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Mulher Flor

10,00  c/ IVA
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Mulher Flor

10,00  c/ IVA
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Música para Antropomorfos

15,00  c/ IVA

A improvável gênese do artefacto musical/ visual que você tem em mãos é esta: uma banda de rock suja e malvada de garotos goianos (capitaneada por um fã ardoroso de Jack Kirby) criou a fagulha sonora, primitiva e ominosa para que Zimbres, o mais cortês dos quadrinistas experimentais, criasse seu grande épico. É um pequeno milagre das circunstâncias e uma grande história de origem, e quanto mais você pensa a respeito, mais faz sentido: quem possivelmente inventaria um treco desses? 

Essas pequenas instâncias de reconhecimento se repetem no decorrer das cerca de 200 páginas de leitura. Por trás de sua fachada desconjuntada, de capítulos desenhados em estilos drasticamente flutuantes, MPA tem uma narrativa sólida, com direito inclusive a toda aquela lenga-lenga de introdução, complicação e desenlace.  É como um recontar cubista e ultracondensado da história do Ocidente, com pitadas de profecia bíblica, mitologia grega e farsa borgiana. - Diego Gerlach 

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Música para Antropomorfos

15,00  c/ IVA

A improvável gênese do artefacto musical/ visual que você tem em mãos é esta: uma banda de rock suja e malvada de garotos goianos (capitaneada por um fã ardoroso de Jack Kirby) criou a fagulha sonora, primitiva e ominosa para que Zimbres, o mais cortês dos quadrinistas experimentais, criasse seu grande épico. É um pequeno milagre das circunstâncias e uma grande história de origem, e quanto mais você pensa a respeito, mais faz sentido: quem possivelmente inventaria um treco desses? 

Essas pequenas instâncias de reconhecimento se repetem no decorrer das cerca de 200 páginas de leitura. Por trás de sua fachada desconjuntada, de capítulos desenhados em estilos drasticamente flutuantes, MPA tem uma narrativa sólida, com direito inclusive a toda aquela lenga-lenga de introdução, complicação e desenlace.  É como um recontar cubista e ultracondensado da história do Ocidente, com pitadas de profecia bíblica, mitologia grega e farsa borgiana. - Diego Gerlach 

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nada, nada, nada – escritos escolhidos

16,00  c/ IVA
“Entre 1879 e 1953, Francis Picabia viveu muitas vidas. Foi pintor, poeta e prosador, ensaísta e crítico. Colaborou em diversas publicações e criou as suas próprias revistas. Escreveu para teatro e também para cinema. Alimentou polémicas e provocou escândalos. Organizou espectáculos, exposições e festas. Acompanhou o Cubismo e depois atacou-o com ironia. Levou o Dadaísmo para Paris, foi um dos seus mais vivos participantes e depois saiu com estrondo. Esteve com os surrealistas, mas numa relação morna.  Os textos que compõem este livro pertencem à fase mais explosiva e exuberante da obra escrita de Picabia. Para nós, a mais fascinante também. Esta fase coincide com o seu envolvimento activo no movimento dadaísta, ou seja, mais ou menos entre 1918 e 1921. Seguindo o espírito desta colecção, o livro inclui apenas textos em prosa, deixando de fora a sua igualmente vasta e magnífica produção poética.”* *da Nota de Edição de Rui Manuel Amaral
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nada, nada, nada – escritos escolhidos

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“Entre 1879 e 1953, Francis Picabia viveu muitas vidas. Foi pintor, poeta e prosador, ensaísta e crítico. Colaborou em diversas publicações e criou as suas próprias revistas. Escreveu para teatro e também para cinema. Alimentou polémicas e provocou escândalos. Organizou espectáculos, exposições e festas. Acompanhou o Cubismo e depois atacou-o com ironia. Levou o Dadaísmo para Paris, foi um dos seus mais vivos participantes e depois saiu com estrondo. Esteve com os surrealistas, mas numa relação morna.  Os textos que compõem este livro pertencem à fase mais explosiva e exuberante da obra escrita de Picabia. Para nós, a mais fascinante também. Esta fase coincide com o seu envolvimento activo no movimento dadaísta, ou seja, mais ou menos entre 1918 e 1921. Seguindo o espírito desta colecção, o livro inclui apenas textos em prosa, deixando de fora a sua igualmente vasta e magnífica produção poética.”* *da Nota de Edição de Rui Manuel Amaral
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Não Importa

14,00  c/ IVA
Agota Kristof reuniu em Não Importa vinte e cinco contos que escreveu desde que se exilou da sua Hungria natal e se refugiou na Suíça, onde teve de aprender a falar, ler e escrever numa língua que não era a sua, como explica no seu relato autobiográfico La analfabeta (publicado em 2004, apenas um ano antes destes contos). Assim, estes são os seus primeiros textos escritos em francês, que ela manteve em repouso durante décadas, ainda insegura do seu vocabulário e do seu estilo, mas pressionada pela necessidade imperiosa de escrever. São contos muito curtos, banhados por uma atmosfera estranha e perturbadora, como pesadelos reveladores, que corroboram a visão de Kristof do mundo como um lugar inseguro, hostil, onde a desgraça pode se manifestar a qualquer momento.   Esta descrição minuciosa e clínica da maldade percorre praticamente toda a sua produção literária, e aqui é-nos apresentada sem intermediação, com os factos a nu. Conflitos familiares, traumas infantis, surtos de loucura, decisões letais... Não importa, nada importa, a vida é assim tão impiedosa e ninguém pode mudá-la. Embora talvez, afinal, reste algum espaço para a compaixão e a ternura.
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Não Importa

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Agota Kristof reuniu em Não Importa vinte e cinco contos que escreveu desde que se exilou da sua Hungria natal e se refugiou na Suíça, onde teve de aprender a falar, ler e escrever numa língua que não era a sua, como explica no seu relato autobiográfico La analfabeta (publicado em 2004, apenas um ano antes destes contos). Assim, estes são os seus primeiros textos escritos em francês, que ela manteve em repouso durante décadas, ainda insegura do seu vocabulário e do seu estilo, mas pressionada pela necessidade imperiosa de escrever. São contos muito curtos, banhados por uma atmosfera estranha e perturbadora, como pesadelos reveladores, que corroboram a visão de Kristof do mundo como um lugar inseguro, hostil, onde a desgraça pode se manifestar a qualquer momento.   Esta descrição minuciosa e clínica da maldade percorre praticamente toda a sua produção literária, e aqui é-nos apresentada sem intermediação, com os factos a nu. Conflitos familiares, traumas infantis, surtos de loucura, decisões letais... Não importa, nada importa, a vida é assim tão impiedosa e ninguém pode mudá-la. Embora talvez, afinal, reste algum espaço para a compaixão e a ternura.
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Napalm no Coração

O preço original era: 17,00 €.O preço atual é: 15,30 €. c/ IVA
Pol Guasch nasceu em 1997, em Tarragona (Catalunha, Espanha), e é autor de dois livros de poesia e dois romances. Mestre em Literatura Contemporânea, Cultura e Teoria pela King’s College, em Londres, lecionou literatura e crítica cultural na Universidade de Barcelona. Napalm no coração é o seu primeiro romance, vencedor do Prémio Anagrama de Romance em 2021.
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Napalm no Coração

O preço original era: 17,00 €.O preço atual é: 15,30 €. c/ IVA
Pol Guasch nasceu em 1997, em Tarragona (Catalunha, Espanha), e é autor de dois livros de poesia e dois romances. Mestre em Literatura Contemporânea, Cultura e Teoria pela King’s College, em Londres, lecionou literatura e crítica cultural na Universidade de Barcelona. Napalm no coração é o seu primeiro romance, vencedor do Prémio Anagrama de Romance em 2021.
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Night Thoughts Are Not Like BatsNight Thoughts Are Not Like Bats
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Night Thoughts Are Not Like BatsNight Thoughts Are Not Like Bats
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Night Thoughts Are Not Like Bats

9,00  c/ IVA
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noturnos

15,00  c/ IVA
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noturnos

15,00  c/ IVA
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Ó – OlharesÓ – Olhares
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Ó – OlharesÓ – Olhares
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Ó – Olhares

7,00  c/ IVA
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O Aroma do Tempo

16,50  c/ IVA
Tal como nas suas obras anteriores, de A Sociedade do Cansaço até A Agonia de Eros, aborda as causas dessa evolução e reflete sobre a possibilidade de a inverter. Para o filósofo, o final do tempo como duração narrativa não teria de implicar um vazio temporal. Existe, pelo contrário, agora a possibilidade de uma vida que prescinda da teologia e da teleologia e que apesar disso tenha um aroma próprio. Para isso seria necessário recuperar conceitos de Hannah Arendt, pois a crise temporal só poderá ser ultrapassada quando a vita activaacolher de novo a vita contemplativa.
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O Aroma do Tempo

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Tal como nas suas obras anteriores, de A Sociedade do Cansaço até A Agonia de Eros, aborda as causas dessa evolução e reflete sobre a possibilidade de a inverter. Para o filósofo, o final do tempo como duração narrativa não teria de implicar um vazio temporal. Existe, pelo contrário, agora a possibilidade de uma vida que prescinda da teologia e da teleologia e que apesar disso tenha um aroma próprio. Para isso seria necessário recuperar conceitos de Hannah Arendt, pois a crise temporal só poderá ser ultrapassada quando a vita activaacolher de novo a vita contemplativa.
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O Círculo do AmorO Círculo do Amor
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O Círculo do Amor

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9,00  c/ IVA
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O Círculo do Amor

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O Cogumelo no Fim do Mundo. Viver nas Ruínas do CapitalismoO Cogumelo no Fim do Mundo. Viver nas Ruínas do Capitalismo
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O Cogumelo no Fim do Mundo. Viver nas Ruínas do Capitalismo

O preço original era: 22,00 €.O preço atual é: 19,80 €. c/ IVA
Percorrendo a cadeia de abastecimento do cogumelo matsutake — desde que é colhido por veteranos de guerra e imigrantes nos EUA até ser oferecido e consumido como iguaria de luxo no Japão —, a antropóloga Anna Lowenhaupt Tsing descobre múltiplos modos de vida emaranhados de maneira tão profunda quanto contingente. Ao explorarmos histórias de guerra, mutualismos interespécies e mecanismos de tradução entre culturas, sistemas económicos ou regimes de produção de conhecimento científico, o que encontramos são lições de coabitação, de liberdade e da arte de prestar atenção. Um livro verdadeiramente multidisciplinar que cruza o trabalho de campo etnográfico, a história económica, a genética e a silvicultura para revelar estratégias de subsistência nas margens do capitalismo, num contexto geral de precariedade e de destruição do mundo que nos rodeia.
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O Cogumelo no Fim do Mundo. Viver nas Ruínas do Capitalismo

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Percorrendo a cadeia de abastecimento do cogumelo matsutake — desde que é colhido por veteranos de guerra e imigrantes nos EUA até ser oferecido e consumido como iguaria de luxo no Japão —, a antropóloga Anna Lowenhaupt Tsing descobre múltiplos modos de vida emaranhados de maneira tão profunda quanto contingente. Ao explorarmos histórias de guerra, mutualismos interespécies e mecanismos de tradução entre culturas, sistemas económicos ou regimes de produção de conhecimento científico, o que encontramos são lições de coabitação, de liberdade e da arte de prestar atenção. Um livro verdadeiramente multidisciplinar que cruza o trabalho de campo etnográfico, a história económica, a genética e a silvicultura para revelar estratégias de subsistência nas margens do capitalismo, num contexto geral de precariedade e de destruição do mundo que nos rodeia.
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O Colecionador de Tijolos

10,00  c/ IVA
(...) Trata-se de um conto, no qual se acompanham personagens, conflitos e peripécias numa só narrativa. Se a cidade, alterada pelos efeitos da crise financeira e da mercantilização (o desemprego, a gentrificação, a especulação imobiliária), é o lugar e o pano de fundo em que o conto se desenrola, a arquitectura, como metonímia da construção e da criação, permanece na origem da banda desenhada de Pedro Burgos.
Valério, homem que já ultrapassou a meia-idade, fica sem emprego após o fecho do ateliê de arquitectura onde trabalhava. Decide, então, reabilitar a casa herdada dos avós para descobrir, incrédulo e revoltado, que foi ocupada por homens e mulheres sem-abrigo. Reagirá com violência, antes de perder os sentidos. Começa aí a sua derrocada existencial e espiritual: acordará, salvo pelos médicos, mas para se afastar do mundo (a cidade, cujo nome Pedro Burgos só revelará no fim), tornando-se no coleccionador de tijolos que os vizinhos e família observarão com piedade, receio e incompreensão. (...)
José Marmeleira in Público
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O Colecionador de Tijolos

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(...) Trata-se de um conto, no qual se acompanham personagens, conflitos e peripécias numa só narrativa. Se a cidade, alterada pelos efeitos da crise financeira e da mercantilização (o desemprego, a gentrificação, a especulação imobiliária), é o lugar e o pano de fundo em que o conto se desenrola, a arquitectura, como metonímia da construção e da criação, permanece na origem da banda desenhada de Pedro Burgos.
Valério, homem que já ultrapassou a meia-idade, fica sem emprego após o fecho do ateliê de arquitectura onde trabalhava. Decide, então, reabilitar a casa herdada dos avós para descobrir, incrédulo e revoltado, que foi ocupada por homens e mulheres sem-abrigo. Reagirá com violência, antes de perder os sentidos. Começa aí a sua derrocada existencial e espiritual: acordará, salvo pelos médicos, mas para se afastar do mundo (a cidade, cujo nome Pedro Burgos só revelará no fim), tornando-se no coleccionador de tijolos que os vizinhos e família observarão com piedade, receio e incompreensão. (...)
José Marmeleira in Público
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O Deserto que Vem – Ecologias de Kropotkin a Marte, Seguido de Cidades IdeaisO Deserto que Vem – Ecologias de Kropotkin a Marte, Seguido de Cidades Ideais
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O Deserto que Vem – Ecologias de Kropotkin a Marte, Seguido de Cidades Ideais

9,50  c/ IVA
O Deserto que vem – Ecologias de Kropotkin a Marte Kropotkin acreditava que a dessecação era um processo geológico contínuo e que esta se podia observar em todo o Hemisfério Norte. Por esta razão, o geólogo e anarquista russo desafiou radicalmente a ortodoxia ao sustentar a continuidade da dinâmica climática global entre o fim da Era do Gelo e os tempos modernos: longe de ser estacionário, o clima vinha mudando continuamente numa direcção unidireccional e sem interferência humana ao longo da história. Neste breve ensaio, Mike Davis explica que a tese de Kropotkin foi a primeira tentativa científica no campo da ecologia de apresentar uma argumentação abrangente a favor das alterações climáticas naturais como força motriz da história da civilização.   Cidades Ideais O arquitecto e historiador Colin Ward (1924 Wanstead – 2010 Ipswich) foi uma das figuras-chave do anarquismo britânico do século XX. Escritor prolífico, assumiu durante duas décadas a edição do jornal Freedom, fundado em 1886 por Kropotkin na capital londrina. Em 1961, Ward fundou a revista mensal Anarchy, difundindo a sua visão do anarquismo não como uma teoria utópica, mas enquanto um conjunto de práticas sociais capazes de criar formas alternativas de organização informais, sem hierarquias e não submetidas às políticas estatais. Cidades Ideais é um brevíssimo esquisso sobre diferentes visões de organização dos aglomerados humanos da Modernidade à era Contemporânea. Ward escreveu sobre uma ampla variedade de tópicos, incluindo política contemporânea, ocupação ilegal, habitação, arquitectura, educação, planeamento urbano, práticas anarquistas e ajuda mútua. A sua versão do anarquismo quotidiano, que envolvia experimentação e intervenções práticas, atravessa as páginas de livros como Anarchy in Action (1973), Housing: An Anarchist Approach (1976), Welcome, Thinner City: Urban Survival in the 1990s (1989) e Sociable Cities: The Legacy of Ebenezer Howard (1998), volumes que dão visibilidade à realidade de experiências que já acontecem no contexto do capitalismo e que potenciam a liberdade, ampliam a autonomia local face às autoridades externas e promovem o bem-estar social.
O Deserto que Vem – Ecologias de Kropotkin a Marte, Seguido de Cidades IdeaisO Deserto que Vem – Ecologias de Kropotkin a Marte, Seguido de Cidades Ideais
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O Deserto que Vem – Ecologias de Kropotkin a Marte, Seguido de Cidades Ideais

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O Deserto que vem – Ecologias de Kropotkin a Marte Kropotkin acreditava que a dessecação era um processo geológico contínuo e que esta se podia observar em todo o Hemisfério Norte. Por esta razão, o geólogo e anarquista russo desafiou radicalmente a ortodoxia ao sustentar a continuidade da dinâmica climática global entre o fim da Era do Gelo e os tempos modernos: longe de ser estacionário, o clima vinha mudando continuamente numa direcção unidireccional e sem interferência humana ao longo da história. Neste breve ensaio, Mike Davis explica que a tese de Kropotkin foi a primeira tentativa científica no campo da ecologia de apresentar uma argumentação abrangente a favor das alterações climáticas naturais como força motriz da história da civilização.   Cidades Ideais O arquitecto e historiador Colin Ward (1924 Wanstead – 2010 Ipswich) foi uma das figuras-chave do anarquismo britânico do século XX. Escritor prolífico, assumiu durante duas décadas a edição do jornal Freedom, fundado em 1886 por Kropotkin na capital londrina. Em 1961, Ward fundou a revista mensal Anarchy, difundindo a sua visão do anarquismo não como uma teoria utópica, mas enquanto um conjunto de práticas sociais capazes de criar formas alternativas de organização informais, sem hierarquias e não submetidas às políticas estatais. Cidades Ideais é um brevíssimo esquisso sobre diferentes visões de organização dos aglomerados humanos da Modernidade à era Contemporânea. Ward escreveu sobre uma ampla variedade de tópicos, incluindo política contemporânea, ocupação ilegal, habitação, arquitectura, educação, planeamento urbano, práticas anarquistas e ajuda mútua. A sua versão do anarquismo quotidiano, que envolvia experimentação e intervenções práticas, atravessa as páginas de livros como Anarchy in Action (1973), Housing: An Anarchist Approach (1976), Welcome, Thinner City: Urban Survival in the 1990s (1989) e Sociable Cities: The Legacy of Ebenezer Howard (1998), volumes que dão visibilidade à realidade de experiências que já acontecem no contexto do capitalismo e que potenciam a liberdade, ampliam a autonomia local face às autoridades externas e promovem o bem-estar social.
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O Dia do Gafanhoto

15,00  c/ IVA
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O Fiorde/ Sebregondi Recua / Escrever Como Qualquer Coisa

20,00  c/ IVA
(inclui o texto de Leopoldo Fernández, que serviu de posfácio à edição primitiva de El Fiord) tradução e nota introdutória: Mariano Alejandro Ribeiro pinturas (capa e miolo):Theodore Ushev
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O Fiorde/ Sebregondi Recua / Escrever Como Qualquer Coisa

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(inclui o texto de Leopoldo Fernández, que serviu de posfácio à edição primitiva de El Fiord) tradução e nota introdutória: Mariano Alejandro Ribeiro pinturas (capa e miolo):Theodore Ushev
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O Grande GRRRRRO Grande GRRRRR
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O Grande GRRRRR

15,00  c/ IVA
Apresentamos o Grrrrr, estafeta veloz, profissional e encantador. Esta manhã vai entregar um pacotinho, embrulhado com lacinho. Toca à campainha com delicadeza, mas não o ouviram de certeza. Insiste com educação. Quantas vezes? Ninguém responde. E o grande Grrrrr à espera, à chuva e a perder a paciência... Um álbum divertido e inesperado, que fala de grandes sentimentos, comunicação e empatia.
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O Grande GRRRRRO Grande GRRRRR
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O Grande GRRRRR

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Apresentamos o Grrrrr, estafeta veloz, profissional e encantador. Esta manhã vai entregar um pacotinho, embrulhado com lacinho. Toca à campainha com delicadeza, mas não o ouviram de certeza. Insiste com educação. Quantas vezes? Ninguém responde. E o grande Grrrrr à espera, à chuva e a perder a paciência... Um álbum divertido e inesperado, que fala de grandes sentimentos, comunicação e empatia.
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O Homem-Alegria

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