrição, este é um livro que não se encaixa em lado nenhum, um vendaval de leitura, um terramoto literário.
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ZOV

14,00  c/ IVA
Depois de Cadernos de Bernfried Jarvi chega o novo livro de Rui Manuel Amaral, ZOV. Um livro que nos leva numa viagem sem mapa, caótica e subversiva, com qualquer coisa que parece assemelhar-se a um palco em pano de fundo e algumas personagens em cena. Mas não se iludam com esta descrição, este é um livro que não se encaixa em lado nenhum, um vendaval de leitura, um terramoto literário.
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