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    100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora seguido de 12 Maneiras de Escapar ao Natal

    8,00  c/ IVA
    Em 100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora – espécie de guia filosófico para uma morte auto-infligida em consciência –, Roland Topor fornece aos leitores material bastante para uma nota de suicídio bem fundamentada. Está pelos cabelos com a calvície? Perca literalmente a cabeça. Farto de previsões meteorológicas falhadas? Tem bom remédio. Seja de tédio ou pelo espectáculo, para fugir aos impostos ou porque Marx (o Groucho) lá nos espera, o que não falta são boas razões para querer fazer parte da (verdadeira) maioria silenciosa. Igualmente úteis são as desculpas para fazer gazeta à consoada, reunidas em 12 Maneiras de Escapar ao Natal: se não suporta a quadra natalícia, nada como tornar-se budista ou muçulmano. Em caso de aperto, pode tentar ficar preso no elevador. Neste breve dois-em-um, cínico e cáustico, transparece a qualidade essencial do humor toporiano: a empatia com o sofrimento e o absurdo do quotidiano.
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    100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora seguido de 12 Maneiras de Escapar ao Natal

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    Em 100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora – espécie de guia filosófico para uma morte auto-infligida em consciência –, Roland Topor fornece aos leitores material bastante para uma nota de suicídio bem fundamentada. Está pelos cabelos com a calvície? Perca literalmente a cabeça. Farto de previsões meteorológicas falhadas? Tem bom remédio. Seja de tédio ou pelo espectáculo, para fugir aos impostos ou porque Marx (o Groucho) lá nos espera, o que não falta são boas razões para querer fazer parte da (verdadeira) maioria silenciosa. Igualmente úteis são as desculpas para fazer gazeta à consoada, reunidas em 12 Maneiras de Escapar ao Natal: se não suporta a quadra natalícia, nada como tornar-se budista ou muçulmano. Em caso de aperto, pode tentar ficar preso no elevador. Neste breve dois-em-um, cínico e cáustico, transparece a qualidade essencial do humor toporiano: a empatia com o sofrimento e o absurdo do quotidiano.
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    24/7

    15,00  c/ IVA
    Trabalhar e consumir 24 horas por dia, 7 dias por semana, parece ser a palavra de ordem da actualidade. Nesta engrenagem imparável, incompatível com o tempo morto e improdutivo do nosso sono, tornámo-nos sonâmbulos coniventes com a nossa própria exaustão. Em 24/7, Jonathan Crary explora as origens e consequências deste estado de eterna vigília, indo de Guy Debord a Gilles Deleuze, Hannah Arendt ou Sigmund Freud, e traça um panorama vertiginoso da contemporaneidade, em que o sono é a maior afronta ao capitalismo: um empecilho à produtividade, um reduto de humanidade, a única fronteira não conquistada pela lógica da mercadoria. Ensaio polémico e fascinante, conciso mas abrangente (da Revolução Industrial às redes sociais), 24/7 é a redescoberta de um lugar a salvo para a consciência e a construção da comunidade.
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    24/7

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    25/4 Antologia de Poemas de Abril

    10,00  c/ IVA
    Nos 50 anos da revolução do 25 de Abril, a antologia para comemorar a liberdade reuniu 25 poetas e 4 ilustradores. Uma primeira edição numerada de 254 exemplares. Poemas: Alexandra Malheiro, António Musa, Artur Barosa, Carla Rua, Carlos Alberto Machado, Carlos Tê, Catarina Costa, Catarina Sottomayor, David Rodrigues, Ema Flores, J. A. Nunes Carneiro, João Pedro Mésseder, José Dias Egipto, José Fanha, José Manuel Teixeira, José Viale Moutinho, Luís Aguiar, Luís Severo, Margarida Neves, Maria Frazão, Maria Joana Almeida, Miguel Brandão, Noiserv/David Santos, Rui Miguel Rocha, Sérgio Almeida. Ilustrações: Letícia Barreto, Marta Nunes, Nuno Lacerda Lopes e Rachel Caiano (capa).
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    25/4 Antologia de Poemas de Abril

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    15,00  c/ IVA
    O preço a pagar apaga-nos, sabe-se
    que isso acontece: os açaimos, os cabides.
    Os filhos sintéticos desta geração
    (cujo devir deveria
    federar dissídios e relapsos)
    constroem o Museu do Sujo e do Hostil,
    que é o reverso da medalha do trabalho,
    a toalha de mesa das boas famílias.
    Os açaimos, os varões tóxicos,
    cujo devir deveria _________________
    E a História move-se, como um verme
    sobre lume, de situação em situação,
    de espessura em espessura.
    Co-edição Barco Bêbado _ viúva frenesi
    tiragem única de 150 exemplares
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    que é o reverso da medalha do trabalho,
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    A Cor da Tua Sombra

    O preço original era: 16,40 €.O preço atual é: 14,76 €. c/ IVA
    Unidos por uma dor comum, ambos se veem confrontados com aquilo que julgavam enterrado: o regresso do pai de Anchia — o mesmo homem que, outrora, tentou vendê-la para um ritual de sacrifício. Entre trauma e resistência, culpa e sobrevivência, o romance convoca o leitor a atravessar sombras profundas da condição humana.
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    A Cor da Tua Sombra

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    Unidos por uma dor comum, ambos se veem confrontados com aquilo que julgavam enterrado: o regresso do pai de Anchia — o mesmo homem que, outrora, tentou vendê-la para um ritual de sacrifício. Entre trauma e resistência, culpa e sobrevivência, o romance convoca o leitor a atravessar sombras profundas da condição humana.
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    A Inesperada/PradoA Inesperada/Prado
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    A Inesperada/Prado

    30,00  c/ IVA
    Inclui um ensaio visual, PRADO, de Catarina Lopes Vicente e Daniel Fernandes. tradução de Teresa Noronha texto-badana do poeta António Cabrita
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    A Inesperada/Prado

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    Inclui um ensaio visual, PRADO, de Catarina Lopes Vicente e Daniel Fernandes. tradução de Teresa Noronha texto-badana do poeta António Cabrita
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    A Maçã de FerroA Maçã de Ferro
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    A Maçã de Ferro

    10,00  c/ IVA
    Agrafado, dobrado e cortado à mão.
    A Maçã de FerroA Maçã de Ferro
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    A Maçã de Ferro

    10,00  c/ IVA
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    A Violência e o EscárnioA Violência e o Escárnio
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    A Violência e o Escárnio

    16,00  c/ IVA
    Numa grande cidade dirigida por um governador despótico e burlesco, um grupo de amigos, amantes do riso e de outros prazeres da vida, inventa uma nova forma de combate político: a farsa-que-não-parece-farsa. E, desenvolvendo uma actividade que profundamente os diverte (e neles aguça o sentido de humor), põem fora do poleiro o detestado líder. Irónica reflexão sobre o poder, A VIOLÊNCIA E O ESCÁRNIO (1964) são aqui duas faces discrepantes da oposição a sistemas políticos vigentes: a atitude heróica, em que o militante, levando a sério os políticos de Estado, se sacrifica pela causa, e o absoluto desprezo pelas instituições estatais e pelos seus dirigentes, títeres de um mundo grotesco e aviltante. Este romance exprime a paradoxal e salutar perspectiva de Albert Cossery, que às neuróticas gesticulações dos homens opõe o desprendimento e a contemplação — sempre assentes na rejeição do sacrifício.
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    A Violência e o Escárnio

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    Numa grande cidade dirigida por um governador despótico e burlesco, um grupo de amigos, amantes do riso e de outros prazeres da vida, inventa uma nova forma de combate político: a farsa-que-não-parece-farsa. E, desenvolvendo uma actividade que profundamente os diverte (e neles aguça o sentido de humor), põem fora do poleiro o detestado líder. Irónica reflexão sobre o poder, A VIOLÊNCIA E O ESCÁRNIO (1964) são aqui duas faces discrepantes da oposição a sistemas políticos vigentes: a atitude heróica, em que o militante, levando a sério os políticos de Estado, se sacrifica pela causa, e o absoluto desprezo pelas instituições estatais e pelos seus dirigentes, títeres de um mundo grotesco e aviltante. Este romance exprime a paradoxal e salutar perspectiva de Albert Cossery, que às neuróticas gesticulações dos homens opõe o desprendimento e a contemplação — sempre assentes na rejeição do sacrifício.
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    Alecrim Recém Cortado

    13,00  c/ IVA
    Juan Carlos tem nome de virgem e escreveu Alecrim recém cortado, uma passagem para a fragilidade e a força de um ser e de seres que habitam as terras da Estremadura, onde o violento e o sujo se perdem entre o suor e o amor, onde a visão do mal não impede a visão de tudo o que é belo. A língua faz-se sua através dos séculos, inteiramente nova e velha ao mesmo tempo. – Violeta Gil (do prefácio) * Juan Carlos Panduro nasceu em 1998, em Badajoz, e formou-se como artista de circo na École Supérieure des Arts du Cirque de Bruxelas. Interessado por trabalhos que pensem os limites do corpo, desde pequeno que lhe pedem para escrever um poema à virgem, o que continua a tentar. Alecrim Recém Cortado é o seu primeiro livro.
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    Alecrim Recém Cortado

    13,00  c/ IVA
    Juan Carlos tem nome de virgem e escreveu Alecrim recém cortado, uma passagem para a fragilidade e a força de um ser e de seres que habitam as terras da Estremadura, onde o violento e o sujo se perdem entre o suor e o amor, onde a visão do mal não impede a visão de tudo o que é belo. A língua faz-se sua através dos séculos, inteiramente nova e velha ao mesmo tempo. – Violeta Gil (do prefácio) * Juan Carlos Panduro nasceu em 1998, em Badajoz, e formou-se como artista de circo na École Supérieure des Arts du Cirque de Bruxelas. Interessado por trabalhos que pensem os limites do corpo, desde pequeno que lhe pedem para escrever um poema à virgem, o que continua a tentar. Alecrim Recém Cortado é o seu primeiro livro.
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    Allow me to Dream a Body with YouAllow me to Dream a Body with You
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    Allow me to Dream a Body with You

    12,00  c/ IVA
    Sabina Holzer works in the field of expanded choreography. Her performances, interventions and texts explore the ecologies of human and more-than-human bodies with particular attention to movement and matter. She engages in practices of collaboration, philosophy, ecology, science fiction and poetry.
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    Amor e Desconcerto do MundoAmor e Desconcerto do Mundo
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    Amor e Desconcerto do MundoAmor e Desconcerto do Mundo
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    Amor e Desconcerto do Mundo

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    Animal de Bosque

    14,00  c/ IVA
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    Antología PrimeraAntología Primera
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    Antología PrimeraAntología Primera
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    Antología Primera

    25,00  c/ IVA
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    Arte Breve

    8,00  c/ IVA
    Arte Breve é uma edição limitada, com pequena tiragem, da colecção Errar da editora Flâneur, impressa com costura à vista.
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    Arte Breve

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    Arte Breve é uma edição limitada, com pequena tiragem, da colecção Errar da editora Flâneur, impressa com costura à vista.
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    As Cigarras Vão Morrer, Antologia de HaikusAs Cigarras Vão Morrer, Antologia de Haikus
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    As Cigarras Vão Morrer, Antologia de Haikus

    11,00  c/ IVA

    As cigarras vão morrer

    mas no seu canto

    nada o anuncia

     

    Matsuo Bashô

    As Cigarras Vão Morrer, Antologia de HaikusAs Cigarras Vão Morrer, Antologia de Haikus
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    As Cigarras Vão Morrer, Antologia de Haikus

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    Babas – LetrasBabas – Letras
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    Babas – Letras

    10,00  c/ IVA
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    Cadelas Vadias

    18,00  c/ IVA
    Dahlia de la Cerda é o braço armado das mulheres que escrevem, o esperado apóstolo das mulheres que ajudam outras mulheres. Contra-escrita de bairro, misoprostol com marijuana, tweets de narcocorridos, violência a rodos, os seus livros são tudo ou nada, literatura de luxo proletário, carnal e radical para tempos tontos e cobardes.
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    Cadelas Vadias

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    Dahlia de la Cerda é o braço armado das mulheres que escrevem, o esperado apóstolo das mulheres que ajudam outras mulheres. Contra-escrita de bairro, misoprostol com marijuana, tweets de narcocorridos, violência a rodos, os seus livros são tudo ou nada, literatura de luxo proletário, carnal e radical para tempos tontos e cobardes.
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    Caderno de Talamanca

    10,00  c/ IVA
    «Não consigo concentrar-me em nada, tudo me aborrece, tudo me convida à dispersão. Em contrapartida, interesso-me por uma data de coisas, mas por nenhuma até ao fim, salvo talvez o aborrecimento. Sou um obsessivo dissipado, que esbanja e pulveriza as obsessões. Podia ter sido um grande curioso do incurável.» (p.34)
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    Caderno de Talamanca

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    «Não consigo concentrar-me em nada, tudo me aborrece, tudo me convida à dispersão. Em contrapartida, interesso-me por uma data de coisas, mas por nenhuma até ao fim, salvo talvez o aborrecimento. Sou um obsessivo dissipado, que esbanja e pulveriza as obsessões. Podia ter sido um grande curioso do incurável.» (p.34)
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    Cadernos de Bernfried Jarvi

    14,00  c/ IVA
    Este é a primeira “longa metragem” de Rui Manuel Amaral. Rui Manuel Amaral é autor de Caravana (Angelus Novus, 2008), Doutor Avalanche (Angelus Novus, 2010) e Polaróide (Língua Morta, 2015). Traduziu Oliverio Girondo, Francisco Tario, Virgilio Piñera e Ruben Darío. Editou Konstantinos Kaváfis, Antonin Artaud, Daniil Kharms, Felix Fénéon, Charles Cros, Alphonse Allais, entre outros.
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    Cadernos de Bernfried Jarvi

    14,00  c/ IVA
    Este é a primeira “longa metragem” de Rui Manuel Amaral. Rui Manuel Amaral é autor de Caravana (Angelus Novus, 2008), Doutor Avalanche (Angelus Novus, 2010) e Polaróide (Língua Morta, 2015). Traduziu Oliverio Girondo, Francisco Tario, Virgilio Piñera e Ruben Darío. Editou Konstantinos Kaváfis, Antonin Artaud, Daniil Kharms, Felix Fénéon, Charles Cros, Alphonse Allais, entre outros.
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    Canções de Declínio

    12,00  c/ IVA
    Mário de Sá-Carneiro é um poeta fora do seu tempo e, portanto, contemporâneo porque só é contemporâneo quem não coincide com o próprio tempo e não se adapta às suas pretensões. Por isso, plenamente consciente de ser o único a chegar a tempo a uma festa cujo convite, porém, declinou, Sá-Carneiro faz-se ele próprio ofensa e irrisão dos lepidópteros de uma época que é a sua, mas que recusa porque é incapaz de correr à sua velocidade. Talvez tenhamos de começar por aqui e admitir que não precisamos da vida de Mário de Sá-Carneiro — e muito menos da sua morte — para apreciar os seus versos e reconhecer-lhe a grandeza que, passado mais de um século, continua inalterada e inalcançável. Canções de Declínio, com edição de Giorgio de Marchis e ilustrações de Kleber Sales, reúne todos os poemas da breve idade adulta de Mário de Sá-Carneiro e conta com prefácio de Adriana Calcanhotto.
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    Canções de Declínio

    12,00  c/ IVA
    Mário de Sá-Carneiro é um poeta fora do seu tempo e, portanto, contemporâneo porque só é contemporâneo quem não coincide com o próprio tempo e não se adapta às suas pretensões. Por isso, plenamente consciente de ser o único a chegar a tempo a uma festa cujo convite, porém, declinou, Sá-Carneiro faz-se ele próprio ofensa e irrisão dos lepidópteros de uma época que é a sua, mas que recusa porque é incapaz de correr à sua velocidade. Talvez tenhamos de começar por aqui e admitir que não precisamos da vida de Mário de Sá-Carneiro — e muito menos da sua morte — para apreciar os seus versos e reconhecer-lhe a grandeza que, passado mais de um século, continua inalterada e inalcançável. Canções de Declínio, com edição de Giorgio de Marchis e ilustrações de Kleber Sales, reúne todos os poemas da breve idade adulta de Mário de Sá-Carneiro e conta com prefácio de Adriana Calcanhotto.
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    Castas

    10,00  c/ IVA
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    Casulo para Criar AsasCasulo para Criar Asas
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    Casulo para Criar Asas

    15,00  c/ IVA
    𝒄𝒂𝒔𝒖𝒍𝒐 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒄𝒓𝒊𝒂𝒓 𝒂𝒔𝒂𝒔 é o lugar onde pacientemente verti alguns poemas, tecidos ao longo de infindáveis transformações. o primeiro livro de poesia – e com ele toda a beleza do inacabado que se começa, inicia frágil, ténue casca, porém substância nuclear. seguir sendo.
    querer tudo, o que se vê e o que se esconde, o que afaga e o que fere. a rua que me viu crescer ou o mundo. mas antes, o silêncio, onde o casulo se tece, onde a transformação acontece com vagar. aceitar a dor e o deleite, a sombra e a luz, o grão-terra e o areal pra se nascer inteiramente pra sempre. este livro é sobre infindáveis transformações silenciosas, o ínfimo e o infinito.
    Casulo para Criar AsasCasulo para Criar Asas
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    Casulo para Criar Asas

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    𝒄𝒂𝒔𝒖𝒍𝒐 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒄𝒓𝒊𝒂𝒓 𝒂𝒔𝒂𝒔 é o lugar onde pacientemente verti alguns poemas, tecidos ao longo de infindáveis transformações. o primeiro livro de poesia – e com ele toda a beleza do inacabado que se começa, inicia frágil, ténue casca, porém substância nuclear. seguir sendo.
    querer tudo, o que se vê e o que se esconde, o que afaga e o que fere. a rua que me viu crescer ou o mundo. mas antes, o silêncio, onde o casulo se tece, onde a transformação acontece com vagar. aceitar a dor e o deleite, a sombra e a luz, o grão-terra e o areal pra se nascer inteiramente pra sempre. este livro é sobre infindáveis transformações silenciosas, o ínfimo e o infinito.
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