Allow me to Dream a Body with You
12,00 € c/ IVA
Sabina Holzer works in the field of expanded choreography. Her performances, interventions and texts explore the ecologies of human and more-than-human bodies with particular attention to movement and matter. She engages in practices of collaboration, philosophy, ecology, science fiction and poetry.
Allow me to Dream a Body with You
12,00 € c/ IVA
Sabina Holzer works in the field of expanded choreography. Her performances, interventions and texts explore the ecologies of human and more-than-human bodies with particular attention to movement and matter. She engages in practices of collaboration, philosophy, ecology, science fiction and poetry.
Anarquia, Estado e Utopia
31,90 € c/ IVA
ROBERT NOZICK
ROBERT NOZICK (1938-2002) foi um importante filósofo norte-americano, com especial proeminência nas décadas de 70 e 80 do século passado. Concluiu os seus estudos superiores nas universidades de Columbia, Princeton e Oxford. Embora seja mais conhecido pela sua obra Anarquia, Estado e Utopia, publicou também textos sobre teoria da decisão e epistemologia. Foi professor de Filosofia na Universidade de Harvard.Anarquia, Estado e Utopia
31,90 € c/ IVA
ROBERT NOZICK
ROBERT NOZICK (1938-2002) foi um importante filósofo norte-americano, com especial proeminência nas décadas de 70 e 80 do século passado. Concluiu os seus estudos superiores nas universidades de Columbia, Princeton e Oxford. Embora seja mais conhecido pela sua obra Anarquia, Estado e Utopia, publicou também textos sobre teoria da decisão e epistemologia. Foi professor de Filosofia na Universidade de Harvard.Anguesângue
15,00 € c/ IVA
Anguesângue é uma adaptação em três capítulos dos contos Unhapiness e On Parables de Franz Kafka (1883-1924).
O que une a banda Faint Spirit, um quarto alugado no 3º andar, um solilóquio para um público invisível, um oculto inquiridor, uma visita no entardecer de Novembro e um vizinho que está lá para espiar quando saímos: EUGÉNIO, um hóspede que não encontra consolo no facto de não acreditar em fantasmas.
Anguesângue
15,00 € c/ IVA
Anguesângue é uma adaptação em três capítulos dos contos Unhapiness e On Parables de Franz Kafka (1883-1924).
O que une a banda Faint Spirit, um quarto alugado no 3º andar, um solilóquio para um público invisível, um oculto inquiridor, uma visita no entardecer de Novembro e um vizinho que está lá para espiar quando saímos: EUGÉNIO, um hóspede que não encontra consolo no facto de não acreditar em fantasmas.
Apontamentos Sobre a Poesia Pós-Conceptual
20,00 € c/ IVA
Com a Internet, tudo pode ser levado para dentro do poema, qualquer pessoa pode tornar-se uma estrela, e os ditames da moda (receber gostos) substituem a autoridade do crítico. E, no entanto, a crise de que todos os críticos (desde a mais velha estrela do rock até Hal Foster) parecem lamentar-se quando não conseguem perceber quem determina o talento na Internet é, na verdade, uma crise que, ao mesmo tempo, é a coisa mais maravilhosa de sempre para o crítico. Porque quanto maior a mise en abyme, mais importante é o papel do crítico na manutenção da ordem. E, por conseguinte, a maioria dos críticos que escreve em revistas ostentosas lamentando a mise en abyme da moda está propositadamente a negligenciar a moda de luxo que ganham com essa mise en abyme: a importância dos críticos e dos curadores é redobrada! E a maioria, claro, aproveita a oportunidade, ao lamentar esta mise en abyme, para enfatizar os poucos artistas que crêem livres desta acusação.
Apontamentos Sobre a Poesia Pós-Conceptual
20,00 € c/ IVA
Com a Internet, tudo pode ser levado para dentro do poema, qualquer pessoa pode tornar-se uma estrela, e os ditames da moda (receber gostos) substituem a autoridade do crítico. E, no entanto, a crise de que todos os críticos (desde a mais velha estrela do rock até Hal Foster) parecem lamentar-se quando não conseguem perceber quem determina o talento na Internet é, na verdade, uma crise que, ao mesmo tempo, é a coisa mais maravilhosa de sempre para o crítico. Porque quanto maior a mise en abyme, mais importante é o papel do crítico na manutenção da ordem. E, por conseguinte, a maioria dos críticos que escreve em revistas ostentosas lamentando a mise en abyme da moda está propositadamente a negligenciar a moda de luxo que ganham com essa mise en abyme: a importância dos críticos e dos curadores é redobrada! E a maioria, claro, aproveita a oportunidade, ao lamentar esta mise en abyme, para enfatizar os poucos artistas que crêem livres desta acusação.
Arte Breve
8,00 € c/ IVA
Arte Breve é uma edição limitada, com pequena tiragem, da colecção Errar da editora Flâneur, impressa com costura à vista.
Arte Breve
8,00 € c/ IVA
Arte Breve é uma edição limitada, com pequena tiragem, da colecção Errar da editora Flâneur, impressa com costura à vista.
As Cigarras Vão Morrer, Antologia de Haikus
11,00 € c/ IVA
As cigarras vão morrer
mas no seu canto
nada o anuncia
Matsuo Bashô
As Cigarras Vão Morrer, Antologia de Haikus
11,00 € c/ IVA
As cigarras vão morrer
mas no seu canto
nada o anuncia
Matsuo Bashô
As Nuvens e o Vaso Sagrado
16,00 € c/ IVA
Betão – Arma de Construção Maciça do Capitalismo
15,00 € c/ IVA
Partindo do episódio da queda da Ponte Morandi, em Génova, em 2018, como caso exemplar da obsolescência programada, Anselm Jappe desenvolve a premissa de que o betão — um dos materiais de construção mais utilizados no planeta, produzido em quantidades astronómicas e com irreversíveis consequências sanitárias e ambientais — encarna por excelência a lógica desmesurada, descartável e destrutiva do capitalismo. Ensaio que associa a crítica do valor à crítica da arquitectura e do urbanismo contem-porâneos, rememorando o historial problemático deste material — das intenções dos seus entusiastas às reservas dos seus detractores, da sua expansão durante a Revolução Industrial ao declínio de técnicas sustentáveis e ancestrais —, Betão (2020) é um protesto contra a uniformização económica, social e estética do mundo, uma recusa da habitação como activo rentável e um alerta para as insidiosas leis da mercadoria e do crescimento infinito.
Betão – Arma de Construção Maciça do Capitalismo
15,00 € c/ IVA
Partindo do episódio da queda da Ponte Morandi, em Génova, em 2018, como caso exemplar da obsolescência programada, Anselm Jappe desenvolve a premissa de que o betão — um dos materiais de construção mais utilizados no planeta, produzido em quantidades astronómicas e com irreversíveis consequências sanitárias e ambientais — encarna por excelência a lógica desmesurada, descartável e destrutiva do capitalismo. Ensaio que associa a crítica do valor à crítica da arquitectura e do urbanismo contem-porâneos, rememorando o historial problemático deste material — das intenções dos seus entusiastas às reservas dos seus detractores, da sua expansão durante a Revolução Industrial ao declínio de técnicas sustentáveis e ancestrais —, Betão (2020) é um protesto contra a uniformização económica, social e estética do mundo, uma recusa da habitação como activo rentável e um alerta para as insidiosas leis da mercadoria e do crescimento infinito.
Cadelas Vadias
18,00 € c/ IVA
Dahlia de la Cerda é o braço armado das mulheres que escrevem, o esperado apóstolo das mulheres que ajudam outras mulheres. Contra-escrita de bairro, misoprostol com marijuana, tweets de narcocorridos, violência a rodos, os seus livros são tudo ou nada, literatura de luxo proletário, carnal e radical para tempos tontos e cobardes.
Cadelas Vadias
18,00 € c/ IVA
Dahlia de la Cerda é o braço armado das mulheres que escrevem, o esperado apóstolo das mulheres que ajudam outras mulheres. Contra-escrita de bairro, misoprostol com marijuana, tweets de narcocorridos, violência a rodos, os seus livros são tudo ou nada, literatura de luxo proletário, carnal e radical para tempos tontos e cobardes.
Caderno de Talamanca
10,00 € c/ IVA
«Não consigo concentrar-me em nada, tudo me aborrece, tudo me convida à dispersão. Em contrapartida, interesso-me por uma data de coisas, mas por nenhuma até ao fim, salvo talvez o aborrecimento.
Sou um obsessivo dissipado, que esbanja e pulveriza as obsessões. Podia ter sido um grande curioso do incurável.»
(p.34)
Caderno de Talamanca
10,00 € c/ IVA
«Não consigo concentrar-me em nada, tudo me aborrece, tudo me convida à dispersão. Em contrapartida, interesso-me por uma data de coisas, mas por nenhuma até ao fim, salvo talvez o aborrecimento.
Sou um obsessivo dissipado, que esbanja e pulveriza as obsessões. Podia ter sido um grande curioso do incurável.»
(p.34)
Cadernos de Bernfried Jarvi
14,00 € c/ IVA
Este é a primeira “longa metragem” de Rui Manuel Amaral. Rui Manuel Amaral é autor de Caravana (Angelus Novus, 2008), Doutor Avalanche (Angelus Novus, 2010) e Polaróide (Língua Morta, 2015). Traduziu Oliverio Girondo, Francisco Tario, Virgilio Piñera e Ruben Darío. Editou Konstantinos Kaváfis, Antonin Artaud, Daniil Kharms, Felix Fénéon, Charles Cros, Alphonse Allais, entre outros.
Cadernos de Bernfried Jarvi
14,00 € c/ IVA
Este é a primeira “longa metragem” de Rui Manuel Amaral. Rui Manuel Amaral é autor de Caravana (Angelus Novus, 2008), Doutor Avalanche (Angelus Novus, 2010) e Polaróide (Língua Morta, 2015). Traduziu Oliverio Girondo, Francisco Tario, Virgilio Piñera e Ruben Darío. Editou Konstantinos Kaváfis, Antonin Artaud, Daniil Kharms, Felix Fénéon, Charles Cros, Alphonse Allais, entre outros.
Canções de Declínio
12,00 € c/ IVA
Mário de Sá-Carneiro é um poeta fora do seu tempo e, portanto, contemporâneo porque só é contemporâneo quem não coincide com o próprio tempo e não se adapta às suas pretensões. Por isso, plenamente consciente de ser o único a chegar a tempo a uma festa cujo convite, porém, declinou, Sá-Carneiro faz-se ele próprio ofensa e irrisão dos lepidópteros de uma época que é a sua, mas que recusa porque é incapaz de correr à sua velocidade.
Talvez tenhamos de começar por aqui e admitir que não precisamos da vida de Mário de Sá-Carneiro — e muito menos da sua morte — para apreciar os seus versos e reconhecer-lhe a grandeza que, passado mais de um século, continua inalterada e inalcançável.
Canções de Declínio, com edição de Giorgio de Marchis e ilustrações de Kleber Sales, reúne todos os poemas da breve idade adulta de Mário de Sá-Carneiro e conta com prefácio de Adriana Calcanhotto.
Canções de Declínio
12,00 € c/ IVA
Mário de Sá-Carneiro é um poeta fora do seu tempo e, portanto, contemporâneo porque só é contemporâneo quem não coincide com o próprio tempo e não se adapta às suas pretensões. Por isso, plenamente consciente de ser o único a chegar a tempo a uma festa cujo convite, porém, declinou, Sá-Carneiro faz-se ele próprio ofensa e irrisão dos lepidópteros de uma época que é a sua, mas que recusa porque é incapaz de correr à sua velocidade.
Talvez tenhamos de começar por aqui e admitir que não precisamos da vida de Mário de Sá-Carneiro — e muito menos da sua morte — para apreciar os seus versos e reconhecer-lhe a grandeza que, passado mais de um século, continua inalterada e inalcançável.
Canções de Declínio, com edição de Giorgio de Marchis e ilustrações de Kleber Sales, reúne todos os poemas da breve idade adulta de Mário de Sá-Carneiro e conta com prefácio de Adriana Calcanhotto.
Capitalismo Canibal – Como enfrentar um sistema que devora a democracia, as condições de existência e o planeta
19,00 € c/ IVA
O capitalismo separou brutalmente os seres humanos dos ritmos naturais e sazonais, recrutando-os para a laboração industrial, alimentada por combustíveis fósseis, e para a agricultura em vista do lucro, com recurso a fertilizantes químicos. Ao mesmo tempo, o neoliberalismo promete obliterar a fronteira natureza/humano, como é bem visível nas novas técnicas reprodutivas e na evolução contínua dos ciborgues. Longe de proporcionarem uma «reconciliação» com a natureza, esses desenvolvimentos intensificam a sua canibalização pelo capital.
Omnívoro e alarve, o capital canibaliza todas as esferas da vida, sugando recursos naturais, explorando populações racializadas e minando a prática política. Se à actual urgência climática acrescem crises económicas sucessivas, o colapso da democracia e uma crescente hostilidade face a minorias, CAPITALISMO CANIBAL (2022) traça a linha que une todos os pontos – o apetite insaciável de um modelo económico e social arrasador – e propõe-nos que imaginemos novos sistemas para o substituir. Síntese do labor investigativo de Nancy Fraser, este é um livro urgente para compreendermos o capitalismo do século XXI e ousarmos formas de lhe resistir.
Capitalismo Canibal – Como enfrentar um sistema que devora a democracia, as condições de existência e o planeta
19,00 € c/ IVA
O capitalismo separou brutalmente os seres humanos dos ritmos naturais e sazonais, recrutando-os para a laboração industrial, alimentada por combustíveis fósseis, e para a agricultura em vista do lucro, com recurso a fertilizantes químicos. Ao mesmo tempo, o neoliberalismo promete obliterar a fronteira natureza/humano, como é bem visível nas novas técnicas reprodutivas e na evolução contínua dos ciborgues. Longe de proporcionarem uma «reconciliação» com a natureza, esses desenvolvimentos intensificam a sua canibalização pelo capital.
Omnívoro e alarve, o capital canibaliza todas as esferas da vida, sugando recursos naturais, explorando populações racializadas e minando a prática política. Se à actual urgência climática acrescem crises económicas sucessivas, o colapso da democracia e uma crescente hostilidade face a minorias, CAPITALISMO CANIBAL (2022) traça a linha que une todos os pontos – o apetite insaciável de um modelo económico e social arrasador – e propõe-nos que imaginemos novos sistemas para o substituir. Síntese do labor investigativo de Nancy Fraser, este é um livro urgente para compreendermos o capitalismo do século XXI e ousarmos formas de lhe resistir.
Casa
16,00 € c/ IVA
Para uns, casa é no campo. Para outros, é um apartamento na cidade. Existem casas altas e casas baixas, casas minimalistas e casas eclécticas. As abelhas vivem em colmeias. Já o guaxinim gosta de árvores ocas. Neste livro há casas aquáticas, casas com rodas e até casas na Lua! Acreditam?
Uma viagem pelo mundo, entre a realidade e a fantasia, em busca das muitas formas de nos sentirmos em casa, pela premiada ilustradora Carson Ellis.
Casa
16,00 € c/ IVA
Para uns, casa é no campo. Para outros, é um apartamento na cidade. Existem casas altas e casas baixas, casas minimalistas e casas eclécticas. As abelhas vivem em colmeias. Já o guaxinim gosta de árvores ocas. Neste livro há casas aquáticas, casas com rodas e até casas na Lua! Acreditam?
Uma viagem pelo mundo, entre a realidade e a fantasia, em busca das muitas formas de nos sentirmos em casa, pela premiada ilustradora Carson Ellis.









