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O Kágado

Como afirma Manuel Portela, no prefácio ao livro, estes três textos «mostram a imaginação intermedial da autora, isto é, a sua capacidade para explorar a transfiguração da escrita na relação com outros códigos e linguagens artísticas (teatro, cinema, ópera) e na relação desses códigos com dispositivos mediais como o telefone ou a câmara de filmar ou a máquina de projetar ou o rádio portátil. A experimentação com a linguagem verbal e com os processos de mediação técnica evidencia a sua familiaridade com a arte modernista – surrealismo e cinema abstrato, por exemplo –, e com as correntes e práticas artísticas da época, como o teatro do absurdo e a música concreta. Mais significativa do que a mera sintonia com as neovanguardas das décadas de 1950 e 1960, é a vivacidade bem-humorada do uso da paronomásia, da associação de ideias e da justaposição de imagens e ações para abrir brechas na lógica uniformizadora da língua e instaurar perspetivas improváveis e libertadoras. É este compromisso radical da artista com os atos de dizer o não-dito, mostrar o não-mostrado e ver o não-visto, ao mesmo tempo político e lúdico, que os três divertimentos nos proporcionam.»
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O Kágado

Como afirma Manuel Portela, no prefácio ao livro, estes três textos «mostram a imaginação intermedial da autora, isto é, a sua capacidade para explorar a transfiguração da escrita na relação com outros códigos e linguagens artísticas (teatro, cinema, ópera) e na relação desses códigos com dispositivos mediais como o telefone ou a câmara de filmar ou a máquina de projetar ou o rádio portátil. A experimentação com a linguagem verbal e com os processos de mediação técnica evidencia a sua familiaridade com a arte modernista – surrealismo e cinema abstrato, por exemplo –, e com as correntes e práticas artísticas da época, como o teatro do absurdo e a música concreta. Mais significativa do que a mera sintonia com as neovanguardas das décadas de 1950 e 1960, é a vivacidade bem-humorada do uso da paronomásia, da associação de ideias e da justaposição de imagens e ações para abrir brechas na lógica uniformizadora da língua e instaurar perspetivas improváveis e libertadoras. É este compromisso radical da artista com os atos de dizer o não-dito, mostrar o não-mostrado e ver o não-visto, ao mesmo tempo político e lúdico, que os três divertimentos nos proporcionam.»
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O Livro do Desassossego, Antologia EssencialO Livro do Desassossego, Antologia Essencial
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O Livro do Desassossego, Antologia Essencial

16,00  c/ IVA
O Livro do Desassossego, inacabada e fragmentária obra em prosa de Fernando Pessoa, tornou-se ironicamente na mais célebre monografia de um dos maiores, mais traduzidos, publicados e lidos poetas do séc. XX. O Livro apresenta-se como uma epopeia do Negativo, através da lupa de um anti-herói, o semi-heterónimo Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros em Lisboa, que nas horas vagas deambula pela urbe e redige reflexões aparentemente desconexas, unidas, porém, pelas vivências na cidade decadente e por duas ideias-chave que as atravessam: a dissolução do universo burguês e a sublimação da irrealidade existencial através da realidade da escrita.
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O Livro do Desassossego, Antologia Essencial

16,00  c/ IVA
O Livro do Desassossego, inacabada e fragmentária obra em prosa de Fernando Pessoa, tornou-se ironicamente na mais célebre monografia de um dos maiores, mais traduzidos, publicados e lidos poetas do séc. XX. O Livro apresenta-se como uma epopeia do Negativo, através da lupa de um anti-herói, o semi-heterónimo Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros em Lisboa, que nas horas vagas deambula pela urbe e redige reflexões aparentemente desconexas, unidas, porém, pelas vivências na cidade decadente e por duas ideias-chave que as atravessam: a dissolução do universo burguês e a sublimação da irrealidade existencial através da realidade da escrita.
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O Livro dos AbraçosO Livro dos Abraços
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O Livro dos Abraços

17,50  c/ IVA
Escrito no exílio e ilustrado pelo autor, O Livro dos Abraços reúne memórias e sonhos, fábulas que entrelaçam o real e o fantástico, crónicas indeléveis das trivialidades, das gentes e dos seus costumes, da política e dos seus mártires, do amor, da guerra e da paz. Fragmentos que celebram a diversidade, têm na memória do autor o seu fio condutor: «Recordar: do latim re-cordis, voltar a passar pelo coração.» Com uma extraordinária capacidade descritiva e um comovente pendor poético, escrevendo numa simplicidade desarmante, Eduardo Galeano dá voz aos amordaçados e estende um longo abraço aos resistentes – amaldiçoados pela economia, afugentados pela polícia, esquecidos pela cultura. O Livro dos Abraços é uma história alternativa da América Latina contada pelo mestre da narrativa breve, numa síntese inspirada do seu imaginário.
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O Livro dos AbraçosO Livro dos Abraços
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O Livro dos Abraços

17,50  c/ IVA
Escrito no exílio e ilustrado pelo autor, O Livro dos Abraços reúne memórias e sonhos, fábulas que entrelaçam o real e o fantástico, crónicas indeléveis das trivialidades, das gentes e dos seus costumes, da política e dos seus mártires, do amor, da guerra e da paz. Fragmentos que celebram a diversidade, têm na memória do autor o seu fio condutor: «Recordar: do latim re-cordis, voltar a passar pelo coração.» Com uma extraordinária capacidade descritiva e um comovente pendor poético, escrevendo numa simplicidade desarmante, Eduardo Galeano dá voz aos amordaçados e estende um longo abraço aos resistentes – amaldiçoados pela economia, afugentados pela polícia, esquecidos pela cultura. O Livro dos Abraços é uma história alternativa da América Latina contada pelo mestre da narrativa breve, numa síntese inspirada do seu imaginário.
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O Movimento das CoisasO Movimento das Coisas
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O Movimento das Coisas

15,00  c/ IVA
Festivais e Mostras (cópia restaurada): Festival Lumière de Lyon, 2020; Porto/Post/Doc, 2020; Festival Internacional de Cinema de Manheim e Heidelberg, 2021, Punto de Vista – Festival Internacional de Cine Documental de Navarra, 2022.   Trailer: https://youtu.be/XoN26_Da-mc?si=yhAShB9sfmFbmC15
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O Movimento das Coisas

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Festivais e Mostras (cópia restaurada): Festival Lumière de Lyon, 2020; Porto/Post/Doc, 2020; Festival Internacional de Cinema de Manheim e Heidelberg, 2021, Punto de Vista – Festival Internacional de Cine Documental de Navarra, 2022.   Trailer: https://youtu.be/XoN26_Da-mc?si=yhAShB9sfmFbmC15
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O Murmúrio

20,00  c/ IVA
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O Sábio ÁrabeO Sábio Árabe
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O Sábio Árabe

17,00  c/ IVA
Pessoa é reconhecido como o mais universal dos escritores em língua portuguesa. A sua característica mais singular, que o torna um fenómeno literário raro e de excecional relevo em todo o mundo, reside no facto de ter escrito grande parte da sua obra, em verso e em prosa, através dos «heterónimos», personalidades fictícias que escreviam e pensavam de forma diferente entre si, como se fossem verdadeiros autores, distintos de Fernando Pessoa ele mesmo.
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O Sábio Árabe

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Pessoa é reconhecido como o mais universal dos escritores em língua portuguesa. A sua característica mais singular, que o torna um fenómeno literário raro e de excecional relevo em todo o mundo, reside no facto de ter escrito grande parte da sua obra, em verso e em prosa, através dos «heterónimos», personalidades fictícias que escreviam e pensavam de forma diferente entre si, como se fossem verdadeiros autores, distintos de Fernando Pessoa ele mesmo.
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O Som do Rugido da Onça

16,00  c/ IVA
Em 1817, Spix e Martius desembarcaram no Brasil com a missão de registar as suas impressões sobre a fauna e flora do país. Três anos e dez mil quilómetros depois, os exploradores voltaram a Munique trazendo consigo não apenas um extenso relato da viagem, mas também um menino e uma menina indígenas, que morreriam pouco tempo depois de chegarem a solo europeu. Neste romance corajoso e repleto de lirismo, Micheliny Verunschk pensa o colonialismo e a memória a partir da história dessas duas crianças raptadas no século XIX, entrelaçando-a com a de Josefa, uma jovem no Brasil contemporâneo, que enfrenta as lacunas da sua própria história ao vislumbrar a imagem da menina numa exposição. Micheliny Verunschk nasceu em 1972, em Pernambuco, e é uma das escritoras brasileiras mais celebradas e premiadas da atualidade. Foi vencedora, entre outros, do Prémio Jabuti em 2022, na categoria de Romance Literário com O som do rugido da onça e do Prémio Oceanos de Literatura em Língua Portuguesa em 2024, na categoria de Prosa, com Caminhando com os mortos. É autora de contos, poesia e romances, além de historiadora.
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O Som do Rugido da Onça

16,00  c/ IVA
Em 1817, Spix e Martius desembarcaram no Brasil com a missão de registar as suas impressões sobre a fauna e flora do país. Três anos e dez mil quilómetros depois, os exploradores voltaram a Munique trazendo consigo não apenas um extenso relato da viagem, mas também um menino e uma menina indígenas, que morreriam pouco tempo depois de chegarem a solo europeu. Neste romance corajoso e repleto de lirismo, Micheliny Verunschk pensa o colonialismo e a memória a partir da história dessas duas crianças raptadas no século XIX, entrelaçando-a com a de Josefa, uma jovem no Brasil contemporâneo, que enfrenta as lacunas da sua própria história ao vislumbrar a imagem da menina numa exposição. Micheliny Verunschk nasceu em 1972, em Pernambuco, e é uma das escritoras brasileiras mais celebradas e premiadas da atualidade. Foi vencedora, entre outros, do Prémio Jabuti em 2022, na categoria de Romance Literário com O som do rugido da onça e do Prémio Oceanos de Literatura em Língua Portuguesa em 2024, na categoria de Prosa, com Caminhando com os mortos. É autora de contos, poesia e romances, além de historiadora.
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O Tempo e a Terra – Ensaios sobre O Movimento das Coisas de Manuela Serra

20,00  c/ IVA
Organizado por Filipa Rosário e contando com a participação de investigadores e criadores de várias áreas, o livro interroga o lugar de O Movimento das Coisas no cruzamento entre práticas artísticas e debates contemporâneos sobre género, ruralidade e modernidade. O gesto colectivo que o compõe não só resgata a trajetória de uma realizadora cuja carreira foi marcada por exclusões e silêncios, como também contribui para uma reparação histórica, inscrevendo o filme na genealogia do ecofeminismo e do cinema de resistência.
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O Tempo e a Terra – Ensaios sobre O Movimento das Coisas de Manuela Serra

20,00  c/ IVA
Organizado por Filipa Rosário e contando com a participação de investigadores e criadores de várias áreas, o livro interroga o lugar de O Movimento das Coisas no cruzamento entre práticas artísticas e debates contemporâneos sobre género, ruralidade e modernidade. O gesto colectivo que o compõe não só resgata a trajetória de uma realizadora cuja carreira foi marcada por exclusões e silêncios, como também contribui para uma reparação histórica, inscrevendo o filme na genealogia do ecofeminismo e do cinema de resistência.
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Oh, So Pretty

15,00  c/ IVA
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Oh, So Pretty

15,00  c/ IVA
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Olho na Ferida

10,00  c/ IVA
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Olho na Ferida

10,00  c/ IVA
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Op Oloop

16,00  c/ IVA
A biografia de Juan Filloy está carregada de dados mais ou menos extravagantes, nem todos verificáveis: filho de pais analfabetos; formou-se em Direito e participou, ainda estudante, na Reforma Universitária de 1918; conheceu a mulher por carta e namoraram três dias antes de se casarem; foi árbitro de boxe; fundou um dos principais emblemas do futebol argentino, o Club Atlético Talleres; criou um clube de golfe sem nunca ter praticado a modalidade; correspondeu-se com Freud, nos anos 30; fumou charutos com Hemingway em Cuba, nos anos 60; orgulhava- se de deter o recorde mundial da produção de palíndromos; coleccionava escrupulosamente todos os números da revista Playboy; e condenava o uso do automóvel. Atravessou três séculos: nasceu em Córdoba, em 1894, e aí morreu, em 2000, embora tenha vivido grande parte da vida numa cidade secundária, Río Cuarto. Diz-se que morreu enquanto dormia a sesta, a poucos dias de cumprir 106 anos. Escreveu mais de 50 livros, muitos deles em edições de autor, com pouquíssimos exemplares, que ele próprio desenhava, paginava, imprimia, encadernava e distribuía. No monumental Dicionário de Autores Latino-Americanos, César Aira destaca o seu descomplexado uso do humor e o «carácter pioneiro de uma obra solitária e anti-convencional». Com a edição de Op Oloop, a Colecção 30 de Fevereiro dá a ler, pela primeira vez em língua portuguesa, um dos autores mais heterodoxos da literatura argentina.
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Op Oloop

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A biografia de Juan Filloy está carregada de dados mais ou menos extravagantes, nem todos verificáveis: filho de pais analfabetos; formou-se em Direito e participou, ainda estudante, na Reforma Universitária de 1918; conheceu a mulher por carta e namoraram três dias antes de se casarem; foi árbitro de boxe; fundou um dos principais emblemas do futebol argentino, o Club Atlético Talleres; criou um clube de golfe sem nunca ter praticado a modalidade; correspondeu-se com Freud, nos anos 30; fumou charutos com Hemingway em Cuba, nos anos 60; orgulhava- se de deter o recorde mundial da produção de palíndromos; coleccionava escrupulosamente todos os números da revista Playboy; e condenava o uso do automóvel. Atravessou três séculos: nasceu em Córdoba, em 1894, e aí morreu, em 2000, embora tenha vivido grande parte da vida numa cidade secundária, Río Cuarto. Diz-se que morreu enquanto dormia a sesta, a poucos dias de cumprir 106 anos. Escreveu mais de 50 livros, muitos deles em edições de autor, com pouquíssimos exemplares, que ele próprio desenhava, paginava, imprimia, encadernava e distribuía. No monumental Dicionário de Autores Latino-Americanos, César Aira destaca o seu descomplexado uso do humor e o «carácter pioneiro de uma obra solitária e anti-convencional». Com a edição de Op Oloop, a Colecção 30 de Fevereiro dá a ler, pela primeira vez em língua portuguesa, um dos autores mais heterodoxos da literatura argentina.
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Os Amanhãs de Ontem

16,35  c/ IVA
Se no seu livro anterior, Comunismo: uma pequena história de como tudo poderá ser diferente(Tigre de Papel, 2020), Adamczak apresentava o comunismo como um conto de fadas com a hipótese de um final feliz, neste oferece-nos uma tragédia. Descreve a deportação de volta para a Alemanha nazi de antifascistas exilados — uma traição de comunistas contra comunistas; a incredulidade inicial dos comunistas europeus face à notícia do pacto Hitler-Estaline; o plano de terror de Estado de Estaline; o desaparecimento da classe e a emergência de cálculos táticos e económicos; o definhamento e a impossibilidade dos sucessos da revolução; e a promessa barata de que «da próxima vez será democrático».   O que pesa sobre a possibilidade do desejo comunista, escreve Adamczak, não é apenas o fim da história, mas, antes de mais, o fim da revolução. Não apenas 1989 mas também, e sobretudo, 1939, 1938 e, mais para trás, 1924 e 1917. Só compreendendo essa história poderemos trabalhar para um futuro melhor.
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Os Amanhãs de Ontem

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Se no seu livro anterior, Comunismo: uma pequena história de como tudo poderá ser diferente(Tigre de Papel, 2020), Adamczak apresentava o comunismo como um conto de fadas com a hipótese de um final feliz, neste oferece-nos uma tragédia. Descreve a deportação de volta para a Alemanha nazi de antifascistas exilados — uma traição de comunistas contra comunistas; a incredulidade inicial dos comunistas europeus face à notícia do pacto Hitler-Estaline; o plano de terror de Estado de Estaline; o desaparecimento da classe e a emergência de cálculos táticos e económicos; o definhamento e a impossibilidade dos sucessos da revolução; e a promessa barata de que «da próxima vez será democrático».   O que pesa sobre a possibilidade do desejo comunista, escreve Adamczak, não é apenas o fim da história, mas, antes de mais, o fim da revolução. Não apenas 1989 mas também, e sobretudo, 1939, 1938 e, mais para trás, 1924 e 1917. Só compreendendo essa história poderemos trabalhar para um futuro melhor.
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Os Conselhos da Noite

10,00  c/ IVA
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Os Dias Depois

10,00  c/ IVA
Os Dias Depois é o livro de estreia de Artur Barosa. No entanto, mostra já um autor maduro e com uma poesia marcante. para descobrir em cada palavra. Mais um novo autor que chega às mãos dos leitores.
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Os Dias Depois é o livro de estreia de Artur Barosa. No entanto, mostra já um autor maduro e com uma poesia marcante. para descobrir em cada palavra. Mais um novo autor que chega às mãos dos leitores.
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Os Invisíveis

22,00  c/ IVA
“gritos fortíssimos berros vejo muitos camaradas a correr para aquele lugar não consigo ver nada há fumo e confusão todos têm os olhos vermelhos e cobertos de lágrimas por causa do gás lacrimogéneo desço da grade de segurança e dirijo-me a correr para aquele lugar na companhia de outros damos de caras com outros que vêm na direcção oposta faces desesperadas olhos esbugalhados alguns baixam os lenços um põe as mãos nos cabelos não consigo ver o que aconteceu há um grupo de camaradas parados em semicírculo alguns choram não por causa do gás lacrimogéneo alguns soluçam uma rapariga grita alguma coisa que não compreendo depois mais à frente vejo o corpo ensanguentado no chão vejo o longo rasto de sangue escuro e mais à frente a massa avermelhada do cérebro que a roda do jipão lhe espremeu da cabeça esmagada”
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Os Invisíveis

22,00  c/ IVA
“gritos fortíssimos berros vejo muitos camaradas a correr para aquele lugar não consigo ver nada há fumo e confusão todos têm os olhos vermelhos e cobertos de lágrimas por causa do gás lacrimogéneo desço da grade de segurança e dirijo-me a correr para aquele lugar na companhia de outros damos de caras com outros que vêm na direcção oposta faces desesperadas olhos esbugalhados alguns baixam os lenços um põe as mãos nos cabelos não consigo ver o que aconteceu há um grupo de camaradas parados em semicírculo alguns choram não por causa do gás lacrimogéneo alguns soluçam uma rapariga grita alguma coisa que não compreendo depois mais à frente vejo o corpo ensanguentado no chão vejo o longo rasto de sangue escuro e mais à frente a massa avermelhada do cérebro que a roda do jipão lhe espremeu da cabeça esmagada”
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Os Limites da Paisagem

12,00  c/ IVA
Ficção-ensaio e ensaio-ficção sobre necro e farmacopolíticas, metacronismos e infranarrativas, o simbólico como real e o real como simbólico. Ultra-modernidade em diálogo com Ballard, Müller, Pynchon, Sloterdijk, Sontag, Vollmann, West e mais uns quantos.
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Os Limites da Paisagem

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Ficção-ensaio e ensaio-ficção sobre necro e farmacopolíticas, metacronismos e infranarrativas, o simbólico como real e o real como simbólico. Ultra-modernidade em diálogo com Ballard, Müller, Pynchon, Sloterdijk, Sontag, Vollmann, West e mais uns quantos.
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Os Meus Poemas não Mudarão o Mundo

O preço original era: 14,00 €.O preço atual é: 13,00 €. c/ IVA
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Os Meus Poemas não Mudarão o Mundo

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Os PalestinianosOs Palestinianos
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Os Palestinianos

14,00  c/ IVA
Este é o testemunho de Jean Genet após a sua estadia na Palestina. A urgência em dar a ver o horror da barbárie zionista sobre o povo palestiniano. O testemunho da nobreza e beleza do povo palestiniano expressa na sua resistência honrada.
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Os Palestinianos

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Este é o testemunho de Jean Genet após a sua estadia na Palestina. A urgência em dar a ver o horror da barbárie zionista sobre o povo palestiniano. O testemunho da nobreza e beleza do povo palestiniano expressa na sua resistência honrada.
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Os Sujeitos no Neoniberalismo

13,00  c/ IVA
Edição conjunta com os Livros Outro Modo/Le Monde diplomatique – edição portuguesa. Capa de Alejandro Lecavoc. Fernando Ampudia de Haro. Professor na Universidade Europeia. Doutorado em Sociologia pela Universidade Complutense de Madrid, é Investigador no IHC-NOVAFCSH. Tem publicado na área da sociologia histórica, económica e da governamentalidade. José Nuno Matos é investigador auxiliar em Sociologia no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Tem publicado na área da sociologia do trabalho e dos media.
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Os Sujeitos no Neoniberalismo

13,00  c/ IVA
Edição conjunta com os Livros Outro Modo/Le Monde diplomatique – edição portuguesa. Capa de Alejandro Lecavoc. Fernando Ampudia de Haro. Professor na Universidade Europeia. Doutorado em Sociologia pela Universidade Complutense de Madrid, é Investigador no IHC-NOVAFCSH. Tem publicado na área da sociologia histórica, económica e da governamentalidade. José Nuno Matos é investigador auxiliar em Sociologia no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Tem publicado na área da sociologia do trabalho e dos media.
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