Casulo para Criar Asas
15,00 € c/ IVA
𝒄𝒂𝒔𝒖𝒍𝒐 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒄𝒓𝒊𝒂𝒓 𝒂𝒔𝒂𝒔 é o lugar onde pacientemente verti alguns poemas, tecidos ao longo de infindáveis transformações. o primeiro livro de poesia – e com ele toda a beleza do inacabado que se começa, inicia frágil, ténue casca, porém substância
nuclear.
seguir
sendo.
querer tudo, o que se vê e o que se esconde, o que afaga e o que fere. a rua que me viu crescer ou o mundo. mas antes, o silêncio, onde o casulo se tece, onde a transformação acontece com vagar. aceitar a dor e o deleite, a sombra e a luz, o grão-terra e o areal pra se nascer inteiramente pra sempre.
este livro é sobre infindáveis transformações silenciosas, o ínfimo e o infinito.
Casulo para Criar Asas
15,00 € c/ IVA
𝒄𝒂𝒔𝒖𝒍𝒐 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒄𝒓𝒊𝒂𝒓 𝒂𝒔𝒂𝒔 é o lugar onde pacientemente verti alguns poemas, tecidos ao longo de infindáveis transformações. o primeiro livro de poesia – e com ele toda a beleza do inacabado que se começa, inicia frágil, ténue casca, porém substância
nuclear.
seguir
sendo.
querer tudo, o que se vê e o que se esconde, o que afaga e o que fere. a rua que me viu crescer ou o mundo. mas antes, o silêncio, onde o casulo se tece, onde a transformação acontece com vagar. aceitar a dor e o deleite, a sombra e a luz, o grão-terra e o areal pra se nascer inteiramente pra sempre.
este livro é sobre infindáveis transformações silenciosas, o ínfimo e o infinito.
Clepsydra, A Poesia de Camilo Pessanha
12,00 € c/ IVA
Camilo Pessanha, geralmente identificado (e bem) com o simbolismo, pelas imagens que usa e pelos símbolos que propõe na sua leitura metafórica do mundo e das suas sensações, pode, sob outro prisma, ser apartado daquele movimento literário. É que à vista do leitor vai-se revelando uma narrativa alegórica que, ao conceber a existência humana como um processo de despersonalização, acaba por conduzir a sua poesia para o território do modernismo. São, aliás, absolutamente centrais na literatura portuguesa as ligações entre Pessanha e poetas modernistas como Mário de Sá-Carneiro (1890–1916) e Fernando Pessoa (1888–1935), com a poesia de Pessanha a iluminar uma boa parte das obras destes autores. A presente edição da obra poética de Camilo Pessanha, da responsabilidade de Paulo Franchetti, conta com uma introdução de Helena Carvalhão Buescu e ilustrações de André Carrilho.
Clepsydra, A Poesia de Camilo Pessanha
12,00 € c/ IVA
Camilo Pessanha, geralmente identificado (e bem) com o simbolismo, pelas imagens que usa e pelos símbolos que propõe na sua leitura metafórica do mundo e das suas sensações, pode, sob outro prisma, ser apartado daquele movimento literário. É que à vista do leitor vai-se revelando uma narrativa alegórica que, ao conceber a existência humana como um processo de despersonalização, acaba por conduzir a sua poesia para o território do modernismo. São, aliás, absolutamente centrais na literatura portuguesa as ligações entre Pessanha e poetas modernistas como Mário de Sá-Carneiro (1890–1916) e Fernando Pessoa (1888–1935), com a poesia de Pessanha a iluminar uma boa parte das obras destes autores. A presente edição da obra poética de Camilo Pessanha, da responsabilidade de Paulo Franchetti, conta com uma introdução de Helena Carvalhão Buescu e ilustrações de André Carrilho.
Como É Que o Pai Natal Desce pela Chaminé?
14,50 € c/ IVA
Como é que ele faz, como é que funciona? Será que aperta mais o cinto ou fica pequenino como um rato? Será que se estica como plasticina? Entra de cabeça ou com os pés? E se a casa não tiver chaminé... o que é que acontece?
Com muito humor e uma boa dose de absurdo, este álbum tenta resolver um dos grandes mistérios do mundo!
Como É Que o Pai Natal Desce pela Chaminé?
14,50 € c/ IVA
Como é que ele faz, como é que funciona? Será que aperta mais o cinto ou fica pequenino como um rato? Será que se estica como plasticina? Entra de cabeça ou com os pés? E se a casa não tiver chaminé... o que é que acontece?
Com muito humor e uma boa dose de absurdo, este álbum tenta resolver um dos grandes mistérios do mundo!
Como Nascem as Árvores
16,00 € c/ IVA
«Mãe, as árvores casam entre elas? E depois têm árvores bebés que crescem?» Assim começa um passeio de mãe e filho pela floresta. Juntos, observam a natureza que os rodeia, e começam uma divertida conversa sobre como nascem e crescem as árvores. Pelo caminho, procuram o lugar perfeito para plantar uma árvore em memória de quem já partiu.
Vencedor do Prémio Bologna Ragazzi 2024 na categoria Comics, Como Nascem as Árvores é um livro didáctico e arrebatador que explora os temas da sustentabilidade e da memória.
Como Nascem as Árvores
16,00 € c/ IVA
«Mãe, as árvores casam entre elas? E depois têm árvores bebés que crescem?» Assim começa um passeio de mãe e filho pela floresta. Juntos, observam a natureza que os rodeia, e começam uma divertida conversa sobre como nascem e crescem as árvores. Pelo caminho, procuram o lugar perfeito para plantar uma árvore em memória de quem já partiu.
Vencedor do Prémio Bologna Ragazzi 2024 na categoria Comics, Como Nascem as Árvores é um livro didáctico e arrebatador que explora os temas da sustentabilidade e da memória.
-11%
Como Rebentar um Oleoduto
O preço original era: 15,50 €.13,95 €O preço atual é: 13,95 €. c/ IVA
-11%
Como Rebentar um Oleoduto
O preço original era: 15,50 €.13,95 €O preço atual é: 13,95 €. c/ IVA
Como Reconhecer o Fascismo & Da Diferença entre Migrações e Emigrações
14,00 € c/ IVA
Os dois textos de Umberto Eco que integram este livro fazem parte de Cinco Escritos Morais, publicado em 1997.
Mas quer “O Fascismo Eterno” quer “Migrações, Tolerância e Intolerável” se revelaram de uma enorme lucidez.
Daí a iniciativa de os reunir em separado e com os títulos explicitamente voltados para dois dos mais importantes problemas da Europa de hoje.
Como Reconhecer o Fascismo & Da Diferença entre Migrações e Emigrações
14,00 € c/ IVA
Os dois textos de Umberto Eco que integram este livro fazem parte de Cinco Escritos Morais, publicado em 1997.
Mas quer “O Fascismo Eterno” quer “Migrações, Tolerância e Intolerável” se revelaram de uma enorme lucidez.
Daí a iniciativa de os reunir em separado e com os títulos explicitamente voltados para dois dos mais importantes problemas da Europa de hoje.
Compromised by Magic
12,00 € c/ IVA
Augusto Corrieri is an artist and writer. In his work he deconstructs the apparatus of theatre, inviting spectators to reflect on questions of spectacle and ecology in the twenty-first century. He presents sleight-of-hand magic performances under the pseudonym Vincent Gambini.
Compromised by Magic
12,00 € c/ IVA
Augusto Corrieri is an artist and writer. In his work he deconstructs the apparatus of theatre, inviting spectators to reflect on questions of spectacle and ecology in the twenty-first century. He presents sleight-of-hand magic performances under the pseudonym Vincent Gambini.
Cores
10,00 € c/ IVA
Quem não sabe é como quem não vê é um livro de ilustração de expressões portuguesas. Estas palavras fazem parte da minha vida desde que me lembro e pensar que há pessoas com quem falo que não as conhecem ou percebem, fez-me querer fazer este livro.
Cores
10,00 € c/ IVA
Quem não sabe é como quem não vê é um livro de ilustração de expressões portuguesas. Estas palavras fazem parte da minha vida desde que me lembro e pensar que há pessoas com quem falo que não as conhecem ou percebem, fez-me querer fazer este livro.
Criança e Rosa
12,00 € c/ IVA
A presente antologia dá-nos a ler uma das vozes mais representativas do modernismo russo. Expectavelmente silenciada pela União Soviética pré-Perestroyka, a dicção de Gennady Aygi (1934-2006) foi, desde cedo, na verdade tão cedo quanto 1953, sintomaticamente o ano da morte de Estaline, influenciada pelo peso literário e humano do seu amigo Boris Pasternak, que aquele conhecera ao mudar-se para estudar literatura em Moscovo, quando admitido na colónia de escritores de Peredelkino.
Originário da província soviética da Chuváchia, Aygi acabou, eventualmente, e por influência do próprio Pasternak, por abandonar a sua língua tradicional chuvache, de raiz turcomana, passando a escrever em russo, apesar de nunca ter perdido os laços afectivos com a sua região natal, chegando, pelo contrário, a traduzir vários autores para chuvache e a organizar uma antologia de poetas chuvaches.
Criança e Rosa
12,00 € c/ IVA
A presente antologia dá-nos a ler uma das vozes mais representativas do modernismo russo. Expectavelmente silenciada pela União Soviética pré-Perestroyka, a dicção de Gennady Aygi (1934-2006) foi, desde cedo, na verdade tão cedo quanto 1953, sintomaticamente o ano da morte de Estaline, influenciada pelo peso literário e humano do seu amigo Boris Pasternak, que aquele conhecera ao mudar-se para estudar literatura em Moscovo, quando admitido na colónia de escritores de Peredelkino.
Originário da província soviética da Chuváchia, Aygi acabou, eventualmente, e por influência do próprio Pasternak, por abandonar a sua língua tradicional chuvache, de raiz turcomana, passando a escrever em russo, apesar de nunca ter perdido os laços afectivos com a sua região natal, chegando, pelo contrário, a traduzir vários autores para chuvache e a organizar uma antologia de poetas chuvaches.
Crise da Narração
17,50 € c/ IVA
Byung-Chul Han nasceu em Seul, em 1959, onde estudou Metalurgia. No final dos anos 80, deslocou-se para a Alemanha, apesar de desconhecer a língua do país. Estudou Filosofia na Universidade de Friburgo e Literatura Alemã e Teologia na Universidade de Munique. Em 1994, doutorou-se naquela universidade com uma tese sobre Martin Heidegger. Atualmente ensina Filosofia na Universidade das Artes de Berlim, depois de ter ensinado Filosofia e Teoria dos Meios de Comunicação na Escola Superior de Desenho de Karlsruhe, onde teve como colega Peter Sloterdijk, com quem manteve algumas polémicas.
Crise da Narração
17,50 € c/ IVA
Byung-Chul Han nasceu em Seul, em 1959, onde estudou Metalurgia. No final dos anos 80, deslocou-se para a Alemanha, apesar de desconhecer a língua do país. Estudou Filosofia na Universidade de Friburgo e Literatura Alemã e Teologia na Universidade de Munique. Em 1994, doutorou-se naquela universidade com uma tese sobre Martin Heidegger. Atualmente ensina Filosofia na Universidade das Artes de Berlim, depois de ter ensinado Filosofia e Teoria dos Meios de Comunicação na Escola Superior de Desenho de Karlsruhe, onde teve como colega Peter Sloterdijk, com quem manteve algumas polémicas.
Crush
15,00 € c/ IVA
Richard Siken nasceu em 1967, em Nova Iorque (EUA), e é autor de três livros de poesia, sendo Crush (2005) o seu primeiro livro, seguido de War of the Foxes (2015) e I Do Know Some Things (2025).
Crush foi considerado pela Atlantic um dos melhores livros de poesia americana do século XXI.
Com o seu mais recente livro, foi finalista do National Book Critics Award 2025 e considerado um dos melhores livros de poesia de 2025 pelo The New York Times.
Além de poeta, é também pintor, e atualmente vive em Tucson, no Arizona.
*
“A imensa influência que Crush tem na poesia americana do século XXI não pode ser subestimada. Siken não centra apenas o desejo queer, ele preenche os poemas com os detritos de vida.”
- Ocean Vuong
“Um livro ao qual sempre regresso é Crush, de Richard Siken… Os poemas são vivos, intensos, repletos de obsessões e surpresas… Não são reconfortantes, mas são revigorantes.”
- Elizabeth A. Harris, The New York Times Book Review
“Um dos melhores livros de poesia contemporânea.”
- Victoria Chang, Huffington Post
Crush
15,00 € c/ IVA
Richard Siken nasceu em 1967, em Nova Iorque (EUA), e é autor de três livros de poesia, sendo Crush (2005) o seu primeiro livro, seguido de War of the Foxes (2015) e I Do Know Some Things (2025).
Crush foi considerado pela Atlantic um dos melhores livros de poesia americana do século XXI.
Com o seu mais recente livro, foi finalista do National Book Critics Award 2025 e considerado um dos melhores livros de poesia de 2025 pelo The New York Times.
Além de poeta, é também pintor, e atualmente vive em Tucson, no Arizona.
*
“A imensa influência que Crush tem na poesia americana do século XXI não pode ser subestimada. Siken não centra apenas o desejo queer, ele preenche os poemas com os detritos de vida.”
- Ocean Vuong
“Um livro ao qual sempre regresso é Crush, de Richard Siken… Os poemas são vivos, intensos, repletos de obsessões e surpresas… Não são reconfortantes, mas são revigorantes.”
- Elizabeth A. Harris, The New York Times Book Review
“Um dos melhores livros de poesia contemporânea.”
- Victoria Chang, Huffington Post
Depois de Marte
15,00 € c/ IVA
Maria João Carvalho nasceu a 24 de junho de 1961 e foi repórter de guerra em Angola, na Croácia e na Bósnia, primeiro para a RTP, RDP, Diário de Notícias e Tal & Qual e, depois para a SIC, Renascença e Diário de Notícias. Foi jornalista na Lusa, EuroNews, no Macau Hoje, RGT-Rádio Gest e correspondente do jornal Expresso das Ilhas de Cabo Verde; colaborou com a revista Homem Magazine, com a revista do Instituto do Emprego e Formação Profissional e com jornais regionais de todo o país. É fundadora da Associação Portuguesa de Jovens Jornalistas. Expôs fotografias de guerra em Macau, em Portugal continental e nos Açores e pinta a acrílico. Publicou o livro Da guerra e outros poemas (GRESFOZ, 1997) e os contos A Cobra e UMA na Coletânea Gabravo (Artdomus, 2002). Maria João Carvalho também assina como Janine de Medeiros. Publicamos agora diários e poemas que correspondem a geografias e coordenadas diferentes mas fica a sensação de que pode ser sempre o mesmo lugar: Sarajevo, Palestina, Ucrânia, Angola… Os lugares onde Maria João Carvalho esteve e onde não esteve misturam-se na ideia de que a iminência da guerra é mais voraz que o receio ou o descaso que podemos ter em relação àquelas que aconteceram, às que acontecem agora ou às que acontecerão com ou sem avisos prévios. A paz é preciosa e é preciso ser cuidada: como o amor ou a temperatura de um chá ou a partilha de um qualquer biscoito.
Depois de Marte
15,00 € c/ IVA
Maria João Carvalho nasceu a 24 de junho de 1961 e foi repórter de guerra em Angola, na Croácia e na Bósnia, primeiro para a RTP, RDP, Diário de Notícias e Tal & Qual e, depois para a SIC, Renascença e Diário de Notícias. Foi jornalista na Lusa, EuroNews, no Macau Hoje, RGT-Rádio Gest e correspondente do jornal Expresso das Ilhas de Cabo Verde; colaborou com a revista Homem Magazine, com a revista do Instituto do Emprego e Formação Profissional e com jornais regionais de todo o país. É fundadora da Associação Portuguesa de Jovens Jornalistas. Expôs fotografias de guerra em Macau, em Portugal continental e nos Açores e pinta a acrílico. Publicou o livro Da guerra e outros poemas (GRESFOZ, 1997) e os contos A Cobra e UMA na Coletânea Gabravo (Artdomus, 2002). Maria João Carvalho também assina como Janine de Medeiros. Publicamos agora diários e poemas que correspondem a geografias e coordenadas diferentes mas fica a sensação de que pode ser sempre o mesmo lugar: Sarajevo, Palestina, Ucrânia, Angola… Os lugares onde Maria João Carvalho esteve e onde não esteve misturam-se na ideia de que a iminência da guerra é mais voraz que o receio ou o descaso que podemos ter em relação àquelas que aconteceram, às que acontecem agora ou às que acontecerão com ou sem avisos prévios. A paz é preciosa e é preciso ser cuidada: como o amor ou a temperatura de um chá ou a partilha de um qualquer biscoito.
Desertemos
22,88 € c/ IVA
Franco “Bifo” Berardi es escritor, filósofo y activista. Nació en Bolonia, en 1949, y se graduó en Estética en la Universidad de Bolonia, donde participó de los acontecimientos de mayo del ’68. Entre 1975 y 1981, fundó la histórica revista A/traverso, fanzine y fue promotor de la mítica “Radio Alice”, la primera radio pirata italiana. Vivió en París, donde conoció a Félix Guattari, y en Nueva York. En 2002, fundó TV Orfeo, el primer canal de televisión comunitario italiano.
Escribió numerosos libros y ensayos, que fueron traducidos a distintos idiomas, sobre las transformaciones del trabajo y los procesos de comunicación en el capitalismo postindustial.
Desertemos
22,88 € c/ IVA
Franco “Bifo” Berardi es escritor, filósofo y activista. Nació en Bolonia, en 1949, y se graduó en Estética en la Universidad de Bolonia, donde participó de los acontecimientos de mayo del ’68. Entre 1975 y 1981, fundó la histórica revista A/traverso, fanzine y fue promotor de la mítica “Radio Alice”, la primera radio pirata italiana. Vivió en París, donde conoció a Félix Guattari, y en Nueva York. En 2002, fundó TV Orfeo, el primer canal de televisión comunitario italiano.
Escribió numerosos libros y ensayos, que fueron traducidos a distintos idiomas, sobre las transformaciones del trabajo y los procesos de comunicación en el capitalismo postindustial.
Desobedecer
16,50 € c/ IVA
«A desobediência, face à absurdez, à irracionalidade do mundo como se acha, é uma evidência. Porquê desobedecer? Basta abrir os olhos.» Partindo desta premissa, Frédéric Gros procura nestas páginas dar resposta a uma outra pergunta: se é «tão fácil concordar-se acerca da desesperança da actual ordem do mundo», por que razão é «tão difícil desobedecer-lhe»? Numa minuciosa reflexão filosófica que vai de A Desobediência Civil de Thoreau ao Discurso sobre a Servidão Voluntária de La Boétie, passando pelo julgamento de Eichmann segundo Arendt ou por Jesus Cristo em Dostoievski, Desobedecer (2017) desenterra as raízes da obediência política e do respeito pela autoridade, pondo em causa certezas adquiridas, convicções morais e convenções sociais — e leva-nos a revalorizar a responsabilidade política. Quando o consentimento democrático não se distingue da submissão a injustiças, Desobedecer é um apelo à resistência ética, à força colectiva que nasce, antes de tudo, na consciência de cada um de nós.
Desobedecer
16,50 € c/ IVA
«A desobediência, face à absurdez, à irracionalidade do mundo como se acha, é uma evidência. Porquê desobedecer? Basta abrir os olhos.» Partindo desta premissa, Frédéric Gros procura nestas páginas dar resposta a uma outra pergunta: se é «tão fácil concordar-se acerca da desesperança da actual ordem do mundo», por que razão é «tão difícil desobedecer-lhe»? Numa minuciosa reflexão filosófica que vai de A Desobediência Civil de Thoreau ao Discurso sobre a Servidão Voluntária de La Boétie, passando pelo julgamento de Eichmann segundo Arendt ou por Jesus Cristo em Dostoievski, Desobedecer (2017) desenterra as raízes da obediência política e do respeito pela autoridade, pondo em causa certezas adquiridas, convicções morais e convenções sociais — e leva-nos a revalorizar a responsabilidade política. Quando o consentimento democrático não se distingue da submissão a injustiças, Desobedecer é um apelo à resistência ética, à força colectiva que nasce, antes de tudo, na consciência de cada um de nós.
Deusa Diário
10,00 € c/ IVA
Foi piscando a Rosa Ramalho ora um olho ora outro - e chamando-lhe, nos entretantos, deusa - que esta edição gráfica foi concebida, no ano de 2024, por Catarina Real. Contou com o apoio da CCDRNORTE e foi desta impressa uma tiragem de 100 cópias em risografia pelo estúdio Arco Ígnis, Guimarães.
Deusa Diário
10,00 € c/ IVA
Foi piscando a Rosa Ramalho ora um olho ora outro - e chamando-lhe, nos entretantos, deusa - que esta edição gráfica foi concebida, no ano de 2024, por Catarina Real. Contou com o apoio da CCDRNORTE e foi desta impressa uma tiragem de 100 cópias em risografia pelo estúdio Arco Ígnis, Guimarães.
-11%
Dissecar um Romance: Psiquiatria, Literatura e Mrs. Dalloway
O preço original era: 18,00 €.16,20 €O preço atual é: 16,20 €. c/ IVA
«O estudo de Ana Barbosa Gomes sobre o modo como o romance de Virginia Woolf representa algumas facetas de doenças mentais bem comuns constitui, doravante, uma obra de referência incontornável na prática clínica da Psiquiatria e um importante contributo para a interseção dos estudos literários e da Medicina»
-11%
Dissecar um Romance: Psiquiatria, Literatura e Mrs. Dalloway
O preço original era: 18,00 €.16,20 €O preço atual é: 16,20 €. c/ IVA
«O estudo de Ana Barbosa Gomes sobre o modo como o romance de Virginia Woolf representa algumas facetas de doenças mentais bem comuns constitui, doravante, uma obra de referência incontornável na prática clínica da Psiquiatria e um importante contributo para a interseção dos estudos literários e da Medicina»







