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Betão – Arma de Construção Maciça do CapitalismoBetão – Arma de Construção Maciça do Capitalismo
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Betão – Arma de Construção Maciça do Capitalismo

15,00  c/ IVA
Partindo do episódio da queda da Ponte Morandi, em Génova, em 2018, como caso exemplar da obsolescência programada, Anselm Jappe desenvolve a premissa de que o betão — um dos materiais de construção mais utilizados no planeta, produzido em quantidades astronómicas e com irreversíveis consequências sanitárias e ambientais — encarna por excelência a lógica desmesurada, descartável e destrutiva do capitalismo. Ensaio que associa a crítica do valor à crítica da arquitectura e do urbanismo contem-porâneos, rememorando o historial problemático deste material — das intenções dos seus entusiastas às reservas dos seus detractores, da sua expansão durante a Revolução Industrial ao declínio de técnicas sustentáveis e ancestrais —, Betão (2020) é um protesto contra a uniformização económica, social e estética do mundo, uma recusa da habitação como activo rentável e um alerta para as insidiosas leis da mercadoria e do crescimento infinito.
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Betão – Arma de Construção Maciça do Capitalismo

15,00  c/ IVA
Partindo do episódio da queda da Ponte Morandi, em Génova, em 2018, como caso exemplar da obsolescência programada, Anselm Jappe desenvolve a premissa de que o betão — um dos materiais de construção mais utilizados no planeta, produzido em quantidades astronómicas e com irreversíveis consequências sanitárias e ambientais — encarna por excelência a lógica desmesurada, descartável e destrutiva do capitalismo. Ensaio que associa a crítica do valor à crítica da arquitectura e do urbanismo contem-porâneos, rememorando o historial problemático deste material — das intenções dos seus entusiastas às reservas dos seus detractores, da sua expansão durante a Revolução Industrial ao declínio de técnicas sustentáveis e ancestrais —, Betão (2020) é um protesto contra a uniformização económica, social e estética do mundo, uma recusa da habitação como activo rentável e um alerta para as insidiosas leis da mercadoria e do crescimento infinito.
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Cadelas Vadias

18,00  c/ IVA
Dahlia de la Cerda é o braço armado das mulheres que escrevem, o esperado apóstolo das mulheres que ajudam outras mulheres. Contra-escrita de bairro, misoprostol com marijuana, tweets de narcocorridos, violência a rodos, os seus livros são tudo ou nada, literatura de luxo proletário, carnal e radical para tempos tontos e cobardes.
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Cadelas Vadias

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Dahlia de la Cerda é o braço armado das mulheres que escrevem, o esperado apóstolo das mulheres que ajudam outras mulheres. Contra-escrita de bairro, misoprostol com marijuana, tweets de narcocorridos, violência a rodos, os seus livros são tudo ou nada, literatura de luxo proletário, carnal e radical para tempos tontos e cobardes.
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Caderno de Talamanca

10,00  c/ IVA
«Não consigo concentrar-me em nada, tudo me aborrece, tudo me convida à dispersão. Em contrapartida, interesso-me por uma data de coisas, mas por nenhuma até ao fim, salvo talvez o aborrecimento. Sou um obsessivo dissipado, que esbanja e pulveriza as obsessões. Podia ter sido um grande curioso do incurável.» (p.34)
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«Não consigo concentrar-me em nada, tudo me aborrece, tudo me convida à dispersão. Em contrapartida, interesso-me por uma data de coisas, mas por nenhuma até ao fim, salvo talvez o aborrecimento. Sou um obsessivo dissipado, que esbanja e pulveriza as obsessões. Podia ter sido um grande curioso do incurável.» (p.34)
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Cadernos de Bernfried Jarvi

14,00  c/ IVA
Este é a primeira “longa metragem” de Rui Manuel Amaral. Rui Manuel Amaral é autor de Caravana (Angelus Novus, 2008), Doutor Avalanche (Angelus Novus, 2010) e Polaróide (Língua Morta, 2015). Traduziu Oliverio Girondo, Francisco Tario, Virgilio Piñera e Ruben Darío. Editou Konstantinos Kaváfis, Antonin Artaud, Daniil Kharms, Felix Fénéon, Charles Cros, Alphonse Allais, entre outros.
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Este é a primeira “longa metragem” de Rui Manuel Amaral. Rui Manuel Amaral é autor de Caravana (Angelus Novus, 2008), Doutor Avalanche (Angelus Novus, 2010) e Polaróide (Língua Morta, 2015). Traduziu Oliverio Girondo, Francisco Tario, Virgilio Piñera e Ruben Darío. Editou Konstantinos Kaváfis, Antonin Artaud, Daniil Kharms, Felix Fénéon, Charles Cros, Alphonse Allais, entre outros.
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Canções de Declínio

12,00  c/ IVA
Mário de Sá-Carneiro é um poeta fora do seu tempo e, portanto, contemporâneo porque só é contemporâneo quem não coincide com o próprio tempo e não se adapta às suas pretensões. Por isso, plenamente consciente de ser o único a chegar a tempo a uma festa cujo convite, porém, declinou, Sá-Carneiro faz-se ele próprio ofensa e irrisão dos lepidópteros de uma época que é a sua, mas que recusa porque é incapaz de correr à sua velocidade. Talvez tenhamos de começar por aqui e admitir que não precisamos da vida de Mário de Sá-Carneiro — e muito menos da sua morte — para apreciar os seus versos e reconhecer-lhe a grandeza que, passado mais de um século, continua inalterada e inalcançável. Canções de Declínio, com edição de Giorgio de Marchis e ilustrações de Kleber Sales, reúne todos os poemas da breve idade adulta de Mário de Sá-Carneiro e conta com prefácio de Adriana Calcanhotto.
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Canções de Declínio

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Mário de Sá-Carneiro é um poeta fora do seu tempo e, portanto, contemporâneo porque só é contemporâneo quem não coincide com o próprio tempo e não se adapta às suas pretensões. Por isso, plenamente consciente de ser o único a chegar a tempo a uma festa cujo convite, porém, declinou, Sá-Carneiro faz-se ele próprio ofensa e irrisão dos lepidópteros de uma época que é a sua, mas que recusa porque é incapaz de correr à sua velocidade. Talvez tenhamos de começar por aqui e admitir que não precisamos da vida de Mário de Sá-Carneiro — e muito menos da sua morte — para apreciar os seus versos e reconhecer-lhe a grandeza que, passado mais de um século, continua inalterada e inalcançável. Canções de Declínio, com edição de Giorgio de Marchis e ilustrações de Kleber Sales, reúne todos os poemas da breve idade adulta de Mário de Sá-Carneiro e conta com prefácio de Adriana Calcanhotto.
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Capitalismo Canibal – Como enfrentar um sistema que devora a democracia, as condições de existência e o planeta

19,00  c/ IVA
O capitalismo separou brutalmente os seres humanos dos ritmos naturais e sazonais, recrutando-os para a laboração industrial, alimentada por combustíveis fósseis, e para a agricultura em vista do lucro, com recurso a fertilizantes químicos. Ao mesmo tempo, o neoliberalismo promete obliterar a fronteira natureza/humano, como é bem visível nas novas técnicas reprodutivas e na evolução contínua dos ciborgues. Longe de proporcionarem uma «reconciliação» com a natureza, esses desenvolvimentos intensificam a sua canibalização pelo capital. Omnívoro e alarve, o capital canibaliza todas as esferas da vida, sugando recursos naturais, explorando populações racializadas e minando a prática política. Se à actual urgência climática acrescem crises económicas sucessivas, o colapso da democracia e uma crescente hostilidade face a minorias, CAPITALISMO CANIBAL (2022) traça a linha que une todos os pontos – o apetite insaciável de um modelo económico e social arrasador – e propõe-nos que imaginemos novos sistemas para o substituir. Síntese do labor investigativo de Nancy Fraser, este é um livro urgente para compreendermos o capitalismo do século XXI e ousarmos formas de lhe resistir.
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Capitalismo Canibal – Como enfrentar um sistema que devora a democracia, as condições de existência e o planeta

19,00  c/ IVA
O capitalismo separou brutalmente os seres humanos dos ritmos naturais e sazonais, recrutando-os para a laboração industrial, alimentada por combustíveis fósseis, e para a agricultura em vista do lucro, com recurso a fertilizantes químicos. Ao mesmo tempo, o neoliberalismo promete obliterar a fronteira natureza/humano, como é bem visível nas novas técnicas reprodutivas e na evolução contínua dos ciborgues. Longe de proporcionarem uma «reconciliação» com a natureza, esses desenvolvimentos intensificam a sua canibalização pelo capital. Omnívoro e alarve, o capital canibaliza todas as esferas da vida, sugando recursos naturais, explorando populações racializadas e minando a prática política. Se à actual urgência climática acrescem crises económicas sucessivas, o colapso da democracia e uma crescente hostilidade face a minorias, CAPITALISMO CANIBAL (2022) traça a linha que une todos os pontos – o apetite insaciável de um modelo económico e social arrasador – e propõe-nos que imaginemos novos sistemas para o substituir. Síntese do labor investigativo de Nancy Fraser, este é um livro urgente para compreendermos o capitalismo do século XXI e ousarmos formas de lhe resistir.
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Casa

16,00  c/ IVA
Para uns, casa é no campo. Para outros, é um apartamento na cidade. Existem casas altas e casas baixas, casas minimalistas e casas eclécticas. As abelhas vivem em colmeias. Já o guaxinim gosta de árvores ocas. Neste livro há casas aquáticas, casas com rodas e até casas na Lua! Acreditam? Uma viagem pelo mundo, entre a realidade e a fantasia, em busca das muitas formas de nos sentirmos em casa, pela premiada ilustradora Carson Ellis.
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16,00  c/ IVA
Para uns, casa é no campo. Para outros, é um apartamento na cidade. Existem casas altas e casas baixas, casas minimalistas e casas eclécticas. As abelhas vivem em colmeias. Já o guaxinim gosta de árvores ocas. Neste livro há casas aquáticas, casas com rodas e até casas na Lua! Acreditam? Uma viagem pelo mundo, entre a realidade e a fantasia, em busca das muitas formas de nos sentirmos em casa, pela premiada ilustradora Carson Ellis.
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