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    100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora seguido de 12 Maneiras de Escapar ao Natal100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora seguido de 12 Maneiras de Escapar ao Natal
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    100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora seguido de 12 Maneiras de Escapar ao Natal

    8,00  c/ IVA
    Em 100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora – espécie de guia filosófico para uma morte auto-infligida em consciência –, Roland Topor fornece aos leitores material bastante para uma nota de suicídio bem fundamentada. Está pelos cabelos com a calvície? Perca literalmente a cabeça. Farto de previsões meteorológicas falhadas? Tem bom remédio. Seja de tédio ou pelo espectáculo, para fugir aos impostos ou porque Marx (o Groucho) lá nos espera, o que não falta são boas razões para querer fazer parte da (verdadeira) maioria silenciosa. Igualmente úteis são as desculpas para fazer gazeta à consoada, reunidas em 12 Maneiras de Escapar ao Natal: se não suporta a quadra natalícia, nada como tornar-se budista ou muçulmano. Em caso de aperto, pode tentar ficar preso no elevador. Neste breve dois-em-um, cínico e cáustico, transparece a qualidade essencial do humor toporiano: a empatia com o sofrimento e o absurdo do quotidiano.
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    Em 100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora – espécie de guia filosófico para uma morte auto-infligida em consciência –, Roland Topor fornece aos leitores material bastante para uma nota de suicídio bem fundamentada. Está pelos cabelos com a calvície? Perca literalmente a cabeça. Farto de previsões meteorológicas falhadas? Tem bom remédio. Seja de tédio ou pelo espectáculo, para fugir aos impostos ou porque Marx (o Groucho) lá nos espera, o que não falta são boas razões para querer fazer parte da (verdadeira) maioria silenciosa. Igualmente úteis são as desculpas para fazer gazeta à consoada, reunidas em 12 Maneiras de Escapar ao Natal: se não suporta a quadra natalícia, nada como tornar-se budista ou muçulmano. Em caso de aperto, pode tentar ficar preso no elevador. Neste breve dois-em-um, cínico e cáustico, transparece a qualidade essencial do humor toporiano: a empatia com o sofrimento e o absurdo do quotidiano.
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    24/7

    15,00  c/ IVA
    Trabalhar e consumir 24 horas por dia, 7 dias por semana, parece ser a palavra de ordem da actualidade. Nesta engrenagem imparável, incompatível com o tempo morto e improdutivo do nosso sono, tornámo-nos sonâmbulos coniventes com a nossa própria exaustão. Em 24/7, Jonathan Crary explora as origens e consequências deste estado de eterna vigília, indo de Guy Debord a Gilles Deleuze, Hannah Arendt ou Sigmund Freud, e traça um panorama vertiginoso da contemporaneidade, em que o sono é a maior afronta ao capitalismo: um empecilho à produtividade, um reduto de humanidade, a única fronteira não conquistada pela lógica da mercadoria. Ensaio polémico e fascinante, conciso mas abrangente (da Revolução Industrial às redes sociais), 24/7 é a redescoberta de um lugar a salvo para a consciência e a construção da comunidade.
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    A Liberdade é Uma Luta ConstanteA Liberdade é Uma Luta Constante
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    A Liberdade é Uma Luta Constante

    16,00  c/ IVA
    Nesta selecção de ensaios, entrevistas e discursos, a célebre activista e académica Angela Davis lança uma nova luz sobre as lutas contra a violência de Estado e a opressão em vários pontos do mundo – da Palestina à África do Sul –, desmontando as estruturas do sistema capitalista (patriarcado, supremacia branca, políticas imperiais) que apenas sobrevivem perpetuando conflitos. Reflexão sobre os combates históricos do movimento negro nos Estados Unidos, o lugar central do feminismo na desconstrução das relações de poder e a abolição do sistema prisional industrial, A Liberdade é Uma Luta Constante(2015) obriga-nos a olhar para lá do nosso quintal, para os «reservatórios de esperança e optimismo» que encontramos nas colectividades resistentes. Quando dar tréguas à injustiça é multiplicar formas de submissão, Angela Davis desafia-nos a dar o exemplo, fazendo a nossa parte por um movimento global de libertação humana.
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    Nesta selecção de ensaios, entrevistas e discursos, a célebre activista e académica Angela Davis lança uma nova luz sobre as lutas contra a violência de Estado e a opressão em vários pontos do mundo – da Palestina à África do Sul –, desmontando as estruturas do sistema capitalista (patriarcado, supremacia branca, políticas imperiais) que apenas sobrevivem perpetuando conflitos. Reflexão sobre os combates históricos do movimento negro nos Estados Unidos, o lugar central do feminismo na desconstrução das relações de poder e a abolição do sistema prisional industrial, A Liberdade é Uma Luta Constante(2015) obriga-nos a olhar para lá do nosso quintal, para os «reservatórios de esperança e optimismo» que encontramos nas colectividades resistentes. Quando dar tréguas à injustiça é multiplicar formas de submissão, Angela Davis desafia-nos a dar o exemplo, fazendo a nossa parte por um movimento global de libertação humana.
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    A Violência e o EscárnioA Violência e o Escárnio
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    A Violência e o Escárnio

    16,00  c/ IVA
    Numa grande cidade dirigida por um governador despótico e burlesco, um grupo de amigos, amantes do riso e de outros prazeres da vida, inventa uma nova forma de combate político: a farsa-que-não-parece-farsa. E, desenvolvendo uma actividade que profundamente os diverte (e neles aguça o sentido de humor), põem fora do poleiro o detestado líder. Irónica reflexão sobre o poder, A VIOLÊNCIA E O ESCÁRNIO (1964) são aqui duas faces discrepantes da oposição a sistemas políticos vigentes: a atitude heróica, em que o militante, levando a sério os políticos de Estado, se sacrifica pela causa, e o absoluto desprezo pelas instituições estatais e pelos seus dirigentes, títeres de um mundo grotesco e aviltante. Este romance exprime a paradoxal e salutar perspectiva de Albert Cossery, que às neuróticas gesticulações dos homens opõe o desprendimento e a contemplação — sempre assentes na rejeição do sacrifício.
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    A Violência e o Escárnio

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    Numa grande cidade dirigida por um governador despótico e burlesco, um grupo de amigos, amantes do riso e de outros prazeres da vida, inventa uma nova forma de combate político: a farsa-que-não-parece-farsa. E, desenvolvendo uma actividade que profundamente os diverte (e neles aguça o sentido de humor), põem fora do poleiro o detestado líder. Irónica reflexão sobre o poder, A VIOLÊNCIA E O ESCÁRNIO (1964) são aqui duas faces discrepantes da oposição a sistemas políticos vigentes: a atitude heróica, em que o militante, levando a sério os políticos de Estado, se sacrifica pela causa, e o absoluto desprezo pelas instituições estatais e pelos seus dirigentes, títeres de um mundo grotesco e aviltante. Este romance exprime a paradoxal e salutar perspectiva de Albert Cossery, que às neuróticas gesticulações dos homens opõe o desprendimento e a contemplação — sempre assentes na rejeição do sacrifício.
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    Acerca del Silencio – una antropologíaAcerca del Silencio – una antropología
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    Acerca del Silencio – una antropología

    24,81  c/ IVA
    David Le Breton (1953) es un sociólogo y antropólogo francés. Profesor en la Universidad de Estrasburgo, es uno de los intelectuales más leído, actualmente, en Latinoamérica. También es autor de, entre otros libros, Antropología del dolor o El silencio. Prometeo Libros ha publicado, además, Sociología del riesgo (2021), Antropología del cuerpo y modernidad (2021). El interaccionismo simbólico (2022), Las pasiones ordinarias (2023) y Ritos de virilidad en la adolescencia (2023) Los rostros. Ensayo de antropología (2024)
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    Acerca del Silencio – una antropología

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    David Le Breton (1953) es un sociólogo y antropólogo francés. Profesor en la Universidad de Estrasburgo, es uno de los intelectuales más leído, actualmente, en Latinoamérica. También es autor de, entre otros libros, Antropología del dolor o El silencio. Prometeo Libros ha publicado, además, Sociología del riesgo (2021), Antropología del cuerpo y modernidad (2021). El interaccionismo simbólico (2022), Las pasiones ordinarias (2023) y Ritos de virilidad en la adolescencia (2023) Los rostros. Ensayo de antropología (2024)
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    Allow me to Dream a Body with You

    12,00  c/ IVA
    Sabina Holzer works in the field of expanded choreography. Her performances, interventions and texts explore the ecologies of human and more-than-human bodies with particular attention to movement and matter. She engages in practices of collaboration, philosophy, ecology, science fiction and poetry.
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    Anarquia, Estado e Utopia

    31,90  c/ IVA

    ROBERT NOZICK

    ROBERT NOZICK (1938-2002) foi um importante filósofo norte-americano, com especial proeminência nas décadas de 70 e 80 do século passado. Concluiu os seus estudos superiores nas universidades de Columbia, Princeton e Oxford. Embora seja mais conhecido pela sua obra Anarquia, Estado e Utopia, publicou também textos sobre teoria da decisão e epistemologia. Foi professor de Filosofia na Universidade de Harvard.
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    Anarquia, Estado e Utopia

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    ROBERT NOZICK

    ROBERT NOZICK (1938-2002) foi um importante filósofo norte-americano, com especial proeminência nas décadas de 70 e 80 do século passado. Concluiu os seus estudos superiores nas universidades de Columbia, Princeton e Oxford. Embora seja mais conhecido pela sua obra Anarquia, Estado e Utopia, publicou também textos sobre teoria da decisão e epistemologia. Foi professor de Filosofia na Universidade de Harvard.
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    Betão – Arma de Construção Maciça do CapitalismoBetão – Arma de Construção Maciça do Capitalismo
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    Betão – Arma de Construção Maciça do Capitalismo

    15,00  c/ IVA
    Partindo do episódio da queda da Ponte Morandi, em Génova, em 2018, como caso exemplar da obsolescência programada, Anselm Jappe desenvolve a premissa de que o betão — um dos materiais de construção mais utilizados no planeta, produzido em quantidades astronómicas e com irreversíveis consequências sanitárias e ambientais — encarna por excelência a lógica desmesurada, descartável e destrutiva do capitalismo. Ensaio que associa a crítica do valor à crítica da arquitectura e do urbanismo contem-porâneos, rememorando o historial problemático deste material — das intenções dos seus entusiastas às reservas dos seus detractores, da sua expansão durante a Revolução Industrial ao declínio de técnicas sustentáveis e ancestrais —, Betão (2020) é um protesto contra a uniformização económica, social e estética do mundo, uma recusa da habitação como activo rentável e um alerta para as insidiosas leis da mercadoria e do crescimento infinito.
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    Betão – Arma de Construção Maciça do Capitalismo

    15,00  c/ IVA
    Partindo do episódio da queda da Ponte Morandi, em Génova, em 2018, como caso exemplar da obsolescência programada, Anselm Jappe desenvolve a premissa de que o betão — um dos materiais de construção mais utilizados no planeta, produzido em quantidades astronómicas e com irreversíveis consequências sanitárias e ambientais — encarna por excelência a lógica desmesurada, descartável e destrutiva do capitalismo. Ensaio que associa a crítica do valor à crítica da arquitectura e do urbanismo contem-porâneos, rememorando o historial problemático deste material — das intenções dos seus entusiastas às reservas dos seus detractores, da sua expansão durante a Revolução Industrial ao declínio de técnicas sustentáveis e ancestrais —, Betão (2020) é um protesto contra a uniformização económica, social e estética do mundo, uma recusa da habitação como activo rentável e um alerta para as insidiosas leis da mercadoria e do crescimento infinito.
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    Cadelas Vadias

    18,00  c/ IVA
    Dahlia de la Cerda é o braço armado das mulheres que escrevem, o esperado apóstolo das mulheres que ajudam outras mulheres. Contra-escrita de bairro, misoprostol com marijuana, tweets de narcocorridos, violência a rodos, os seus livros são tudo ou nada, literatura de luxo proletário, carnal e radical para tempos tontos e cobardes.
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    Cadelas Vadias

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    Dahlia de la Cerda é o braço armado das mulheres que escrevem, o esperado apóstolo das mulheres que ajudam outras mulheres. Contra-escrita de bairro, misoprostol com marijuana, tweets de narcocorridos, violência a rodos, os seus livros são tudo ou nada, literatura de luxo proletário, carnal e radical para tempos tontos e cobardes.
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    Capitalismo Canibal – Como enfrentar um sistema que devora a democracia, as condições de existência e o planeta

    19,00  c/ IVA
    O capitalismo separou brutalmente os seres humanos dos ritmos naturais e sazonais, recrutando-os para a laboração industrial, alimentada por combustíveis fósseis, e para a agricultura em vista do lucro, com recurso a fertilizantes químicos. Ao mesmo tempo, o neoliberalismo promete obliterar a fronteira natureza/humano, como é bem visível nas novas técnicas reprodutivas e na evolução contínua dos ciborgues. Longe de proporcionarem uma «reconciliação» com a natureza, esses desenvolvimentos intensificam a sua canibalização pelo capital. Omnívoro e alarve, o capital canibaliza todas as esferas da vida, sugando recursos naturais, explorando populações racializadas e minando a prática política. Se à actual urgência climática acrescem crises económicas sucessivas, o colapso da democracia e uma crescente hostilidade face a minorias, CAPITALISMO CANIBAL (2022) traça a linha que une todos os pontos – o apetite insaciável de um modelo económico e social arrasador – e propõe-nos que imaginemos novos sistemas para o substituir. Síntese do labor investigativo de Nancy Fraser, este é um livro urgente para compreendermos o capitalismo do século XXI e ousarmos formas de lhe resistir.
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    Capitalismo Canibal – Como enfrentar um sistema que devora a democracia, as condições de existência e o planeta

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    O capitalismo separou brutalmente os seres humanos dos ritmos naturais e sazonais, recrutando-os para a laboração industrial, alimentada por combustíveis fósseis, e para a agricultura em vista do lucro, com recurso a fertilizantes químicos. Ao mesmo tempo, o neoliberalismo promete obliterar a fronteira natureza/humano, como é bem visível nas novas técnicas reprodutivas e na evolução contínua dos ciborgues. Longe de proporcionarem uma «reconciliação» com a natureza, esses desenvolvimentos intensificam a sua canibalização pelo capital. Omnívoro e alarve, o capital canibaliza todas as esferas da vida, sugando recursos naturais, explorando populações racializadas e minando a prática política. Se à actual urgência climática acrescem crises económicas sucessivas, o colapso da democracia e uma crescente hostilidade face a minorias, CAPITALISMO CANIBAL (2022) traça a linha que une todos os pontos – o apetite insaciável de um modelo económico e social arrasador – e propõe-nos que imaginemos novos sistemas para o substituir. Síntese do labor investigativo de Nancy Fraser, este é um livro urgente para compreendermos o capitalismo do século XXI e ousarmos formas de lhe resistir.
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    Como Rebentar um Oleoduto

    O preço original era: 15,50 €.O preço atual é: 13,95 €. c/ IVA
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    Como Rebentar um Oleoduto

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    Como Reconhecer o Fascismo & Da Diferença entre Migrações e Emigrações

    14,00  c/ IVA
    Os dois textos de Umberto Eco que integram este livro fazem parte de Cinco Escritos Morais, publicado em 1997. Mas quer “O Fascismo Eterno” quer “Migrações, Tolerância e Intolerável” se revelaram de uma enorme lucidez. Daí a iniciativa de os reunir em separado e com os títulos explicitamente voltados para dois dos mais importantes problemas da Europa de hoje.
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    Como Reconhecer o Fascismo & Da Diferença entre Migrações e Emigrações

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    Os dois textos de Umberto Eco que integram este livro fazem parte de Cinco Escritos Morais, publicado em 1997. Mas quer “O Fascismo Eterno” quer “Migrações, Tolerância e Intolerável” se revelaram de uma enorme lucidez. Daí a iniciativa de os reunir em separado e com os títulos explicitamente voltados para dois dos mais importantes problemas da Europa de hoje.
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    Crise da Narração

    17,50  c/ IVA
    Byung-Chul Han nasceu em Seul, em 1959, onde estudou Metalurgia. No final dos anos 80, deslocou-se para a Alemanha, apesar de desconhecer a língua do país. Estudou Filosofia na Universidade de Friburgo e Literatura Alemã e Teologia na Universidade de Munique. Em 1994, doutorou-se naquela universidade com uma tese sobre Martin Heidegger. Atualmente ensina Filosofia na Universidade das Artes de Berlim, depois de ter ensinado Filosofia e Teoria dos Meios de Comunicação na Escola Superior de Desenho de Karlsruhe, onde teve como colega Peter Sloterdijk, com quem manteve algumas polémicas.
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    Crise da Narração

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    Byung-Chul Han nasceu em Seul, em 1959, onde estudou Metalurgia. No final dos anos 80, deslocou-se para a Alemanha, apesar de desconhecer a língua do país. Estudou Filosofia na Universidade de Friburgo e Literatura Alemã e Teologia na Universidade de Munique. Em 1994, doutorou-se naquela universidade com uma tese sobre Martin Heidegger. Atualmente ensina Filosofia na Universidade das Artes de Berlim, depois de ter ensinado Filosofia e Teoria dos Meios de Comunicação na Escola Superior de Desenho de Karlsruhe, onde teve como colega Peter Sloterdijk, com quem manteve algumas polémicas.
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    Desertemos

    22,88  c/ IVA
    Franco “Bifo” Berardi es escritor, filósofo y activista. Nació en Bolonia, en 1949, y se graduó en Estética en la Universidad de Bolonia, donde participó de los acontecimientos de mayo del ’68. Entre 1975 y 1981, fundó la histórica revista A/traverso, fanzine y fue promotor de la mítica “Radio Alice”, la primera radio pirata italiana. Vivió en París, donde conoció a Félix Guattari, y en Nueva York. En 2002, fundó TV Orfeo, el primer canal de televisión comunitario italiano. Escribió numerosos libros y ensayos, que fueron traducidos a distintos idiomas, sobre las transformaciones del trabajo y los procesos de comunicación en el capitalismo postindustial.
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    Franco “Bifo” Berardi es escritor, filósofo y activista. Nació en Bolonia, en 1949, y se graduó en Estética en la Universidad de Bolonia, donde participó de los acontecimientos de mayo del ’68. Entre 1975 y 1981, fundó la histórica revista A/traverso, fanzine y fue promotor de la mítica “Radio Alice”, la primera radio pirata italiana. Vivió en París, donde conoció a Félix Guattari, y en Nueva York. En 2002, fundó TV Orfeo, el primer canal de televisión comunitario italiano. Escribió numerosos libros y ensayos, que fueron traducidos a distintos idiomas, sobre las transformaciones del trabajo y los procesos de comunicación en el capitalismo postindustial.
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    DesobedecerDesobedecer
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    Desobedecer

    16,50  c/ IVA
    «A desobediência, face à absurdez, à irracionalidade do mundo como se acha, é uma evidência. Porquê desobedecer? Basta abrir os olhos.» Partindo desta premissa, Frédéric Gros procura nestas páginas dar resposta a uma outra pergunta: se é «tão fácil concordar-se acerca da desesperança da actual ordem do mundo», por que razão é «tão difícil desobedecer-lhe»? Numa minuciosa reflexão filosófica que vai de A Desobediência Civil de Thoreau ao Discurso sobre a Servidão Voluntária de La Boétie, passando pelo julgamento de Eichmann segundo Arendt ou por Jesus Cristo em Dostoievski, Desobedecer (2017) desenterra as raízes da obediência política e do respeito pela autoridade, pondo em causa certezas adquiridas, convicções morais e convenções sociais — e leva-nos a revalorizar a responsabilidade política. Quando o consentimento democrático não se distingue da submissão a injustiças, Desobedecer é um apelo à resistência ética, à força colectiva que nasce, antes de tudo, na consciência de cada um de nós.
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    Desobedecer

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    «A desobediência, face à absurdez, à irracionalidade do mundo como se acha, é uma evidência. Porquê desobedecer? Basta abrir os olhos.» Partindo desta premissa, Frédéric Gros procura nestas páginas dar resposta a uma outra pergunta: se é «tão fácil concordar-se acerca da desesperança da actual ordem do mundo», por que razão é «tão difícil desobedecer-lhe»? Numa minuciosa reflexão filosófica que vai de A Desobediência Civil de Thoreau ao Discurso sobre a Servidão Voluntária de La Boétie, passando pelo julgamento de Eichmann segundo Arendt ou por Jesus Cristo em Dostoievski, Desobedecer (2017) desenterra as raízes da obediência política e do respeito pela autoridade, pondo em causa certezas adquiridas, convicções morais e convenções sociais — e leva-nos a revalorizar a responsabilidade política. Quando o consentimento democrático não se distingue da submissão a injustiças, Desobedecer é um apelo à resistência ética, à força colectiva que nasce, antes de tudo, na consciência de cada um de nós.
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    Do Belo, do Justo e do Verdadeiro (e Do) Ódio À Civilização Moderna

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    No dia 24 de Março de 1834, na antiga vila de Walthamstow, nas cercanias de Londres, nascia William Morris, poeta, romancista, pintor, tipógrafo, designer, socialista revolucionário e a alma do movimento Arts and Crafts. Com a sua rica cultura histórica – inspirado pelo romantismo tardo-medieval e filiado ao anti-tecnicismo pré-rafaelita –, e a sua proposta concreta contra a dominação social, influenciada pelo socialismo utópico e o anarco-comunismo, Morris tinha uma percepção espantosa das linhas de força da história e dos elementos de decadência da sua época, vaticinando a futura ruína da civilização contemporânea. Se o Ocidente reconhece os processos catastróficos associados à Industrialização e à tecnologia do projecto mercantil no marco da II Guerra Mundial, pela mão de autores como Lewis Munford, Günther Anders, Jacques Ellul, André Gorz ou Ivan Illich, o artista inglês rebelou-se meio século antes contra um ideal de Modernidade que se impunha ao mundo mediante a profanação da natureza, a destruição dos laços humanos, a aniquilação da criatividade e o desprezo pelos mais simples prazeres da vida. Embora Morris aceitasse quase na íntegra a análise económica e histórica de Marx, sempre confessou que o “motivo principal” para se ter tornado socialista revolucionário foi o seu “ódio à civilização moderna”: ‘A foleirice reina! Do estadista ao sapateiro, tudo é foleiro!’ Repudiou o sucesso como outros homens repudiam a calúnia. Mergulhou nas profundezas mais intrincadas do artesanato. Nutriu o seu ódio pela civilização moderna ao traduzir sagas islandesas. Sentou-se deliberadamente em cima da sua cartola. Lançou a sua grande campanha pela protecção de edifícios antigos. Fundou o seu jornal matutino, porque a sua resposta foi tornar-se em um agitador revolucionário. Previu o fascismo. Previu (e execrou) o socialismo de Estado. Previu (e lastimou) o Estado de Bem-Estar Social. Diante do cenário de um “serviço público capitalista levado à perfeição”, bradou: “Não atravessaria a rua para alcançar semelhante ideal”. Como disse o historiador E. P. Thompson, não tinha tempo para os bons selvagens, e menos ainda para a panaceia da burocracia estatal. Na sua visão, nenhuma intervenção mecânica vinda de cima poderia engendrar a ética da comunidade: “O homem individual não pode transferir os problemas da vida para os ombros de uma abstração chamada Estado”. “É mais forte do que eu… As ideias que tomaram conta de mim não me vão deixar em sossego... Temos de nos virar para a esperança, e só a vislumbro numa direcção: no rumo da Revolução. O resto é história …”.
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    Do Belo, do Justo e do Verdadeiro (e Do) Ódio À Civilização Moderna

    14,00  c/ IVA
    No dia 24 de Março de 1834, na antiga vila de Walthamstow, nas cercanias de Londres, nascia William Morris, poeta, romancista, pintor, tipógrafo, designer, socialista revolucionário e a alma do movimento Arts and Crafts. Com a sua rica cultura histórica – inspirado pelo romantismo tardo-medieval e filiado ao anti-tecnicismo pré-rafaelita –, e a sua proposta concreta contra a dominação social, influenciada pelo socialismo utópico e o anarco-comunismo, Morris tinha uma percepção espantosa das linhas de força da história e dos elementos de decadência da sua época, vaticinando a futura ruína da civilização contemporânea. Se o Ocidente reconhece os processos catastróficos associados à Industrialização e à tecnologia do projecto mercantil no marco da II Guerra Mundial, pela mão de autores como Lewis Munford, Günther Anders, Jacques Ellul, André Gorz ou Ivan Illich, o artista inglês rebelou-se meio século antes contra um ideal de Modernidade que se impunha ao mundo mediante a profanação da natureza, a destruição dos laços humanos, a aniquilação da criatividade e o desprezo pelos mais simples prazeres da vida. Embora Morris aceitasse quase na íntegra a análise económica e histórica de Marx, sempre confessou que o “motivo principal” para se ter tornado socialista revolucionário foi o seu “ódio à civilização moderna”: ‘A foleirice reina! Do estadista ao sapateiro, tudo é foleiro!’ Repudiou o sucesso como outros homens repudiam a calúnia. Mergulhou nas profundezas mais intrincadas do artesanato. Nutriu o seu ódio pela civilização moderna ao traduzir sagas islandesas. Sentou-se deliberadamente em cima da sua cartola. Lançou a sua grande campanha pela protecção de edifícios antigos. Fundou o seu jornal matutino, porque a sua resposta foi tornar-se em um agitador revolucionário. Previu o fascismo. Previu (e execrou) o socialismo de Estado. Previu (e lastimou) o Estado de Bem-Estar Social. Diante do cenário de um “serviço público capitalista levado à perfeição”, bradou: “Não atravessaria a rua para alcançar semelhante ideal”. Como disse o historiador E. P. Thompson, não tinha tempo para os bons selvagens, e menos ainda para a panaceia da burocracia estatal. Na sua visão, nenhuma intervenção mecânica vinda de cima poderia engendrar a ética da comunidade: “O homem individual não pode transferir os problemas da vida para os ombros de uma abstração chamada Estado”. “É mais forte do que eu… As ideias que tomaram conta de mim não me vão deixar em sossego... Temos de nos virar para a esperança, e só a vislumbro numa direcção: no rumo da Revolução. O resto é história …”.
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    Flores Secas

    15,00  c/ IVA
    Flores Secas é uma coletânea de poemas e textos político-poéticos escritos por lokas cruz entre 2018 de 2024. Um livro sobre “as histórias das minhas avós e da terra, as missões nos campos de refugiados em lesbos, na grécia, e no mar mediterrâneo, as ruas do porto cheias de luta e raiva, a palestina, as mãos dadas e punhos erguidos, o luto de tudo, o amor e a revolução.” O livro conta ainda com ilustrações de Inês Matos.
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    Flores Secas

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    Flores Secas é uma coletânea de poemas e textos político-poéticos escritos por lokas cruz entre 2018 de 2024. Um livro sobre “as histórias das minhas avós e da terra, as missões nos campos de refugiados em lesbos, na grécia, e no mar mediterrâneo, as ruas do porto cheias de luta e raiva, a palestina, as mãos dadas e punhos erguidos, o luto de tudo, o amor e a revolução.” O livro conta ainda com ilustrações de Inês Matos.
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    Intuição do Instante

    14,00  c/ IVA
    Bachelard faz uma cuidadosa exploração do tempo, da sua duração e da percepção que dele temos, a partir das ideias de Bergson, Roupnel e Einstein. Para o autor, o tempo não tem outra realidade senão a do instante. Aperfeiçoando o gesto, o instante renova-se.
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    Intuição do Instante

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    Bachelard faz uma cuidadosa exploração do tempo, da sua duração e da percepção que dele temos, a partir das ideias de Bergson, Roupnel e Einstein. Para o autor, o tempo não tem outra realidade senão a do instante. Aperfeiçoando o gesto, o instante renova-se.
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    Kuaraci – em fala e fogo: Seleção de textos escritos por mulheres indígenas

    16,00  c/ IVA
    Ellen Lima Wassu é pirá, poeta, bicho, rio, árvore, vento, mata atlântica, água, raiz, espírito e semente. Ela também é gente humana, poeta, professora, investigadora que atualmente faz doutorado em Portugal e vive com corpo e espírito circulando pelo Atlântico cheia de amores e saudades. Publicou em 2021 Ixé ygara voltando pra ’y’kûá (Urutau) e integra, entre revistas literárias e outras coletâneas, a obra Volta para tua terra (Urutau, 2021), uma antologia de poetas antifascistas e antirracistas em Portugal. Sua prática relaciona arte, poesia, crítica, escritas ensaísticas, bons encontros, banho de rio e conversa com flores.
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    Kuaraci – em fala e fogo: Seleção de textos escritos por mulheres indígenas

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    Ellen Lima Wassu é pirá, poeta, bicho, rio, árvore, vento, mata atlântica, água, raiz, espírito e semente. Ela também é gente humana, poeta, professora, investigadora que atualmente faz doutorado em Portugal e vive com corpo e espírito circulando pelo Atlântico cheia de amores e saudades. Publicou em 2021 Ixé ygara voltando pra ’y’kûá (Urutau) e integra, entre revistas literárias e outras coletâneas, a obra Volta para tua terra (Urutau, 2021), uma antologia de poetas antifascistas e antirracistas em Portugal. Sua prática relaciona arte, poesia, crítica, escritas ensaísticas, bons encontros, banho de rio e conversa com flores.
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    La Inteligencia Artificial no Piensa (el cerebro tampoco)La Inteligencia Artificial no Piensa (el cerebro tampoco)
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    La Inteligencia Artificial no Piensa (el cerebro tampoco)

    16,15  c/ IVA
    Miguel Benasayag:  Nació en Buenos Aires, en 1953. Estudió medicina en la UBA, y tras ser detenido por la dictadura argentina, se exilió en Francia en 1978. Filósofo, epistemólogo, doctor en psicología, investigador interdisciplinario, es autor de cuarenta libros, traducidos a más de quince idiomas. Ex docente universitario, fundó y coordina el colectivo de estudios y militancia «Malgré Tout» en Francia y en Italia. Ariel Pennisi:  Ensayista, docente e investigador (UNPAZ, UNA), integrante del Grupo de Estudios Sociales y Filosóficos (IIGG-UBA), codirector de Red Editorial, integrante del Instituto de Estudios y Formación de la CTA A y del Instituto de Pensamiento y Políticas Públicas. Publicó Nuevas instituciones (del común); El anarca (filosofía y política en Max Stirner), con Adrián Cangi; Si quieren venir que vengan. Malvinas: genealogía, guerra, izquierdas, con Ariel Petruccelli, Federico Mare y Andrea Belén Rodríguez; Papa Negra. Ensayos, relatos y recetas; Globalización. Sacralización del mercado: Como autor y compilador: Renta básica. Nuevos posibles del común y Linchamientos. La policía que llevamos dentro. Publicó numerosos ensayos y artículos en libros, revistas y portales nacionales y extranjeros. Colabora con el diario Tiempo Argentino.
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    Miguel Benasayag:  Nació en Buenos Aires, en 1953. Estudió medicina en la UBA, y tras ser detenido por la dictadura argentina, se exilió en Francia en 1978. Filósofo, epistemólogo, doctor en psicología, investigador interdisciplinario, es autor de cuarenta libros, traducidos a más de quince idiomas. Ex docente universitario, fundó y coordina el colectivo de estudios y militancia «Malgré Tout» en Francia y en Italia. Ariel Pennisi:  Ensayista, docente e investigador (UNPAZ, UNA), integrante del Grupo de Estudios Sociales y Filosóficos (IIGG-UBA), codirector de Red Editorial, integrante del Instituto de Estudios y Formación de la CTA A y del Instituto de Pensamiento y Políticas Públicas. Publicó Nuevas instituciones (del común); El anarca (filosofía y política en Max Stirner), con Adrián Cangi; Si quieren venir que vengan. Malvinas: genealogía, guerra, izquierdas, con Ariel Petruccelli, Federico Mare y Andrea Belén Rodríguez; Papa Negra. Ensayos, relatos y recetas; Globalización. Sacralización del mercado: Como autor y compilador: Renta básica. Nuevos posibles del común y Linchamientos. La policía que llevamos dentro. Publicó numerosos ensayos y artículos en libros, revistas y portales nacionales y extranjeros. Colabora con el diario Tiempo Argentino.
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    Manifesto Abomunista // Segundo Abril // Será que a Mente Secreta Sussura?

    17,00  c/ IVA
    A poesia Abomunista, a fim de ser completamente (norma britânica) compreendida, dever ser comida...excepto nos dias de jejum, nos dias em que não se faz nenhum, nas manhãs das execuções.
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    Manifesto Abomunista // Segundo Abril // Será que a Mente Secreta Sussura?

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    nada, nada, nada – escritos escolhidos

    16,00  c/ IVA
    “Entre 1879 e 1953, Francis Picabia viveu muitas vidas. Foi pintor, poeta e prosador, ensaísta e crítico. Colaborou em diversas publicações e criou as suas próprias revistas. Escreveu para teatro e também para cinema. Alimentou polémicas e provocou escândalos. Organizou espectáculos, exposições e festas. Acompanhou o Cubismo e depois atacou-o com ironia. Levou o Dadaísmo para Paris, foi um dos seus mais vivos participantes e depois saiu com estrondo. Esteve com os surrealistas, mas numa relação morna.  Os textos que compõem este livro pertencem à fase mais explosiva e exuberante da obra escrita de Picabia. Para nós, a mais fascinante também. Esta fase coincide com o seu envolvimento activo no movimento dadaísta, ou seja, mais ou menos entre 1918 e 1921. Seguindo o espírito desta colecção, o livro inclui apenas textos em prosa, deixando de fora a sua igualmente vasta e magnífica produção poética.”* *da Nota de Edição de Rui Manuel Amaral
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    nada, nada, nada – escritos escolhidos

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    “Entre 1879 e 1953, Francis Picabia viveu muitas vidas. Foi pintor, poeta e prosador, ensaísta e crítico. Colaborou em diversas publicações e criou as suas próprias revistas. Escreveu para teatro e também para cinema. Alimentou polémicas e provocou escândalos. Organizou espectáculos, exposições e festas. Acompanhou o Cubismo e depois atacou-o com ironia. Levou o Dadaísmo para Paris, foi um dos seus mais vivos participantes e depois saiu com estrondo. Esteve com os surrealistas, mas numa relação morna.  Os textos que compõem este livro pertencem à fase mais explosiva e exuberante da obra escrita de Picabia. Para nós, a mais fascinante também. Esta fase coincide com o seu envolvimento activo no movimento dadaísta, ou seja, mais ou menos entre 1918 e 1921. Seguindo o espírito desta colecção, o livro inclui apenas textos em prosa, deixando de fora a sua igualmente vasta e magnífica produção poética.”* *da Nota de Edição de Rui Manuel Amaral
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    O Aroma do Tempo

    16,50  c/ IVA
    Tal como nas suas obras anteriores, de A Sociedade do Cansaço até A Agonia de Eros, aborda as causas dessa evolução e reflete sobre a possibilidade de a inverter. Para o filósofo, o final do tempo como duração narrativa não teria de implicar um vazio temporal. Existe, pelo contrário, agora a possibilidade de uma vida que prescinda da teologia e da teleologia e que apesar disso tenha um aroma próprio. Para isso seria necessário recuperar conceitos de Hannah Arendt, pois a crise temporal só poderá ser ultrapassada quando a vita activaacolher de novo a vita contemplativa.
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    O Aroma do Tempo

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    Tal como nas suas obras anteriores, de A Sociedade do Cansaço até A Agonia de Eros, aborda as causas dessa evolução e reflete sobre a possibilidade de a inverter. Para o filósofo, o final do tempo como duração narrativa não teria de implicar um vazio temporal. Existe, pelo contrário, agora a possibilidade de uma vida que prescinda da teologia e da teleologia e que apesar disso tenha um aroma próprio. Para isso seria necessário recuperar conceitos de Hannah Arendt, pois a crise temporal só poderá ser ultrapassada quando a vita activaacolher de novo a vita contemplativa.
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    O Cogumelo no Fim do Mundo. Viver nas Ruínas do CapitalismoO Cogumelo no Fim do Mundo. Viver nas Ruínas do Capitalismo
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    O Cogumelo no Fim do Mundo. Viver nas Ruínas do Capitalismo

    O preço original era: 22,00 €.O preço atual é: 19,80 €. c/ IVA
    Percorrendo a cadeia de abastecimento do cogumelo matsutake — desde que é colhido por veteranos de guerra e imigrantes nos EUA até ser oferecido e consumido como iguaria de luxo no Japão —, a antropóloga Anna Lowenhaupt Tsing descobre múltiplos modos de vida emaranhados de maneira tão profunda quanto contingente. Ao explorarmos histórias de guerra, mutualismos interespécies e mecanismos de tradução entre culturas, sistemas económicos ou regimes de produção de conhecimento científico, o que encontramos são lições de coabitação, de liberdade e da arte de prestar atenção. Um livro verdadeiramente multidisciplinar que cruza o trabalho de campo etnográfico, a história económica, a genética e a silvicultura para revelar estratégias de subsistência nas margens do capitalismo, num contexto geral de precariedade e de destruição do mundo que nos rodeia.
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    O Cogumelo no Fim do Mundo. Viver nas Ruínas do Capitalismo

    O preço original era: 22,00 €.O preço atual é: 19,80 €. c/ IVA
    Percorrendo a cadeia de abastecimento do cogumelo matsutake — desde que é colhido por veteranos de guerra e imigrantes nos EUA até ser oferecido e consumido como iguaria de luxo no Japão —, a antropóloga Anna Lowenhaupt Tsing descobre múltiplos modos de vida emaranhados de maneira tão profunda quanto contingente. Ao explorarmos histórias de guerra, mutualismos interespécies e mecanismos de tradução entre culturas, sistemas económicos ou regimes de produção de conhecimento científico, o que encontramos são lições de coabitação, de liberdade e da arte de prestar atenção. Um livro verdadeiramente multidisciplinar que cruza o trabalho de campo etnográfico, a história económica, a genética e a silvicultura para revelar estratégias de subsistência nas margens do capitalismo, num contexto geral de precariedade e de destruição do mundo que nos rodeia.
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    O Deserto que Vem – Ecologias de Kropotkin a Marte, Seguido de Cidades IdeaisO Deserto que Vem – Ecologias de Kropotkin a Marte, Seguido de Cidades Ideais
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    O Deserto que Vem – Ecologias de Kropotkin a Marte, Seguido de Cidades Ideais

    9,50  c/ IVA
    O Deserto que vem – Ecologias de Kropotkin a Marte Kropotkin acreditava que a dessecação era um processo geológico contínuo e que esta se podia observar em todo o Hemisfério Norte. Por esta razão, o geólogo e anarquista russo desafiou radicalmente a ortodoxia ao sustentar a continuidade da dinâmica climática global entre o fim da Era do Gelo e os tempos modernos: longe de ser estacionário, o clima vinha mudando continuamente numa direcção unidireccional e sem interferência humana ao longo da história. Neste breve ensaio, Mike Davis explica que a tese de Kropotkin foi a primeira tentativa científica no campo da ecologia de apresentar uma argumentação abrangente a favor das alterações climáticas naturais como força motriz da história da civilização.   Cidades Ideais O arquitecto e historiador Colin Ward (1924 Wanstead – 2010 Ipswich) foi uma das figuras-chave do anarquismo britânico do século XX. Escritor prolífico, assumiu durante duas décadas a edição do jornal Freedom, fundado em 1886 por Kropotkin na capital londrina. Em 1961, Ward fundou a revista mensal Anarchy, difundindo a sua visão do anarquismo não como uma teoria utópica, mas enquanto um conjunto de práticas sociais capazes de criar formas alternativas de organização informais, sem hierarquias e não submetidas às políticas estatais. Cidades Ideais é um brevíssimo esquisso sobre diferentes visões de organização dos aglomerados humanos da Modernidade à era Contemporânea. Ward escreveu sobre uma ampla variedade de tópicos, incluindo política contemporânea, ocupação ilegal, habitação, arquitectura, educação, planeamento urbano, práticas anarquistas e ajuda mútua. A sua versão do anarquismo quotidiano, que envolvia experimentação e intervenções práticas, atravessa as páginas de livros como Anarchy in Action (1973), Housing: An Anarchist Approach (1976), Welcome, Thinner City: Urban Survival in the 1990s (1989) e Sociable Cities: The Legacy of Ebenezer Howard (1998), volumes que dão visibilidade à realidade de experiências que já acontecem no contexto do capitalismo e que potenciam a liberdade, ampliam a autonomia local face às autoridades externas e promovem o bem-estar social.
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    O Deserto que Vem – Ecologias de Kropotkin a Marte, Seguido de Cidades Ideais

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    O Deserto que vem – Ecologias de Kropotkin a Marte Kropotkin acreditava que a dessecação era um processo geológico contínuo e que esta se podia observar em todo o Hemisfério Norte. Por esta razão, o geólogo e anarquista russo desafiou radicalmente a ortodoxia ao sustentar a continuidade da dinâmica climática global entre o fim da Era do Gelo e os tempos modernos: longe de ser estacionário, o clima vinha mudando continuamente numa direcção unidireccional e sem interferência humana ao longo da história. Neste breve ensaio, Mike Davis explica que a tese de Kropotkin foi a primeira tentativa científica no campo da ecologia de apresentar uma argumentação abrangente a favor das alterações climáticas naturais como força motriz da história da civilização.   Cidades Ideais O arquitecto e historiador Colin Ward (1924 Wanstead – 2010 Ipswich) foi uma das figuras-chave do anarquismo britânico do século XX. Escritor prolífico, assumiu durante duas décadas a edição do jornal Freedom, fundado em 1886 por Kropotkin na capital londrina. Em 1961, Ward fundou a revista mensal Anarchy, difundindo a sua visão do anarquismo não como uma teoria utópica, mas enquanto um conjunto de práticas sociais capazes de criar formas alternativas de organização informais, sem hierarquias e não submetidas às políticas estatais. Cidades Ideais é um brevíssimo esquisso sobre diferentes visões de organização dos aglomerados humanos da Modernidade à era Contemporânea. Ward escreveu sobre uma ampla variedade de tópicos, incluindo política contemporânea, ocupação ilegal, habitação, arquitectura, educação, planeamento urbano, práticas anarquistas e ajuda mútua. A sua versão do anarquismo quotidiano, que envolvia experimentação e intervenções práticas, atravessa as páginas de livros como Anarchy in Action (1973), Housing: An Anarchist Approach (1976), Welcome, Thinner City: Urban Survival in the 1990s (1989) e Sociable Cities: The Legacy of Ebenezer Howard (1998), volumes que dão visibilidade à realidade de experiências que já acontecem no contexto do capitalismo e que potenciam a liberdade, ampliam a autonomia local face às autoridades externas e promovem o bem-estar social.
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    O Livro dos AbraçosO Livro dos Abraços
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    O Livro dos Abraços

    17,50  c/ IVA
    Escrito no exílio e ilustrado pelo autor, O Livro dos Abraços reúne memórias e sonhos, fábulas que entrelaçam o real e o fantástico, crónicas indeléveis das trivialidades, das gentes e dos seus costumes, da política e dos seus mártires, do amor, da guerra e da paz. Fragmentos que celebram a diversidade, têm na memória do autor o seu fio condutor: «Recordar: do latim re-cordis, voltar a passar pelo coração.» Com uma extraordinária capacidade descritiva e um comovente pendor poético, escrevendo numa simplicidade desarmante, Eduardo Galeano dá voz aos amordaçados e estende um longo abraço aos resistentes – amaldiçoados pela economia, afugentados pela polícia, esquecidos pela cultura. O Livro dos Abraços é uma história alternativa da América Latina contada pelo mestre da narrativa breve, numa síntese inspirada do seu imaginário.
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    O Livro dos Abraços

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    Escrito no exílio e ilustrado pelo autor, O Livro dos Abraços reúne memórias e sonhos, fábulas que entrelaçam o real e o fantástico, crónicas indeléveis das trivialidades, das gentes e dos seus costumes, da política e dos seus mártires, do amor, da guerra e da paz. Fragmentos que celebram a diversidade, têm na memória do autor o seu fio condutor: «Recordar: do latim re-cordis, voltar a passar pelo coração.» Com uma extraordinária capacidade descritiva e um comovente pendor poético, escrevendo numa simplicidade desarmante, Eduardo Galeano dá voz aos amordaçados e estende um longo abraço aos resistentes – amaldiçoados pela economia, afugentados pela polícia, esquecidos pela cultura. O Livro dos Abraços é uma história alternativa da América Latina contada pelo mestre da narrativa breve, numa síntese inspirada do seu imaginário.
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    Os Amanhãs de Ontem

    16,35  c/ IVA
    Se no seu livro anterior, Comunismo: uma pequena história de como tudo poderá ser diferente(Tigre de Papel, 2020), Adamczak apresentava o comunismo como um conto de fadas com a hipótese de um final feliz, neste oferece-nos uma tragédia. Descreve a deportação de volta para a Alemanha nazi de antifascistas exilados — uma traição de comunistas contra comunistas; a incredulidade inicial dos comunistas europeus face à notícia do pacto Hitler-Estaline; o plano de terror de Estado de Estaline; o desaparecimento da classe e a emergência de cálculos táticos e económicos; o definhamento e a impossibilidade dos sucessos da revolução; e a promessa barata de que «da próxima vez será democrático».   O que pesa sobre a possibilidade do desejo comunista, escreve Adamczak, não é apenas o fim da história, mas, antes de mais, o fim da revolução. Não apenas 1989 mas também, e sobretudo, 1939, 1938 e, mais para trás, 1924 e 1917. Só compreendendo essa história poderemos trabalhar para um futuro melhor.
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    Os Amanhãs de Ontem

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    Se no seu livro anterior, Comunismo: uma pequena história de como tudo poderá ser diferente(Tigre de Papel, 2020), Adamczak apresentava o comunismo como um conto de fadas com a hipótese de um final feliz, neste oferece-nos uma tragédia. Descreve a deportação de volta para a Alemanha nazi de antifascistas exilados — uma traição de comunistas contra comunistas; a incredulidade inicial dos comunistas europeus face à notícia do pacto Hitler-Estaline; o plano de terror de Estado de Estaline; o desaparecimento da classe e a emergência de cálculos táticos e económicos; o definhamento e a impossibilidade dos sucessos da revolução; e a promessa barata de que «da próxima vez será democrático».   O que pesa sobre a possibilidade do desejo comunista, escreve Adamczak, não é apenas o fim da história, mas, antes de mais, o fim da revolução. Não apenas 1989 mas também, e sobretudo, 1939, 1938 e, mais para trás, 1924 e 1917. Só compreendendo essa história poderemos trabalhar para um futuro melhor.
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    Os PalestinianosOs Palestinianos
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    Os Palestinianos

    14,00  c/ IVA
    Este é o testemunho de Jean Genet após a sua estadia na Palestina. A urgência em dar a ver o horror da barbárie zionista sobre o povo palestiniano. O testemunho da nobreza e beleza do povo palestiniano expressa na sua resistência honrada.
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    Os Palestinianos

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    Este é o testemunho de Jean Genet após a sua estadia na Palestina. A urgência em dar a ver o horror da barbárie zionista sobre o povo palestiniano. O testemunho da nobreza e beleza do povo palestiniano expressa na sua resistência honrada.
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    Os Sujeitos no Neoniberalismo

    13,00  c/ IVA
    Edição conjunta com os Livros Outro Modo/Le Monde diplomatique – edição portuguesa. Capa de Alejandro Lecavoc. Fernando Ampudia de Haro. Professor na Universidade Europeia. Doutorado em Sociologia pela Universidade Complutense de Madrid, é Investigador no IHC-NOVAFCSH. Tem publicado na área da sociologia histórica, económica e da governamentalidade. José Nuno Matos é investigador auxiliar em Sociologia no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Tem publicado na área da sociologia do trabalho e dos media.
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    Os Sujeitos no Neoniberalismo

    13,00  c/ IVA
    Edição conjunta com os Livros Outro Modo/Le Monde diplomatique – edição portuguesa. Capa de Alejandro Lecavoc. Fernando Ampudia de Haro. Professor na Universidade Europeia. Doutorado em Sociologia pela Universidade Complutense de Madrid, é Investigador no IHC-NOVAFCSH. Tem publicado na área da sociologia histórica, económica e da governamentalidade. José Nuno Matos é investigador auxiliar em Sociologia no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Tem publicado na área da sociologia do trabalho e dos media.
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    Poder Inhumano – inteligencia artificial y el futuro del capitalismoPoder Inhumano – inteligencia artificial y el futuro del capitalismo
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    Poder Inhumano – inteligencia artificial y el futuro del capitalismo

    20,96  c/ IVA
    Nick Dyer-Witheford es Profesor en la Facultad de Estudios de Información y Medios de la Universidad de Western Ontario. Es autor de Cyber-Marx (University of Illinois, 1999) y coautor de Digital Play (McGill-Queen's, 2003), Games of Empire (University of Minnesota Press, 2009) y Cyber-Proletariat (Pluto, 2015).
    Atle Mikkola Kjøsen es Profesor Adjunto en la Facultad de Estudios de Información y Medios de la Universidad de Western Ontario. Investiga y ha publicado sobre la intersección entre la economía política marxista, la teoría de los medios, la logística, el comercio minorista, la inteligencia artificial y la tecnología inteligente. James Steinhoff es Profesor Adjunto en la Escuela de Estudios de la Información y la Comunicación del UniversityCollegeDublin. Esautor de Automation and Autonomy: Labour, Capital and Machines in the Artificial Intelligence Industry (Palgrave Macmillan 2021).
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    Poder Inhumano – inteligencia artificial y el futuro del capitalismoPoder Inhumano – inteligencia artificial y el futuro del capitalismo
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    Poder Inhumano – inteligencia artificial y el futuro del capitalismo

    20,96  c/ IVA
    Nick Dyer-Witheford es Profesor en la Facultad de Estudios de Información y Medios de la Universidad de Western Ontario. Es autor de Cyber-Marx (University of Illinois, 1999) y coautor de Digital Play (McGill-Queen's, 2003), Games of Empire (University of Minnesota Press, 2009) y Cyber-Proletariat (Pluto, 2015).
    Atle Mikkola Kjøsen es Profesor Adjunto en la Facultad de Estudios de Información y Medios de la Universidad de Western Ontario. Investiga y ha publicado sobre la intersección entre la economía política marxista, la teoría de los medios, la logística, el comercio minorista, la inteligencia artificial y la tecnología inteligente. James Steinhoff es Profesor Adjunto en la Escuela de Estudios de la Información y la Comunicación del UniversityCollegeDublin. Esautor de Automation and Autonomy: Labour, Capital and Machines in the Artificial Intelligence Industry (Palgrave Macmillan 2021).
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    Slow Technology ReaderSlow Technology Reader
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    Slow Technology Reader

    30,30  c/ IVA
    This new volume in the Slow Reader series gestures toward a fuller spectrum of what technology is and can be, moving beyond the limited perspectives and legacy structures that dominate technological development today. It includes the rich insights and intelligences of feminist, queer, Indigenous, activist, and ecological practices—offering them as vibrant data points for shaping more just and generative futures. At a time when the digital reaches into nearly every facet of planetary existence, this book aims to disrupt and recalibrate how we think about and relate/live with technology, illuminating more expansive pathways forward.
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    This new volume in the Slow Reader series gestures toward a fuller spectrum of what technology is and can be, moving beyond the limited perspectives and legacy structures that dominate technological development today. It includes the rich insights and intelligences of feminist, queer, Indigenous, activist, and ecological practices—offering them as vibrant data points for shaping more just and generative futures. At a time when the digital reaches into nearly every facet of planetary existence, this book aims to disrupt and recalibrate how we think about and relate/live with technology, illuminating more expansive pathways forward.
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    Tecnofeudalismo: ou o Fim do CapitalismoTecnofeudalismo: ou o Fim do Capitalismo
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    Tecnofeudalismo: ou o Fim do Capitalismo

    17,85  c/ IVA
    «Um livro para qualquer pessoa que queira perceber o imbróglio em que estamos — e já que estamos todos neste imbróglio, é um livro para toda a gente.» Slavoj Žižek «Urdindo história, memória intelectual e história da Economia e da Tecnologia, Varoufakis cria um ambiente de proximidade cuja leitura é um prazer, por mais sombria que seja a mensagem.» The Washington Post «Uma viragem histórica, que se dá uma vez por milénio… Não é apenas nova tecnologia. É o mundo a tentar lidar com um sistema económico e, por conseguinte, um poder político inteiramente novos.» Observer «Que obra extraordinária, esta. Inovadora, dá que pensar, e muitíssimo acessível. Toda a gente deveria lê-la. É o canto sombrio, assustador e empolgante da nossa era.» Irvine Welsh
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    Tecnofeudalismo: ou o Fim do Capitalismo

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    «Um livro para qualquer pessoa que queira perceber o imbróglio em que estamos — e já que estamos todos neste imbróglio, é um livro para toda a gente.» Slavoj Žižek «Urdindo história, memória intelectual e história da Economia e da Tecnologia, Varoufakis cria um ambiente de proximidade cuja leitura é um prazer, por mais sombria que seja a mensagem.» The Washington Post «Uma viragem histórica, que se dá uma vez por milénio… Não é apenas nova tecnologia. É o mundo a tentar lidar com um sistema económico e, por conseguinte, um poder político inteiramente novos.» Observer «Que obra extraordinária, esta. Inovadora, dá que pensar, e muitíssimo acessível. Toda a gente deveria lê-la. É o canto sombrio, assustador e empolgante da nossa era.» Irvine Welsh
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    Teoria do Bloom

    18,00  c/ IVA
    Quando tudo oprime, há muito poucas saídas. Estendemos o braço, mas não encontramos nada. ELES colocaram o mundo fora do nosso alcance, longe dos nossos horizontes. São poucos os Blooms que conseguem resistir a esta pressão extrema.
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    Teoria do Bloom

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    Quando tudo oprime, há muito poucas saídas. Estendemos o braço, mas não encontramos nada. ELES colocaram o mundo fora do nosso alcance, longe dos nossos horizontes. São poucos os Blooms que conseguem resistir a esta pressão extrema.
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    The Portuguese Carnation Revolution – Historical EssayThe Portuguese Carnation Revolution – Historical Essay
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    The Portuguese Carnation Revolution – Historical Essay

    22,00  c/ IVA
    From the pen of Medeiros Ferreira—who, having returned from exile shortly after the Revolution, played an important role in opening up Portugal’s young democracy to Europe and the world, later establishing himself as one of the most brilliant contemporary history academics of his generation—his historical essay on the Carnation Revolution would be published in 1983, and is now being offered to English readers. In this first pioneering and daring attempt to record a history of the Portuguese Revolution, recognising the risks of the proximity of the text to the object of study, as well as the proximity of the narrator to the historical action in which he was involved, the author made a redoubled effort of methodological rigour, through the selection, analysis and interpretation of the available sources, bequeathing a work that remains fundamental and intellectually challenging.
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    The Portuguese Carnation Revolution – Historical Essay

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    From the pen of Medeiros Ferreira—who, having returned from exile shortly after the Revolution, played an important role in opening up Portugal’s young democracy to Europe and the world, later establishing himself as one of the most brilliant contemporary history academics of his generation—his historical essay on the Carnation Revolution would be published in 1983, and is now being offered to English readers. In this first pioneering and daring attempt to record a history of the Portuguese Revolution, recognising the risks of the proximity of the text to the object of study, as well as the proximity of the narrator to the historical action in which he was involved, the author made a redoubled effort of methodological rigour, through the selection, analysis and interpretation of the available sources, bequeathing a work that remains fundamental and intellectually challenging.
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    Tiro e Queda – Mortes que Mudaram a História

    O preço original era: 16,00 €.O preço atual é: 12,00 €. c/ IVA
    Desde a Antiguidade Clássica até aos nossos dias, o exercício do poder esteve sempre sujeito à possibilidade de contestação – popular, política ou ideológica. entre outras formas. Em Portugal, mortes como as de Miguel de Vasconcelos, do rei D. Carlos ou do presidente Sidónio Pais alteraram definitivamente os destinos do nosso país: no estrangeiro, os assassinatos de Júlio César, do imperador Francisco Fernando ou do revolucionário Emiliano Zapata mudaram, de forma profunda e decisiva, o rumo da História. Movidas pelo ódio, pela inveja, pela ambição ou pela sede de poder, e interpretadas pela insatisfação popular, por adversários políticos e ideológicos ou por familiares sedentos de glória, muitas foram as causas que motivaram alguns dos assassinatos mais cruéis que a Humanidade presenciou. Guia das grandes mudanças nos destinos das nações e dos impérios, Tiro e Queda – Mortes que Mudaram a História é uma obra fundamental para a compreensão da História da Humanidade, dos tempos mais remotos até à nossa contemporaneidade.
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    Tiro e Queda – Mortes que Mudaram a História

    O preço original era: 16,00 €.O preço atual é: 12,00 €. c/ IVA
    Desde a Antiguidade Clássica até aos nossos dias, o exercício do poder esteve sempre sujeito à possibilidade de contestação – popular, política ou ideológica. entre outras formas. Em Portugal, mortes como as de Miguel de Vasconcelos, do rei D. Carlos ou do presidente Sidónio Pais alteraram definitivamente os destinos do nosso país: no estrangeiro, os assassinatos de Júlio César, do imperador Francisco Fernando ou do revolucionário Emiliano Zapata mudaram, de forma profunda e decisiva, o rumo da História. Movidas pelo ódio, pela inveja, pela ambição ou pela sede de poder, e interpretadas pela insatisfação popular, por adversários políticos e ideológicos ou por familiares sedentos de glória, muitas foram as causas que motivaram alguns dos assassinatos mais cruéis que a Humanidade presenciou. Guia das grandes mudanças nos destinos das nações e dos impérios, Tiro e Queda – Mortes que Mudaram a História é uma obra fundamental para a compreensão da História da Humanidade, dos tempos mais remotos até à nossa contemporaneidade.
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    Trust – Building on The Cultural CommonsTrust – Building on The Cultural Commons
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    Trust – Building on The Cultural Commons

    21,40  c/ IVA
    Pascal Gielen is a writer and full professor of sociology of culture and politics at the Antwerp Research Institute for the Arts (ARIA) where he leads the Culture Commons Quest Office. Karina Beumer is a visual artist. Her work starts from drawing, and often leads to other forms of art, such as music, video, sculptures, writing. How can we break through a culture of mistrust? Suspicion regarding our fellow beings, the authorities and enterprises is growing, blamed on passing the buck and feelings of impotence. We seek remedies in regulations, contracts and procedures, assurances, audits and consultancy. As well as in good governance and transparency. But do they actually make for real trust? Is trust not always somewhat blind? Trust: Building on the Cultural Commons highlights the crucial role played by cultural commons, shared ‘common’ life and its customs, practices, knowledge and values. After all, trust is a matter of culture, emotion and even aesthetics. Wide-ranging trust starts with the sharing of vulnerabilities, and it is Pascal Gielen’s belief that the ‘common’ provides the necessary scope. Breathing space and scope for experiment. How might a society and a policy build on this? This book is an English and international version of Vertrouwen: Bouwen op het cultureel 'gemeen', written by Pascal Gielen and published by Valiz in November 2023. For this new English language publication, Gielen has broadened the scope of the former book, and has included several international case studies of cultural commons.
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    Trust – Building on The Cultural CommonsTrust – Building on The Cultural Commons
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    Trust – Building on The Cultural Commons

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    Pascal Gielen is a writer and full professor of sociology of culture and politics at the Antwerp Research Institute for the Arts (ARIA) where he leads the Culture Commons Quest Office. Karina Beumer is a visual artist. Her work starts from drawing, and often leads to other forms of art, such as music, video, sculptures, writing. How can we break through a culture of mistrust? Suspicion regarding our fellow beings, the authorities and enterprises is growing, blamed on passing the buck and feelings of impotence. We seek remedies in regulations, contracts and procedures, assurances, audits and consultancy. As well as in good governance and transparency. But do they actually make for real trust? Is trust not always somewhat blind? Trust: Building on the Cultural Commons highlights the crucial role played by cultural commons, shared ‘common’ life and its customs, practices, knowledge and values. After all, trust is a matter of culture, emotion and even aesthetics. Wide-ranging trust starts with the sharing of vulnerabilities, and it is Pascal Gielen’s belief that the ‘common’ provides the necessary scope. Breathing space and scope for experiment. How might a society and a policy build on this? This book is an English and international version of Vertrouwen: Bouwen op het cultureel 'gemeen', written by Pascal Gielen and published by Valiz in November 2023. For this new English language publication, Gielen has broadened the scope of the former book, and has included several international case studies of cultural commons.
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    Viajante TranquiloViajante Tranquilo
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    Viajante Tranquilo

    23,00  c/ IVA
    A partir de imagens ressignificadas, modificadas e coloridas, extraídas de uma colecção de livros de medicina chinesa e qigong, este livro foi editado por Gonçalo Duarte e Catarina Real e publicado pelas Edições da Ruína.
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    Viajante Tranquilo

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    A partir de imagens ressignificadas, modificadas e coloridas, extraídas de uma colecção de livros de medicina chinesa e qigong, este livro foi editado por Gonçalo Duarte e Catarina Real e publicado pelas Edições da Ruína.
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