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100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora seguido de 12 Maneiras de Escapar ao Natal100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora seguido de 12 Maneiras de Escapar ao Natal
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100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora seguido de 12 Maneiras de Escapar ao Natal

8,00  c/ IVA
Em 100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora – espécie de guia filosófico para uma morte auto-infligida em consciência –, Roland Topor fornece aos leitores material bastante para uma nota de suicídio bem fundamentada. Está pelos cabelos com a calvície? Perca literalmente a cabeça. Farto de previsões meteorológicas falhadas? Tem bom remédio. Seja de tédio ou pelo espectáculo, para fugir aos impostos ou porque Marx (o Groucho) lá nos espera, o que não falta são boas razões para querer fazer parte da (verdadeira) maioria silenciosa. Igualmente úteis são as desculpas para fazer gazeta à consoada, reunidas em 12 Maneiras de Escapar ao Natal: se não suporta a quadra natalícia, nada como tornar-se budista ou muçulmano. Em caso de aperto, pode tentar ficar preso no elevador. Neste breve dois-em-um, cínico e cáustico, transparece a qualidade essencial do humor toporiano: a empatia com o sofrimento e o absurdo do quotidiano.
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100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora seguido de 12 Maneiras de Escapar ao Natal

8,00  c/ IVA
Em 100 Boas Razões para me Suicidar Aqui e Agora – espécie de guia filosófico para uma morte auto-infligida em consciência –, Roland Topor fornece aos leitores material bastante para uma nota de suicídio bem fundamentada. Está pelos cabelos com a calvície? Perca literalmente a cabeça. Farto de previsões meteorológicas falhadas? Tem bom remédio. Seja de tédio ou pelo espectáculo, para fugir aos impostos ou porque Marx (o Groucho) lá nos espera, o que não falta são boas razões para querer fazer parte da (verdadeira) maioria silenciosa. Igualmente úteis são as desculpas para fazer gazeta à consoada, reunidas em 12 Maneiras de Escapar ao Natal: se não suporta a quadra natalícia, nada como tornar-se budista ou muçulmano. Em caso de aperto, pode tentar ficar preso no elevador. Neste breve dois-em-um, cínico e cáustico, transparece a qualidade essencial do humor toporiano: a empatia com o sofrimento e o absurdo do quotidiano.
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2020

8,00  c/ IVA
Impressão digital em Munken 300g. (original - grafite sobre papel pólen)
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2020

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24 Cartas Comerciais24 Cartas Comerciais
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24 Cartas Comerciais

9,00  c/ IVA
inclui trabalhos realizados entre 1989 e 1991. algumas destas cartas foram publicadas pela primeira vez na revista bolletario, 1991 e depois num livro publicado por edições mortas, 1998
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24/7

15,00  c/ IVA
Trabalhar e consumir 24 horas por dia, 7 dias por semana, parece ser a palavra de ordem da actualidade. Nesta engrenagem imparável, incompatível com o tempo morto e improdutivo do nosso sono, tornámo-nos sonâmbulos coniventes com a nossa própria exaustão. Em 24/7, Jonathan Crary explora as origens e consequências deste estado de eterna vigília, indo de Guy Debord a Gilles Deleuze, Hannah Arendt ou Sigmund Freud, e traça um panorama vertiginoso da contemporaneidade, em que o sono é a maior afronta ao capitalismo: um empecilho à produtividade, um reduto de humanidade, a única fronteira não conquistada pela lógica da mercadoria. Ensaio polémico e fascinante, conciso mas abrangente (da Revolução Industrial às redes sociais), 24/7 é a redescoberta de um lugar a salvo para a consciência e a construção da comunidade.
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24/7

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Trabalhar e consumir 24 horas por dia, 7 dias por semana, parece ser a palavra de ordem da actualidade. Nesta engrenagem imparável, incompatível com o tempo morto e improdutivo do nosso sono, tornámo-nos sonâmbulos coniventes com a nossa própria exaustão. Em 24/7, Jonathan Crary explora as origens e consequências deste estado de eterna vigília, indo de Guy Debord a Gilles Deleuze, Hannah Arendt ou Sigmund Freud, e traça um panorama vertiginoso da contemporaneidade, em que o sono é a maior afronta ao capitalismo: um empecilho à produtividade, um reduto de humanidade, a única fronteira não conquistada pela lógica da mercadoria. Ensaio polémico e fascinante, conciso mas abrangente (da Revolução Industrial às redes sociais), 24/7 é a redescoberta de um lugar a salvo para a consciência e a construção da comunidade.
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25/4 Antologia de Poemas de Abril

10,00  c/ IVA
Nos 50 anos da revolução do 25 de Abril, a antologia para comemorar a liberdade reuniu 25 poetas e 4 ilustradores. Uma primeira edição numerada de 254 exemplares. Poemas: Alexandra Malheiro, António Musa, Artur Barosa, Carla Rua, Carlos Alberto Machado, Carlos Tê, Catarina Costa, Catarina Sottomayor, David Rodrigues, Ema Flores, J. A. Nunes Carneiro, João Pedro Mésseder, José Dias Egipto, José Fanha, José Manuel Teixeira, José Viale Moutinho, Luís Aguiar, Luís Severo, Margarida Neves, Maria Frazão, Maria Joana Almeida, Miguel Brandão, Noiserv/David Santos, Rui Miguel Rocha, Sérgio Almeida. Ilustrações: Letícia Barreto, Marta Nunes, Nuno Lacerda Lopes e Rachel Caiano (capa).
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25/4 Antologia de Poemas de Abril

10,00  c/ IVA
Nos 50 anos da revolução do 25 de Abril, a antologia para comemorar a liberdade reuniu 25 poetas e 4 ilustradores. Uma primeira edição numerada de 254 exemplares. Poemas: Alexandra Malheiro, António Musa, Artur Barosa, Carla Rua, Carlos Alberto Machado, Carlos Tê, Catarina Costa, Catarina Sottomayor, David Rodrigues, Ema Flores, J. A. Nunes Carneiro, João Pedro Mésseder, José Dias Egipto, José Fanha, José Manuel Teixeira, José Viale Moutinho, Luís Aguiar, Luís Severo, Margarida Neves, Maria Frazão, Maria Joana Almeida, Miguel Brandão, Noiserv/David Santos, Rui Miguel Rocha, Sérgio Almeida. Ilustrações: Letícia Barreto, Marta Nunes, Nuno Lacerda Lopes e Rachel Caiano (capa).
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15,00  c/ IVA
O preço a pagar apaga-nos, sabe-se
que isso acontece: os açaimos, os cabides.
Os filhos sintéticos desta geração
(cujo devir deveria
federar dissídios e relapsos)
constroem o Museu do Sujo e do Hostil,
que é o reverso da medalha do trabalho,
a toalha de mesa das boas famílias.
Os açaimos, os varões tóxicos,
cujo devir deveria _________________
E a História move-se, como um verme
sobre lume, de situação em situação,
de espessura em espessura.
Co-edição Barco Bêbado _ viúva frenesi
tiragem única de 150 exemplares
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9,8,7,6,5,4,3,2,1______9,8,7,6,5,4,3,2,1______
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15,00  c/ IVA
O preço a pagar apaga-nos, sabe-se
que isso acontece: os açaimos, os cabides.
Os filhos sintéticos desta geração
(cujo devir deveria
federar dissídios e relapsos)
constroem o Museu do Sujo e do Hostil,
que é o reverso da medalha do trabalho,
a toalha de mesa das boas famílias.
Os açaimos, os varões tóxicos,
cujo devir deveria _________________
E a História move-se, como um verme
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Co-edição Barco Bêbado _ viúva frenesi
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A Bola VermelhaA Bola Vermelha
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A Bola Vermelha

13,00  c/ IVA
É vermelha e tem forma de bola. Salta à vista no meio do campo. Será animal ou vegetal? Alguém a perdeu, ou terá caído de uma árvore? Uma bola vermelha pode ser muitas coisas! Entre certezas e dúvidas, de AH! a OH!, vamos com ela nesta aventura. IÉÉ! Um álbum simples e belo como um dia de praia, que nos desafia a ver além das aparências e a estar em sintonia com a natureza.
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A Bola VermelhaA Bola Vermelha
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A Bola Vermelha

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É vermelha e tem forma de bola. Salta à vista no meio do campo. Será animal ou vegetal? Alguém a perdeu, ou terá caído de uma árvore? Uma bola vermelha pode ser muitas coisas! Entre certezas e dúvidas, de AH! a OH!, vamos com ela nesta aventura. IÉÉ! Um álbum simples e belo como um dia de praia, que nos desafia a ver além das aparências e a estar em sintonia com a natureza.
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A Casa Suspensa nas ÁrvoresA Casa Suspensa nas Árvores
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A Casa Suspensa nas Árvores

14,50  c/ IVA
Quando nova, era uma casa no meio de um relvado acabado de plantar. Lá, viviam duas crianças com o seu pai. Enquanto as crianças brincavam entre as árvores dos vizinhos, o pai, incansável, cuidava da relva. Gostava de a ver perfeita. Mas as árvores nunca desistem, e verão após verão enviavam-lhe pequenas sementes aladas cheias de esperança.  Uma história terna e inspiradora sobre a capacidade de a natureza acolher a vida e resgatar a beleza.
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A Casa Suspensa nas Árvores

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Quando nova, era uma casa no meio de um relvado acabado de plantar. Lá, viviam duas crianças com o seu pai. Enquanto as crianças brincavam entre as árvores dos vizinhos, o pai, incansável, cuidava da relva. Gostava de a ver perfeita. Mas as árvores nunca desistem, e verão após verão enviavam-lhe pequenas sementes aladas cheias de esperança.  Uma história terna e inspiradora sobre a capacidade de a natureza acolher a vida e resgatar a beleza.
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A Cor da Tua Sombra

O preço original era: 16,40 €.O preço atual é: 14,76 €. c/ IVA
Unidos por uma dor comum, ambos se veem confrontados com aquilo que julgavam enterrado: o regresso do pai de Anchia — o mesmo homem que, outrora, tentou vendê-la para um ritual de sacrifício. Entre trauma e resistência, culpa e sobrevivência, o romance convoca o leitor a atravessar sombras profundas da condição humana.
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A Cor da Tua Sombra

O preço original era: 16,40 €.O preço atual é: 14,76 €. c/ IVA
Unidos por uma dor comum, ambos se veem confrontados com aquilo que julgavam enterrado: o regresso do pai de Anchia — o mesmo homem que, outrora, tentou vendê-la para um ritual de sacrifício. Entre trauma e resistência, culpa e sobrevivência, o romance convoca o leitor a atravessar sombras profundas da condição humana.
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A Inesperada/PradoA Inesperada/Prado
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A Inesperada/Prado

30,00  c/ IVA
Inclui um ensaio visual, PRADO, de Catarina Lopes Vicente e Daniel Fernandes. tradução de Teresa Noronha texto-badana do poeta António Cabrita
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A Inesperada/Prado

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Inclui um ensaio visual, PRADO, de Catarina Lopes Vicente e Daniel Fernandes. tradução de Teresa Noronha texto-badana do poeta António Cabrita
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A Lágrima tem um Menino

10,00  c/ IVA
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A Liberdade é Uma Luta ConstanteA Liberdade é Uma Luta Constante
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A Liberdade é Uma Luta Constante

16,00  c/ IVA
Nesta selecção de ensaios, entrevistas e discursos, a célebre activista e académica Angela Davis lança uma nova luz sobre as lutas contra a violência de Estado e a opressão em vários pontos do mundo – da Palestina à África do Sul –, desmontando as estruturas do sistema capitalista (patriarcado, supremacia branca, políticas imperiais) que apenas sobrevivem perpetuando conflitos. Reflexão sobre os combates históricos do movimento negro nos Estados Unidos, o lugar central do feminismo na desconstrução das relações de poder e a abolição do sistema prisional industrial, A Liberdade é Uma Luta Constante(2015) obriga-nos a olhar para lá do nosso quintal, para os «reservatórios de esperança e optimismo» que encontramos nas colectividades resistentes. Quando dar tréguas à injustiça é multiplicar formas de submissão, Angela Davis desafia-nos a dar o exemplo, fazendo a nossa parte por um movimento global de libertação humana.
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A Liberdade é Uma Luta Constante

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Nesta selecção de ensaios, entrevistas e discursos, a célebre activista e académica Angela Davis lança uma nova luz sobre as lutas contra a violência de Estado e a opressão em vários pontos do mundo – da Palestina à África do Sul –, desmontando as estruturas do sistema capitalista (patriarcado, supremacia branca, políticas imperiais) que apenas sobrevivem perpetuando conflitos. Reflexão sobre os combates históricos do movimento negro nos Estados Unidos, o lugar central do feminismo na desconstrução das relações de poder e a abolição do sistema prisional industrial, A Liberdade é Uma Luta Constante(2015) obriga-nos a olhar para lá do nosso quintal, para os «reservatórios de esperança e optimismo» que encontramos nas colectividades resistentes. Quando dar tréguas à injustiça é multiplicar formas de submissão, Angela Davis desafia-nos a dar o exemplo, fazendo a nossa parte por um movimento global de libertação humana.
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A Maçã de FerroA Maçã de Ferro
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A Maçã de Ferro

10,00  c/ IVA
Agrafado, dobrado e cortado à mão.
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A Maçã de Ferro

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Agrafado, dobrado e cortado à mão.
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À Noite, na FlorestaÀ Noite, na Floresta
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À Noite, na Floresta

18,90  c/ IVA
Certo dia, ao cair da noite, entrei na floresta. E vi um esquilo a esgueirar-se. Uma raposa a caçar. Até que, de repente, apareceu um javali. Parou. Olhou para mim. Fiz-lhe festinhas, e contei-lhe o meu desejo secreto. Vencedor do Prémio Sorcières 2024 na categoria Ficção, este é um álbum inovador e invulgar, inteiramente em tons de preto, castanho e cinzento, e desenhado a carvão obtido a partir de diferentes árvores e arbustos. Sarah Cheveau recria de forma exímia uma experiência contemplativa de observação do mundo natural, e termina com um estudo de cor e um herbário que desvendam as técnicas utilizadas na ilustração deste livro.
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À Noite, na Floresta

18,90  c/ IVA
Certo dia, ao cair da noite, entrei na floresta. E vi um esquilo a esgueirar-se. Uma raposa a caçar. Até que, de repente, apareceu um javali. Parou. Olhou para mim. Fiz-lhe festinhas, e contei-lhe o meu desejo secreto. Vencedor do Prémio Sorcières 2024 na categoria Ficção, este é um álbum inovador e invulgar, inteiramente em tons de preto, castanho e cinzento, e desenhado a carvão obtido a partir de diferentes árvores e arbustos. Sarah Cheveau recria de forma exímia uma experiência contemplativa de observação do mundo natural, e termina com um estudo de cor e um herbário que desvendam as técnicas utilizadas na ilustração deste livro.
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A Violência e o EscárnioA Violência e o Escárnio
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A Violência e o Escárnio

16,00  c/ IVA
Numa grande cidade dirigida por um governador despótico e burlesco, um grupo de amigos, amantes do riso e de outros prazeres da vida, inventa uma nova forma de combate político: a farsa-que-não-parece-farsa. E, desenvolvendo uma actividade que profundamente os diverte (e neles aguça o sentido de humor), põem fora do poleiro o detestado líder. Irónica reflexão sobre o poder, A VIOLÊNCIA E O ESCÁRNIO (1964) são aqui duas faces discrepantes da oposição a sistemas políticos vigentes: a atitude heróica, em que o militante, levando a sério os políticos de Estado, se sacrifica pela causa, e o absoluto desprezo pelas instituições estatais e pelos seus dirigentes, títeres de um mundo grotesco e aviltante. Este romance exprime a paradoxal e salutar perspectiva de Albert Cossery, que às neuróticas gesticulações dos homens opõe o desprendimento e a contemplação — sempre assentes na rejeição do sacrifício.
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A Violência e o Escárnio

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Numa grande cidade dirigida por um governador despótico e burlesco, um grupo de amigos, amantes do riso e de outros prazeres da vida, inventa uma nova forma de combate político: a farsa-que-não-parece-farsa. E, desenvolvendo uma actividade que profundamente os diverte (e neles aguça o sentido de humor), põem fora do poleiro o detestado líder. Irónica reflexão sobre o poder, A VIOLÊNCIA E O ESCÁRNIO (1964) são aqui duas faces discrepantes da oposição a sistemas políticos vigentes: a atitude heróica, em que o militante, levando a sério os políticos de Estado, se sacrifica pela causa, e o absoluto desprezo pelas instituições estatais e pelos seus dirigentes, títeres de um mundo grotesco e aviltante. Este romance exprime a paradoxal e salutar perspectiva de Albert Cossery, que às neuróticas gesticulações dos homens opõe o desprendimento e a contemplação — sempre assentes na rejeição do sacrifício.
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Acerca del Silencio – una antropologíaAcerca del Silencio – una antropología
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Acerca del Silencio – una antropología

24,81  c/ IVA
David Le Breton (1953) es un sociólogo y antropólogo francés. Profesor en la Universidad de Estrasburgo, es uno de los intelectuales más leído, actualmente, en Latinoamérica. También es autor de, entre otros libros, Antropología del dolor o El silencio. Prometeo Libros ha publicado, además, Sociología del riesgo (2021), Antropología del cuerpo y modernidad (2021). El interaccionismo simbólico (2022), Las pasiones ordinarias (2023) y Ritos de virilidad en la adolescencia (2023) Los rostros. Ensayo de antropología (2024)
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Acerca del Silencio – una antropología

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David Le Breton (1953) es un sociólogo y antropólogo francés. Profesor en la Universidad de Estrasburgo, es uno de los intelectuales más leído, actualmente, en Latinoamérica. También es autor de, entre otros libros, Antropología del dolor o El silencio. Prometeo Libros ha publicado, además, Sociología del riesgo (2021), Antropología del cuerpo y modernidad (2021). El interaccionismo simbólico (2022), Las pasiones ordinarias (2023) y Ritos de virilidad en la adolescencia (2023) Los rostros. Ensayo de antropología (2024)
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Against Morality

18,40  c/ IVA
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Alecrim Recém Cortado

13,00  c/ IVA
Juan Carlos tem nome de virgem e escreveu Alecrim recém cortado, uma passagem para a fragilidade e a força de um ser e de seres que habitam as terras da Estremadura, onde o violento e o sujo se perdem entre o suor e o amor, onde a visão do mal não impede a visão de tudo o que é belo. A língua faz-se sua através dos séculos, inteiramente nova e velha ao mesmo tempo. – Violeta Gil (do prefácio) * Juan Carlos Panduro nasceu em 1998, em Badajoz, e formou-se como artista de circo na École Supérieure des Arts du Cirque de Bruxelas. Interessado por trabalhos que pensem os limites do corpo, desde pequeno que lhe pedem para escrever um poema à virgem, o que continua a tentar. Alecrim Recém Cortado é o seu primeiro livro.
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Alecrim Recém Cortado

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Juan Carlos tem nome de virgem e escreveu Alecrim recém cortado, uma passagem para a fragilidade e a força de um ser e de seres que habitam as terras da Estremadura, onde o violento e o sujo se perdem entre o suor e o amor, onde a visão do mal não impede a visão de tudo o que é belo. A língua faz-se sua através dos séculos, inteiramente nova e velha ao mesmo tempo. – Violeta Gil (do prefácio) * Juan Carlos Panduro nasceu em 1998, em Badajoz, e formou-se como artista de circo na École Supérieure des Arts du Cirque de Bruxelas. Interessado por trabalhos que pensem os limites do corpo, desde pequeno que lhe pedem para escrever um poema à virgem, o que continua a tentar. Alecrim Recém Cortado é o seu primeiro livro.
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