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    100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora seguido de 12 Maneiras de Escapar ao Natal

    8,00  c/ IVA
    Em 100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora – espécie de guia filosófico para uma morte auto-infligida em consciência –, Roland Topor fornece aos leitores material bastante para uma nota de suicídio bem fundamentada. Está pelos cabelos com a calvície? Perca literalmente a cabeça. Farto de previsões meteorológicas falhadas? Tem bom remédio. Seja de tédio ou pelo espectáculo, para fugir aos impostos ou porque Marx (o Groucho) lá nos espera, o que não falta são boas razões para querer fazer parte da (verdadeira) maioria silenciosa. Igualmente úteis são as desculpas para fazer gazeta à consoada, reunidas em 12 Maneiras de Escapar ao Natal: se não suporta a quadra natalícia, nada como tornar-se budista ou muçulmano. Em caso de aperto, pode tentar ficar preso no elevador. Neste breve dois-em-um, cínico e cáustico, transparece a qualidade essencial do humor toporiano: a empatia com o sofrimento e o absurdo do quotidiano.
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    100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora seguido de 12 Maneiras de Escapar ao Natal

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    Em 100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora – espécie de guia filosófico para uma morte auto-infligida em consciência –, Roland Topor fornece aos leitores material bastante para uma nota de suicídio bem fundamentada. Está pelos cabelos com a calvície? Perca literalmente a cabeça. Farto de previsões meteorológicas falhadas? Tem bom remédio. Seja de tédio ou pelo espectáculo, para fugir aos impostos ou porque Marx (o Groucho) lá nos espera, o que não falta são boas razões para querer fazer parte da (verdadeira) maioria silenciosa. Igualmente úteis são as desculpas para fazer gazeta à consoada, reunidas em 12 Maneiras de Escapar ao Natal: se não suporta a quadra natalícia, nada como tornar-se budista ou muçulmano. Em caso de aperto, pode tentar ficar preso no elevador. Neste breve dois-em-um, cínico e cáustico, transparece a qualidade essencial do humor toporiano: a empatia com o sofrimento e o absurdo do quotidiano.
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    24/7

    15,00  c/ IVA
    Trabalhar e consumir 24 horas por dia, 7 dias por semana, parece ser a palavra de ordem da actualidade. Nesta engrenagem imparável, incompatível com o tempo morto e improdutivo do nosso sono, tornámo-nos sonâmbulos coniventes com a nossa própria exaustão. Em 24/7, Jonathan Crary explora as origens e consequências deste estado de eterna vigília, indo de Guy Debord a Gilles Deleuze, Hannah Arendt ou Sigmund Freud, e traça um panorama vertiginoso da contemporaneidade, em que o sono é a maior afronta ao capitalismo: um empecilho à produtividade, um reduto de humanidade, a única fronteira não conquistada pela lógica da mercadoria. Ensaio polémico e fascinante, conciso mas abrangente (da Revolução Industrial às redes sociais), 24/7 é a redescoberta de um lugar a salvo para a consciência e a construção da comunidade.
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    24/7

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    Trabalhar e consumir 24 horas por dia, 7 dias por semana, parece ser a palavra de ordem da actualidade. Nesta engrenagem imparável, incompatível com o tempo morto e improdutivo do nosso sono, tornámo-nos sonâmbulos coniventes com a nossa própria exaustão. Em 24/7, Jonathan Crary explora as origens e consequências deste estado de eterna vigília, indo de Guy Debord a Gilles Deleuze, Hannah Arendt ou Sigmund Freud, e traça um panorama vertiginoso da contemporaneidade, em que o sono é a maior afronta ao capitalismo: um empecilho à produtividade, um reduto de humanidade, a única fronteira não conquistada pela lógica da mercadoria. Ensaio polémico e fascinante, conciso mas abrangente (da Revolução Industrial às redes sociais), 24/7 é a redescoberta de um lugar a salvo para a consciência e a construção da comunidade.
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    25/4 Antologia de Poemas de Abril

    10,00  c/ IVA
    Nos 50 anos da revolução do 25 de Abril, a antologia para comemorar a liberdade reuniu 25 poetas e 4 ilustradores. Uma primeira edição numerada de 254 exemplares. Poemas: Alexandra Malheiro, António Musa, Artur Barosa, Carla Rua, Carlos Alberto Machado, Carlos Tê, Catarina Costa, Catarina Sottomayor, David Rodrigues, Ema Flores, J. A. Nunes Carneiro, João Pedro Mésseder, José Dias Egipto, José Fanha, José Manuel Teixeira, José Viale Moutinho, Luís Aguiar, Luís Severo, Margarida Neves, Maria Frazão, Maria Joana Almeida, Miguel Brandão, Noiserv/David Santos, Rui Miguel Rocha, Sérgio Almeida. Ilustrações: Letícia Barreto, Marta Nunes, Nuno Lacerda Lopes e Rachel Caiano (capa).
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    25/4 Antologia de Poemas de Abril

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    15,00  c/ IVA
    O preço a pagar apaga-nos, sabe-se
    que isso acontece: os açaimos, os cabides.
    Os filhos sintéticos desta geração
    (cujo devir deveria
    federar dissídios e relapsos)
    constroem o Museu do Sujo e do Hostil,
    que é o reverso da medalha do trabalho,
    a toalha de mesa das boas famílias.
    Os açaimos, os varões tóxicos,
    cujo devir deveria _________________
    E a História move-se, como um verme
    sobre lume, de situação em situação,
    de espessura em espessura.
    Co-edição Barco Bêbado _ viúva frenesi
    tiragem única de 150 exemplares
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    que isso acontece: os açaimos, os cabides.
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    constroem o Museu do Sujo e do Hostil,
    que é o reverso da medalha do trabalho,
    a toalha de mesa das boas famílias.
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    cujo devir deveria _________________
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    A Cor da Tua Sombra

    O preço original era: 16,40 €.O preço atual é: 14,76 €. c/ IVA
    Unidos por uma dor comum, ambos se veem confrontados com aquilo que julgavam enterrado: o regresso do pai de Anchia — o mesmo homem que, outrora, tentou vendê-la para um ritual de sacrifício. Entre trauma e resistência, culpa e sobrevivência, o romance convoca o leitor a atravessar sombras profundas da condição humana.
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    A Cor da Tua Sombra

    O preço original era: 16,40 €.O preço atual é: 14,76 €. c/ IVA
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    A Inesperada/PradoA Inesperada/Prado
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    A Inesperada/Prado

    30,00  c/ IVA
    Inclui um ensaio visual, PRADO, de Catarina Lopes Vicente e Daniel Fernandes. tradução de Teresa Noronha texto-badana do poeta António Cabrita
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    A Inesperada/Prado

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    Inclui um ensaio visual, PRADO, de Catarina Lopes Vicente e Daniel Fernandes. tradução de Teresa Noronha texto-badana do poeta António Cabrita
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    A Maçã de FerroA Maçã de Ferro
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    A Maçã de Ferro

    10,00  c/ IVA
    Agrafado, dobrado e cortado à mão.
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    A Maçã de Ferro

    10,00  c/ IVA
    Agrafado, dobrado e cortado à mão.
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    A Violência e o EscárnioA Violência e o Escárnio
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    A Violência e o Escárnio

    16,00  c/ IVA
    Numa grande cidade dirigida por um governador despótico e burlesco, um grupo de amigos, amantes do riso e de outros prazeres da vida, inventa uma nova forma de combate político: a farsa-que-não-parece-farsa. E, desenvolvendo uma actividade que profundamente os diverte (e neles aguça o sentido de humor), põem fora do poleiro o detestado líder. Irónica reflexão sobre o poder, A VIOLÊNCIA E O ESCÁRNIO (1964) são aqui duas faces discrepantes da oposição a sistemas políticos vigentes: a atitude heróica, em que o militante, levando a sério os políticos de Estado, se sacrifica pela causa, e o absoluto desprezo pelas instituições estatais e pelos seus dirigentes, títeres de um mundo grotesco e aviltante. Este romance exprime a paradoxal e salutar perspectiva de Albert Cossery, que às neuróticas gesticulações dos homens opõe o desprendimento e a contemplação — sempre assentes na rejeição do sacrifício.
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    A Violência e o Escárnio

    16,00  c/ IVA
    Numa grande cidade dirigida por um governador despótico e burlesco, um grupo de amigos, amantes do riso e de outros prazeres da vida, inventa uma nova forma de combate político: a farsa-que-não-parece-farsa. E, desenvolvendo uma actividade que profundamente os diverte (e neles aguça o sentido de humor), põem fora do poleiro o detestado líder. Irónica reflexão sobre o poder, A VIOLÊNCIA E O ESCÁRNIO (1964) são aqui duas faces discrepantes da oposição a sistemas políticos vigentes: a atitude heróica, em que o militante, levando a sério os políticos de Estado, se sacrifica pela causa, e o absoluto desprezo pelas instituições estatais e pelos seus dirigentes, títeres de um mundo grotesco e aviltante. Este romance exprime a paradoxal e salutar perspectiva de Albert Cossery, que às neuróticas gesticulações dos homens opõe o desprendimento e a contemplação — sempre assentes na rejeição do sacrifício.
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    Alecrim Recém Cortado

    13,00  c/ IVA
    Juan Carlos tem nome de virgem e escreveu Alecrim recém cortado, uma passagem para a fragilidade e a força de um ser e de seres que habitam as terras da Estremadura, onde o violento e o sujo se perdem entre o suor e o amor, onde a visão do mal não impede a visão de tudo o que é belo. A língua faz-se sua através dos séculos, inteiramente nova e velha ao mesmo tempo. – Violeta Gil (do prefácio) * Juan Carlos Panduro nasceu em 1998, em Badajoz, e formou-se como artista de circo na École Supérieure des Arts du Cirque de Bruxelas. Interessado por trabalhos que pensem os limites do corpo, desde pequeno que lhe pedem para escrever um poema à virgem, o que continua a tentar. Alecrim Recém Cortado é o seu primeiro livro.
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    Alecrim Recém Cortado

    13,00  c/ IVA
    Juan Carlos tem nome de virgem e escreveu Alecrim recém cortado, uma passagem para a fragilidade e a força de um ser e de seres que habitam as terras da Estremadura, onde o violento e o sujo se perdem entre o suor e o amor, onde a visão do mal não impede a visão de tudo o que é belo. A língua faz-se sua através dos séculos, inteiramente nova e velha ao mesmo tempo. – Violeta Gil (do prefácio) * Juan Carlos Panduro nasceu em 1998, em Badajoz, e formou-se como artista de circo na École Supérieure des Arts du Cirque de Bruxelas. Interessado por trabalhos que pensem os limites do corpo, desde pequeno que lhe pedem para escrever um poema à virgem, o que continua a tentar. Alecrim Recém Cortado é o seu primeiro livro.
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    Allow me to Dream a Body with YouAllow me to Dream a Body with You
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    Allow me to Dream a Body with You

    12,00  c/ IVA
    Sabina Holzer works in the field of expanded choreography. Her performances, interventions and texts explore the ecologies of human and more-than-human bodies with particular attention to movement and matter. She engages in practices of collaboration, philosophy, ecology, science fiction and poetry.
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    Amor e Desconcerto do MundoAmor e Desconcerto do Mundo
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    Amor e Desconcerto do MundoAmor e Desconcerto do Mundo
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    Amor e Desconcerto do Mundo

    17,00  c/ IVA
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    Animal de Bosque

    14,00  c/ IVA
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    Antología PrimeraAntología Primera
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    Antología PrimeraAntología Primera
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    Antología Primera

    25,00  c/ IVA
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    Arte Breve

    8,00  c/ IVA
    Arte Breve é uma edição limitada, com pequena tiragem, da colecção Errar da editora Flâneur, impressa com costura à vista.
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    Arte Breve

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    Arte Breve é uma edição limitada, com pequena tiragem, da colecção Errar da editora Flâneur, impressa com costura à vista.
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    As Cigarras Vão Morrer, Antologia de HaikusAs Cigarras Vão Morrer, Antologia de Haikus
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    As Cigarras Vão Morrer, Antologia de Haikus

    11,00  c/ IVA

    As cigarras vão morrer

    mas no seu canto

    nada o anuncia

     

    Matsuo Bashô

    As Cigarras Vão Morrer, Antologia de HaikusAs Cigarras Vão Morrer, Antologia de Haikus
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    As Cigarras Vão Morrer, Antologia de Haikus

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    As cigarras vão morrer

    mas no seu canto

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    Matsuo Bashô

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    Babas – LetrasBabas – Letras
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    Babas – Letras

    10,00  c/ IVA
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    Cadelas Vadias

    18,00  c/ IVA
    Dahlia de la Cerda é o braço armado das mulheres que escrevem, o esperado apóstolo das mulheres que ajudam outras mulheres. Contra-escrita de bairro, misoprostol com marijuana, tweets de narcocorridos, violência a rodos, os seus livros são tudo ou nada, literatura de luxo proletário, carnal e radical para tempos tontos e cobardes.
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    Cadelas Vadias

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    Dahlia de la Cerda é o braço armado das mulheres que escrevem, o esperado apóstolo das mulheres que ajudam outras mulheres. Contra-escrita de bairro, misoprostol com marijuana, tweets de narcocorridos, violência a rodos, os seus livros são tudo ou nada, literatura de luxo proletário, carnal e radical para tempos tontos e cobardes.
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    Caderno de Talamanca

    10,00  c/ IVA
    «Não consigo concentrar-me em nada, tudo me aborrece, tudo me convida à dispersão. Em contrapartida, interesso-me por uma data de coisas, mas por nenhuma até ao fim, salvo talvez o aborrecimento. Sou um obsessivo dissipado, que esbanja e pulveriza as obsessões. Podia ter sido um grande curioso do incurável.» (p.34)
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    Caderno de Talamanca

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    «Não consigo concentrar-me em nada, tudo me aborrece, tudo me convida à dispersão. Em contrapartida, interesso-me por uma data de coisas, mas por nenhuma até ao fim, salvo talvez o aborrecimento. Sou um obsessivo dissipado, que esbanja e pulveriza as obsessões. Podia ter sido um grande curioso do incurável.» (p.34)
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    Cadernos de Bernfried Jarvi

    14,00  c/ IVA
    Este é a primeira “longa metragem” de Rui Manuel Amaral. Rui Manuel Amaral é autor de Caravana (Angelus Novus, 2008), Doutor Avalanche (Angelus Novus, 2010) e Polaróide (Língua Morta, 2015). Traduziu Oliverio Girondo, Francisco Tario, Virgilio Piñera e Ruben Darío. Editou Konstantinos Kaváfis, Antonin Artaud, Daniil Kharms, Felix Fénéon, Charles Cros, Alphonse Allais, entre outros.
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    Cadernos de Bernfried Jarvi

    14,00  c/ IVA
    Este é a primeira “longa metragem” de Rui Manuel Amaral. Rui Manuel Amaral é autor de Caravana (Angelus Novus, 2008), Doutor Avalanche (Angelus Novus, 2010) e Polaróide (Língua Morta, 2015). Traduziu Oliverio Girondo, Francisco Tario, Virgilio Piñera e Ruben Darío. Editou Konstantinos Kaváfis, Antonin Artaud, Daniil Kharms, Felix Fénéon, Charles Cros, Alphonse Allais, entre outros.
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    Canções de Declínio

    12,00  c/ IVA
    Mário de Sá-Carneiro é um poeta fora do seu tempo e, portanto, contemporâneo porque só é contemporâneo quem não coincide com o próprio tempo e não se adapta às suas pretensões. Por isso, plenamente consciente de ser o único a chegar a tempo a uma festa cujo convite, porém, declinou, Sá-Carneiro faz-se ele próprio ofensa e irrisão dos lepidópteros de uma época que é a sua, mas que recusa porque é incapaz de correr à sua velocidade. Talvez tenhamos de começar por aqui e admitir que não precisamos da vida de Mário de Sá-Carneiro — e muito menos da sua morte — para apreciar os seus versos e reconhecer-lhe a grandeza que, passado mais de um século, continua inalterada e inalcançável. Canções de Declínio, com edição de Giorgio de Marchis e ilustrações de Kleber Sales, reúne todos os poemas da breve idade adulta de Mário de Sá-Carneiro e conta com prefácio de Adriana Calcanhotto.
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    Canções de Declínio

    12,00  c/ IVA
    Mário de Sá-Carneiro é um poeta fora do seu tempo e, portanto, contemporâneo porque só é contemporâneo quem não coincide com o próprio tempo e não se adapta às suas pretensões. Por isso, plenamente consciente de ser o único a chegar a tempo a uma festa cujo convite, porém, declinou, Sá-Carneiro faz-se ele próprio ofensa e irrisão dos lepidópteros de uma época que é a sua, mas que recusa porque é incapaz de correr à sua velocidade. Talvez tenhamos de começar por aqui e admitir que não precisamos da vida de Mário de Sá-Carneiro — e muito menos da sua morte — para apreciar os seus versos e reconhecer-lhe a grandeza que, passado mais de um século, continua inalterada e inalcançável. Canções de Declínio, com edição de Giorgio de Marchis e ilustrações de Kleber Sales, reúne todos os poemas da breve idade adulta de Mário de Sá-Carneiro e conta com prefácio de Adriana Calcanhotto.
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    Castas

    10,00  c/ IVA
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    Casulo para Criar AsasCasulo para Criar Asas
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    Casulo para Criar Asas

    15,00  c/ IVA
    𝒄𝒂𝒔𝒖𝒍𝒐 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒄𝒓𝒊𝒂𝒓 𝒂𝒔𝒂𝒔 é o lugar onde pacientemente verti alguns poemas, tecidos ao longo de infindáveis transformações. o primeiro livro de poesia – e com ele toda a beleza do inacabado que se começa, inicia frágil, ténue casca, porém substância nuclear. seguir sendo.
    querer tudo, o que se vê e o que se esconde, o que afaga e o que fere. a rua que me viu crescer ou o mundo. mas antes, o silêncio, onde o casulo se tece, onde a transformação acontece com vagar. aceitar a dor e o deleite, a sombra e a luz, o grão-terra e o areal pra se nascer inteiramente pra sempre. este livro é sobre infindáveis transformações silenciosas, o ínfimo e o infinito.
    Casulo para Criar AsasCasulo para Criar Asas
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    Casulo para Criar Asas

    15,00  c/ IVA
    𝒄𝒂𝒔𝒖𝒍𝒐 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒄𝒓𝒊𝒂𝒓 𝒂𝒔𝒂𝒔 é o lugar onde pacientemente verti alguns poemas, tecidos ao longo de infindáveis transformações. o primeiro livro de poesia – e com ele toda a beleza do inacabado que se começa, inicia frágil, ténue casca, porém substância nuclear. seguir sendo.
    querer tudo, o que se vê e o que se esconde, o que afaga e o que fere. a rua que me viu crescer ou o mundo. mas antes, o silêncio, onde o casulo se tece, onde a transformação acontece com vagar. aceitar a dor e o deleite, a sombra e a luz, o grão-terra e o areal pra se nascer inteiramente pra sempre. este livro é sobre infindáveis transformações silenciosas, o ínfimo e o infinito.
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    Cem Frases para Leques

    17,00  c/ IVA
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    Clepsydra, A Poesia de Camilo Pessanha

    12,00  c/ IVA
    Camilo Pessanha, geralmente identificado (e bem) com o simbolismo, pelas imagens que usa e pelos símbolos que propõe na sua leitura metafórica do mundo e das suas sensações, pode, sob outro prisma, ser apartado daquele movimento literário. É que à vista do leitor vai-se revelando uma narrativa alegórica que, ao conceber a existência humana como um processo de despersonalização, acaba por conduzir a sua poesia para o território do modernismo. São, aliás, absolutamente centrais na literatura portuguesa as ligações entre Pessanha e poetas modernistas como Mário de Sá-Carneiro (1890–1916) e Fernando Pessoa (1888–1935), com a poesia de Pessanha a iluminar uma boa parte das obras destes autores. A presente edição da obra poética de Camilo Pessanha, da responsabilidade de Paulo Franchetti, conta com uma introdução de Helena Carvalhão Buescu e ilustrações de André Carrilho.
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    Clepsydra, A Poesia de Camilo Pessanha

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    Camilo Pessanha, geralmente identificado (e bem) com o simbolismo, pelas imagens que usa e pelos símbolos que propõe na sua leitura metafórica do mundo e das suas sensações, pode, sob outro prisma, ser apartado daquele movimento literário. É que à vista do leitor vai-se revelando uma narrativa alegórica que, ao conceber a existência humana como um processo de despersonalização, acaba por conduzir a sua poesia para o território do modernismo. São, aliás, absolutamente centrais na literatura portuguesa as ligações entre Pessanha e poetas modernistas como Mário de Sá-Carneiro (1890–1916) e Fernando Pessoa (1888–1935), com a poesia de Pessanha a iluminar uma boa parte das obras destes autores. A presente edição da obra poética de Camilo Pessanha, da responsabilidade de Paulo Franchetti, conta com uma introdução de Helena Carvalhão Buescu e ilustrações de André Carrilho.
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    10,00  c/ IVA
    Quem não sabe é como quem não vê é um livro de ilustração de expressões portuguesas. Estas palavras fazem parte da minha vida desde que me lembro e pensar que há pessoas com quem falo que não as conhecem ou percebem, fez-me querer fazer este livro.
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    Criança e Rosa

    12,00  c/ IVA
    A presente antologia dá-nos a ler uma das vozes mais representativas do modernismo russo. Expectavelmente silenciada pela União Soviética pré-Perestroyka, a dicção de Gennady Aygi (1934-2006) foi, desde cedo, na verdade tão cedo quanto 1953, sintomaticamente o ano da morte de Estaline, influenciada pelo peso literário e humano do seu amigo Boris Pasternak, que aquele conhecera ao mudar-se para estudar literatura em Moscovo, quando admitido na colónia de escritores de Peredelkino. Originário da província soviética da Chuváchia, Aygi acabou, eventualmente, e por influência do próprio Pasternak, por abandonar a sua língua tradicional chuvache, de raiz turcomana, passando a escrever em russo, apesar de nunca ter perdido os laços afectivos com a sua região natal, chegando, pelo contrário, a traduzir vários autores para chuvache e a organizar uma antologia de poetas chuvaches.
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    Criança e Rosa

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    A presente antologia dá-nos a ler uma das vozes mais representativas do modernismo russo. Expectavelmente silenciada pela União Soviética pré-Perestroyka, a dicção de Gennady Aygi (1934-2006) foi, desde cedo, na verdade tão cedo quanto 1953, sintomaticamente o ano da morte de Estaline, influenciada pelo peso literário e humano do seu amigo Boris Pasternak, que aquele conhecera ao mudar-se para estudar literatura em Moscovo, quando admitido na colónia de escritores de Peredelkino. Originário da província soviética da Chuváchia, Aygi acabou, eventualmente, e por influência do próprio Pasternak, por abandonar a sua língua tradicional chuvache, de raiz turcomana, passando a escrever em russo, apesar de nunca ter perdido os laços afectivos com a sua região natal, chegando, pelo contrário, a traduzir vários autores para chuvache e a organizar uma antologia de poetas chuvaches.
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    Crush

    15,00  c/ IVA
    Richard Siken nasceu em 1967, em Nova Iorque (EUA), e é autor de três livros de poesia, sendo Crush (2005) o seu primeiro livro, seguido de War of the Foxes (2015) e I Do Know Some Things (2025). Crush foi considerado pela Atlantic um dos melhores livros de poesia americana do século XXI. Com o seu mais recente livro, foi finalista do National Book Critics Award 2025 e considerado um dos melhores livros de poesia de 2025 pelo The New York Times. Além de poeta, é também pintor, e atualmente vive em Tucson, no Arizona. * “A imensa influência que Crush tem na poesia americana do século XXI não pode ser subestimada. Siken não centra apenas o desejo queer, ele preenche os poemas com os detritos de vida.” - Ocean Vuong   “Um livro ao qual sempre regresso é Crush, de Richard Siken… Os poemas são vivos, intensos, repletos de obsessões e surpresas… Não são reconfortantes, mas são revigorantes.” - Elizabeth A. Harris, The New York Times Book Review   “Um dos melhores livros de poesia contemporânea.” - Victoria Chang, Huffington Post
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    Depois de Marte

    15,00  c/ IVA
    Maria João Carvalho nasceu a 24 de junho de 1961 e foi repórter de guerra em Angola, na Croácia e na Bósnia, primeiro para a RTP, RDP, Diário de Notícias e Tal & Qual e, depois para a SIC, Renascença e Diário de Notícias. Foi jornalista na Lusa, EuroNews, no Macau Hoje, RGT-Rádio Gest e correspondente do jornal Expresso das Ilhas de Cabo Verde; colaborou com a revista Homem Magazine, com a revista do Instituto do Emprego e Formação Profissional e com jornais regionais de todo o país. É fundadora da Associação Portuguesa de Jovens Jornalistas. Expôs fotografias de guerra em Macau, em Portugal continental e nos Açores e pinta a acrílico. Publicou o livro Da guerra e outros poemas (GRESFOZ, 1997) e os contos A Cobra e UMA na Coletânea Gabravo (Artdomus, 2002). Maria João Carvalho também assina como Janine de Medeiros. Publicamos agora diários e poemas que correspondem a geografias e coordenadas diferentes mas fica a sensação de que pode ser sempre o mesmo lugar: Sarajevo, Palestina, Ucrânia, Angola… Os lugares onde Maria João Carvalho esteve e onde não esteve misturam-se na ideia de que a iminência da guerra é mais voraz que o receio ou o descaso que podemos ter em relação àquelas que aconteceram, às que acontecem agora ou às que acontecerão com ou sem avisos prévios. A paz é preciosa e é preciso ser cuidada: como o amor ou a temperatura de um chá ou a partilha de um qualquer biscoito.
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    Depois de Marte

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    Maria João Carvalho nasceu a 24 de junho de 1961 e foi repórter de guerra em Angola, na Croácia e na Bósnia, primeiro para a RTP, RDP, Diário de Notícias e Tal & Qual e, depois para a SIC, Renascença e Diário de Notícias. Foi jornalista na Lusa, EuroNews, no Macau Hoje, RGT-Rádio Gest e correspondente do jornal Expresso das Ilhas de Cabo Verde; colaborou com a revista Homem Magazine, com a revista do Instituto do Emprego e Formação Profissional e com jornais regionais de todo o país. É fundadora da Associação Portuguesa de Jovens Jornalistas. Expôs fotografias de guerra em Macau, em Portugal continental e nos Açores e pinta a acrílico. Publicou o livro Da guerra e outros poemas (GRESFOZ, 1997) e os contos A Cobra e UMA na Coletânea Gabravo (Artdomus, 2002). Maria João Carvalho também assina como Janine de Medeiros. Publicamos agora diários e poemas que correspondem a geografias e coordenadas diferentes mas fica a sensação de que pode ser sempre o mesmo lugar: Sarajevo, Palestina, Ucrânia, Angola… Os lugares onde Maria João Carvalho esteve e onde não esteve misturam-se na ideia de que a iminência da guerra é mais voraz que o receio ou o descaso que podemos ter em relação àquelas que aconteceram, às que acontecem agora ou às que acontecerão com ou sem avisos prévios. A paz é preciosa e é preciso ser cuidada: como o amor ou a temperatura de um chá ou a partilha de um qualquer biscoito.
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    Desolação da QuimeraDesolação da Quimera
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    Desolação da Quimera

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    Desvios

    12,00  c/ IVA
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    Desvios

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    Deusa Diário

    10,00  c/ IVA
    Foi piscando a Rosa Ramalho ora um olho ora outro - e chamando-lhe, nos entretantos, deusa - que esta edição gráfica foi concebida, no ano de 2024, por Catarina Real. Contou com o apoio da CCDRNORTE e foi desta impressa uma tiragem de 100 cópias em risografia pelo estúdio Arco Ígnis, Guimarães.
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    Deusa Diário

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    Foi piscando a Rosa Ramalho ora um olho ora outro - e chamando-lhe, nos entretantos, deusa - que esta edição gráfica foi concebida, no ano de 2024, por Catarina Real. Contou com o apoio da CCDRNORTE e foi desta impressa uma tiragem de 100 cópias em risografia pelo estúdio Arco Ígnis, Guimarães.
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    Dissecar um Romance: Psiquiatria, Literatura e Mrs. Dalloway

    O preço original era: 18,00 €.O preço atual é: 16,20 €. c/ IVA
    «O estudo de Ana Barbosa Gomes sobre o modo como o romance de Virginia Woolf representa algumas facetas de doenças mentais bem comuns constitui, doravante, uma obra de referência incontornável na prática clínica da Psiquiatria e um importante contributo para a interseção dos estudos literários e da Medicina»
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    Dissecar um Romance: Psiquiatria, Literatura e Mrs. Dalloway

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    «O estudo de Ana Barbosa Gomes sobre o modo como o romance de Virginia Woolf representa algumas facetas de doenças mentais bem comuns constitui, doravante, uma obra de referência incontornável na prática clínica da Psiquiatria e um importante contributo para a interseção dos estudos literários e da Medicina»
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    Em Nome do Mundo

    10,00  c/ IVA
    biografia luís paraty nasceu como músico nos anos sessenta do século passado, no porto de portugal. nos anos zero do presente século faleceu de doença longa, e passados três anos voltou a nascer como jardineiro de flores, no mesmo porto de portugal. nos anos vinte do século presente morre de novo, desta vez de doença curta fulminante, e passados três anos volta a nascer gloriosamente numa nova era, no mesmo porto de portugal, como escritor e amador de essências. mora na floresta, numa arca de água, com um ser-humano, um ser-pato e um ser-cão, rodeado de pássaros.   O livro contém um código QR com uma ligação para um áudio-livro, com a leitura integral dos poemas pelo autor.
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    Em Nome do Mundo

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    biografia luís paraty nasceu como músico nos anos sessenta do século passado, no porto de portugal. nos anos zero do presente século faleceu de doença longa, e passados três anos voltou a nascer como jardineiro de flores, no mesmo porto de portugal. nos anos vinte do século presente morre de novo, desta vez de doença curta fulminante, e passados três anos volta a nascer gloriosamente numa nova era, no mesmo porto de portugal, como escritor e amador de essências. mora na floresta, numa arca de água, com um ser-humano, um ser-pato e um ser-cão, rodeado de pássaros.   O livro contém um código QR com uma ligação para um áudio-livro, com a leitura integral dos poemas pelo autor.
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    Ensaio de Crítica IndirectaEnsaio de Crítica Indirecta
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    Ensaio de Crítica IndirectaEnsaio de Crítica Indirecta
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    Ensaio de Crítica Indirecta

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    Nova Edição!
    Espremer tão Perto de Exprimir tão LongeEspremer tão Perto de Exprimir tão Longe
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    Espremer tão Perto de Exprimir tão Longe

    10,00  c/ IVA
    Uma fanzine feita com cascas de limão, palavras soltas, terra, pedrinhas, desenhos, recortes, fotografias e amor, sobre a palavra e o seu lugar entre mundos.
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    Espremer tão Perto de Exprimir tão Longe

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    Fantasias / VagariesFantasias / Vagaries
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    Fear and MoneyFear and Money
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    Flores Secas

    15,00  c/ IVA
    Flores Secas é uma coletânea de poemas e textos político-poéticos escritos por lokas cruz entre 2018 de 2024. Um livro sobre “as histórias das minhas avós e da terra, as missões nos campos de refugiados em lesbos, na grécia, e no mar mediterrâneo, as ruas do porto cheias de luta e raiva, a palestina, as mãos dadas e punhos erguidos, o luto de tudo, o amor e a revolução.” O livro conta ainda com ilustrações de Inês Matos.
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    Flores Secas

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    Flores Secas é uma coletânea de poemas e textos político-poéticos escritos por lokas cruz entre 2018 de 2024. Um livro sobre “as histórias das minhas avós e da terra, as missões nos campos de refugiados em lesbos, na grécia, e no mar mediterrâneo, as ruas do porto cheias de luta e raiva, a palestina, as mãos dadas e punhos erguidos, o luto de tudo, o amor e a revolução.” O livro conta ainda com ilustrações de Inês Matos.
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    Forgetful Secretary

    20,00  c/ IVA
    After diagnosis, the fact was that Austin Gross lived in his home country. He sat on the porch squinting like a potato and it was a comforting thing to imagine: rock-climbing with a blindfold. 'Can swim, eyes open,' he jotted and covered his eyes again. Sun, centrifuge, prognosis, bird-listening. The collision shaped genres like tectonic ripples. Windows open, a story while forgetting. 'I am a memory eater.' Aras was furloughed from prison that summer. Five years before, she'd missed their movie plan, and the fact was that since then, she lived in her home country. Furlough, Aras wrote, was 'no-time.' They investigated the situation together.
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    Forgetful Secretary

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    After diagnosis, the fact was that Austin Gross lived in his home country. He sat on the porch squinting like a potato and it was a comforting thing to imagine: rock-climbing with a blindfold. 'Can swim, eyes open,' he jotted and covered his eyes again. Sun, centrifuge, prognosis, bird-listening. The collision shaped genres like tectonic ripples. Windows open, a story while forgetting. 'I am a memory eater.' Aras was furloughed from prison that summer. Five years before, she'd missed their movie plan, and the fact was that since then, she lived in her home country. Furlough, Aras wrote, was 'no-time.' They investigated the situation together.
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    GásGás
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    Gás

    15,00  c/ IVA
    GÁS é uma história com 7 versões, contadas pelas escritoras e escritor Luciana Morais, Inez Pegado, Camila R. Duarte, Raquel Nunes, Beatriz Ryder, Chico Guazzelli e Andréa Zamorano. É um livro de contos que se mescla com o género novelesco, escrito em conjunto ao longo de vários meses, em Coimbra.
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    Guarda-LivrosGuarda-Livros
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    Guarda-Livros

    15,00  c/ IVA
    ”Guarda-livros” é o primeiro livro de Teresa Arega publicado pelas Edições da Ruína, no que se espera ser uma longa relação editorial. Este livro, uma novela gráfica que faz uso do formato de banda desenhada, é um íntimo relato familiar que, de forma onírica atravessa questionamentos, dúvidas e ambições através de uma relação horizontal entre imagens e texto.” Catarina Real
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    Há dias assim

    10,00  c/ IVA
    O primeiro livro de poesia de Nuno Lacerda Lopes. O arquitecto já tem uma vasta obra publicada na área da arquitectura, da cenografia, do design de mobiliário e no desenho. Agora abre o seu caderno de apontamentos e percorre dezenas de dias em que cada dia é um poema. Mais uma faceta deste autor a descobrir enquanto esperamos pela continuação desta viagem.
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    Há dias assim

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    O primeiro livro de poesia de Nuno Lacerda Lopes. O arquitecto já tem uma vasta obra publicada na área da arquitectura, da cenografia, do design de mobiliário e no desenho. Agora abre o seu caderno de apontamentos e percorre dezenas de dias em que cada dia é um poema. Mais uma faceta deste autor a descobrir enquanto esperamos pela continuação desta viagem.
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    Haiku de Judas

    12,00  c/ IVA
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    Histórias de Amor

    10,00  c/ IVA
    “As Histórias de Amor surgem quase que naturalmente como um segundo capítulo depois do livro muito pessoal e catártico. Estamos todos em fila de espera para a morte. Representa um diálogo mais externo marcado por momentos suspensos. Este livro segue a mesma linha, prosa poética, uma forma para mim, mais confortável de expressão. Como diz uma grande amiga minha é um tipo de escrita que se assemelha a uma autoestrada direta para o coração. Representa também uma parte de um lado da vida que tem tanto de construtivo como destrutivo dependendo das relações que se estabelecem, mas que não deixa de ser o nosso grande íman à vida." (Maria Joana Almeida)
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    Histórias de Amor

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    “As Histórias de Amor surgem quase que naturalmente como um segundo capítulo depois do livro muito pessoal e catártico. Estamos todos em fila de espera para a morte. Representa um diálogo mais externo marcado por momentos suspensos. Este livro segue a mesma linha, prosa poética, uma forma para mim, mais confortável de expressão. Como diz uma grande amiga minha é um tipo de escrita que se assemelha a uma autoestrada direta para o coração. Representa também uma parte de um lado da vida que tem tanto de construtivo como destrutivo dependendo das relações que se estabelecem, mas que não deixa de ser o nosso grande íman à vida." (Maria Joana Almeida)
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    Hospital – Memória de um internamento no quarto 514

    8,00  c/ IVA
    Memória de um internamento no quarto 514. Das quase três semanas passadas no hospital no combate a um problema grave, restou uma nova fase na vida. As palavras e as ideias estiveram dentro da cabeça desde meio do internamento mas só ganharam forma de poema umas semanas depois da alta. E o livro escreveu-se quase por si só: foi só tomar nota num caderno.
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    Hospital – Memória de um internamento no quarto 514

    8,00  c/ IVA
    Memória de um internamento no quarto 514. Das quase três semanas passadas no hospital no combate a um problema grave, restou uma nova fase na vida. As palavras e as ideias estiveram dentro da cabeça desde meio do internamento mas só ganharam forma de poema umas semanas depois da alta. E o livro escreveu-se quase por si só: foi só tomar nota num caderno.
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    Irrar

    13,00  c/ IVA
    A língua inventada por Salette Tavares em Irrar abunda em efeitos de oralidade, a par com referências sábias. Sendo um texto experimental, Irrar promove um humanismo feito de encontros, de atenção aos outros, de cuidados, é dizer de amor.» (Do prefácio de Catherine Dumas.)
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    Irrar

    13,00  c/ IVA
    A língua inventada por Salette Tavares em Irrar abunda em efeitos de oralidade, a par com referências sábias. Sendo um texto experimental, Irrar promove um humanismo feito de encontros, de atenção aos outros, de cuidados, é dizer de amor.» (Do prefácio de Catherine Dumas.)
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    Jardim de Outono

    16,00  c/ IVA
    A presente antologia, que integra a quase totalidade de Poemas sin nombre (1953) e parte de Melancolía de otoño (1997), compila produção bastante para que da obra da poeta cubana Dulce María Loynaz se construa uma noção razoavelmente inteira, sobretudo por quanto de temporal a edição define. A baliza aqui colocada fixa duas súmulas produtivas fundamentais — a do princípio e a do fim do trajecto poético — que permitem, se não mais, intuir essa outra súmula maior que, não estando fisicamente presente, ganha corpo nos nexos e derivações que urdamos no caminho intermédio que cruza a ponte. Tal critério, não estando isento de disputa, parece servir melhor o propósito antológico, pois em Loynaz os textos iniciais e finais são, num certo sentido, mútuos. Numa perspectiva que tem tanto de amplo quanto de restrito, se à superfície dos segundos assoma uma febre sanguínea que a mão amansa, à dos primeiros aflora uma mão sanguínea que aspira ao entendimento da febre. E é nessa reciprocidade da temperatura e do sangue, calibrados pelos planos de maturação da voz poética, que radica a lógica a que a opção editorial aspira.” (Manuel Alberto Vieira no Prefácio à obra)
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    Jardim de Outono

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    A presente antologia, que integra a quase totalidade de Poemas sin nombre (1953) e parte de Melancolía de otoño (1997), compila produção bastante para que da obra da poeta cubana Dulce María Loynaz se construa uma noção razoavelmente inteira, sobretudo por quanto de temporal a edição define. A baliza aqui colocada fixa duas súmulas produtivas fundamentais — a do princípio e a do fim do trajecto poético — que permitem, se não mais, intuir essa outra súmula maior que, não estando fisicamente presente, ganha corpo nos nexos e derivações que urdamos no caminho intermédio que cruza a ponte. Tal critério, não estando isento de disputa, parece servir melhor o propósito antológico, pois em Loynaz os textos iniciais e finais são, num certo sentido, mútuos. Numa perspectiva que tem tanto de amplo quanto de restrito, se à superfície dos segundos assoma uma febre sanguínea que a mão amansa, à dos primeiros aflora uma mão sanguínea que aspira ao entendimento da febre. E é nessa reciprocidade da temperatura e do sangue, calibrados pelos planos de maturação da voz poética, que radica a lógica a que a opção editorial aspira.” (Manuel Alberto Vieira no Prefácio à obra)
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    Lesson on GravityLesson on Gravity
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    Lesson on Gravity

    10,00  c/ IVA
    Anne Juren is a choreographer, dancer and Feldenkrais practitioner. In 2021 she finished her PhD at Stockholm University of the Arts with the project Studies on Fantasmical Anatomies.
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    Anne Juren is a choreographer, dancer and Feldenkrais practitioner. In 2021 she finished her PhD at Stockholm University of the Arts with the project Studies on Fantasmical Anatomies.
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    Lex Icon

    14,95  c/ IVA
    A capa reproduz um guache de Paula Rego que ilustra um dos poemas deste livro, «O Louceiro». No contexto da obra de Salette Tavares, Lex Icon é um ponto alto de um processo, iniciado com a publicação de Espelho Cego, em 1957, de produção de uma linguagem poética híbrida, que esbate fronteiras entre texto, sons, imagens e objectos, ao mesmo tempo que se constitui como uma profunda reflexão teórica sobre o modo do fazer poético, intimamente identificado com o trabalho de «fabricação» do artesão, num exercício minucioso de permanente valorização de significantes e desconstrução de significados.
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    A capa reproduz um guache de Paula Rego que ilustra um dos poemas deste livro, «O Louceiro». No contexto da obra de Salette Tavares, Lex Icon é um ponto alto de um processo, iniciado com a publicação de Espelho Cego, em 1957, de produção de uma linguagem poética híbrida, que esbate fronteiras entre texto, sons, imagens e objectos, ao mesmo tempo que se constitui como uma profunda reflexão teórica sobre o modo do fazer poético, intimamente identificado com o trabalho de «fabricação» do artesão, num exercício minucioso de permanente valorização de significantes e desconstrução de significados.
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    Liberne

    14,00  c/ IVA
    Livros Flauta de Luz | distribuição Antígona Liberne é um conjunto de contos situados nos montes baldios do Gerês, no Alto Minho. Resgatam memórias vividas de um mundo que foi comunitário e que constitui as nossas raízes do futuro. Quando Liberne escava no húmus dessa cosmovisão e traz à superfície o impacto da sua herança ao longo da história, suscita questionamentos próprios da nossa época, percepções que agudizam as contradições culturais e psicológicas de um passado recente e da nossa contemporaneidade. Por isso mesmo, os contos que formam este livro revelam um carácter mais universalista do que regionalista.
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    Liberne

    14,00  c/ IVA
    Livros Flauta de Luz | distribuição Antígona Liberne é um conjunto de contos situados nos montes baldios do Gerês, no Alto Minho. Resgatam memórias vividas de um mundo que foi comunitário e que constitui as nossas raízes do futuro. Quando Liberne escava no húmus dessa cosmovisão e traz à superfície o impacto da sua herança ao longo da história, suscita questionamentos próprios da nossa época, percepções que agudizam as contradições culturais e psicológicas de um passado recente e da nossa contemporaneidade. Por isso mesmo, os contos que formam este livro revelam um carácter mais universalista do que regionalista.
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    Litogramas

    12,00  c/ IVA
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    livro de haikus (poemas escolhidos)

    8,00  c/ IVA
    selecção e tradução de Catarina Nunes de Almeida   72 haikus, edição bilingue   Edição limitada de 100 exemplares
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    livro de haikus (poemas escolhidos)

    8,00  c/ IVA
    selecção e tradução de Catarina Nunes de Almeida   72 haikus, edição bilingue   Edição limitada de 100 exemplares
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    Livro dos MendigosLivro dos Mendigos
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    Livro dos Mendigos

    12,00  c/ IVA
    Edição Bilingue.
    Livro dos MendigosLivro dos Mendigos
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    Livro dos Mendigos

    12,00  c/ IVA
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    Lua do Coração

    12,00  c/ IVA
    Considerado um dos maiores poetas japoneses, Saigyō viveu numa das épocas mais turbulentas e culturalmente brilhantes da história japonesa. Norikiyo nasceu num mundo privilegiado, pertencente a um sub-ramo do clã Fujiwara, a maior e mais poderosa família do país. Quando jovem, juntou-se à prestigiada Guarda de Hokumen, que servia no palácio do imperador reformado. No entanto, aos vinte e dois anos, Norikiyo escolhe “deixar o mundo” e tornar-se um tonseisha, aquele que faz votos budistas para, doravante, viver uma vida de simplicidade e austeridade e dedicar-se à prática dos ensinamentos de Buda.   Os versos do Saigyō reunidos neste livro remontam à antiga forma clássica de poesia japonesa que floresceu durante os períodos Heian e Kamakura, a poesia waka. A versão curta desta poesia, chamada tanka, tem uma estrutura fixa de 31 sílabas, organizadas em cinco versos e seguindo o padrão 5-7-5-7-7.
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    Lua do Coração

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    Considerado um dos maiores poetas japoneses, Saigyō viveu numa das épocas mais turbulentas e culturalmente brilhantes da história japonesa. Norikiyo nasceu num mundo privilegiado, pertencente a um sub-ramo do clã Fujiwara, a maior e mais poderosa família do país. Quando jovem, juntou-se à prestigiada Guarda de Hokumen, que servia no palácio do imperador reformado. No entanto, aos vinte e dois anos, Norikiyo escolhe “deixar o mundo” e tornar-se um tonseisha, aquele que faz votos budistas para, doravante, viver uma vida de simplicidade e austeridade e dedicar-se à prática dos ensinamentos de Buda.   Os versos do Saigyō reunidos neste livro remontam à antiga forma clássica de poesia japonesa que floresceu durante os períodos Heian e Kamakura, a poesia waka. A versão curta desta poesia, chamada tanka, tem uma estrutura fixa de 31 sílabas, organizadas em cinco versos e seguindo o padrão 5-7-5-7-7.
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    MensagemMensagem
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    Mensagem

    19,00  c/ IVA
    Mensagem é um dos poemas maiores da poesia portuguesa. Foi também o único livro em português que Fernando Pessoa fez sair à estampa em vida. À data da publicação, em outubro de 1934 (pouco mais de um ano antes da sua morte), a Europa das Luzes e da Liberdade sucumbia perante o avanço das ditaduras modernas e a agudização dos nacionalismos expansionistas e do imperialismo de base material que, meia década mais tarde, desencadeariam a Segunda Guerra Mundial. É neste quadro de decadência geral da Europa (e do seu país em particular) que Pessoa discorre em verso na Mensagem sobre os grandes acontecimentos e protagonistas ligados à génese de Portugal, ao período áureo das Descobertas marítimas e ao declínio posterior, desaguando na construção futura de um império novo e diferente: o Quinto Império, de matriz espiritual, messiânica e milenarista. Introduzida e anotada por António Apolinário Lourenço, ilustrada por Fatinha Ramos e prefaciada por Amélia Muge, a presente edição da Mensagem oferece aos leitores um guião para a compreensão e interpretação do poema à luz da história de Portugal e das doutrinas do cristianismo esotérico e heterodoxo, que desempenharam um papel central na formação intelectual de Fernando Pessoa.
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    Mensagem

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    Mensagem é um dos poemas maiores da poesia portuguesa. Foi também o único livro em português que Fernando Pessoa fez sair à estampa em vida. À data da publicação, em outubro de 1934 (pouco mais de um ano antes da sua morte), a Europa das Luzes e da Liberdade sucumbia perante o avanço das ditaduras modernas e a agudização dos nacionalismos expansionistas e do imperialismo de base material que, meia década mais tarde, desencadeariam a Segunda Guerra Mundial. É neste quadro de decadência geral da Europa (e do seu país em particular) que Pessoa discorre em verso na Mensagem sobre os grandes acontecimentos e protagonistas ligados à génese de Portugal, ao período áureo das Descobertas marítimas e ao declínio posterior, desaguando na construção futura de um império novo e diferente: o Quinto Império, de matriz espiritual, messiânica e milenarista. Introduzida e anotada por António Apolinário Lourenço, ilustrada por Fatinha Ramos e prefaciada por Amélia Muge, a presente edição da Mensagem oferece aos leitores um guião para a compreensão e interpretação do poema à luz da história de Portugal e das doutrinas do cristianismo esotérico e heterodoxo, que desempenharam um papel central na formação intelectual de Fernando Pessoa.
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    Música para Antropomorfos

    15,00  c/ IVA

    A improvável gênese do artefacto musical/ visual que você tem em mãos é esta: uma banda de rock suja e malvada de garotos goianos (capitaneada por um fã ardoroso de Jack Kirby) criou a fagulha sonora, primitiva e ominosa para que Zimbres, o mais cortês dos quadrinistas experimentais, criasse seu grande épico. É um pequeno milagre das circunstâncias e uma grande história de origem, e quanto mais você pensa a respeito, mais faz sentido: quem possivelmente inventaria um treco desses? 

    Essas pequenas instâncias de reconhecimento se repetem no decorrer das cerca de 200 páginas de leitura. Por trás de sua fachada desconjuntada, de capítulos desenhados em estilos drasticamente flutuantes, MPA tem uma narrativa sólida, com direito inclusive a toda aquela lenga-lenga de introdução, complicação e desenlace.  É como um recontar cubista e ultracondensado da história do Ocidente, com pitadas de profecia bíblica, mitologia grega e farsa borgiana. - Diego Gerlach 

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    Música para Antropomorfos

    15,00  c/ IVA

    A improvável gênese do artefacto musical/ visual que você tem em mãos é esta: uma banda de rock suja e malvada de garotos goianos (capitaneada por um fã ardoroso de Jack Kirby) criou a fagulha sonora, primitiva e ominosa para que Zimbres, o mais cortês dos quadrinistas experimentais, criasse seu grande épico. É um pequeno milagre das circunstâncias e uma grande história de origem, e quanto mais você pensa a respeito, mais faz sentido: quem possivelmente inventaria um treco desses? 

    Essas pequenas instâncias de reconhecimento se repetem no decorrer das cerca de 200 páginas de leitura. Por trás de sua fachada desconjuntada, de capítulos desenhados em estilos drasticamente flutuantes, MPA tem uma narrativa sólida, com direito inclusive a toda aquela lenga-lenga de introdução, complicação e desenlace.  É como um recontar cubista e ultracondensado da história do Ocidente, com pitadas de profecia bíblica, mitologia grega e farsa borgiana. - Diego Gerlach 

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    Não Importa

    14,00  c/ IVA
    Agota Kristof reuniu em Não Importa vinte e cinco contos que escreveu desde que se exilou da sua Hungria natal e se refugiou na Suíça, onde teve de aprender a falar, ler e escrever numa língua que não era a sua, como explica no seu relato autobiográfico La analfabeta (publicado em 2004, apenas um ano antes destes contos). Assim, estes são os seus primeiros textos escritos em francês, que ela manteve em repouso durante décadas, ainda insegura do seu vocabulário e do seu estilo, mas pressionada pela necessidade imperiosa de escrever. São contos muito curtos, banhados por uma atmosfera estranha e perturbadora, como pesadelos reveladores, que corroboram a visão de Kristof do mundo como um lugar inseguro, hostil, onde a desgraça pode se manifestar a qualquer momento.   Esta descrição minuciosa e clínica da maldade percorre praticamente toda a sua produção literária, e aqui é-nos apresentada sem intermediação, com os factos a nu. Conflitos familiares, traumas infantis, surtos de loucura, decisões letais... Não importa, nada importa, a vida é assim tão impiedosa e ninguém pode mudá-la. Embora talvez, afinal, reste algum espaço para a compaixão e a ternura.
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    Não Importa

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    Agota Kristof reuniu em Não Importa vinte e cinco contos que escreveu desde que se exilou da sua Hungria natal e se refugiou na Suíça, onde teve de aprender a falar, ler e escrever numa língua que não era a sua, como explica no seu relato autobiográfico La analfabeta (publicado em 2004, apenas um ano antes destes contos). Assim, estes são os seus primeiros textos escritos em francês, que ela manteve em repouso durante décadas, ainda insegura do seu vocabulário e do seu estilo, mas pressionada pela necessidade imperiosa de escrever. São contos muito curtos, banhados por uma atmosfera estranha e perturbadora, como pesadelos reveladores, que corroboram a visão de Kristof do mundo como um lugar inseguro, hostil, onde a desgraça pode se manifestar a qualquer momento.   Esta descrição minuciosa e clínica da maldade percorre praticamente toda a sua produção literária, e aqui é-nos apresentada sem intermediação, com os factos a nu. Conflitos familiares, traumas infantis, surtos de loucura, decisões letais... Não importa, nada importa, a vida é assim tão impiedosa e ninguém pode mudá-la. Embora talvez, afinal, reste algum espaço para a compaixão e a ternura.
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    Napalm no Coração

    O preço original era: 17,00 €.O preço atual é: 15,30 €. c/ IVA
    Pol Guasch nasceu em 1997, em Tarragona (Catalunha, Espanha), e é autor de dois livros de poesia e dois romances. Mestre em Literatura Contemporânea, Cultura e Teoria pela King’s College, em Londres, lecionou literatura e crítica cultural na Universidade de Barcelona. Napalm no coração é o seu primeiro romance, vencedor do Prémio Anagrama de Romance em 2021.
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    Napalm no Coração

    O preço original era: 17,00 €.O preço atual é: 15,30 €. c/ IVA
    Pol Guasch nasceu em 1997, em Tarragona (Catalunha, Espanha), e é autor de dois livros de poesia e dois romances. Mestre em Literatura Contemporânea, Cultura e Teoria pela King’s College, em Londres, lecionou literatura e crítica cultural na Universidade de Barcelona. Napalm no coração é o seu primeiro romance, vencedor do Prémio Anagrama de Romance em 2021.
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    noturnos

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    noturnos

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    Ó – OlharesÓ – Olhares
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    Ó – OlharesÓ – Olhares
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    Ó – Olhares

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    O Círculo do AmorO Círculo do Amor
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    O Círculo do Amor

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    O Círculo do Amor

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    O Dia do Gafanhoto

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    O Fiorde/ Sebregondi Recua / Escrever Como Qualquer Coisa

    20,00  c/ IVA
    (inclui o texto de Leopoldo Fernández, que serviu de posfácio à edição primitiva de El Fiord) tradução e nota introdutória: Mariano Alejandro Ribeiro pinturas (capa e miolo):Theodore Ushev
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    O Fiorde/ Sebregondi Recua / Escrever Como Qualquer Coisa

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    (inclui o texto de Leopoldo Fernández, que serviu de posfácio à edição primitiva de El Fiord) tradução e nota introdutória: Mariano Alejandro Ribeiro pinturas (capa e miolo):Theodore Ushev
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    O Homem-Alegria

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    O Kágado

    Como afirma Manuel Portela, no prefácio ao livro, estes três textos «mostram a imaginação intermedial da autora, isto é, a sua capacidade para explorar a transfiguração da escrita na relação com outros códigos e linguagens artísticas (teatro, cinema, ópera) e na relação desses códigos com dispositivos mediais como o telefone ou a câmara de filmar ou a máquina de projetar ou o rádio portátil. A experimentação com a linguagem verbal e com os processos de mediação técnica evidencia a sua familiaridade com a arte modernista – surrealismo e cinema abstrato, por exemplo –, e com as correntes e práticas artísticas da época, como o teatro do absurdo e a música concreta. Mais significativa do que a mera sintonia com as neovanguardas das décadas de 1950 e 1960, é a vivacidade bem-humorada do uso da paronomásia, da associação de ideias e da justaposição de imagens e ações para abrir brechas na lógica uniformizadora da língua e instaurar perspetivas improváveis e libertadoras. É este compromisso radical da artista com os atos de dizer o não-dito, mostrar o não-mostrado e ver o não-visto, ao mesmo tempo político e lúdico, que os três divertimentos nos proporcionam.»
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    O Kágado

    Como afirma Manuel Portela, no prefácio ao livro, estes três textos «mostram a imaginação intermedial da autora, isto é, a sua capacidade para explorar a transfiguração da escrita na relação com outros códigos e linguagens artísticas (teatro, cinema, ópera) e na relação desses códigos com dispositivos mediais como o telefone ou a câmara de filmar ou a máquina de projetar ou o rádio portátil. A experimentação com a linguagem verbal e com os processos de mediação técnica evidencia a sua familiaridade com a arte modernista – surrealismo e cinema abstrato, por exemplo –, e com as correntes e práticas artísticas da época, como o teatro do absurdo e a música concreta. Mais significativa do que a mera sintonia com as neovanguardas das décadas de 1950 e 1960, é a vivacidade bem-humorada do uso da paronomásia, da associação de ideias e da justaposição de imagens e ações para abrir brechas na lógica uniformizadora da língua e instaurar perspetivas improváveis e libertadoras. É este compromisso radical da artista com os atos de dizer o não-dito, mostrar o não-mostrado e ver o não-visto, ao mesmo tempo político e lúdico, que os três divertimentos nos proporcionam.»
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    O Livro do Desassossego, Antologia EssencialO Livro do Desassossego, Antologia Essencial
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    O Livro do Desassossego, Antologia Essencial

    16,00  c/ IVA
    O Livro do Desassossego, inacabada e fragmentária obra em prosa de Fernando Pessoa, tornou-se ironicamente na mais célebre monografia de um dos maiores, mais traduzidos, publicados e lidos poetas do séc. XX. O Livro apresenta-se como uma epopeia do Negativo, através da lupa de um anti-herói, o semi-heterónimo Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros em Lisboa, que nas horas vagas deambula pela urbe e redige reflexões aparentemente desconexas, unidas, porém, pelas vivências na cidade decadente e por duas ideias-chave que as atravessam: a dissolução do universo burguês e a sublimação da irrealidade existencial através da realidade da escrita.
    O Livro do Desassossego, Antologia EssencialO Livro do Desassossego, Antologia Essencial
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    O Livro do Desassossego, Antologia Essencial

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    O Livro do Desassossego, inacabada e fragmentária obra em prosa de Fernando Pessoa, tornou-se ironicamente na mais célebre monografia de um dos maiores, mais traduzidos, publicados e lidos poetas do séc. XX. O Livro apresenta-se como uma epopeia do Negativo, através da lupa de um anti-herói, o semi-heterónimo Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros em Lisboa, que nas horas vagas deambula pela urbe e redige reflexões aparentemente desconexas, unidas, porém, pelas vivências na cidade decadente e por duas ideias-chave que as atravessam: a dissolução do universo burguês e a sublimação da irrealidade existencial através da realidade da escrita.
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    O Livro dos AbraçosO Livro dos Abraços
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    O Livro dos Abraços

    17,50  c/ IVA
    Escrito no exílio e ilustrado pelo autor, O Livro dos Abraços reúne memórias e sonhos, fábulas que entrelaçam o real e o fantástico, crónicas indeléveis das trivialidades, das gentes e dos seus costumes, da política e dos seus mártires, do amor, da guerra e da paz. Fragmentos que celebram a diversidade, têm na memória do autor o seu fio condutor: «Recordar: do latim re-cordis, voltar a passar pelo coração.» Com uma extraordinária capacidade descritiva e um comovente pendor poético, escrevendo numa simplicidade desarmante, Eduardo Galeano dá voz aos amordaçados e estende um longo abraço aos resistentes – amaldiçoados pela economia, afugentados pela polícia, esquecidos pela cultura. O Livro dos Abraços é uma história alternativa da América Latina contada pelo mestre da narrativa breve, numa síntese inspirada do seu imaginário.
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    O Livro dos Abraços

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    Escrito no exílio e ilustrado pelo autor, O Livro dos Abraços reúne memórias e sonhos, fábulas que entrelaçam o real e o fantástico, crónicas indeléveis das trivialidades, das gentes e dos seus costumes, da política e dos seus mártires, do amor, da guerra e da paz. Fragmentos que celebram a diversidade, têm na memória do autor o seu fio condutor: «Recordar: do latim re-cordis, voltar a passar pelo coração.» Com uma extraordinária capacidade descritiva e um comovente pendor poético, escrevendo numa simplicidade desarmante, Eduardo Galeano dá voz aos amordaçados e estende um longo abraço aos resistentes – amaldiçoados pela economia, afugentados pela polícia, esquecidos pela cultura. O Livro dos Abraços é uma história alternativa da América Latina contada pelo mestre da narrativa breve, numa síntese inspirada do seu imaginário.
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    O Murmúrio

    20,00  c/ IVA
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    O Sábio ÁrabeO Sábio Árabe
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    O Sábio Árabe

    17,00  c/ IVA
    Pessoa é reconhecido como o mais universal dos escritores em língua portuguesa. A sua característica mais singular, que o torna um fenómeno literário raro e de excecional relevo em todo o mundo, reside no facto de ter escrito grande parte da sua obra, em verso e em prosa, através dos «heterónimos», personalidades fictícias que escreviam e pensavam de forma diferente entre si, como se fossem verdadeiros autores, distintos de Fernando Pessoa ele mesmo.
    O Sábio ÁrabeO Sábio Árabe
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    O Sábio Árabe

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    Pessoa é reconhecido como o mais universal dos escritores em língua portuguesa. A sua característica mais singular, que o torna um fenómeno literário raro e de excecional relevo em todo o mundo, reside no facto de ter escrito grande parte da sua obra, em verso e em prosa, através dos «heterónimos», personalidades fictícias que escreviam e pensavam de forma diferente entre si, como se fossem verdadeiros autores, distintos de Fernando Pessoa ele mesmo.
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    O Som do Rugido da Onça

    16,00  c/ IVA
    Em 1817, Spix e Martius desembarcaram no Brasil com a missão de registar as suas impressões sobre a fauna e flora do país. Três anos e dez mil quilómetros depois, os exploradores voltaram a Munique trazendo consigo não apenas um extenso relato da viagem, mas também um menino e uma menina indígenas, que morreriam pouco tempo depois de chegarem a solo europeu. Neste romance corajoso e repleto de lirismo, Micheliny Verunschk pensa o colonialismo e a memória a partir da história dessas duas crianças raptadas no século XIX, entrelaçando-a com a de Josefa, uma jovem no Brasil contemporâneo, que enfrenta as lacunas da sua própria história ao vislumbrar a imagem da menina numa exposição. Micheliny Verunschk nasceu em 1972, em Pernambuco, e é uma das escritoras brasileiras mais celebradas e premiadas da atualidade. Foi vencedora, entre outros, do Prémio Jabuti em 2022, na categoria de Romance Literário com O som do rugido da onça e do Prémio Oceanos de Literatura em Língua Portuguesa em 2024, na categoria de Prosa, com Caminhando com os mortos. É autora de contos, poesia e romances, além de historiadora.
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    O Som do Rugido da Onça

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    Em 1817, Spix e Martius desembarcaram no Brasil com a missão de registar as suas impressões sobre a fauna e flora do país. Três anos e dez mil quilómetros depois, os exploradores voltaram a Munique trazendo consigo não apenas um extenso relato da viagem, mas também um menino e uma menina indígenas, que morreriam pouco tempo depois de chegarem a solo europeu. Neste romance corajoso e repleto de lirismo, Micheliny Verunschk pensa o colonialismo e a memória a partir da história dessas duas crianças raptadas no século XIX, entrelaçando-a com a de Josefa, uma jovem no Brasil contemporâneo, que enfrenta as lacunas da sua própria história ao vislumbrar a imagem da menina numa exposição. Micheliny Verunschk nasceu em 1972, em Pernambuco, e é uma das escritoras brasileiras mais celebradas e premiadas da atualidade. Foi vencedora, entre outros, do Prémio Jabuti em 2022, na categoria de Romance Literário com O som do rugido da onça e do Prémio Oceanos de Literatura em Língua Portuguesa em 2024, na categoria de Prosa, com Caminhando com os mortos. É autora de contos, poesia e romances, além de historiadora.
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    On Va Être Absolument ContreOn Va Être Absolument Contre
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    Op Oloop

    16,00  c/ IVA
    A biografia de Juan Filloy está carregada de dados mais ou menos extravagantes, nem todos verificáveis: filho de pais analfabetos; formou-se em Direito e participou, ainda estudante, na Reforma Universitária de 1918; conheceu a mulher por carta e namoraram três dias antes de se casarem; foi árbitro de boxe; fundou um dos principais emblemas do futebol argentino, o Club Atlético Talleres; criou um clube de golfe sem nunca ter praticado a modalidade; correspondeu-se com Freud, nos anos 30; fumou charutos com Hemingway em Cuba, nos anos 60; orgulhava- se de deter o recorde mundial da produção de palíndromos; coleccionava escrupulosamente todos os números da revista Playboy; e condenava o uso do automóvel. Atravessou três séculos: nasceu em Córdoba, em 1894, e aí morreu, em 2000, embora tenha vivido grande parte da vida numa cidade secundária, Río Cuarto. Diz-se que morreu enquanto dormia a sesta, a poucos dias de cumprir 106 anos. Escreveu mais de 50 livros, muitos deles em edições de autor, com pouquíssimos exemplares, que ele próprio desenhava, paginava, imprimia, encadernava e distribuía. No monumental Dicionário de Autores Latino-Americanos, César Aira destaca o seu descomplexado uso do humor e o «carácter pioneiro de uma obra solitária e anti-convencional». Com a edição de Op Oloop, a Colecção 30 de Fevereiro dá a ler, pela primeira vez em língua portuguesa, um dos autores mais heterodoxos da literatura argentina.
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    Op Oloop

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    A biografia de Juan Filloy está carregada de dados mais ou menos extravagantes, nem todos verificáveis: filho de pais analfabetos; formou-se em Direito e participou, ainda estudante, na Reforma Universitária de 1918; conheceu a mulher por carta e namoraram três dias antes de se casarem; foi árbitro de boxe; fundou um dos principais emblemas do futebol argentino, o Club Atlético Talleres; criou um clube de golfe sem nunca ter praticado a modalidade; correspondeu-se com Freud, nos anos 30; fumou charutos com Hemingway em Cuba, nos anos 60; orgulhava- se de deter o recorde mundial da produção de palíndromos; coleccionava escrupulosamente todos os números da revista Playboy; e condenava o uso do automóvel. Atravessou três séculos: nasceu em Córdoba, em 1894, e aí morreu, em 2000, embora tenha vivido grande parte da vida numa cidade secundária, Río Cuarto. Diz-se que morreu enquanto dormia a sesta, a poucos dias de cumprir 106 anos. Escreveu mais de 50 livros, muitos deles em edições de autor, com pouquíssimos exemplares, que ele próprio desenhava, paginava, imprimia, encadernava e distribuía. No monumental Dicionário de Autores Latino-Americanos, César Aira destaca o seu descomplexado uso do humor e o «carácter pioneiro de uma obra solitária e anti-convencional». Com a edição de Op Oloop, a Colecção 30 de Fevereiro dá a ler, pela primeira vez em língua portuguesa, um dos autores mais heterodoxos da literatura argentina.
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    Os Dias Depois

    10,00  c/ IVA
    Os Dias Depois é o livro de estreia de Artur Barosa. No entanto, mostra já um autor maduro e com uma poesia marcante. para descobrir em cada palavra. Mais um novo autor que chega às mãos dos leitores.
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    Os Dias Depois

    10,00  c/ IVA
    Os Dias Depois é o livro de estreia de Artur Barosa. No entanto, mostra já um autor maduro e com uma poesia marcante. para descobrir em cada palavra. Mais um novo autor que chega às mãos dos leitores.
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    Os Invisíveis

    22,00  c/ IVA
    “gritos fortíssimos berros vejo muitos camaradas a correr para aquele lugar não consigo ver nada há fumo e confusão todos têm os olhos vermelhos e cobertos de lágrimas por causa do gás lacrimogéneo desço da grade de segurança e dirijo-me a correr para aquele lugar na companhia de outros damos de caras com outros que vêm na direcção oposta faces desesperadas olhos esbugalhados alguns baixam os lenços um põe as mãos nos cabelos não consigo ver o que aconteceu há um grupo de camaradas parados em semicírculo alguns choram não por causa do gás lacrimogéneo alguns soluçam uma rapariga grita alguma coisa que não compreendo depois mais à frente vejo o corpo ensanguentado no chão vejo o longo rasto de sangue escuro e mais à frente a massa avermelhada do cérebro que a roda do jipão lhe espremeu da cabeça esmagada”
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    Os Invisíveis

    22,00  c/ IVA
    “gritos fortíssimos berros vejo muitos camaradas a correr para aquele lugar não consigo ver nada há fumo e confusão todos têm os olhos vermelhos e cobertos de lágrimas por causa do gás lacrimogéneo desço da grade de segurança e dirijo-me a correr para aquele lugar na companhia de outros damos de caras com outros que vêm na direcção oposta faces desesperadas olhos esbugalhados alguns baixam os lenços um põe as mãos nos cabelos não consigo ver o que aconteceu há um grupo de camaradas parados em semicírculo alguns choram não por causa do gás lacrimogéneo alguns soluçam uma rapariga grita alguma coisa que não compreendo depois mais à frente vejo o corpo ensanguentado no chão vejo o longo rasto de sangue escuro e mais à frente a massa avermelhada do cérebro que a roda do jipão lhe espremeu da cabeça esmagada”
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    Os Meus Poemas não Mudarão o Mundo

    O preço original era: 14,00 €.O preço atual é: 13,00 €. c/ IVA
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    Os Meus Poemas não Mudarão o Mundo

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    Os PalestinianosOs Palestinianos
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    Os Palestinianos

    14,00  c/ IVA
    Este é o testemunho de Jean Genet após a sua estadia na Palestina. A urgência em dar a ver o horror da barbárie zionista sobre o povo palestiniano. O testemunho da nobreza e beleza do povo palestiniano expressa na sua resistência honrada.
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    Os PalestinianosOs Palestinianos
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    Os Palestinianos

    14,00  c/ IVA
    Este é o testemunho de Jean Genet após a sua estadia na Palestina. A urgência em dar a ver o horror da barbárie zionista sobre o povo palestiniano. O testemunho da nobreza e beleza do povo palestiniano expressa na sua resistência honrada.
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    Para Amolar a Pedra MansaPara Amolar a Pedra Mansa
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    Para Amolar a Pedra Mansa

    10,00  c/ IVA
    Edição artesanal do autor, com encadernação manual pelo próprio e capa a partir de fotografia de Sara Cabral. 92/100
    Para Amolar a Pedra MansaPara Amolar a Pedra Mansa
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    Para Amolar a Pedra Mansa

    10,00  c/ IVA
    Edição artesanal do autor, com encadernação manual pelo próprio e capa a partir de fotografia de Sara Cabral. 92/100
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    Pássaros & CogumelosPássaros & Cogumelos
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    Pássaros & Cogumelos

    18,00  c/ IVA
    “Tudo está em tudo”, disse o filósofo grego Anaxágoras. Por isso, falar em árvores é falar em pessoas, e falar em pessoas, é falar em árvores. As árvores, seres aparentemente silenciosos e imóveis, estabelecem muitas relações, sem as quais não viveriam e sem as quais nós não poderíamos viver. Também ajudam os pássaros e os cogumelos e, através deles, expandem-se por quilómetros e quilómetros, de uma forma difícil de imaginar. A propósito deste trio – árvores, pássaros e cogumelos -, podemos falar sobre muita coisa… Já agora: se tudo está em tudo, onde é que entra o toy piano? Assim começa o espectáculo “Pássaros & Cogumelos”, escrito e interpretado pela pianista Joana Gama, que deu origem a este livro. Ilustrado pelo Estúdio Lavandaria, nele também cabem várias músicas para toy piano do compositor João Godinho, disponíveis através de código QR.
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    Pássaros & CogumelosPássaros & Cogumelos
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    Pássaros & Cogumelos

    18,00  c/ IVA
    “Tudo está em tudo”, disse o filósofo grego Anaxágoras. Por isso, falar em árvores é falar em pessoas, e falar em pessoas, é falar em árvores. As árvores, seres aparentemente silenciosos e imóveis, estabelecem muitas relações, sem as quais não viveriam e sem as quais nós não poderíamos viver. Também ajudam os pássaros e os cogumelos e, através deles, expandem-se por quilómetros e quilómetros, de uma forma difícil de imaginar. A propósito deste trio – árvores, pássaros e cogumelos -, podemos falar sobre muita coisa… Já agora: se tudo está em tudo, onde é que entra o toy piano? Assim começa o espectáculo “Pássaros & Cogumelos”, escrito e interpretado pela pianista Joana Gama, que deu origem a este livro. Ilustrado pelo Estúdio Lavandaria, nele também cabem várias músicas para toy piano do compositor João Godinho, disponíveis através de código QR.
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    PatéticoPatético
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    PatéticoPatético
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    Patético

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    Penhasco

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    Pérolas e Malaguetas

    O preço original era: 13,00 €.O preço atual é: 11,70 €. c/ IVA
    Não há elefantes na sala, há grãos de areia. A engrenagem para, o olho lacrimeja. Parece tolo, inocente, inócuo, mas basta para gerar incómodo. PÉROLAS E MALAGUETAS é um jogo de palavras, um conjunto de poemas curtos e aforismos, que evocam a brevidade da linguagem. É a recusa do enorme, agigantando o minúsculo. Poemas não-poemas, não-sistema, não-restritos, não-específicos, o léxico brincando às escondidas, esconde-esconde, a efemeridade. Um lugar de possibilidades acessíveis, uma ponte para a marginalidade das reflexões sobre a vida, o tempo e as emoções. O livro captura o pestanejar, o estalar de dedos, o voo dos pássaros numa gaiola com a porta aberta. Os seus não-textos não se constroem no excesso, antes se excedem na fricção do gesto. A brevidade não é economia formal, é uma posição ética que valoriza o que passa depressa, mas deixa marca suficiente para o regresso. Desperta a delicadeza e a ardência, o brilho e a ferida, o que alimenta e o que provoca. A linguagem aproxima-se da oralidade, mas não se acomoda — brinca, desloca-se, incomoda. Pérolas ornamentam, malaguetas inflamam. Não existe uma linha reta nem promessa de futuro, aceita-se o instável como o equilíbrio possível, uma leveza que não ignora o peso do perigo do que é exposto. Irónico, repetitivo, conflituoso: o atrito como abrigo para a desconstrução do que é imposto. Não há progenitores, nem prole. Há linguajares, linguarudos, dando à língua, recusando normas fixas e sentidos únicos. PÉROLAS E MALAGUETAS não oferece respostas estáveis nem estáticas, mas um desconforto fértil à construção contínua de quem o lê. A palavra é molde e matéria.
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    Pérolas e Malaguetas

    O preço original era: 13,00 €.O preço atual é: 11,70 €. c/ IVA
    Não há elefantes na sala, há grãos de areia. A engrenagem para, o olho lacrimeja. Parece tolo, inocente, inócuo, mas basta para gerar incómodo. PÉROLAS E MALAGUETAS é um jogo de palavras, um conjunto de poemas curtos e aforismos, que evocam a brevidade da linguagem. É a recusa do enorme, agigantando o minúsculo. Poemas não-poemas, não-sistema, não-restritos, não-específicos, o léxico brincando às escondidas, esconde-esconde, a efemeridade. Um lugar de possibilidades acessíveis, uma ponte para a marginalidade das reflexões sobre a vida, o tempo e as emoções. O livro captura o pestanejar, o estalar de dedos, o voo dos pássaros numa gaiola com a porta aberta. Os seus não-textos não se constroem no excesso, antes se excedem na fricção do gesto. A brevidade não é economia formal, é uma posição ética que valoriza o que passa depressa, mas deixa marca suficiente para o regresso. Desperta a delicadeza e a ardência, o brilho e a ferida, o que alimenta e o que provoca. A linguagem aproxima-se da oralidade, mas não se acomoda — brinca, desloca-se, incomoda. Pérolas ornamentam, malaguetas inflamam. Não existe uma linha reta nem promessa de futuro, aceita-se o instável como o equilíbrio possível, uma leveza que não ignora o peso do perigo do que é exposto. Irónico, repetitivo, conflituoso: o atrito como abrigo para a desconstrução do que é imposto. Não há progenitores, nem prole. Há linguajares, linguarudos, dando à língua, recusando normas fixas e sentidos únicos. PÉROLAS E MALAGUETAS não oferece respostas estáveis nem estáticas, mas um desconforto fértil à construção contínua de quem o lê. A palavra é molde e matéria.
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    Planta-Amor

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    Poemas

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    Poemas

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    Poesia. Primeira AntologiaPoesia. Primeira Antologia
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    Poesia. Primeira AntologiaPoesia. Primeira Antologia
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    Poesia. Primeira Antologia

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    Ponto CegoPonto Cego
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    Ponto Cego

    7,00  c/ IVA
    Edição artesanal do autor, encadernação manual pelo próprio e capa a partir de fotografia de Sara Cabral. 60/100
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    Ponto Cego

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    Primeiro Amor e Outros PoemasPrimeiro Amor e Outros Poemas
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    Primeiro Amor e Outros PoemasPrimeiro Amor e Outros Poemas
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    Primeiro Amor e Outros Poemas

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    Quando me perguntaram a religião respondi a geometria

    10,00  c/ IVA
    Ema Flores e o seu primeiro livro de poesia. Uma voz fresca e inovadora. Uma autora que vale a pena descobrir.
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    Quando me perguntaram a religião respondi a geometria

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    Ema Flores e o seu primeiro livro de poesia. Uma voz fresca e inovadora. Uma autora que vale a pena descobrir.
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    Quebranto

    15,00  c/ IVA
    Impresso em risografia.
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    Quebranto

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    Retornos

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    Retornos

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    Sala de Sujos

    25,00  c/ IVA
    “Um sofrimento ambulante, e depois diz que é poeta”, diz por sua vez Hermengarda, gloriosamente de regresso, agora em formato apocalíptico, quase a fechar este novo livro de contos de JMFJ. Mas até lá temos muito que andar entre Marvão e Mykonos, entre Haarlem e a Ponta do Albarnaz, entre praias, entre portos, entre corpos, de uma ponta à outra da Sala de Sujos.
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    Sala de Sujos

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    “Um sofrimento ambulante, e depois diz que é poeta”, diz por sua vez Hermengarda, gloriosamente de regresso, agora em formato apocalíptico, quase a fechar este novo livro de contos de JMFJ. Mas até lá temos muito que andar entre Marvão e Mykonos, entre Haarlem e a Ponta do Albarnaz, entre praias, entre portos, entre corpos, de uma ponta à outra da Sala de Sujos.
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    Segredos d’EstadoSegredos d’Estado
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    Segredos d’Estado

    45,00  c/ IVA
    de Rui Baião, fotografias: Anders Petersen grafismo: Paulo da Costa Domingos 250 exemplares
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    Segredos d’Estado

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    de Rui Baião, fotografias: Anders Petersen grafismo: Paulo da Costa Domingos 250 exemplares
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    Silêncio, Louvor

    16,00  c/ IVA
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    Silêncio, Louvor

    16,00  c/ IVA
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    Tea Rooms, Mulheres TrabalhadorasTea Rooms, Mulheres Trabalhadoras
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    Tea Rooms, Mulheres Trabalhadoras

    16,50  c/ IVA
    Madrid, anos 30. Prenúncios de guerra civil ecoam na cidade e, num distinto salão de chá, cruzam-se senhoras chiques, boémios, velhos habitués. Entre o brilho dos lustres e vistosas bandejas de bolos, nada escapa ao olhar da jovem empregada Matilde: o trabalho árduo e sempre em risco, o autoritarismo dos da mó de cima, conversas frívolas, sonhos e dramas. Quando a agitação cresce nas ruas, Matilde dá voz às interrogações das colegas: devem juntar-se aos descontentes? Que preço teriam de pagar? E o que significa ser mulher neste mundo em convulsão? Romance coral, ardentemente político, TEA ROOMS (1934) é o despertar de uma consciência social e um retrato das mulheres trabalhadoras no início do século XX que se revela espantosa e tristemente actual.
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    Tea Rooms, Mulheres TrabalhadorasTea Rooms, Mulheres Trabalhadoras
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    Tea Rooms, Mulheres Trabalhadoras

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    Madrid, anos 30. Prenúncios de guerra civil ecoam na cidade e, num distinto salão de chá, cruzam-se senhoras chiques, boémios, velhos habitués. Entre o brilho dos lustres e vistosas bandejas de bolos, nada escapa ao olhar da jovem empregada Matilde: o trabalho árduo e sempre em risco, o autoritarismo dos da mó de cima, conversas frívolas, sonhos e dramas. Quando a agitação cresce nas ruas, Matilde dá voz às interrogações das colegas: devem juntar-se aos descontentes? Que preço teriam de pagar? E o que significa ser mulher neste mundo em convulsão? Romance coral, ardentemente político, TEA ROOMS (1934) é o despertar de uma consciência social e um retrato das mulheres trabalhadoras no início do século XX que se revela espantosa e tristemente actual.
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    Um Rio Morre de Sede

    17,00  c/ IVA
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    Uma Só Carne com a Noite

    22,00  c/ IVA
    Antologia de traduções e versões de poesia por Vasco Gato.
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    Uma Só Carne com a Noite

    22,00  c/ IVA
    Antologia de traduções e versões de poesia por Vasco Gato.
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    Uno como o CaosUno como o Caos
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    Uno como o Caos

    13,00  c/ IVA
    Número 8 da colecção Imagem e Semelhança.
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    Uno como o CaosUno como o Caos
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    Uno como o Caos

    13,00  c/ IVA
    Número 8 da colecção Imagem e Semelhança.
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    Vazio LegalVazio Legal
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    Vazio LegalVazio Legal
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    Vazio Legal

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    Vermes e Outros Contos

    10,00  c/ IVA
    A maioria dos contos desta coletânea foi escrita entre 2017 e 2021. Os textos que abrem e fecham este volume, Bichos-da-seda e Lagartos, são mais recentes (2023). Há também dois contos que sobreviveram a um período anterior de escrita, 2009 a 2010: Organização e Vermes. É este último que dá o título ao volume, não porque seja o mais destacado, mas porque, na sua qualidade de primogénito, usurpou desde logo este lugar. Não me seria possível imaginar um outro nome para este primeiro volume de contos. Quase todos eles foram publicados nas redes sociais, tendo sido escolhidos e revistos para esta edição. Impõe-se também um esclarecimento acerca da imagem usada na capa. Bem sei que os lagartos não fazem parte do conjunto de animais designados por vermes. Para mim, do ponto de vista simbólico, representam o seu exato oposto. Enquanto associo os vermes à ideia de corrupção, putrefação, parasitismo e, de um modo mais lato, à ideia de morte; os lagartos são, para mim, uma espécie de talismãs travessos, símbolos da transformação e regeneração. Tal como me foi impossível alterar o nome (que me acompanhava há mais de treze anos), depois de desenhar a primeira capa com o lagarto, foi impossível escolher qualquer outra alternativa, que me parecia sempre pior; mesmo que tenha obrigado a escrever uma nota explicativa (sempre mau sinal). Nota do Autor, Pedro Rondulha Gomes
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    Vermes e Outros Contos

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    A maioria dos contos desta coletânea foi escrita entre 2017 e 2021. Os textos que abrem e fecham este volume, Bichos-da-seda e Lagartos, são mais recentes (2023). Há também dois contos que sobreviveram a um período anterior de escrita, 2009 a 2010: Organização e Vermes. É este último que dá o título ao volume, não porque seja o mais destacado, mas porque, na sua qualidade de primogénito, usurpou desde logo este lugar. Não me seria possível imaginar um outro nome para este primeiro volume de contos. Quase todos eles foram publicados nas redes sociais, tendo sido escolhidos e revistos para esta edição. Impõe-se também um esclarecimento acerca da imagem usada na capa. Bem sei que os lagartos não fazem parte do conjunto de animais designados por vermes. Para mim, do ponto de vista simbólico, representam o seu exato oposto. Enquanto associo os vermes à ideia de corrupção, putrefação, parasitismo e, de um modo mais lato, à ideia de morte; os lagartos são, para mim, uma espécie de talismãs travessos, símbolos da transformação e regeneração. Tal como me foi impossível alterar o nome (que me acompanhava há mais de treze anos), depois de desenhar a primeira capa com o lagarto, foi impossível escolher qualquer outra alternativa, que me parecia sempre pior; mesmo que tenha obrigado a escrever uma nota explicativa (sempre mau sinal). Nota do Autor, Pedro Rondulha Gomes
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    Versos de OrgulhoVersos de Orgulho
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    Versos de Orgulho

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    Vestígios

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    Vidas de Lázaro

    16,00  c/ IVA
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    vinte e dois poemas de guerra para Clementinavinte e dois poemas de guerra para Clementina
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    vinte e dois poemas de guerra para Clementinavinte e dois poemas de guerra para Clementina
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    Vozes de LetrasVozes de Letras
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    Vozes de Letras

    20,00  c/ IVA
    Dar voz às letras transmite de imediato um sentido de democracia, lembrando a importância da voz de cada pessoa, nesse enorme colectivo que somos todos nós. No texto escrito por João Pedro Mésseder, cada letra do alfabeto fala na primeira pessoa enfatizando e explorando o seu próprio aspecto gráfico, associando-o a características pessoais e aproximando-o do “mundo real”. O livro Vozes de Letras foi composto e impresso em caracteres móveis pelo mestre tipógrafo Rui Damasceno, e é também a casa de ilustrações tipográficas criadas a partir de tipos de madeira e de chumbo, zincogravuras e outro material gráfico existente na Tipografia Damasceno, em Coimbra. O produto final, em que palavra e imagem dialogam, e uma à outra se completam, evoca também, intencionalmente, a poesia visual e o experimentalismo poético.
    Vozes de LetrasVozes de Letras
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    Vozes de Letras

    20,00  c/ IVA
    Dar voz às letras transmite de imediato um sentido de democracia, lembrando a importância da voz de cada pessoa, nesse enorme colectivo que somos todos nós. No texto escrito por João Pedro Mésseder, cada letra do alfabeto fala na primeira pessoa enfatizando e explorando o seu próprio aspecto gráfico, associando-o a características pessoais e aproximando-o do “mundo real”. O livro Vozes de Letras foi composto e impresso em caracteres móveis pelo mestre tipógrafo Rui Damasceno, e é também a casa de ilustrações tipográficas criadas a partir de tipos de madeira e de chumbo, zincogravuras e outro material gráfico existente na Tipografia Damasceno, em Coimbra. O produto final, em que palavra e imagem dialogam, e uma à outra se completam, evoca também, intencionalmente, a poesia visual e o experimentalismo poético.
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    Wendell Berry – Poemas Escolhidos

    15,00  c/ IVA
    Poemas Escolhidos de Wendell Berry tem selecção e tradução de Catarina Nunes de Almeida.
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    Wendell Berry – Poemas Escolhidos

    15,00  c/ IVA
    Poemas Escolhidos de Wendell Berry tem selecção e tradução de Catarina Nunes de Almeida.
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    ZOV

    14,00  c/ IVA
    Depois de Cadernos de Bernfried Jarvi chega o novo livro de Rui Manuel Amaral, ZOV. Um livro que nos leva numa viagem sem mapa, caótica e subversiva, com qualquer coisa que parece assemelhar-se a um palco em pano de fundo e algumas personagens em cena. Mas não se iludam com esta descrição, este é um livro que não se encaixa em lado nenhum, um vendaval de leitura, um terramoto literário.
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    ZOV

    14,00  c/ IVA
    Depois de Cadernos de Bernfried Jarvi chega o novo livro de Rui Manuel Amaral, ZOV. Um livro que nos leva numa viagem sem mapa, caótica e subversiva, com qualquer coisa que parece assemelhar-se a um palco em pano de fundo e algumas personagens em cena. Mas não se iludam com esta descrição, este é um livro que não se encaixa em lado nenhum, um vendaval de leitura, um terramoto literário.
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