Vermes e Outros Contos
10,00 € c/ IVA
A maioria dos contos desta coletânea foi escrita entre 2017 e 2021. Os textos que abrem e fecham este volume, Bichos-da-seda e Lagartos, são mais recentes (2023). Há também dois contos que sobreviveram a um período anterior de escrita, 2009 a 2010: Organização e Vermes. É este último que dá o título ao volume, não porque seja o mais destacado, mas porque, na sua qualidade de primogénito, usurpou desde logo este lugar. Não me seria possível imaginar um outro nome para este primeiro volume de contos. Quase todos eles foram publicados nas redes sociais, tendo sido escolhidos e revistos para esta edição.
Impõe-se também um esclarecimento acerca da imagem usada na capa. Bem sei que os lagartos não fazem parte do conjunto de animais designados por vermes. Para mim, do ponto de vista simbólico, representam o seu exato oposto. Enquanto associo os vermes à ideia de corrupção, putrefação, parasitismo e, de um modo mais lato, à ideia de morte; os lagartos são, para mim, uma espécie de talismãs travessos, símbolos da transformação e regeneração.
Tal como me foi impossível alterar o nome (que me acompanhava há mais de treze anos), depois de desenhar a primeira capa com o lagarto, foi impossível escolher qualquer outra alternativa, que me parecia sempre pior; mesmo que tenha obrigado a escrever uma nota explicativa (sempre mau sinal).
Nota do Autor, Pedro Rondulha Gomes
Vermes e Outros Contos
10,00 € c/ IVA
A maioria dos contos desta coletânea foi escrita entre 2017 e 2021. Os textos que abrem e fecham este volume, Bichos-da-seda e Lagartos, são mais recentes (2023). Há também dois contos que sobreviveram a um período anterior de escrita, 2009 a 2010: Organização e Vermes. É este último que dá o título ao volume, não porque seja o mais destacado, mas porque, na sua qualidade de primogénito, usurpou desde logo este lugar. Não me seria possível imaginar um outro nome para este primeiro volume de contos. Quase todos eles foram publicados nas redes sociais, tendo sido escolhidos e revistos para esta edição.
Impõe-se também um esclarecimento acerca da imagem usada na capa. Bem sei que os lagartos não fazem parte do conjunto de animais designados por vermes. Para mim, do ponto de vista simbólico, representam o seu exato oposto. Enquanto associo os vermes à ideia de corrupção, putrefação, parasitismo e, de um modo mais lato, à ideia de morte; os lagartos são, para mim, uma espécie de talismãs travessos, símbolos da transformação e regeneração.
Tal como me foi impossível alterar o nome (que me acompanhava há mais de treze anos), depois de desenhar a primeira capa com o lagarto, foi impossível escolher qualquer outra alternativa, que me parecia sempre pior; mesmo que tenha obrigado a escrever uma nota explicativa (sempre mau sinal).
Nota do Autor, Pedro Rondulha Gomes
Viajante Tranquilo
23,00 € c/ IVA
A partir de imagens ressignificadas, modificadas e coloridas, extraídas de uma colecção de livros de medicina chinesa e qigong, este livro foi editado por Gonçalo Duarte e Catarina Real e publicado pelas Edições da Ruína.
Viajante Tranquilo
23,00 € c/ IVA
A partir de imagens ressignificadas, modificadas e coloridas, extraídas de uma colecção de livros de medicina chinesa e qigong, este livro foi editado por Gonçalo Duarte e Catarina Real e publicado pelas Edições da Ruína.
vinte e dois poemas de guerra para Clementina
15,00 € c/ IVA
Vozes de Letras
20,00 € c/ IVA
Dar voz às letras transmite de imediato um sentido de democracia, lembrando a importância da voz de cada pessoa, nesse enorme colectivo que somos todos nós. No texto escrito por João Pedro Mésseder, cada letra do alfabeto fala na primeira pessoa enfatizando e explorando o seu próprio aspecto gráfico, associando-o a características pessoais e aproximando-o do “mundo real”. O livro Vozes de Letras foi composto e impresso em caracteres móveis pelo mestre tipógrafo Rui Damasceno, e é também a casa de ilustrações tipográficas criadas a partir de tipos de madeira e de chumbo, zincogravuras e outro material gráfico existente na Tipografia Damasceno, em Coimbra. O produto final, em que palavra e imagem dialogam, e uma à outra se completam, evoca também, intencionalmente, a poesia visual e o experimentalismo poético.
Vozes de Letras
20,00 € c/ IVA
Dar voz às letras transmite de imediato um sentido de democracia, lembrando a importância da voz de cada pessoa, nesse enorme colectivo que somos todos nós. No texto escrito por João Pedro Mésseder, cada letra do alfabeto fala na primeira pessoa enfatizando e explorando o seu próprio aspecto gráfico, associando-o a características pessoais e aproximando-o do “mundo real”. O livro Vozes de Letras foi composto e impresso em caracteres móveis pelo mestre tipógrafo Rui Damasceno, e é também a casa de ilustrações tipográficas criadas a partir de tipos de madeira e de chumbo, zincogravuras e outro material gráfico existente na Tipografia Damasceno, em Coimbra. O produto final, em que palavra e imagem dialogam, e uma à outra se completam, evoca também, intencionalmente, a poesia visual e o experimentalismo poético.
Wendell Berry – Poemas Escolhidos
15,00 € c/ IVA
Poemas Escolhidos de Wendell Berry tem selecção e tradução de Catarina Nunes de Almeida.
Wendell Berry – Poemas Escolhidos
15,00 € c/ IVA
Poemas Escolhidos de Wendell Berry tem selecção e tradução de Catarina Nunes de Almeida.
Wrap, History and Syncope
14,75 € c/ IVA
Xeique Phda
20,00 € c/ IVA
Eis um caos existencial que nos aqui é relatado, sendo que o Xeique PHDA (Perturbação de Hiperactividade com Défice de Atenção) é uma personagem real, romanceada pelo autor finlandês Marko Turunen.
O trabalho de Turunen baseia-se na realidade, muitas vezes a mais monótona delas todas, apimentada com uma estética Hiper-Pop em que temos a sensação de estarmos imersos num universo Meta. Assim no horizonte do quotidiano, co-habitam "mulheres-com-excesso-de-mangá", homens "funny animals" ou super-heróis 3D, entre outras criaturas mutantes da cultura popular da Aldeia Global.
Embora o autor já tenha estado presente com uma exposição individual no Salão Lisboa de Banda Desenhada e Ilustração, em 2005, esta é a sua estreia portuguesa em livro. Curiosamente a autora Tea Tauriainen que participa num episódio deste volume já tinha sido publicada cá no Mesinha de Cabeceira.
Xeique Phda
20,00 € c/ IVA
Eis um caos existencial que nos aqui é relatado, sendo que o Xeique PHDA (Perturbação de Hiperactividade com Défice de Atenção) é uma personagem real, romanceada pelo autor finlandês Marko Turunen.
O trabalho de Turunen baseia-se na realidade, muitas vezes a mais monótona delas todas, apimentada com uma estética Hiper-Pop em que temos a sensação de estarmos imersos num universo Meta. Assim no horizonte do quotidiano, co-habitam "mulheres-com-excesso-de-mangá", homens "funny animals" ou super-heróis 3D, entre outras criaturas mutantes da cultura popular da Aldeia Global.
Embora o autor já tenha estado presente com uma exposição individual no Salão Lisboa de Banda Desenhada e Ilustração, em 2005, esta é a sua estreia portuguesa em livro. Curiosamente a autora Tea Tauriainen que participa num episódio deste volume já tinha sido publicada cá no Mesinha de Cabeceira.
ZOV
14,00 € c/ IVA
Depois de Cadernos de Bernfried Jarvi chega o novo livro de Rui Manuel Amaral, ZOV. Um livro que nos leva numa viagem sem mapa, caótica e subversiva, com qualquer coisa que parece assemelhar-se a um palco em pano de fundo e algumas personagens em cena. Mas não se iludam com esta descrição, este é um livro que não se encaixa em lado nenhum, um vendaval de leitura, um terramoto literário.
ZOV
14,00 € c/ IVA
Depois de Cadernos de Bernfried Jarvi chega o novo livro de Rui Manuel Amaral, ZOV. Um livro que nos leva numa viagem sem mapa, caótica e subversiva, com qualquer coisa que parece assemelhar-se a um palco em pano de fundo e algumas personagens em cena. Mas não se iludam com esta descrição, este é um livro que não se encaixa em lado nenhum, um vendaval de leitura, um terramoto literário.






